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COSEMESC

Acamesc toma posse no Cosemesc

XVI Femesc contou com a presença de líderes estaduais e nacionais

Irregularidades no SC Saúde

SC Saúde: assembleia aprova proposta do plano de saúde

SC Saúde e o Médico Catarinense

Plano SC Saúde

Boletim - Edição Nº 49

 

   

 

 

Acamesc toma posse no Cosemesc

17/10/2013





Fotos Rubens Flôres, Simesc

O Conselho Superior das Entidades Médicas de Santa Catarina (Cosemesc) conta agora com mais uma parceira: a Academia de Medicina do Estado de Santa Catarina (Acamesc) que passa a integrar o grupo das entidades médicas. A posse da Acamesc aconteceu ontem, dia 16, na sede da Associação Catarinense de Medicina (ACM).

“É uma honra para nós receber os acadêmicos da Acamesc. Isso nos fortalece ainda mais em um momento em que precisamos estar unidos”, declarou Dr. Tanaro Pereira Bez, presidente do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (Cremesc).

Santa Catarina, que foi o Estado pioneiro na união das entidades médicas, se torna também o primeiro Conselho Superior de Entidades Médicas a ter a participação da Academia de Medicina. Com a inclusão, o Cosemesc passa a ter a atuação conjunta de cinco entidades: Cremesc, ACM, Simesc, Simersul e Acamesc.



Sobre a Acamesc

Fundação

Fundada em 23 de fevereiro de 1996, em Florianópolis, por um grupo de médicos liderados por Waldomiro Dantas e constituído por Antônio Moniz de Aragão, Danilo Freire Duarte, Ernesto Francisco Damerau, Geraldo Nicodemos Righi Vieira e Murillo Ronald Capella. O primeiro presidente foi Waldomiro Dantas. Sucederam Murillo Ronald Capella (2000-2002), Nelson Grisard (2003-2009), Antonio Silveira Sbissa (2009-2012) e Rodrigo d´Eça Neves, atual presidente (2012-2015).

 

Objetivos estatutários

Contribuir para o desenvolvimento e o progresso da medicina, da cultura e das ciências em geral; homenagear, em Sessões Solenes, vultos que se destacaram na Medicina e

nas ciências afins, bem como comemorar efemérides. 

 

 

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XVI Femesc contou com a presença 
de líderes estaduais e nacionais

01/07/2013


Foto Camila Spolti 

Durante dois dias, médicos catarinenses discutiram a situação das urgências e emergências hospitalares no XVI Fórum de Entidades Médicas de Santa Catarina (Femesc), em Imbituba. Como principais causadores dos problemas enfrentados por profissionais da saúde e pacientes foram apontados as deficiências na gestão da saúde e o financiamento inadequado do setor. 
O evento foi coordenado pelo Conselho Superior das Entidades Médicas (Cosemesc), do qual fazem parte a Associação Catarinense de Medicina (ACM), o Conselho Regional de Medicina (Cremesc), o Sindicato dos Médicos de Santa Catarina (Simesc) e o Sindicato dos Médicos da Região Sul do Estado (Simersul). 
A primeira mesa do Fórum foi presidida pelo diretor Jurídico Adjunto do Simesc, Leopoldo Back, e abordou o tema “Urgências e Emergência hospitalares: o que temos”. A médica pediatra Maria Cristina de Souza Neto relatou os principais problemas enfrentados na emergência do hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis. A falta de profissionais e a falta de estímulo financeiro para os mesmos foram alguns entraves elencados. 
O chefe do centro cirúrgico do hospital Governador Celso Ramos, na capital e Secretário Geral do Simesc, Roman Leon Gieburowski Junior, concordou que é necessário estímulo para os profissionais e quem sem recursos humanos o trabalho é prejudicado. Segundo ele após a recente contratação de mais profissionais para o hospital foi possível acabar com as macas nos corredores da emergência e aumentar o número de procedimentos cirúrgicos. “A cirurgia geral dobrou de 50 para 100 ao mês e o tempo de permanência do paciente no hospital também reduziu de sete dias para dois dias” 
Embora tenham havido melhoras, Roman também destacou problemas como a falta de um local adequado para descanso dos médicos e o pequeno tamanho da emergência que aguarda há dois anos por uma solução. “É necessário apenas derrubar uma, mas só depois de dois anos é que saiu verba para a elaboração do projeto para reforma”, afirma.
O ginecologista e obstetra José Carlos Angioletti também participou da mesa e apresentou um panorama geral da situação dos hospitais Filantrópicos em Santa Catarina. “Hoje em Santa Catarina temos 76 hospitais filantrópicos. É um grande número e eles precisam de atenção pois a situação deles não se difere dos outros hospitais do Estado”.

O superintende dos hospitais públicos de Santa Catarina, Renato Castro, destacou a defasada tabela SUS como um dos principais motivos para a situação crítica em que se encontram os hospitais. Ele se colocou à disposição para tentar encontrar alternativas de mudança “O problema é nosso e nós temos que resolver. Não vamos esperar pela Dilma”, enfatizou.


Abertura

A abertura do evento, além das lideranças locais, contou com a presença de lideranças nacionais. O presidente do Conselho Federal de Medicina, Roberto D`Ávilla e o presidente da Federação Nacional dos Médicos, Geraldo Ferreira, aproveitaram o debate e pediram empenho dos médicos nas mobilizações por saúde de mais qualidade. 

"Há anos estamos na rua reivindicando para que a sociedade se levante e lute conosco. Agora, com esta explosão cívica que percorre o Brasil, percebemos que uma das bandeiras é a saúde e melhorias nos hospitais públicos, onde o povo deixa claro que do jeito que está não pode continuar”, afirmou o presidente da Fenam.

A programação contou também com a conferência “Panorama Brasileiro de Atendimento às Urgências e Emergências” ministrada pelo coordenador Geral da Rede Brasileira de Cooperação de Emergência, Armando de Negri Filho. Ele apresentou pontos que estão sendo analisados para a criação de uma resolução do CFM para urgências e emergências. 

Nenhum paciente internado no corredor ou leitos improvisados e o tempo máximo de espera do paciente de 12 horas nos serviços de atenção básica, foram alguns dos 13 ítens elencados por ele neste estudo. “Se colocássemos a resolução hoje em prática hoje nenhuma emergência no Brasil estaria aberta.


Segundo dia
No sábado, segundo dia do XVI Femesc, os médicos participaram da mesa redonda “Urgência e Emergências hospitalares: o que precisam ter”. O superintendente dos hospitais públicos de Santa Catarina, Renato Castro, destacou como principal necessidade a valorização do médico. Para suprir essa dificuldade ele informou que nos próximos dias o governador Raimundo Colombo assinará medida provisória que regulamenta o pagamento de indenização para todos os médicos. “Hoje, 68 mil pessoas estão na fila de espera. Nós médicos somos responsáveis por isso também. Queremos atender, mas para isso precisamos ser bem remunerados e é isso que estou buscando.”

Para o presidente da Fenam, Geraldo Ferreira Filho, o grande problema hoje nos hospitais públicos é a burocracia e falta de gestão. Ele contou que a entidade elabora um relatório de denúncias sobre a situação das unidades de saúde do Brasil que será submetido à Comissão da Corte Internacional de Direitos Humanos, em Portugal, e depois de aprovada encaminhado à corte em Washington.
O presidente do Simesc Regional Blumenau, Carlos Seara Filho, defendeu em sua explanação a formação de médicos emergencistas e que o assunto seja tratado nas escolas de medicina com a importância que necessita, tendo em vista que a maioria dos recém formados atuam nesta setor. “Hoje 80% dos médicos que trabalham no Samu, por exemplo, são residentes em formação”, apontou.

Segundo o conselheiro do Cremesc, João Pedro Carreiro Neto, Santa Catarina está atrasada em sete anos na área de urgência e emergência. Um dos dados apresentados por ele mostra que seriam necessárias no Estado a construção de pelo menos mais 28 unidades de pronto atendimento.
No encerramento do evento, os médicos fizeram suas contribuições para a elaboração da Carta de Imbituba que será entregue às autoridades e disponibilizada aos médicos e população.

Também ficou definido que 17º Femesc será em Brusque em data a ser confirmada.

 

 

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Irregularidades no SC Saúde

Entrevista do Dr. Vicente Pacheco Oliveira, vice-presidente do Cremesc, no Jornal do Almoço/RBSTV em 12/04/2012

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SC Saúde: assembleia aprova proposta do plano de saúde

Em assembleia geral realizada na noite desta segunda-feira (06/02) na Associação Catarinense de Medicina (ACM), em Florianópolis os médicos catarinenses decidiram por maioria de presentes que os médicos estão liberados para aderir ao SC Saúde.

“Entendemos que esgotamos todas as possibilidades de negociação com a secretaria estadual de Administração e que a adoção da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) vigente e plena até dezembro de 2014 é uma grande conquista dos médicos. Colocamos em votação a desobstrução para os médicos que entenderem que a proposta é vantajosa. Pensamos no todo, não na individualidade de cada médico. Aquele médico que entender que o plano não é favorável, que opte por não se credenciar”, afirma o presidente do Sindicato dos Médicos (SIMESC), Cyro Soncini.

“Santa Catarina é o primeiro Estado do Brasil onde a CBHPM vigente é implantada. Tivemos o primeiro paradigma quebrado. A tabela plena é outro paradigma que vamos quebrar futuramente”, afirma Agnel Bastian Junior, presidente da ACM e coordenador do Conselho Superior das Entidades Médicas (COSEMESC).

Para o presidente do Conselho Regional de Medicina (CREMESC), Ricardo Polli, a remuneração justa significa trabalho médico com dignidade. “E também um trabalho com ética porque o médico que busca melhor remuneração está preocupado com o atendimento a seu paciente”.

Após quatro meses de intensas negociações, as entidades médicas entendem que conquistaram uma vitória para a categoria. “Negociar com o governo não é coisa fácil e o que conseguimos é emblemático. Com a adesão ao SC Saúde agora teremos condicões de lutar com os planos de saúde que nem nos chamam pra negociar”, encerra Cyro Soncini.

Os representantes nacionais Cid Carvalhaes, presidente da Federecão Nacional dos Médicos (FENAM), Roberto Luiz D’Avila, presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM) e Murilo Ronald Capela, vice- presidente sul da Associacão Médica Brasileira (AMB) e Luiz Augusto Borba, presidente do Sindicato dos Médicos da Região Sul (SIMERSUL) também participaram do evento.

Roberto D' Ávila ressaltou a importância do trabalho do Cosemesc, lembrando que a atuação conjunta das quatro entidades - CREMESC, ACM, SIMESC E SIMERSUL - foi decisiva para o sucesso das negociações com o governo estadual. 'Me orgulho dessa entidade que há 15 anos vem trabalhando em defesa do médico catarinense", completou.

 A proposta
Governo comprometeu-se em pagar CBHPM vigente, no litoral, com redutor  de 18% o que resulta na consulta, por exemplo, o valor de R$ 52,68 e no interior do Estado com redutor de 3,25%, remunerando R$ 62,15% por consulta.

Grupo Unidas
Na mesma assembleia os médicos confirmaram que continuarão a suspensão de atendimento aos planos de saúde do grupo Unidas. Desde 10 de janeiros os médicos não atendem os mais de 20 planos administrados pela Unidas. A proposta agora, com a questão do SC Saúde resolvida é de reforçar a participação dos médicos em mais esta mobilização por melhor remuneração dos planos de saúde.
 
Transmissão on line
Pela primeira vez, o COSEMESC transmitiu uma assembleia pela internet em tempo real. Por meio dos sites das entidades, centenas de médicos puderam acompanhar o evento pelo computador. O objetivo foi proporcionar que os profissionais impossibilitados de comparecer ao local também recebessem informacões de forma imediata. Antes do fechamento da assembleia, mais de 4,7 mil page views haviam sido registrados com média de 100 médicos on line durante as mais de três horas que durou a assembleia.

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SC Saúde e o Médico Catarinense

A Secretaria de Estado da Administração confirmou a prorrogação até o dia 7 de fevereiro do prazo de credenciamento dos médicos ao SC Saúde.

 A medida foi tomada por sugestão do COSEMESC, devido à Assembleia Geral dos Médicos, marcada para 6 de fevereiro (segunda-feira), às 20h, na Associação Catarinense de Medicina (ACM), em Florianópolis.

 Na Assembleia os médicos discutirão e deliberarão a respeito da proposta final da Administração Estadual referente à remuneração do SC Saúde, resultado de extensa negociação entre as entidades médicas e o governo. 

 Como a vigência do plano inicia no dia 1º de fevereiro (nesta quarta-feira) a orientação do Conselho Superior das Entidades Médicas (COSEMESC) é de que os médicos que não se credenciaram ao plano, que mantenham os atendimentos agendados durante os quatro dias úteis de intervalo entre o início das atividades do plano até a Assembleia Geral. 

 Esse posicionamento demonstra que os propósitos dos médicos catarinenses sempre foram de garantir saúde de qualidade aos servidores e seus dependentes e remuneração digna aos profissionais da medicina.  

 Florianópolis, 31 de janeiro de 2012.

 COSEMESC – CONSELHO SUPERIOR DAS ENTIDADES

MÉDICAS DE SANTA CATARINA

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Plano SC Saúde

Governo aceita nova redação para proposta que será levada à Assembleia Geral de Médicos

As entidades médicas catarinenses receberam na tarde desta quinta-feira (26/01) a resposta do secretário de Estado da Administração, Milton Martini, atendendo as solicitações da categoria de alteração do texto da proposta do Governo do Estado para a remuneração médica pelo novo Plano SC Saúde, que inicia suas atividades a partir de 1º de fevereiro de 2012. Com as reivindicações atendidas, os dirigentes do COSEMESC (Conselho Superior das Entidades Médicas de Santa Catarina) vão se reunir amanhã à tarde (27/01), na sede da ACM (Associação Catarinense de Medicina) para definir a data da Assembleia Geral de Médicos que vai colocar em votação a nova proposta do plano, que terá a responsabilidade de prestar assistência à saúde de cerca de 180 mil servidores públicos estaduais e dependentes, em todo o estado.

Com a nova redação, a proposta do Governo do Estado contempla a adoção da CBHPM VIGENTE como parâmetro de remuneração dos honorários médicos (com banda redutora de até 20%) e um cronograma com datas definidas para a implantação da CBHPM PLENA (sem banda redutora) até o ano de 2014. A proposta também define o mês de fevereiro para os reajustes anuais e inclui a participação de um membro indicado pelo COSEMESC na Comissão de Acompanhamento do SC Saúde, com acesso às informações dos indicadores de equilíbrio econômico-financeiro do plano.

O coordenador do COSEMESC, Aguinel José Bastian Junior, que também é presidente da ACM, ressalta a importância do esclarecimento dos pontos que tinham gerado dúvida na proposta do Governo. “Essa última rodada de negociações entre as entidades médicas e a Secretaria de Estado da Administração foi fundamental para a construção de uma proposta que possa ser levada à assembleia”.   

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Boletim - Edição Nº 49

Secretário da Administração recebe entidades médicas hoje à tarde para nova negociação do Plano SC Saúde

 

Médicos pedem esclarecimentos sobre proposta do governo para plano de saúde dos servidores públicos

Dirigentes do COSEMESC estiveram reunidos na noite desta terça-feira (24/01) para avaliar apuradamente a nova proposta encaminhada à categoria médica pelo novo Plano SC Saúde. Após análise dos itens apresentados, as entidades médicas entenderam que ainda são necessários importantes esclarecimentos sobre a nova proposição do Governo do Estado, e já nesta quarta-feira (25/01) têm agendada reunião no gabinete do secretário de Estado da Administração, Milton Martini, às 15h30min, para dirimir dúvidas e iniciar uma nova rodada de negociação.

A solicitação de esclarecimentos sobre a proposta e a marcação de uma nova reunião com o secretário foram feitas pelo coordenador do COSEMESC e presidente da Associação Catarinense de Medicina, Aguinel José Bastian Junior. Ele ressaltou o avanço da proposta do SC Saúde, com a adoção da CBHPM vigente, mas lembrou que a decisão da Assembleia dos Médicos de 7 de dezembro de 2011 também reivindica a aplicação plena da Classificação, o que ainda não foi contemplado. “As entidades médicas buscam encontrar uma saída junto ao governo, mas só poderão chamar nova assembleia de médicos quando tiverem uma proposta clara para ser debatida pela categoria”.

2012: O ano do Resgate da Dignidade Médica

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