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08/10/2018 - Marcelo Neves Linhares é o novo presidente do CRM-SC
02/10/2018 - Nova direitoria do CRM-SC assume cargos
26/09/2018 - Eleições 2018 
02/09/2018 - Transição administrativa 
01/09/2018 - Rodrigo D’Eça Neves receberá a Comenda de Mérito Médico de Literatura e Arte Moacyr Scliar, em Brasília 
16/08/2018 - CFM lança código inédito para promover padrão ético entre estudantes de Medicina
 
15/08/2018 - Revisão do Código de Ética é concluída na III CONEM 
09/08/2018 - Médicos elegem novos conselheiros do CRM-SC
08/08/2018 - Eleição 2018 
15/07/2018 - SC representada no III Fórum Nacional de Integração do Médico Jovem 
14/07/2018 - Aula de ética e entrega de carteiras profissionais aos novos médicos
13/07/2018 - Eleição para o corpo de conselheiros do CRM-SC
 
06/07/2018 - Convocação para eleição do Corpo de Conselheiros do CRM-SC - Gestão 2018-2023 
04/07/2018 - Diretoria do CRM-SC vai a Joinville para reunião, dia 11 
02/07/2018 - 21º FEMESC debate gestão em saúde
28/06/2018 - Diretoria se reúne com médicos de Tubarão e região no próximo dia 3, às 19h, no auditório da Socimed 
27/06/2018 - Desafios do médico jovem e objeção de consciência em pauta no II Fórum De Bioética do CRM-SC 
12/06/2018 - CRM-SC convida para reunião em Itajaí 
05/06/2018 - COSEMESC se reúne com secretário de Saúde 
31/05/2018 - CRM-SC se reúne com MP 
29/05/2018 - Atenção! 
29/05/2018 - NOTA COSEMESC 
28/05/2018 - Comunicado
28/05/2018 - À sociedade 
23/05/2018 - Homenagem aos médicos com 40 anos de profissão
18/05/2018 - Eleições regionais – médico estrangeiro: direito de votar e ser votado, desde que regularmente inscrito 
17/05/2018 - CRM-SC E CRO-SC em parceria pela sociedade 
04/05/2018 - Eleição 
02/05/2018 - Congresso Sul Brasileiro de Medicina de Urgência e Emergência de Adultos  
29/04/2018 - Agende-se para o II Fórum de Bioética do CRM-SC
29/04/2018 - Mesmo consumo moderado de álcool pode aumentar risco de mortalidade 
29/04/2018 - Influenza: a vacinação deve ser compulsória para profissionais da saúde?
 
26/04/2018 - CRM-SC convida para reunião em Blumenau, no próximo dia 2, às 18h 
25/04/2018 - Nota à sociedade 
25/04/2018 - Entidades médicas se preparam para a realização do XXI FEMESC, em Imbituba 
24/04/2018 - Entra em vigor Resolução CFM nº 2.170/17, que regulamenta funcionamento das chamadas clínicas populares 
20/04/2018 - Decisão da Justiça: Farmacêuticos estão proibidos de realizar procedimentos dermatológicos estéticos
16/04/2018 - Câncer já é a primeira causa de morte em 10% dos municípios brasileiros, diz estudo 
17/04/2018 - CRM-SC convida médicos de Criciúma e região para encontro, dia 24
11/04/2018 - CRM-SC recebe homenagem por campanha de doação de órgãos 
09/04/2018 - Presidente em exercício 
06/04/2018 - Atenção! 
02/04/2018 - CRM-SC realiza encontros com médicos da região Oeste 
02/04/2018 - CRM-SC agiliza atendimento dos processos de PJ
26/03/2018 - Programe-se 
21/03/2018 - Nota à sociedade catarinense
20/03/2018 - Demografia Médica 2018 
19/03/2018 - Diretoria realiza reuniões em Joaçaba e Lages neste final de semana 
13/03/2018 - Incorporação de práticas integrativas no SUS ignora prioridades na alocação de recursos, diz CFM em nota 
11/03/2018 - Galeria de fotos do XI Fórum de Ética Médica e da solenidade em comemoração aos 60 anos do CRM-SC
09/03/2018 - Circular do CFM sobre disponibilidade de prontuários médicos a magistrados
28/02/2018 - CFM regulamenta Uber da medicina 
27/02/2018 - Novas regras para a prática do ato anestésico reforçam segurança do paciente 
15/02/2018 - Agende-se! 
12/01/2018 - Fórum de Ética Médica em comemoração aos 60 anos do CRM-SC 
22/12/2017 - Nota 
21/12/2017 - Nota à sociedade 
18/12/2017 - O seu corpo e o nazismo 
14/12/2017 - Aula de ética - FURB, UNISUL PEDRA BRANCA, UNIPLAC e UNIVILLE
13/12/2017 - CFM atualiza resolução com critérios de diagnóstico da morte encefálica 
08/12/2017 - CFM divulga os critérios exigidos para a realização de cirurgia metabólica no País 
07/12/2017 - COMUNCADO 
06/12/2017 - Suspensão de prazos administrativos e processuais  
28/11/2017 - Solenidade de entrega do Diploma do Mérito Médico do CRM-SC 
27/11/2017 - CFM define anuidade 2018 
27/11/2017 - NOTA DE FALECIMENTO 
23/11/2017 - Presidente do CRM-SC se reúne com DT do Hospital de Caridade 
22/11/2017 - Encontro do CRM-SC com os médicos de Joinville e região 
16/11/2017 - Participação catarinense no 13º Congresso Mundial de Medicina Intensiva 
01/11/2017 - 1º FÓRUM DE BIOÉTICA DO CRM-SC 
01/11/2017 - CRM homenageia médicos com 40 anos de atuação em SC
25/10/2017 - Joinville sedia a 17ª edição do Fórum Catarinense de Bioética 
24/10/2017 - CFM realiza 2º Fórum Nacional Pró-SUS 
24/10/2017 - CFM e SBGM oferecem capacitação para o reconhecimento de doenças genéticas 
23/10/2017 - SBAD 2017 promove semana de cursos em saúde digestiva 
20/10/2017 - CRM-SC convoca médico perito 
19/10/2017 - Profissionais recebem homenagem pelo Dia do Médico na Alesc 
17/10/2017 - Parabéns pelo Dia do Médico 
16/10/2017 - Evento em Florianópolis
10/10/2017 - CFM esclarece decisão da Justiça Federal sobre atuação dos enfermeiros no âmbito do SUS 
09/10/2017 - Nota de Falecimento
09/10/2017 - Neurocatarina reúne número expressivo de médicos na sede do CRM-SC, em Florianópolis
06/10/2017 - Dia das Crianças 
05/10/2017 - Outubro Rosa 
03/10/2017 - Agende-se! 
29/09/2017 - CRM-SC realiza reunião em Tubarão e empossa nova Diretoria de Delegacia Regional 
29/09/2017 - CRM-SC realiza evento Neurocatarina, no próximo sábado, dia 7 de outubro 
27/09/2017 - Justiça Federal suspende portaria do governo que permitia aos enfermeiros fazer diagnósticos e solicitar exames
22/09/2017 - Alerta! 
20/09/2017 - Conheça as novas regras de fiscalização dos Conselhos de Medicina
15/09/2017 - CRM-SC convida para reunião em Tubarão, dia 27 de setembro 
15/09/2017 - CRM-SC participa de debate ético em Blumenau 
12/09/2017 - XX FEMESC - Carta de Blumenau 
01/09/2018 - Nota aos médicos e à sociedade 
31/08/2017 - CFM e ABP lançam campanha Setembro Amarelo para prevenção ao suicídio 
28/08/2017 - XX FEMESC reúne médicos e estudantes de medicina em Blumenau 
23/08/2017 - Conselheiro do CRM-SC coordena painel sobre ensino medico no 2º Fórum Nacional de Integração do Médico Jovem 
17/08/2017 - Porto Alegre sediará o II Encontro Nacional dos Conselhos de Medicina do Ano de 2017 
17/08/2017 - Risco de epidemia de febre amarela urbana é grande, segundo pesquisa 
15/08/2017 - Evento em Curitibanos tem participação expressiva de médicos da região serrana 
15/08/2017 - II Jornada da Associação Tubaronense de Psiquiatria 
11/08/2017 - Professores compartilham experiências usadas nas aulas sobre humanidades médicas 
13/08/2017 - CRM-SC realiza curso de Cuidados Paliativos no adulto e na crianças
11/08/2017 - CRM-SC realiza encontro em Balneário Camboriú
08/08/2017 - Lições de vida: oito décadas de um neuropediatra são eternizadas em livro
07/08/2017 - Fórum das Entidades Médicas confirmado para os dias 25 e 26 de agosto 
04/08/2017 - Médicos formados pela UNIVALI, UNISUL PEDRA BRANCA e outras universidades assistem à aula de Ética na sede do CRM-SC 
31/07/2017 - Presidente do CRM-SC participa de aula inaugural do curso de Medicina  
31/07/2017 - Infraestrutura para assistência ao AVC no SUS é inadequada, apontam 76% dos especialistas 
26/07/2017 - Esclarecimento aos médicos de Santa Catarina 
25/07/2017 - Novos médicos assistem à aula de Ética na sede do CRM-SC 
19/07/2017 - Encontro com os médicos da Região Planalto Serrano
19/07/2017 - Curso de Cuidados Paliativos no adulto e na criança 
19/07/2017 - Diretoria do CRM-SC se reúne com Secretário de Saúde de Florianópolis 
17/07/2017 - Nota de Falecimento 
07/07/2017 - Alerta CFM 
07/07/2017 - Aula de Ética CRM-SC 
16/06/2017 - NOTA OFICIAL
16/06/2017 - NOTA OFICIAL
11/06/2017 - ANS suspende a venda de 38 planos de saúde de 14 operadoras diferentes 
09/06/2017 - CRM-SC é referência nacional 
09/06/2017 - Campanha pelo nascimento seguro 
09/09/2017 - Congresso Catarinense de Cardiologia
09/06/2017 - Acidentes com fogos de artifício causaram mais de 4,5 mil internações no Brasil  
06/06/2017 - Comunicado: Adiada a 20ª edição do Fórum de Entidades Médicas (FEMESC) 
02/06/2017 - Abertas as inscrições para o curso de Emergências Médicas 
26/05/2017 - No Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, CFM traz debate a Florianópolis 
28/05/2017 - Blumenau recebe o XX FEMESC 
25/05/2017 - Esclarecimentos a médicos responsáveis técnicos (RTs) de pessoas jurídicas prestadoras de serviços de saúde, referentes a senhas e e-mails registrados no CRM-SC
22/05/2017 - CRM-SC realiza encontro em Chapecó 
20/05/2017 - Intercorrências clínicas versus final de vida em situações de emergências foi tema de curso realizado, neste final de semana, na sede do CRM-SC 
17/05/2017 - CFM lança abaixo-assinado, em Florianópolis, pela efetivação do cadastro de crianças desaparecidas 
17/05/2017 - X Fórum de Ética Médica reúne médicos de SC em Florianópolis
05/05/2017 - CRM-SC realiza curso de Cuidados Paliativos 
27/04/2017 - Norma do CFM determina responsabilidade de diretores técnicos e clínicos para garantir atendimento e condições de funcionamento de serviços médicos
26/04/2017 - Radiologista catarinense lança, hoje, obra médica de referência nacional 
25/04/2017 - ACM completa 80 anos 
25/04/2017 - 1º Seminário Unimed SC e Entidades Médicas
18/04/2017 - Seminário debate desafios de médicos cooperados à Unimed 
17/04/2017 - CFM e ICMEC promovem painel de debate em Florianópolis 
07/04/2017 - Dia Mundial da Saúde 
04/04/2017 - CFM integra Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho 
03/04/2017 - CFM divulga nota da ANS com orientações à gestante sobre partos normal e cesáreo 
23/03/2017 - 3º Fórum De Direitos Humanos e Saúde Mental  
15/03/2017 - CFM rebate declarações do Ministro da Saúde contra médicos brasileiros 
10/03/201 - Atualize seu cadastro 
10/03/2017 - CFM e AMB orientam médicos sobre envio de dados à ANS 
10/03/2017 - Anuidade Ascop 2017 
01/03/2017 - CFM e AMB divulgam cartilha com regras para fechar contratos com planos de saúde 
20/02/2017 - CRM-SC divulga programação do X Fórum de Ética Médica 
13/02/2017 - Sigilo médico 
10/02/2017 - Resolução do CFM define responsabilidades de diretores técnicos e clínicos 
07/02/2017 - Toma posse a 33ª Diretoria do CRM-SC 
06/02/2017 - Nota de esclarecimento 
04/02/2017 - 33ª Diretoria do CRM-SC toma posse 
02/02/2017 - COSEMESC reúne-se com novo secretário de Estado da Saúde
02/02/2017 - Dr. Nelson Grisard assume presidência do CRM-SC 
06/01/2017 - Morre Dr. Francisco Karam
31/12/2016 - Caros amigos e colegas, Feliz Ano Novo! 
15/12/2016 - Novos médicos assistem à aula de ética na sede do CRM-SC 
15/12/2016 - Eleita nova Diretoria 
14/12/2016 - Boas festas! 
07/12/2016 - Nota de falecimento 
30/11/2016 - Nota de esclarecimento 
30/11/2016 - Nota 
24/11/2016 - ATENÇÃO!  
24/11/2016 - Levantamento mostra o médico como profissional com maior credibilidade e confiança junto aos brasileiros 
21/11/2016 - Joinville recebe Diretoria do CRM-SC para a Jornada de Delegacias da Região Norte
 
17/11/2016 - Resolução CFM Nº 2.156/2016: Conselho define critérios para melhorar fluxo de atendimento médico em UTIs
07/11/2016 - Resolução do CFM define responsabilidades de diretores técnicos e clínicos 
04/11/2016 - Lei nº 11.343/2006: CFM apoia sanções por porte de drogas para consumo pessoal  
24/10/2016 - Biomédicos estão proibidos de assinar laudos de exames citopatológicos 
25/10/2016 - Dr. Tanaro Pereira Bez entra para a galeria de ex-Presidentes do CRM-SC 
18/10/2016 - Médicos e entidades médicas são homenageados pela Assembleia Legislativa 
18/10/2016 - Conselhos de Medicina defendem o respeito ao Ato Médico, um direito de todos os cidadãos
14/10/2016 - Questões éticas dos cuidados paliativos em foco 
08/10/2016 - Justiça Federal proíbe biomédicos de fazer procedimentos dermatológicos e cirúrgicos 
05/10/2016 - CRM-SC realiza Jornada das Delegacias da Região Norte, em novembro
29/09/2016 - CRM-SC CONVOCA DEFENSOR DATIVO E/OU MÉDICO PERITO 
29/09/2016 - Curso de Cuidados Paliativos 
26/09/2016 - Médicos participam de Curso de Emergências Médicas
19/09/2016 - ACAMT promove curso
06/09/2016 - CRM-SC recebe estudantes de Medicina  
02/09/2016 - CRM-SC realiza curso de Emergências Médicas 
30/08/2016 - Médicos com deficiência devem atualizar cadastro 
19/08/2016 - Carta de Florianópolis 
10/08/2016 - III Congresso Catarinense de Saúde Coletiva e I Seminário de Bioética e Saúde Coletiva
22/07/2016 - Novos médicos em Santa Catarina 
20/07/2016 - Nota oficial: CFM se manifesta sobre enquete do PL do Senado nº 350/2014 
13/07/2016 - CFM convida sociedade a contribuir na reforma do Código de Ética Médica
12/07/2016 - CRMs constatam sucateamento de UBSs
1º/07/2016 - Começa hoje o XIX FEMESC 
29/06/2016 - Hospital de Blumenau atinge 1 mil transplantes de fígado realizados 
29/06/2016 - XXXIV Congresso Brasileiro de Psiquiatria
27/06/2016 - Profissionais recebem Diploma de Mérito Médico
24/06/2016 - Comunicado DIVE
23/06/2016 - CRM-SC homenageia médicos catarinenses
22/06/2016 - Novas regras de parto cirúrgico
21/06/2016 - CFM publica regra com critérios para realização do parto cesariano 
20/06/2016 - Leilão do CRM-SC 
17/06/2016 - CFM alerta 
15/06/2016 - Divulgada a programação do XIX FEMESC 
14/06/2016 - III Congresso Íbero-Brasileiro de Patologia Dual  
10/06/2016 - Comunicado 
19/05/2016 - Reunião em Chapecó
18/05/2016 - COMUNICADO CRM-SC 
18/05/2016 - Em cinco anos, Brasil perde 23,6 mil leitos de internação no SUS 
16/05/2016 - Crise na saúde
13/05/2016 - I Simpósio de Diagnóstico por Imagem de Chapecó 
08/05/2016 - Simpósio de Medicina e Gestão 
06/05/2016 - Solenidade da ACAMESC 
06/05/2016 - COMESC aprova Formulário para médicos do SUS 
05/05/2016 - 2º Simpósio de Radiologia e Diagnóstico por Imagem do Extremo Sul Catarinense 
04/05/2016 - Em defesa da saúde 
03/05/2016 - Florianópolis será sede do XIX FEMESC 
27/04/2016 - Nota aos médicos e à sociedade  
19/04/2016 - Medicina do Trabalho
15/04/2016 - CFM não recomenda prescrição da fosfoetanolamina
08/04/2016 - CRM-SC convida médicos de Porto União e região para reunião 
05/04/2016 - Abertas as inscrições para o curso de Emergências Médicas 
22/03/2016 - CRM-SC lança campanha "Doe Órgãos, Doe Esperança" 
21/03/2016 - CRM-SC oferece ferramenta digital a PJs 
18/03/2016 - CFM orienta que médicos peçam exames de hepatites B e C, sífilis e HIV
15/03/2016 - COMUNICADO
14/03/2016 - CRM-SC_realiza_curso_de_Cuidados_Paliativos
27/02/2016 - Levantamento do CFM avalia gasto per capita em saúde pública 
26/02/2016 - Alerta 
26/02/2016 - CFM e AMB divulgam cartilha com regras para fechar contratos com planos de saúde 
25/12/2016 - 1º Simpósio Internacional Identificação de Vítimas de Desastre de Massa da ABO-MG
18/02/2016 - IX FÓRUM DE ÉTICA DO CRM-SC 
18/02/2016 - Lista Nacional de Notificação Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública nos serviços de saúde públicos e privados 
16/02/2016 - Resolução CFM autoriza cardiologistas a serem responsáveis técnicos por urgências cardiovasculares
15/02/2016 - Médicos poderão ser beneficiados com o Simples Nacional
05/02/2016 - Aula de ética aos novos médicos de SC 
05/02/2016 - Seminário Participação e Controle Social 
04/02/2016 - Congresso Brusquense de Medicina 
04/02/2016 - Peritos Judiciais Médicos
03/02/2016 - Conselho Federal de Medicina altera normas da Resolução CFM nº 2.110/14
02/02/2016 - IX FÓRUM DE ÉTICA DO CRM-SC
27/01/2016 - CFM e AMB alertam médicos sobre os contratos com operadoras de planos de saúde
29/12/2015 - CRM-SC registra novos médicos 
21/12/2015 - Nota de falecimento 
19/12/2015 - CRM-SC ministra aula de ética aos novos médicos do Estado 
14/12/2015 - Insatisfação entre usuários dos planos de saúde supera os 40%
12/12/2015 - Violência praticada contra os médicos brasileiros 
08/12/2015 - Novos médicos de SC recebem aula de ética 
08/12/2015 - Feliz Natal e Feliz 2016   
04/12/2015 - Cordel do Aedes Aegypti  
04/12/2015 - CFM esclarece como médico pode usar internet e redes sociais para divulgar suas atividades 
04/12/2015 - Laboratório Teuto recolhe Cloridrato de Tramadol 100mg/2ml 
03/12/2015 - Casos de teratogenicidade relacionados ao uso do medicamento isotretinoína 
02/12/2015 - Horário de fim de ano
01/12/2015 - Pacientes do SUS têm 3 vezes menos médicos do que clientes de planos
26/11/2015 - Em 10 anos, gasto do SUS com decisões judiciais cresce 744%
23/11/2015 - ANS lança aplicativo com dados de planos de saúde 
21/11/2015 - Comunicado
20/11/2015 - Atenção médicos de Criciúma e região 
16/11/2015 - Jornada reúne médicos da região Oeste em Chapecó 
10/11/2015 - ABP cria Manual de Exercícios para pessoas com doença de Parkinson  
09/11/2015 - Uso ‘não bíblico’ de sangue em transfusões opõe Testemunhas de Jeová e médicos
04/11/2015 - Recolhimento de Evoterin 40 mg e 100 mg
03/11/2015 - CRM-SC convida 
02/11/2015 - Presidente recebe homenagem do DERC
03/11/2015 - Médico plantonista não é obrigado a atestar ferimentos em preso, decide TJ-RS
28/10/2015 - CRM-SC promove Curso de Semiologia Neurológica
26/10/2015 - Sociedade de Cardiologia homenageia Presidente do CRM-SC
21/10/2015 - Hospitais públicos e particulares tentam reduzir números de cesáreas 
18/10/2015 - TJPB condena médica a indenizar paciente 
18/10/2015 - O CRM-SC parabeniza os médicos que atuam em Santa Catarina pelo seu dia 
15/10/2015 - Governo deixa de aplicar R$ 171 bilhões na saúde pública desde 2003
13/10/2015 - Para 93% da população, saúde no Brasil é considerada péssima, ruim ou regular
13/10/2015 - Conselhos lançam site da campanha do Dia do Médico e exaltam esforços individuais
08/10/2015 - Deputados assumem compromisso de apoiar PEC da Carreira de Estado para o Médico
07/10/2015 - Baile do Dia do Médico
07/10/2015 - Na Semana das Crianças, Conselhos organizam ações por todo o país
06/10/2015 - Carreira de Estado: PEC 454/2009 está pronta para votação e coloca categoria em alerta
06/10/2015 - Clube é condenado por morte de criança em piscina
06/10/2015 - Laboratório deve seguir fornecendo medicamento a paciente participante de pesquisa farmacológica
06/10/2015 - Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES)
06/10/2015 - Concurso Público do CRM-SC
05/10/2015 - Jornada das Delegacias do CRM-SC da Região Oeste
05/10/2015 - VII Encontro Catarinense de Gerontologia
05/10/2015 - Revalidação de diploma superior da América Latina e do Caribe não é automática
05/10/2015 - Médico da Paraíba tem o registro de especialidade em clínica médica negado
02/10/2015 - Grã-Bretanha aprova primeiros transplantes de útero de doadoras mortas 
02/10/2015 - Proibir liminar para tratamentos experimentais reduziria aventuras
29/09/2015 - #corrupçãonão
28/09/2015 - CFM ressalta limites ao sensacionalismo e à autopromoção na Medicina
25/09/2015 - III Fórum do Médico Jovem analisa formação e desafios do mercado de trabalho
22/09/2015 - Mulheres com mais de 50 anos poderão utilizar as técnicas de reprodução assistida desde que assumam os riscos juntamente com o médico
17/09/2015 - Abbott comunica recolhimento de produto
16/09/2015 - Família de paciente psiquiátrico que se queimou é indenizada 
15/09/2015 - TST confirma nulidade de cláusula de convenção coletiva que exige indicação do CID em atestado
14/09/2015 - Suicídio assistido: que países permitem ajuda para morrer?
11/09/2015 - Governo publica o texto que mudou o Decreto com parâmetros para o Cadastro Nacional de Especialistas
11/09/2015 - Conselhos de Medicina empenham apoio à campanha contra corrupção no País
11/09/2015 - Interfarma se queixa de limites no acesso ao SUS
10/09/2015 - Conselhos de Medicina dão apoio à campanha do MP contra a corrupção  
10/09/2015 - Conferência sobre carreira de Estado para médico abre o II Encontro Nacional dos Conselhos de Medicina de 2015
08/09/2015 - Hospital e médico indenizarão família de paciente por falta de informação sobre cirurgia
08/09/2015 - Expansão de vagas leva Conselho federal a propor nova avaliação dos cursos de medicina
04/09/2015 - CFM define anuidade de 2016
03/09/2015 - COSEMESC se reúne com SES para discutir Piso Fenam 
02/09/2015 - CRM-SC CONVOCA DEFENSOR DATIVO E/OU MÉDICO PERITO
02/09/2015 - Médicos de planos de saúde são flagrados cobrando pela 1ª consulta  
01/09/2015 - III Simpósio Internacional de Saúde Ocupacional 
28/08/2015 - Novas diretrizes curriculares fogem à realidade e às necessidades da formação, avaliam médicos
28/08/2015 - Médico não está limitado a terapias do SUS, e governo deve fornecer o solicitado
27/08/2015 - Entidades médicas apresentam a parlamentares nova redação de decreto que cria Cadastro de Especialistas
27/08/2015 - CFM lança site Radiografia das Escolas Médicas do Brasil durante VI Fórum de Ensino
25/08/2015 - No Brasil, número de escolas privadas de Medicina cresce duas vezes mais rápido que o de cursos públicos 
24/08/2015 - Levantamento do CFM sobre o ensino médico no Brasil é destaque no Fantástico
21/08/2015 - VI Fórum Nacional de Ensino Médico
21/08/2015 - Decreto 8.497/2015 não interferirá mais na formação dos médicos especialistas
19/08/2015 - NOTA DE FALECIMENTO
SC perde o Mestre Ernesto Francisco Damerau

18/08/2015 - Justiça nega autorização provisória para exercício da medicina a refugiado sírio
17/08/2015 - CRM-SC abre concurso público
16/08/2015 - Clínica é condenada por erro em diagnóstico de exame 
07/08/2015 - Entidades divulgam manifestação conjunta sobre o Decreto que muda as regras de formação de especialistas no Brasil
06/ 08/ 2015 - Novos médicos habilitados pelo CRM-SC
06/08/2015 - Decreto regulamenta a formação do Cadastro Nacional de Especialistas
05/08/2015 - Marinha: Últimos dias para inscrição de médicos
31/07/2015 - Médicos podem "pular" curso de primeiros socorros para renovar CNH
29/07/2015 - Médicos recém-formados assistem à aula de ética na sede do CRM-SC
24/07/2015 - União e SC têm 30 dias para fazer cronograma de cirurgias ortopédicas pelo SUS
17/07/2015 - CRM-SC realiza Pré-Fórum do Ensino Médico CFM/ABEM da Região Sul
13/07/2015 - Orientação
13/07/2015 - COMUNICADO
09/07/2015 - Pré-Fórum de Ensino Médico – Região Sul
02/07/2015 - CFM e Abem lançam novo sistema de avaliação de cursos no País
02/07/2015 - Hospital Responde Objetivamente Por Possíveis Erros Médicos de Seus Plantonistas
02/07/2015 - Ministério da Saúde tem direito de limitar número de cesarianas em hospitais
01/07/2015 - CRM-SC ministra aula de ética a médicos recém-formados
29/06/2015 - CRM-SC tem nova Diretoria
25/05/2015 - COMUNICADO
22/06/2015 - XVIII FEMESC
Formação Médica no Brasil foi tema de encontro que
reuniu autoridades e médicos catarinenses em Rio do Sul

20/06/2015 - Nota de falecimento
16/06/2015 - Médico pagará multa e indenização por ter adulterado prontuário de paciente
03/06/2015 - NOTA DE ESCLARECIMENTO À SOCIEDADE
1º/06/2015 - 32ª Diretoria do CRM-SC

22/05/2015 - 9º Congresso Sulbrasileiro de Geriatria e Gerontologia
21/05/2015 - Rio do Sul será sede do XVIII FEMESC
19/05/2015 - 3º Encontro de Experts em HPV  

14/05/2015 - HPV em pauta
14/05/2015 - Boletim COSEMESC de maio
11/05/2015 - Caravana Nacional pelas crianças desaparecidas
05/05/2015 - VII Congresso Catarinense de Obstetrícia e Ginecologia e II Congresso Catarinense de Perinatologia
28/04/2015 - O CRM-SC quer saber a sua opinião
20/04/2015 - Médicos da Grande Florianópolis recebem homenagem na nova sede do CRM-SC 
14/04/2015 - Parceria entre CRM-SC e TCE-SC vai garantir mais qualidade à saúde da população
08/04/2015 - Menos médicos e menos saúde
07/04/2015 - Conselhos de Medicina querem estimular reflexão sobre a qualidade da Saúde no Brasil  
07/04/2015 - Dr. Murillo Capella lança “Tempos Modernos” 
1º/04/2015 - CFM recomenda identificação de médico com foto 
1º/04/2015 - XVIII Jornada Catarinense de Saúde Ocupacional
31/03/2015 - Diretoria do CRM-SC é recebida pela Presidência do TJSC
29/03/2015 - Curso de cuidados paliativos leva conhecimento a médicos catarinenses
26/03/2015 - Nota de falecimento
25/03/2015 - Abertas as inscrições para o curso de Emergências Médicas 
24/03/2015 - CFM promove o II Fórum do Médico Jovem
19/03/2015 - Entidades médicas se reúnem com deputados na sede do CRM-SC
17/03/2015 - Governo entrega apenas uma em cada quatro obras prometidas para a Saúde
16/03/2015 - Ética médica em pauta 
11/03/2015 - Abertas as inscrições para o curso de Cuidados Paliativos do CRM-SC  
05/03/2015 - Inscrições para o VIII Fórum de Ética podem ser feitas até o dia 11 de março
04/03/2015 - Curso de Cuidados Paliativos
03/03/2015 - Fiscalização em cerca de mil unidades comprova sucateamento da Atenção Básica
27/02/2015 - CONVOCAÇÃO
26/02/2015 - Violência Obstétrica no VIII Fórum de Ética Médica do CREMESC 
24/02/2015 - O papel do médico e dos Conselhos de Medicina na atual conjuntura social e política
24/02/2015 - Pós Graduação Lato Sensu em Medicina do Trabalho
23/02/2015 - Abertas as inscrições para o VIII Fórum de Ética
23/02/2015 - CRM-SC abre as portas de sua nova sede 
19/02/2015 - CRM-SC em novo endereço
06/02/2015 - COSEMESC convoca representantes de clínicas para unir forças nas negociações com planos de saúde 

04/02/2015 - Cirurgia bariátrica e reprodução assistida são reconhecidas como área de atuação
03/02/2015 - COSEMESC convida para reunião da Comissão de Saúde Suplementar
29/01/2015 - Serviços de saúde devem prover equipes de ensino sobre HIV e AIDS e de meios preventivos
26/01/2015 - COMUNICADO
26/01/2015 - Alerta
23/01/2015 - Curso de atualização em Medicina do Trabalho
30/12/2014 - CRM-SC abre as portas para os novos médicos de Santa Catarina
23/12/2014 - Florianópolis se despede do Dr. Zunino
23/12/2014 - VIII FÓRUM DE ÉTICA DO CREMESC 
19/12/2014 - Alerta
19/12/2014 - Novos médicos recebem carteira profissional 
16/12/2014 - CFM regulamenta o uso do canabidiol no tratamento de epilepsia 
10/12/2014 - Boletim COSEMESC
08/12/2014 - V Congresso Brasileiro de Perícia Médica Previdenciária
05/12/2014 - NOTA DO CFM À SOCIEDADE 
05/12/2014 - Feliz Natal, Feliz 2015
04/12/2014 - CFM debate com sociedade estratégias de prevenção ao suicídio
1º/12/2014 - Jornada de Delegacias do CREMESC da Região Sul, em Forquilhinha
19/11/2014 - Aula de ética aos formados pela FURB
12/11/2014 - Procedimentos Estéticos 
11/11/2014 - Prevenção ao suicídio: CFM coloca tema em debate com exibição do filme Elena 
07/11/2014 - Participação do CRM-SC no IV Congresso de Humanidades Médicas
05/11/2014 - Evento do CFM debaterá a interface entre arte e ciência
05/11/2014 - Art. 5º da Resolução CFM Nº 2.108/2014
31/10/2014 - Inscrições abertas para a Jornada de Delegacias da Região Sul 
27/10/2014 - ATENÇÃO
23/10/2014 - Governo deixa de aplicar R$ 131 bilhões na saúde pública desde 2003 
23/10/2014 - CFM entra com ação judicial contra site Conversa Afiada
20/10/2014 - Crise na saúde
20/10/2014 - Morre Dr. André Paulo Nemetz
17/10/2014 - Parabéns! 
17/10/2014 - Nota de esclarecimento: Multa do Cade será contestada na Justiça
14/10/2014 - ATUALIZE SEU ENDEREÇO 
13/10/2014 - Jornada de Delegacias reúne médicos da Região Norte em Porto União
08/10/2014 - PAC da saúde 
08/10/2014 - Semana do Médico
07/10/2014 - NOTA DE ESCLARECIMENTO À SOCIEDADE
Assunto: Manutenção do termo “Médico” nos diplomas de medicina

07/10/2014 - Faltam 3 dias para a Jornada das Delegacias do CREMESC da Região Norte 
06/10/2014 - Missa de sétimo dia 
01/10/2014 - Justificativa eleitoral
25/09/2014 - Governador recebe diretoria do CREMESC
25/09/2014 - Baile do Dia do Médico
23/09/2014 - CREMESC CONVOCA DEFENSOR DATIVO E/OU MÉDICO PERITO
17/09/2014 - Jornada das Delegacias da Região Norte
16/09/2014 - CFM estabelece fluxos e responsabilidades para a melhoria do atendimento em urgências e emergências
11/09/2014 - Morre Dr. Júlio Doin Vieira
02/09/2014 - Debate e atualização para as práticas da saúde
29/08/2014 - CFM alerta que narguilé e cigarro eletrônico também são prejudiciais à saúde
27/08/2014 - Carta de agradecimento 
27/08/2014 - Reunião na SES define novos passos na luta por melhoria na remuneração do médico do Estado
26/08/2014 - Eleita a chapa Ação, Respeito e Ética
25/08/2014 - Lançado o Portal COSEMESC 
19/08/2014 - Datafolha revela: 93% da população está insatisfeita com o atendimento
19/08/2014 - Alerta epidemiológico 
18/08/2014 - CFM e Febrasgo exigem medidas que garantam a reabertura dos leitos obstétricos
15/08/2014 - Carta de Brusque 
13/08/2014 - XV Congresso Catarinense de Clínica Médica e XIII Congresso Catarinense de Medicina de Urgência e Emergência
08/08/2014 - Novos médicos em Santa Catarina
08/08/ 2014 - ALERTA! 
07/08/2014 - Curso Cuidados Paliativos
07/08/2014 - CFM avalia canabidiol para uso para fins medicinais
25/07/2014 - Presidente do TCE-SC recebe diretoria do Cremesc 
22/07/2014 - Inaugurada a nova sede do CREMESC
18/07/2014 - Concurso público para médico
16/07/2014 - Novos médicos da Unoesc recebem carteira profissional 
14/07/2014 - Santa Catarina gasta em média R$ 0,96 ao dia na saúde de cada habitante
11/07/2014 - CREMESC inaugura nova sede administrativa 
07/07/2014 - Jornada do Cremesc reúne médicos da Região Oeste em Treze Tílias
01/07/2014 - Médicos recebem homenagem na última noite do 17º FEMESC
30/06/2014 - Chapa única em Santa Catarina 
29/06/2014 - Abertura do 17º FEMESC reúne lideranças médicas e autoridades políticas
28/06/2014 - 17º FEMESC debate a fiscalização nas unidades de saúde 
25/06/2014 - II Congresso Brasileiro de Medicina Legal e Perícias Médicas, em Florianópolis 
22/06/2014 - Jornada das Delegacias do CREMESC da Região Oeste 2014
20/06/2014 - Boletim Cosemesc
18/06/2014 - Médicos formados pela Furb recebem carteira profissional e aula de ética
18/06/2014 - Congresso Brasileiro de Nutrologia abre inscrições
11/06/2014 - Alerta epidemiológico - Poliomielite
11/06/2014 - Médico fiscal recebe homenagem
05/06/2014 - Secretário de Segurança Pública recebe diretoria do Cremesc
05/06/2014 - Atendimento de urgência: Conselhos de Medicina fiscalizam estádios
30/05/2014 - Médicos revertem manobra política e garantem remessa de projeto à sanção presidencial
29/05/2014 - Análise do orçamento da União mostra coincidente alta de investimentos em saúde com períodos eleitorais 
28/05/2014 - A situação real das urgências e emergências do Brasil 
27/05/2014 - Jornada de Delegacias das Regiões Vale e Serra 2014
27/05/2014 - XVII FEMESC
21/05/2014 - NOTA DE ESCLARECIMENTO
20/05/2014 - CFM alerta para importância de medidas que garantam o bom funcionamento do SUS 
20/05/2014 - Congresso Brasileiro de Medicina Legal e Perícias Médicas
20/05/2014 - CFM debate a incorporação, pelo SUS, de novos procedimentos em idosos 
16/05/2014 - Galeria de ex-presidentes
16/05/2014 - Honorários dos planos de saúde: Tramitação do PL 6964/2010 deixa a sociedade em alerta
15/05/2014 - Atuação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e Emergência será normatizada pelo CFM
13/05/2014 - Parâmetros para funcionamento de postos de saúde e consultórios entram em vigor 
06/05/2014 - Boletim do COSEMESC 
02/05/2014 - CFM rebate declarações da Presidente da República contra médicos brasileiros 
02/05/2014 - Jornada das Delegacias da Região do Vale e Serra 2014
02/05/2014 - Cuidado com sites de pesquisa 
30/04/2014 - EDITAL ELEIÇÃO – CONSELHEIRO CFM – GESTÃO 2014/2019  
29/04/2014 - Boletim da Comissão Nacional de Saúde Suplementar (COMSU) 
28/04/2014 - Homenagem a Zunino
24/04/2014 - II Seminário Sul Brasileiro de Direito Sanitário e Saúde Coletiva
24/04/2014 - X Congresso Sul Brasileiro de Acupuntura
24/04/2014 - Após 10 anos de tramitação, Congresso aprova projeto que garante reajuste para médicos da saúde suplementar
11/04/2014 - Aos Diretores Técnicos e Clínicos, Supervisores Éticos,
Presidentes e Membros de COMETI de Hospitais
– Delegacia CREMESC – Joinville
11/04/2014 - Boletim COSEMESC 
11/04/2014 - CFM repudia perdão bilionário a planos de saúde
07/04/2014 - No Dia Mundial da Saúde, Comissão apresenta situação dos hospitais públicos do Brasil
07/04/2014 - 7 DE ABRIL: No Dia Mundial da Saúde, médicos vão às ruas para protestar
04/04/2014 - Presidentes dos CRMs se reúnem em Mato Grosso do Sul
03/04/2014 - Médicos aprovam proposta do governo e descartam suspensão de atendimento
01/04/2014 - Temas atuais fazem do VII Fórum de Ética um sucesso
31/03/2014 - Após três anos, Governo conclui apenas 11% das ações em saúde
27/03/2014 - Reflexão sobre as eleições de 2014 marca encerramento do I ENCM, em João Pessoa
27/03/2014 - Assembleia geral dos médicos 
26/03/2014 - Encontro Catarinense de Endocrinologia e Metabologia
24/03/2014 - Concurso Público: Oficial Médico da PMSC
21/03/2014 - Dr. Nelson Grisard recebe homenagem nacional
19/03/2014 - Começa o Encontro Nacional dos Conselhos de Medicina de 2014
13/03/2014 - Médicos vão discutir até 2 de abril proposta de reajuste com o governo do Estado
12/03/2014 - VII Congresso Sul Brasileiro de Cirurgia Torácica
05/03/2014 - Assembleia geral 
27/02/2014 - Médicos do Celso Ramos reforçam luta do COSEMESC em busca de reajuste
26/02/2014 - COSEMESC realiza terceira reunião com médicos do Estado 
24/02/2014 - Saúde representa só 8% do total de investimentos públicos no Brasil
20/02/2014 - Cuidados Paliativos
20/02/2014 - Cosemesc segue com as reuniões com os médicos vinculados à Secretaria de Estado da Saúde
18/02/2014 - COSEMESC inicia discussão sobre remuneração dos médicos do Estado
18/02/2014 - Alerta
18/02/2014 - VII Fórum de Ética do Cremesc começa nesta sexta-feira
17/02/2014 - CFM entra na Justiça contra a União por conta de restrição no
acesso à mamografia para mulheres com menos de 50 anos

17/02/2014 - XVII Seminário Sul Brasileiro da ANAMT
14/02/2014 - Boletim Cosemesc
13/02/2014 - Saúde continua no topo das preocupações da sociedade brasileira
10/02/2014 - Entidades médicas repudiam agressões aos direitos humanos
defendem criação imediata de carreira pública para médicos do SUS

10/02/2014 - Medicina catarinense de luto Morre Dr. João José Cândido da Silva - CRM/SC 1491
10/02/2014 - Inscrições abertas para o VII Fórum de Ética
07/02/2014 - Governo Federal nega direito à prevenção do câncer de mama
07/02/2014 - Curso de Emergências Médicas
06/02/2014 - Nota à sociedade
03/01/2014 - Boletim Cosemesc
29/01/2014 - Nota de falecimento
28/01/2014 - 19º Congresso Brasileiro Multidisciplinar Em Diabetes

27/01/2014 - Médicos querem descobrir a influência da internet na relação médico-paciente

23/01/2014 - COSEMESC lança pesquisa para avaliar planos de saúde

22/01/2014 - CFM é contra revisão das atuais diretrizes do curso de Medicina

13/01/2014 - Novos médicos de Santa Catarina recebem 

carteira profissional e aula de ética

10/01/2014 - NOTA PÚBLICA

10/01/2014 - Aula de ética e entrega de carteira profissional em Florianópolis 

10/01/2014 - Florianópolis lança residência em Medicina de Família

08/01/2014 - Parecer do CFM aprova a embolização como alternativa de tratamento para doenças da próstata

08/01/2014 - Parecer CFM recomenda que exame médico antes da prática de exercícios físicos seja obrigatório

07/01/2014 - Programa STOP

03/01/2014 - Morre Dr. Ismar Morelli

02/01/2014 - Aula de ética e entrega de carteira profissional

06/12/2013 - ATO DE HOMOLOGAÇÃO - CONCURSO PÚBLICO
EDITAL Nº 01/2013

18/11/2013 - Residência Médica em Clínica Médica e Cirurgia Geral na cidade de Joaçaba

18/11/2013 - 12ª Conferência Mundial de Saúde Rural da Wonca

07/11/2013 - 29º Congresso Brasileiro de Patologia

04/11/2013 - CFM defende aprovação em Revalida para dar segurança ao paciente

31/10/2013 - Esclarecimento aos médicos e à sociedade

28/10/2013 - Comendador catarinense

25/10/2013 - Anuidade 2014

24/10/2013 - Catarinense recebe a comenda
Medicina e Ensino Médico

24/10/2013 - VIII Simpósio Internacional de Endoscopia Digestiva

23/10/2013 - Em 12 anos, governo deixa de aplicar R$ 94 bilhões na saúde pública

22/10/2013 - Centro de Vigilância Sanitária publica o Alerta
Terapêutico em Farmacovigilância 01/2013

21/10/2013 - Profissionais recebem Diploma de Mérito Médico

21/10/2013 - Conselhos Profissionais divulgam a “Carta de Florianópolis”

17/10/2013 - Profissionais recebem Diploma de Mérito Médico

17/10/2013 - Acamesc toma posse no Cosemesc

17/10/2013 - Encontro Nacional dos Conselhos Profissionais será aberto hoje em Florianópolis

12/10/2013 - Toma posse o novo Corpo de Conselheiros do Cremesc

10/10/2013 - Pressão do CFM faz base aliada do governo recuar e aceitar melhorias na MP 621/2013

09/10/2013 - Entidades conseguem fazer Mais Médicos progredir para Mais Sáude

09/10/2013 - 5º Encontro Nacional dos Conselhos Profissionais será em Florianópolis

09/10/2013 - II Jornada de Medicina Legal e Perícias Médicas de Santa Catarina

02/10/2013 - Toma posse o Corpo de Conselheiros com gestão de 2013 a 2018

01/10/2013 - Ação em 15 meses

01/10/2013 - Programação da Semana do Médico

30/09/2013 - XXXV Jornada Cearense de Psiquiatria e
o XIII Encontro Estadual de Residentes e Ex-Residentes De Psiquiatria

30/09/2013 - Justiça Federal concede liminar que dá direito ao Cremesp de deferir ou não registros a intercambistas

30/09/2013 - Resolução do CFM determina que médico deve acompanhar todas as etapas do teste ergométrico

26/09/2013 - Dia do Médico 

25/09/2013 - III Congresso Brasileiro de Humanidades em Medicina

25/09/2013 - CFM vai contestar na Justiça resolução que cria a prescrição farmacêutica

20/09/2013 - Conselhos de Medicina farão registros provisórios de
intercambistas após compromisso da AGU na Justiça

17/09/2013 - Cremesc recebe auditores do TCU

16/09/2013 - Conselhos de Medicina mantém pedido de informações para fiscalizar o “Mais Médicos”

15/09/2013 - Apresentação do Cremesc aos novos conselheiros

13/09/2013 - XVII Jornada Catarinense de Saúde Ocupacional

13/09/2013 - Comissão da Câmara analisa na próxima
semana PEC que cria carreira de médico de Estado

12/09/2013 - Carências na Saúde e Educação

12/09/2013 - Prova final para os médicos formados no exterior só terá três perguntas

12/09/2013 - Nova regra para medicamentos contínuos

11/09/2013 - Entidades pedem lista dos médicos estrangeiros

11/09/2013 - Bioética: traços de sua presença no Brasil e Santa Catarina

10/09/2013 - II Jornada de Medicina Legal e Perícias Médicas de Santa Catarina

09/09/2013 - Mesmo sob pressão, acadêmicos da UFMG mantém posição contrária à MP 621/13

06/09/2013 - Recolhimento voluntário do medicamento Anaten®

06/09/2013 - Para entender o Mais Médicos

05/09/2013 - Fenam protocola denúncia e questiona Programa Mais Médicos junto ao TCU

05/09/2013 - Prevenir escalpelamentos é meta do CFM

03/09/2013 - Profissional suspeito de mutilar 15 mulheres está no Mais Médicos

03/09/2013 - Rede pública perdeu 13 mil leitos desde 2010

28/08/2013 - Governo de Santa Catarina anuncia novo plano de gestão para a saúde

27/08/2013 - Médicos catarinenses respondem pesquisa sobre posicionamento do CFM sobre interrupção da gravidez

22/08/2013 - NOTA DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

21/08/2013 - LEI DO ATO MÉDICO

20/08/2013 - Congresso aprecia vetos à Lei do Ato Médico

19/08/2013 - Mais Médicos reabre inscrições para segunda chamada do programa

15/08/2013 - Câmara aprova royalties do petróleo para educação e saúde

14/08/2013 - Alerta aos médicos gestores, supervisores e tutores do Programa Mais Médicos

11/08/2013 - Médicos aprovam ações e divulgam manifesto contra as recentes medidas do governo

09/08/2013 - Médicos entregam aos parlamentares contrarrazões
aos vetos à Lei do Ato Médico e à MP 621

08/09/2013 - Prefeito de Florianópolis confirma via decreto, compromisso assumido com os médicos

06/08/2013 - Eleito o novo Corpo de Conselheiros

05/08/2013 - II Jornada Catarinense de Ultrassonografia

03/08/2013 - Novos médicos do Sul de SC

1º/07/2013 - II Congresso Sul-­Brasileiro de Dor

1º/08/2013 - Movimento na mídia

31/07/2013 - Assembleia geral dos médicos 

31/07/2013 - Médicos saem às ruas em Santa Catarina para protestar contra governo federal

30/07/2013 - Confirmada paralisação geral dos médicos em 16 cidades catarinenses

30/07/2013 - Médicos vão parar em pelo menos 20 estados na terça e quarta

29/07/2013 - Concurso Público

25/07/2013 - Cosemesc entrega representação contra governo federal

24/07/2013 - Florianópolis será sede do Encontro Nacional dos Conselhos Profissionais

22/07/2013 - Sociedade Brasileira de Cefaleia

22/07/2013 - Cursos de Pós-Graduação

22/07/2013 - Exame para Título de Especialista em Endoscopia

20/07/2013 - CFM aciona Justiça pedindo suspensão do Mais Médicos

19/07/2013 - Alexandre Garcia comenta a suspeita de sabotagem no programa Mais Médicos
18/07/2013 - Os médicos vão parar
17/07/2013 - Novos médicos do Meio-Oeste de SC

16/07/2013 - Médicos reféns da política

16/07/2013 - Mercadante anuncia grupo para debater MP dos médicos

13/07/2013 - Cremesc entrega carteira a novos médicos

12/07/2013 - Parceria com Ministério Público se consolida

12/07/2013 - Ato médico: CFM critica vetos presidenciais e vai recorrer ao Congresso

12/07/2013 - NOTA DO CONSELHO FEDERAL DE SAÚDE À SOCIEDADE

11/07/2013 - Dilma sanciona lei do Ato Médico com vetos

10/07/2013 - Após anúncio do Governo Federal, entidades divulgam carta aos brasileiros

10/07/2-13 - CRMDF cria resolução que impede médicos formados no exterior de atuarem no Distrito Federal sem antes passarem pelo Revalida

10/07/2013 - Governo anuncia R$ 98 milhões para unidades básicas de saúde em SC

10/07/2013 - Conselhos de medicina planejam ação judicial

09/07/2013 - Entidades catarinenses de medicina reprovam o pacote do governo federal

04/07/2013 - Médicos vão às ruas em Santa Catarina

03/07/2013 - OS MÉDICOS NA LUTA EM DEFESA DA SAÚDE PÚBLICA

02/07/2013 - Dia Nacional de Mobilização

02/07/2013 - Médicos vão às ruas por mais recursos para a saúde pública e contra a “importação” sem Revalida

01/07/2013 - Cosemesc tem nova coordenação

01/07/2013 - XVI Femesc contou com a presença de líderes estaduais e nacionais

28/06/2013 - Eleição 2013

26/06/2013 - Médicos farão mobilização nacional em 3 de julho

25/06/2013 - XXXI Congresso Brasileiro de Psiquiatria

25/06/2013 - Últimos dias para o envio de trabalhos para o Congresso de Bioética

24/06/2013 - Carta aberta aos médicos e à população brasileira

20/06/2013 - Senado aprova projeto de regulamentação da medicina após 11 anos de tramitação

18/06/2013 - XVII Congresso Brasileiro de Reprodução Assistida

18/06/2013 - Florianópolis sediará Jornada Catarinense de Dermatologia

17/06/2013 - Municípios em extrema pobreza terão farmácias em unidades básicas de Saúde

17/06/2013 - Controle de frequência nos hospitais do Rio de Janeiro será mais rigoroso

13/06/2013 - No Programa do Jô, presidente do CFM faz críticas à gestão do SUS

12/06/2013 - Curso de Emergências Médicas

11/06/2013 - Florianópolis sedia Encontro Nacional dos Conselhos Profissionais

07/06/2013 - Aposentados do INSS e ministros vão discutir no dia 3 de julho a ampliação da cesta gratuita de medicamentos

07/06/2013 - MPF e Conselho Federal de Medicina serão parceiros na fiscalização de serviços de saúde

05/06/2013 - Influenza - atualização do manejo clínico

04/06/2013 - Campanha de Vacinação contra Paralisia Infantil começa neste sábado 

04/06/2013 - XVI Femesc será em Imbituba

03/06/2013 - Quinta, dia 6, é dia de luta contra as queimaduras

03/06/2013 - Cremesc recebe a visita da Ascop/SC

29/05/2013 - Novos remédios podem provocar aumento na mensalidade dos planos

29/05/2013 - Câmara aprova projeto que endurece pena para traficantes

28/05/2013 - Atendimento a Pessoa Física e Pessoa Jurídica no Continente

27/05/2013 - Ministério da Saúde diz ter competência sobre assunto

25/05/2013 - CFM quer carreira federal para resolver a falta de médicos em regiões carentes

24/05/2013 - Hoje e amanhã, em Jaraguá do Sul

24/05/2013 - Conselho de medicina propõe regras para estrangeiros atuarem no Brasil

24/05/2013 - Família de fumante não tem direito a indenização

24/05/2013 - Governo quer premiar médicos que trabalharem nos locais mais distantes de Minas

23/05/2013 - Cremesc recebe representantes da Unimed Grande Florianópolis

23/05/2013 - Feriado de Corpus Christi

20/05/2013 - Check-list hospitalar garante a qualidade

20/05/2013 - Médico luta por melhor atendimento

20/05/2013 - Entidades de medicina de Santa Catarina são contra a contratação de médicos estrangeiros

17/05/2013 - X Congresso Brasileiro Bioética em Florianópolis

16/05/2013 - Ação contra "importação" de médicos: CFM ingressa na PGR com representação contra três ministros

15/05/2013 - Comissão do Senado aprova regulamentação para validar diplomas médicos do exterior

15/05/2013 - Santa Catarina é o primeiro Estado do país em vacinação contra a gripe e crianças de até 3 anos incompletos também

15/05/2013 - Governo veta importados na chefia de UTI

10/05/2013 - Jornada das Delegacias da Região Norte

10/05/2013 - Prefeito de Tijucas não recebe representantes do Cremesc

10/05/2013 - A falácia dos médicos cubanos

09/05/2013 - CFM reforça crítica à entrada de médicos cubanos

09/05/2013 - Entidades médicas criticam projeto que obriga recém-formado a trabalhar em pequenas cidades

09/05/2013 - Novas regras de reprodução assistida destacam saúde da mulher e direitos reprodutivos para todos

08/05/2013 - Convênio entre TCE-SC e CRM-SC pode qualificar saúde do Estado

08/05/2013 - Vinda de médicos cubanos encontra oposição de Conselho Federal

08/05/2013 - Plano de saúde terá de justificar negativa de atendimento por escrito

06/05/2013 - Dois casos de bactéria NDM são registrados em Porto Alegre

06/05/2013 - Florianópolis cria cargos de Diretor Técnico e Clínico para Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do Norte e do Sul da Ilha

25/04/2013 - Hipertensão na infância

25/04/2013 - SC vacinou 830 mil pessoas contra a gripe e prazo é estendido até dia 10

24/04/2013 - Curso de Paliativos abre novas vagas

24/04/2013 - Gastos das famílias com saúde aumentam 54% em uma década

23/04/2013 - Municípios vão apoiar o Pequeno Anjo, em Itajaí, de acordo com média de atendimentos por cidade

23/04/2013 - Médicos de planos param quinta-feira

23/04/2013 - Médicos do SUS preferem as grandes cidades

19/04/2013 - Nota contra a PEC N 37

10/04/2013 - Campanha de vacinação

03/04/2013 - Fórum de Ética

28/03/2013 - Nota de esclarecimento

21/03/2013 - Escritório em São José

18/03/2013 - Homenagem

14/03/2013 - Manifesto de Belém

13/03/2013 - Mestrado em Ambiente e Saúde

12/03/2013 - Curso de Cuidados Paliativos

12/03/2013 - Curso de Emergências Médicas

12/03/2013 - VI Fórum de Ética Médica do Cremesc

12/03/2013 - Jornada das Delegacias da Região Oeste

07/03/2013 - Anuidade 2013

07/03/2013 - Alerta aos médicos

28/02/2013 - CFM visita nova sede do Cremesc

27/02/2013 - Escritório do Cremesc em São José

25/02/2013 - Título de especialista passa a ser pré-requisito para ocupar cargo de diretor técnico de serviço

19/02/2013 - Atendimento em nova sala

15/02/2013 - Delegacia de São Miguel do Oeste

08/02/2013 - Sessão de Pôsteres no Fórum de Ética Médica

08/02/2013 - Atendimento em sala térra na sede do CREMESC

07/02/2013 - Horário de Carnaval

21/01/2013 - Resultado Oficial - Concurso Público do CREMESC

02/01/2013 - Resultado Provisório - Concurso Público do CREMESC

26/12/2012 - VI Fórum de Ética Médica do CREMESC

     
 

  Marcelo Neves Linhares é o novo presidente do CRM-SC
      

 
Foto: Osvaldir Silva

 

Marcelo Neves Linhares é o novo presidente do CRM-SC

 

Em seu discurso, o médico destacou os anseios da entidade em solucionar os problemas da classe e valorizar aqueles que exercem a medicina com dedicação, esmero e humanidade.

 

A solenidade de posse da nova diretoria do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC) reuniu dezenas de convidados e autoridades na sede da entidade, na Capital, na última sexta-feira (05/10). Com o propósito de tornar o CRM-SC mais ágil e próximo aos médicos e a sociedade, o presidente empossado, Marcelo Neves Linhares, destacou os anseios da nova diretoria em contribuir com a busca de soluções para os desafios e problemas da classe, tornando o Conselho mais transparente em suas práticas de gestão e produtividade.

 

“A causa é grande em um país cuja saúde está um verdadeiro caos e onde a classe médica é apontada por alguns como a grande vilã, causadora de todos os males”, pontuou Linhares em seu discurso. Uma das principais atividades do CRM-SC é oferecer orientação ética aos médicos catarinense e fiscalizar a prática da profissão.

 

Além do novo presidente do Conselho e dos demais integrantes da diretoria, tomaram posse 42 conselheiros que atuarão nas 13 comissões que formam a base do CRM-SC. Outros 70 colaboradores atuam na fiscalização, orientação e eventuais punições às infrações éticas cometidas. O mandato da nova gestão é de cinco anos (2018-2023).

 

“Seremos firmes e justos, ágeis na defesa da boa prática médica que resultará na proteção e valorização daquele que exercem a medicina com dedicação, esmero e humanidade”, finalizou Marcelo Neves Linhares.

 

Conheça a nova Diretoria e o novo corpo de Conselheiros:

 

Foto: Osvaldir Silva

 

DIRETORIA CRM-SC 2018 – 2023 

Presidente: Marcelo Neves Linhares

Vice-Presidente: Daniel Knabben Ortellado

Secretário-Geral: Eduardo Porto Ribeiro

1o Secretária: Andréa A. Caldeira de Andrada Ferreira

2o Secretário: José Eduardo Coutinho Góes

1o Tesoureiro: Armando José d'Acampora

2o Tesoureiro: Jovânio Fernandes da Rosa

Corregedor: Anastácio Kotzias Neto

Vice-Corregedor: Fábio Firmino Lopes

 

COMISSÕES:

 

1.    COMISSÃO DE LICITAÇÕES:

·         Maria Zuleica Centeno de Melo

·         Nathasha Leite

·         Regina S.D. Molim

·         Cláudia Brunatto

·         Evandro Lima 

 

2.           CODAME:

·         Presidente: Graziela Schmitz Bonin

·         Membro: Vicente Pacheco Oliveira

·         Membro: Maurício Amboni Conti

·         Membro: Eduardo Moritz dos Santos

 

3.           REGISTRO DE QUALIFICAÇÃO DE ESPECIALISTA:

·         Presidente: Yara Santos de Medeiros

·         Secretário: Joel Antônio Bernhardt

·         Membro: Fabiana Rebelo Pereira Costa

·         Membro: Marcelo Moreno

 

4.           REGIMENTO INTERNO E CORPO CLÍNICO:

·         Presidente: Itairan Da Silva Terres

·         Membro: Fábio Siquineli

·         Membro: Marcelo Souza Cruz

·         Membro: Marcelo Alberton Herdt

 

5.           COMISSÃO DE CONTROLE INTERNO:

·         Presidente: Rosele Maria Branco

·         Membro: Marisa dos Santos Feiten

·         Membro: Fernando Graça Aranha

·         Membro: Thomas Andreas Hubner

 

6.           SETOR DE FISCALIZAÇÃO:

·         Coordenador: Vicente Pacheco Oliveira

·         Membro: Alexandre Paim Diaz

·         Membro: Vanessa da Luz Ferreira

·         Membro: Acklei Viana

 

7.           COETI – COMISSÃO EXECUTIVA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO:

·         Coordenador: Maurício Amboni Conti

·         Membro: Marcelo Leandro Gurgacz

·         Membro: Eduardo Porto Ribeiro

·         Mais três funcionários

 

8.           COMISSÃO DE COMUNICAÇÃO, EVENTOS E EDUCAÇÃO CONTINUADA:

·         Coordenador: Anastácio Kotzias Neto

·         Membro: Carla Marisa Tirello Pulga

·         Membro: Rosely Kloser

·         Membro: Paola Marian Bridi

·         Membro: Daniel Knabben Ortellado


9.            COMISSÃO DA TRANSPARÊNCIA

·         Coordenador: Saule Luiz Pastre Junior

·         Membro: Fábio Siquineli


10.         COMISSÃO DO MÉRITO MÉDICO

·         Coordenador: Armando Vieira Lorga

·         Membro: Armando José D'Acampora

·         Membro: Vitor Celso Domingues

·         Membro: Vicente Pacheco Oliveira

 11.         Pessoa Jurídica

·         2o Secretário - José Eduardo Coutinho Góes

 12.         Pessoa Física

·         1o Secretária - Andréa A. Caldeira de Andrada Ferreira

 

13.         CÂMARAS TÉCNICAS

·         Vice-Presidente – Daniel Knabben Ortellado

  

REPRESENTANTES DO CRM-SC

 1. CONSELHO ESTADUAL DE SAÚDE / SES

                    Efetivo: Fernão Bittencourt Cardozo

                    Suplente: Leonardo Jönck Staub

 

2. CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE

          Efetivo: Rodrigo Vieira Ozelame

          Suplente: Bruno Siqueira Campos Lopes

 

3. COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA

                   Paola Marian Bridi

 

4. CONSELHO CONSULTIVO E DELIBERATIVO DA ACM

                   Jovânio Fernandes da Rosa

 

5.           COMITÊ ESTADUAL DE PREVENÇÃO DA MORTALIDADE INFANTIL

                   Rosely Kloser

 

6.           COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA DA UFSC

                   Marcelo Neves Linhares

                   Yara Santos de Medeiros

 

7.           COMITÊ ESTADUAL DE MORTALIDADE MATERNA – SES

                   Fabiana Rebelo Pereira Costa

                   Vanessa da Luz Ferreira

 

8.           COLEGIADO DE POLÍTICA DE ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS DE SC / SES

                   Saule Luiz Pastre Junior

 

9.           COLEGIADO DE POLÍTICA DE ATENÇÃO PSICOSOCIAL / SES

                   Fábio Firmino Lopes

                   Alexandre Paim Diaz

 

10.         CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO    ADOLESCENTE

                    José Eduardo Coutinho Góes

 

11.         FÓRUM CATARINENSE PELA PRESERVAÇÃO DA VIDA NO TRÂNSITO

                    Marisa dos Santos Feiten

 

12.         COMITÊ DE PREVENÇÃO DO ÓBITO MATERNO, INFANTIL E FETAL – PMF – COMITÊ FLORIPA PELA VIDA

                   Andréa A. Caldeira de Andrada Ferreira

                   Paola Marian Bridi

 

13.         CONFERÊNCIA ESTADUAL DE SAÚDE / SES

                    Lygia Goretti Bruggemann Peters

 

14.         COMITÊ EXECUTIVO DE SANTA CATARINA / CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA (COMESC)

 Marcelo Neves Linhares

 

15.         COMITÊ ESTADUAL DE INVESTIGAÇÃO DA TRANSMISSÃO VERTICAL DA SÍFILIS E HIV.

                    Vanessa da Luz Ferreira

 


 

   

  Nova diretoria do CRM-SC assume cargos

 

Nova diretoria do CRM-SC assume cargos 

Entre os compromissos da gestão estão agilidade às demandas dos médicos catarinenses e proximidade do Conselho com a sociedade.

Com a proposta de tornar o Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC) mais ágil e renovado, assumiu nesta segunda-feira (01/10) a nova diretoria da entidade, cujo presidente é o médico Marcelo Neves Linhares. A cerimônia festiva de posse está marcada para a próxima sexta-feira (05/10) na sede do CRM-SC, a partir das 20h. Além do novo presidente do Conselho tomaram posse ainda os demais integrantes da diretoria e os quarenta e dois novos conselheiros da entidade.

 O novo grupo tem como pilar de trabalho a renovação, modernização, transparência e a ampliação de práticas educativas de orientação profissional. Os diretores reúnem a experiência e a juventude de médicos de todas as regiões do Estado. “Nossas propostas vão ao encontro dos anseios do médico catarinense, que querem um CRM ágil, que responda com maior rapidez às demandas dos médicos, um CRM próximo aos profissionais e a sociedade para contribuir na busca de soluções para os desafios e problemas da nossa classe e da prática médica e um conselho transparente em sua gestão e produtividade, afirma o novo presidente da entidade, Marcelo Neves Linhares.

Além da nova diretoria, também tomaram posse os 42 novos conselheiros do CREMESC, que atuarão nas 13 comissões que formam a base do CRM-SC. Essas comissões são responsáveis por intensificar o relacionamento com as autoridades competentes para evitar a prática ilegal da medicina, fomentar a integração com outras entidades médicas, oferecer apoio aos diretores técnicos e clínicos dos estabelecimentos de saúde e orientar ética e profissionalmente os estudantes de medicina.

 


 

 

 

 

 

Eleições 2018

26/09/2018
 

 

 

      

 

      

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Transição administrativa

 02/09/2018 



 

      

 

      

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Rodrigo D’Eça Neves receberá a Comenda de Mérito Médico de Literatura e Arte Moacyr Scliar, em Brasília

01/09/2018
 



 Foto: Solon Soares



O Pleno do Conselho Federal de Medicina (CFM) aprovou a indicação feita pelo Pleno do CRM-SC do Dr. Rodrigo D’Eça Neves, ex-conselheiro catarinense e membro da Comissão Técnica de Medicina Aeroespacial, para a concessão da Comenda de Mérito Médico de Literatura e Arte Moacyr Scliar. A outorga será no dia 11 de dezembro, no Auditório do CFM, em Brasília.

 

 

      

 

      

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CFM lança código inédito para promover padrão ético entre estudantes de Medicina

 16/08/2018 


Organização de trotes responsáveis, respeito ao sigilo, uso ético de cadáveres durante as atividades de ensino e prevenção ao assédio moral e às relações abusivas nas escolas. Estes são alguns dos temas abordados no primeiro Código de Ética do Estudante de Medicina (CEEM) no Brasil, uma iniciativa inédita do Conselho Federal de Medicina (CFM) que oferece ao universo do sistema formador desta profissão um conjunto de princípios para balizar as relações dentro e fora das salas de aula.

 

O documento - lançado nesta terça-feira (14), durante a III Conferência Nacional de Ética Médica, realizada em Brasília (DF) -  tem foco nos acadêmicos que se preparam para exercer futuramente a Medicina. O CEEM brasileiro preenche lacuna, em nível nacional, e se inspira em experiências de códigos semelhantes editados em outros países, como Inglaterra, Estados Unidos e Canadá. Anteriormente, no Brasil, algumas instituições de ensino e Conselhos Regionais de Medicina haviam elaborado textos com o mesmo objetivo, mas com abrangência local. 

 

Diferentes eixos - O Código de Ética do Estudante de Medicina contém 45 artigos organizados em seis diferentes eixos, os quais ressaltam atitudes, práticas e princípios morais e éticos. O trabalho de elaboração desse texto teve início há dois anos e foi concluído durante fórum específico, organizado pelo CFM e que contou com a participação de representantes de várias entidades que mantém interface com o tema.

 

Além dessas representações institucionais, durante o processo de elaboração do CEEM médicos, estudantes, academias e outras entidades da sociedade civil também puderam contribuir com a formulações, encaminhando suas sugestões por meio de uma plataforma eletrônica criada especificamente com esse objetivo. Ao todo foram recebidas 272 contribuições.

 

O CEEM funciona como orientação não somente aos alunos, mas também para os professores e responsáveis pelas instituições de ensino, encarregados da formação do profissional. “A formação dos futuros médicos na graduação deve proporcionar aos estudantes o incentivo ao aperfeiçoamento da capacidade de lidar com problemas nos campos da moral e da ética em sinergia com as atividades relacionadas ao ensino e à prática profissional”, afirmou o presidente do CFM e coordenador da Comissão Nacional de Elaboração do Código de Ética do Estudante de Medicina, Carlos Vital.

 

Segundo Vital, o CFM e as entidades estudantis vinculadas ao ensino nessa área do conhecimento entendem que era “oportuno elaborar uma carta de princípios universais, aplicáveis a todos os contextos, para estimular o desenvolvimento de uma consciência individual e coletiva propícia ao fortalecimento de uma postura honesta, responsável, competente e ética, resultando na formação de um futuro médico mais atento a esses princípios fundamentais da atividade profissional e da vida em sociedade”.

 

A previsão é de que a partir de setembro o novo Código de Ética do Estudante de Medicina seja encaminhado para as mais de 320 escolas em atividade em todo o País. O documento ficará disponível para download no site do CFM (clique aqui) e também deve ser distribuído numa versão impressa, em formato de bolso. 

 

Respeito e Sigilo –  A preocupação com os casos de trotes violentos foi um dos pontos que pautou a discussão patrocinada pelo CFM, com o apoio dos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs).  A autarquia compreende como um direito o estudante participar da recepção dos ingressantes, mas alerta: tudo deve ser promovido em um ambiente saudável e não violento. Nesse sentido, o CEEM estabelece ainda ser um dever do estudante “posicionar-se contra qualquer tipo de trote que pratique violência física, psíquica, sexual ou dano moral e patrimonial”.

 

A proteção do direito à privacidade e confidencialidade também foi abordada com destaque no documento. Segundo o novo Código, o estudante de medicina deve manusear e manter sigilo sobre informações contidas em prontuários, papeletas, exames e demais folhas de observações médicas. Da mesma forma, cabe aos alunos ajudar na limitação ao acesso dessas informações, contidas nos prontuários, a outras pessoas e profissionais que não tenham a obrigação do sigilo médico. 

 

“A proteção de todas as informações que chegam ao conhecimento do profissional é parte fundamental da prática médica. Para a classe médica, o segredo é algo que não se pode dissociar do exercício da sua profissão. Constitui-se no âmago da relação médico-paciente ”, destaca o secretário-geral e integrante da Comissão Nacional de Elaboração do CEEM, Henrique Batista e Silva.

 

Além desses tópicos, quatro artigos foram dedicados a relação dos estudantes com os demais profissionais de saúde. Segundo o CEEM, os acadêmicos devem se relacionar com os integrantes das equipes de maneira adequada e gentil, respeitando a atuação de cada um no atendimento multiprofissional ao paciente. “A boa convivência entre os profissionais deve estar presente desde a formação, persistindo por toda a vida profissional”, completou o conselheiro Leonardo Sérvio Luz, coordenador-adjunto da Comissão Nacional de Elaboração do CEEM.


Outra situação abordada pelo documento é o trato com cadáveres. Segundo o documento, o aluno deve guardar respeito ao cadáver, no todo ou em parte, incluindo qualquer peça anatômica, assim como modelos anatômicos utilizados com finalidade de aprendizado. “O estudante deve aprender que o ser humano merece e precisa ser respeitado e não considerado apenas como mero instrumento de estudo”, defendeu Luz.

 

Trabalho conjunto - O Código de Ética do Estudante de Medicina é fruto de trabalho de uma comissão criada em fevereiro de 2016. O grupo, composto por representantes de diferentes organizações nacionais, se debruçou sobre esse desafio por quase dois anos, entregando ao final o documento com objetivo se ser um orientador para a vida dos alunos inscritos nas escolas médicas. 

 

A função do Código é ser um instrumento pedagógico para estimular a reflexão ética do estudante de medicina. “Deve-se considerar que códigos de ética não devem ser vistos como ferramentas estritamente punitivas, mas como documentos de orientação voltados a normatizar o comportamento ético. Este, o Código de Ética do Estudante de Medicina é estritamente de princípios; objetiva harmonizar a relação entre o acadêmico, sua escola, seus professores, garantindo a excelência de sua formação e a da assistência ao paciente e a segurança social”, explicou Lúcio Flávio Gonzaga, coordenador da Comissão de Ensino Médico do CFM.

Além dos conselheiros do CFM, integraram a comissão representantes da Associação Médica Brasileira (AMB), da Associação dos Estudantes de Medicina do Brasil (AEMED-BR), da Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina (DENEM), da Associação Brasileira de Educação Médica (ABEM), da Associação Nacional de Médicos Residentes (ANMR), da Associação Brasileira de Ligas Acadêmicas em Medicina (ABLAM), além da seccional do International Federation of Medical Students Association (IFMSA-Brazil).

 

      

 

      

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Revisão do Código de Ética é concluída na III CONEM

15/08/2018
 



 

Encerrando o processo de revisão do Código de Ética Médica, que teve início em 2016, membros dos Conselhos Federal e Regionais de Medicina (CFM/CRMs), de entidades médicas nacionais e especialistas convidados deliberaram em votação eletrônica a redação final dos textos serão incorporados.

 

“Trata-se de um momento significativo do movimento médico conselhal em nos propusemos a revisar e atualizar a principal normatização do exercício médico no Brasil. Esse trabalho é fruto da contribuição da categoria médica, que participou diretamente enviando mais de mil propostas para edição deste documento”, destacou o secretário-geral do CFM, Henrique Batista e Silva.


Segurança do médico e do paciente – bem como autonomia das partes- e a interação do profissional com a Comissão de Ética de instituições de saúde foram alguns dos assuntos debatidos na revisão dos Princípios Fundamentais e das normas diceológicas.

 

Dentre os normativos deontológicos, a plenária final da III Conem aprovou a edição de propostas referentes a temas como: responsabilidade profissional, direitos humanos, relação com pacientes e familiares, remuneração profissional, sigilo profissional inclusive no que tange atendimento a paciente criança ou adolescente, publicidade médica, documentos médicos, ensino e pesquisa.

 

Coordenando o processo de votação, o corregedor-geral do CFM e coordenador adjunto da Comissão Nacional de Revisão, José Vinagre, destacou a honra de ter sido parte de tão importante mudança. “Estar participando deste processo de revisão do Código de Ética Médica é um momento que marca a minha carreira profissional. É um trabalho que repercute diretamente no cotidiano de cada médico brasileiro”.

 

Ampla participação - Em 2016, foram promovidos três Encontro Regionais de Revisão do Código de Ética Médica, que tiveram a participação da Comissão Nacional de Revisão do CEM, das Comissões Estaduais de Revisão da região, além de associações e sindicatos médicos também dos estados relacionados.

 

Concluídas as etapas regionais, o Conselho Federal de Medicina realizou, entre os anos de 2017 e 2018, três Conferências Nacionais de Ética Médica para debater e deliberar sobre a exclusão, alteração e adição de texto ao Código de Ética Médica vigente, instituída pela Resolução CFM nº 1.931/09, em vigor desde 13 de abril de 2010.

 

Médicos regulamente registrados nos CRMs e sociedades organizadas da sociedade civil também puderam participar da revisão do CEM enviando sugestões, de 1º de julho de 2016 a 31 de março de 2017, através do hotsite www.rcem.cfm.org.br, desenvolvido pelo Conselho Federal para viabilizar ampla e qualificada participação.  Ao todo, 1.431 propostas foram recebidas online.

 

Encerrando a III CONEM, o presidente do CFM, Carlos Vital, agradeceu aos presentes pelo empenho dedicado à revisão e edição do Código de Ética Médica. Agora o documento seguirá o trâmite administrativo necessário e a previsão é de que seja publicado no Diário Oficial da União até o final do ano, entrando em vigor em 2019.

 

 

      

 

      

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Médicos elegem novos conselheiros do CRM-SC

09/08/2018
 




Com 44.8626% dos votos dos médicos catarinenses, a chapa 2 Novo CRM foi eleita para estar à frente do Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina (CRM-SC) na gestão 2018-2023. A apuração dos votos ocorreu hoje, dia 9 de agosto na sede do CRM-SC, em Florianópolis.

A votação se deu por correspondência e foram válidos os votos recebidos pelos Correios até às 17h de hoje.

Concorreram três chapas: Chapa 1 CRM Responsável, Chapa 2 Novo CRM e Chapa 3 Oposição Com Renovação, Ordem dos Médicos do Brasil.

Os novos conselheiros serão empossados em 1º de outubro, quando elegerão a nova diretoria do CRM-SC.



JUSTIFICATIVA

O médico que não pode votar por causa justificada ou impedimento poderá justificar o voto até 60 dias após o encerramento da votação. Caso contrário, será aplicada a multa prevista em lei, de acordo com o Art 6º, §1º, da Resolução CFM nº 2161/17.


O médico que possui mais de uma inscrição em CRMs deverá votar em pelo menos um deles, conforme estipula o Art 6º, §2º da Resolução. Neste caso, se o médico votar somente no outro CRM em que possua inscrição e não votar em Santa Catarina, será necessário o preenchimento do formulário e anexar a ele o comprovante de voto entregue pelo outro CRM.


Ressaltamos que o voto para o médico com mais de 70 anos é facultativo e, portanto, neste caso, não há necessidade de justificativa de voto.


Para justificar, CLIQUE AQUI.

 

      

 

      

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Eleição 2018

09/08/2018
 



Os funcionários do CRM-SC, acompanhados da comissão eleitoral e de fiscais das chapas concorrentes, iniciaram, na manhã de hoje (09/08/2018), a identificação dos votos para a eleição do Corpo de Conselheiros com gestão de 2018 a 2023.


A apuração dos votos terá início após as 18h e poderá ser acompanhada no site da eleição clicando aqui.

 

 

      

 

      

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SC representada no III Fórum Nacional de Integração do Médico Jovem

15/07/2018
 


O primeiro secretário do CRM-SC, Dr. Ylmar Correa Neto, será conferencista do III Fórum Nacional de Integração do Médico Jovem do Conselho Federal de Medicina, com o tema Ética Médica nos Tempos Atuais, que vai ocorrer no dia 26 de julho, às 17h.

O evento, promovido pelo CFM, será realizado por intermédio da Comissão para Integração do Médico Jovem, nos dias 25 e 26 de julho de 2018, em São Paulo.

Clique aqui e saiba mais sobre o evento.

      

 

      

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Aula de ética e entrega de carteiras profissionais aos novos médicos

14/07/2018
 


Os novos médicos do Estado, formados pela UFSC, FURB e UNISUL Tubarão receberam, na última sexta-feira (13/07), suas carteiras profissionais e o Código de Ética Médica, na sede do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC), em Florianópolis.


Durante uma hora, os jovens médicos assistiram à aula de ética e aspectos administrativos, ministrada pelo primeiro secretário do Conselho, Dr. Ylmar Correa Neto. A solenidade contou ainda com a presença do presidente do CRM-SC, Dr. Nelson Grisard; e da vice-presidente, Dra. Rachel Duarte Moritz.


Na próxima sexta-feira, dia 20, será a vez de os formados pela UNESC, UNISUL Pedra Branca e UNOESC. No dia 3 de agosto, serão os médicos recém-formados pela UNIVALI.

 

UFSC

 

FURB

 

UNISUL TUBARÃO

 

 

 

Clique aqui e confira as fotos da solenidade

 

 

 

      

 

      

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Eleição para o corpo de conselheiros do CRM-SC

13/07/2018
 


Os médicos de Santa Catarina começaram a receber esta semana os kits com as cédulas eleitorais para o próximo pleito, que será concluído no dia 9 de agosto, quando ocorrerá a apuração dos votos.


Resolução CFM nº 2161/17, normatiza a eleição dos Conselheiros titulares e suplentes do CRM-SC para a Gestão 2018-2023. Serão eleitos 20 Conselheiros efetivos e 20 suplentes. 


Por determinação do Conselho Federal de Medicina, a eleição será via correspondência, sendo que somente serão válidos os votos que RECEBIDOS até às 17h do dia 9 de agosto de 2018, na Agência Central dos Correios, em Florianópolis. 

Serão considerados válidos, somente os votos dos médicos que estiverem quites financeiramente com o Conselho. Verifique sua situação no site www.eleicoes.cremesc.org.br


Leia atentamente as instruções contidas no kit eleitoral.


O CRM-SC conclama a todos à votação!

 

 

      

 

      

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Convocação para eleição do Corpo de Conselheiros do CRM-SC - Gestão 2018-2023

06/07/2018
 

 

 

      

 

      

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Diretoria do CRM-SC vai a Joinville para reunião, dia 11

04/07/2018
 

 

 

      

 

      

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21º FEMESC debate gestão em saúde

02/07/2018
 



Textos e fotos Camila Spolti

Médicos de várias regiões do Estado reuniram-se nos dias 29 e 30 de junho, em Imbituba no 21º Fórum das Entidades Médicas de Santa Catarina (FEMESC). O evento organizado anualmente pelo Conselho Superior das Entidades Médicas de Santa Catarina (COSEMESC) teve como tema central nesta edição Gestão de Saúde em Santa Catarina: o que interessa ao médico. 
 

Painel Gestão de Saúde

A 1ª secretária do Sindicato dos Médicos do Estado de Santa Catarina (SIMESC), Vanessa Baulé, explanou sobre os principais modelos de gestão da saúde pública e privada. “Independente do formato é necessário pensar na eficiência, eficácia e efetividade. Não podemos só olhar para a economia e sim para resultados”.

Representando o Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC), Rachel Moritz, abordou o tema Os Aspectos Éticos na Terceirização da Medicina. Segundo ela, a terceirização é uma realidade que tende a crescer, mas é preciso discutir o modelo para que não haja prejuízos ao trabalho médico e atendimento à população. “A partir do momento que o médico não se fixa e desaparece o vínculo médico-paciente entramos no conflito ético. Não dá para pensar em vantagens imediatas da ‘Pejotização’, precisamos avaliar o modelo como um todo”, argumentou.

Ademar José de Oliveira Paes Junior, coordenador do COSEMESC e presidente da Associação Catarinense de Medicina (ACM) na palestra Tendência Atual Diante do Cenário em SC chamou a atenção para as atividades das Organizações Sociais (OSs) ao apresentar um estudo do Tribunal de Contas de Santa Catarina que apontou os hospitais gerenciados pelas OSs como os mais eficientes. “ O Cepon, administrado por uma OS, foi o mais bem avaliado, mas isso não quer dizer que as Organizações Sociais são os melhores modelos. Nos últimos anos o Sindicato dos Médicos precisou atuar na defesa dos médicos em muitos casos envolvendo estas empresas ”, comentou Leopoldo Back, presidente do SIMESC.

 

Abertura oficial

A cerimônia de abertura realizada no final da tarde contou com a participação de lideranças médicas que integraram a mesa diretiva.

A palestra de abertura A Análise das Contas da Saúde na Visão do Tribunal de Contas foi ministrada pelo diretor de Controle de Municípios do Tribunal de Contas de Santa Catarina, Moisés Hoegenn. Entre os dados apresentados, destaque para o comparativo dos investimentos em saúde e com inativos e pensionistas. “ Em 2017 foram aplicados R$ 500 bi a mais com os inativos e pensionistas do que com a saúde. Desta forma fica difícil avançarmos. A única forma de mudar essa situação é com a reforma da previdência”, afirmou o diretor.

Moisés também explanou sobre as dívidas no setor acumuladas dos últimos anos e que em 2017 chegaram ao valor de R$ 300 mi. Salientou também os municípios catarinenses que investem muito mais do que a constituição determina. “Joinville que por lei deveria arcar com 15%, atualmente aplica 40%. Certamente está pagando a conta de alguém. Há uma distorção gravíssima no sistema”.

O ex-secretário de saúde, Vicente Caropreso, que enfrentou os problemas financeiros apresentados agradeceu a parceria que recebeu das três entidades médicas enquanto esteve na pasta. “Mesmo na dificuldade nós dialogamos e isso comprava o comprometimento das entidades médicas”.

 

O médico e a política

No segundo dia de evento foi discutida a participação do médico na política e as pautas da categoria visto o pleito em 2018.

“O compromisso dos candidatos é com os seus eleitores. Então por meio do voto precisamos apoiar os deputados médicos”, declarou o presidente do SIMESC.

“Chegou a hora de haver mais aproximação das entidades médicas com a política para que tenhamos resultados mais contundentes para a saúde. Precisamos de custeio, operacionalidade e plano de carreira”, complementou o presidente do Sindicato dos Médicos da Região Sul Catarinense (Simersul), Licínio Alcântara.

O presidente da ACM sugeriu como proposta de encaminhamento a luta das entidades pela derrubada do veto do governador na lei do duodécimo, tendo em vista que é uma medida que pode interferir significativamente no financiamento da saúde. Ademar destacou também a importância de pressionar a anulação da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) impetrada pelo governo estadual que impediu o aumento do mínimo do investimento em saúde para 14% este ano e 15% em 2018.

Carreira Médica de Estado, orientação aos médicos quanto a terceirização, e administração pública de forma direta foram outros pontos defendidos. “ As OSs podem ser constitucionais, mas o concurso público também é. Não podemos deixar de buscar esta forma de contratação que oferece garantias trabalhistas os médicos”, afirmou o diretor de Assuntos Jurídicos do SIMESC, Renato Figueiredo.

 

Candidatos

Os médicos Cassiano Ucker, diretor de Apoio ao Graduando em Medicina SIMESC Joinville, e Odimar Pacheco, presidente do SIMESC Laguna, pré-candidatos a deputado federal e estadual respectivamente expuseram suas propostas e o compromisso de defesa com a saúde e com os médicos.

 

Enem

O Encontro Nacional das Entidades Médicas (Enem) que reuniu aproximadamente 300 lideranças médicas de todo o país nos dias 26 e 27 de junho, em Brasília foi relatado pelo diretor de Saúde do Trabalhador do SIMESC e da Federação Médica Brasileira (FMB), Aury Faresin, que participou do evento.

“As pautas nacionais vão de encontro com as que discutimos aqui no Femesc. Em breve teremos o manifesto elaborado pelos delegados e poderemos apresentar aos candidatos que firmarão ou não compromisso com a categoria”.
 

CRM-SC assume coordenação do COSEMESC 

No encerramento do evento os médicos fizeram suas contribuições para a elaboração da Carta de Imbituba que será entregue às autoridades e disponibilizada aos médicos e população. Também foi proposto que 22º FEMESC seja realizado em Brusque, em data a ser confirmada. Em seguida foi feita a transmissão da coordenação do COSEMESC para Nelson Grisard, presidente do CRM - SC.

O médico agradeceu a confiança e reforçou a importância da união das entidades médicas nas lutas pelas causas da saúde “ Não precisamos de muitas coisas, precisamos estar unidos”, declarou ao citar uma mensagem do Papa Francisco.

“Agradecemos a participação de todos que estiveram aqui para debater melhorias para a nossa profissão. Somente discutindo e agindo politicamente poderemos ter melhores resultados “, comentou o anfitrião do evento, Odimar Pires Pacheco.

 

      

 

      

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Diretoria se reúne com médicos de Tubarão e região no próximo dia 3, às 19h, no auditório da Socimed

28/06/2018
 

 

 

      

 

      

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Desafios do médico jovem e objeção de consciência em
pauta no II Fórum De Bioética do CRM-SC


27/06/2018
 






Pelo segundo ano, o Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC) realizou seu Fórum de Bioética. Os desafios do médico jovem e objeção de consciência foram os temas centrais dos dois dias do evento, (25 e 26/6). “Orientar o médico para que ele esteja preparado para tomar decisões éticas no seu cotidiano é uma das atribuições deste Conselho”, definiu o presidente do CRM-SC, Dr. Nelson Grisard.
 

O II Fórum de Bioética do CRM-SC tem como objetivo estimular as discussões e estudos de dan bioética e, através da reflexão dos assuntos apresentados, promover a qualificação ética do médico.
 

A palestra Mercado de Trabalho para o Médico Jovem, proferida pelo Dr. Salomão Rodrigues Filho, psiquiatra, ex-presidente do CRM-GO e atual conselheiro do CFM pelo estado de Goiás, deu início aos trabalhos do primeiro dia do Fórum. Durante sua apresentação, foi possível acompanhar a trajetória da profissão, suas mudanças e o cenário que se forma. “O médico ainda é considerado o profissional com maior credibilidade pela população brasileira. É preciso ter consciência deste valor para ocuparmos o espaço que nos cabe”, sentenciou o Conselheiro Federal.
 

Na sequência, o tema foi Desafios do Médico Jovem. Os diferentes perfis das gerações X, Y e Baby Boomers foram abordados pelo psiquiatra Dr. Paulo Márcio Souza. O primeiro secretário do CRM-SC, Dr. Ylmar Corrêa Neto, fez uma análise do comportamento ético nas redes sociais, alertando para a saúde, imagem e profissionalismo do médico. O radiologista Dr. Sérgio Marcondes Brincas explanou sobre o mercado de trabalho no início da carreira. As fases do mercado de saúde, o desvirtuamento da medicina e as oportunidades de carreira para o futuro foram mostradas por ele.
 

 

Bornout e objeção de consciência

O segundo dia do Fórum começou com o tema Síndrome do Esgotamento Profissional (Bornout) no Médico Jovem, apresentado pelo Dr. Salomão Rodrigues Filho. Sintomas, estágios, perfil do médico mais acometido, estressores, especialidades mais “infelizes” com a atividade que realizam e como reduzir o risco para a Síndrome de Burnout. “O médico precisa compreender seus limites, partilhar problemas e valorizar o lado social da vida”, aconselhou antes de alertar “a prevalência do suicídio entre médicos é duas vezes maior que na população em geral”.
 

Objeção de consciência foi o tema de encerramento do II Fórum de Bioética do CRM-SC. Sob a coordenação do Conselheiro Dr. Rodrigo Bertoncini, a Dra. Rachel Duarte Moritz explanou sobre Direito do Paciente Vs Direito do Médico. Com casos reais, a vice-presidente do CRM-SC provocou a reflexão dos presentes e finalizou dizendo “O direito à objeção de consciência não é absoluto, e sua solicitação deve resultar na acomodação entre direitos e valores razoáveis para uma sociedade justa, com danos mínimos para aquele que busca atendimento médico”.
 

Dr. Zulmar Vieira Coutinho iniciou sua apresentação sobre consciência nas perícias com as perguntas “O médico enquanto perito, no ato pericial, tem um paciente ou não diante de si?” e “E o cadáver?”. A partir daí, mostrou aspectos práticos e legais da questão. Para finalizar, citou o Parecer CFM N.50/2017: “O médico não pode, em nenhuma circunstância ou sob nenhum pretexto, renunciar à sua liberdade profissional, nem permitir quaisquer restrições ou imposições que possam prejudicar a eficiência e a correção de seu trabalho.” 
 

Objeção de consciência em psiquiatria foi a última palestra do evento, apresentada pelo Dr. Salomão Rodrigues Filho.

 

Clique aqui e confira as fotos do evento

 

CRM-SC confere Diploma do Mérito Médico a médicos
com mais de 40 anos de atividades no Estado


Na noite do dia 26 de junho, o Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC) realizou a solenidade de entrega do Diploma de Mérito Médico aos profissionais com mais de 40 anos de atividades no estado com relevante e exemplar conduta.

O primeiro homenageado da solenidade foi o Dr. Joel De Andrade, pelo serviço prestado à frente da SC Transplantes. A homenagem foi aprovada, por unanimidade, pelo corpo de conselheiros do CRM-SC EM sessão plenária realizada no dia 21/05/2018. A concessão de um Diploma de Merecimento se deveu por suas ações desenvolvidas com êxito como coordenador da SC Transplantes e por ter tornado o estado de Santa Catarina um exemplo em captação para transplante de órgãos.

A Central de Transplantes de Santa Catarina, criada por decreto em 1999, é líder na doação de órgãos no Brasil. No último ano, o sistema registrou 282 doares de múltiplos órgãos, o que representa 3 vezes mais do que a média brasileira, quando se compara ao número de habitantes.

Entre os dias 22 e 30 de maio, em meio à paralisação dos caminhoneiros, foram realizadas 13 captações, possibilitando órgãos a sete receptores de fígado, 20 receptores de rim, 12 receptores de córnea, além de um transplante de coração e pulmão. As duas últimas operações foram realizadas na madrugada do dia 30 de maio, em municípios do interior.

 

O presidente do CRM-SC, Dr. Nelson Grisard, saudou os presentes e exaltou a qualidade daqueles que, por servir a sociedade catarinense com seu profissionalismo e ética, receberam seus diplomas. “Uma vida de dedicação total merece o reconhecimento de seus representantes”, afirmou. 

Dr. Milton Fiedler falou em nome dos homenageados. Elencou as dificuldades e alegrias enfrentadas por cada um dos presentes e agradeceu à família e colegas pelo apoio.

 

Os médicos homenageados receberam o Diploma do Mérito Médico das mãos do presidente, Dr. Nelson Grisard; da vice-presidente, Dra. Rachel Duarte Moritz; juntamente com os delegados das regionais do CRM-SC de Blumenau, Dr. Jacy Bruns, de Chapecó, Dr. Rajá Elias e de Porto União, Dr. Ayrton Rodrigues Martins.

 

Clique aqui e confira as fotos da homenagem 

 

OS HOMENAGEADOS 

      

 

      

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CRM-SC convida para reunião em Itajaí

12/06/2018
 

 

      

 

      

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COSEMESC se reúne com secretário de Saúde

05/06/2018
 

 

O Conselho Superior da Entidades Médicas de Santa Catarina (COSEMESC) se reuniu hoje (05/06) com o secretário de Estado da Saúde, Acélio Casagrande, e com o secretário-adjunto, Marcelo Lemos dos Reis. O encontro, que ocorreu na sede da Associação Catarinense de Medicina (ACM) sob o tema a qualidade da medicina catarinense, teve a participação da vice-presidente do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC), Rachel Duarte Moritz, e o segundo tesoureiro, Odi José Oleiniscki. Presentes também o presidente da ACM, Ademar José de Oliveira Paes Jr., e a segunda secretária do Sindicato dos Médicos de Santa Catarina (SIMESC), Giovana Gomes Ribeiro.

 

 

      

 

      

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CRM-SC se reúne com MP

31/05/2018
 

A vice-presidente do CRM-SC, Dra. Rachel Duarte Moritz, participou, nesta quarta-feira (dia 30/05), de reunião com o procurador geral do Ministério Público, Dr. Sandro José Neis. O encontro, que teve como objetivo buscar alternativas para superar as dificuldades geradas pela greve dos caminhoneiros e minimizar os possíveis riscos à população, teve a presença do presidente da ACM, Dr. Ademar José de Oliveira Paes Jr., e dos Diretores Técnicos dos hospitais particulares de Florianópolis.

 

      

 

      

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Atenção!

29/05/2018
 

 
 

   

      

 

      

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NOTA COSEMESC

28/05/2018
 

 

 

      

 

      

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Comunicado

28/05/2018
 

 
 

   

      

 

      

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À sociedade

28/05/2018
 

 

      

 

      

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Homenagem aos médicos com 40 anos de profissão

23/05/2018
 

O CRM-SC vai homenagear, no dia 16 de junho, os médicos com 40 anos ou mais de atividade profissional no Estado com o Diploma de Mérito Médico. Serão diplomados aqueles que fizeram jus a esse reconhecimento, pelos relevantes serviços prestados à medicina catarinense de forma ética. 

A solenidade será realizada às 18h, no Auditório Antônio Moniz de Aragão da sede do CRM-SC, localizada na Rodovia SC-401, Km, 4, nº 3.890, Bairro Saco Grande, em Florianópolis. 

 

 

      

 

      

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Eleições regionais – médico estrangeiro: direito de votar e ser votado, desde que regularmente inscrito

18/05/2018
 

 

 

      

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CRM-SC E CRO-SC em parceria pela sociedade

17/05/2018
 




Dr. Nelson Grisard, atendendo a uma solicitação do Presidente do Conselho Regional de Odontologia de Santa Catarina (CRO-SC), Dr. Murilo Rosa, recebeu a ele e sua equipe de fiscalização, na sede do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CFM-SC), na manhã de ontem (16/05).

Durante a reunião, foram esclarecidos pontos acerca dos limites de atuação dos profissionais de cada área, dentro do que a legislação, a técnica e a legislação determinam e o judiciário tem referendado

   

      

 

      

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Eleição

04/05/2018
 

 

 

      

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Congresso Sul Brasileiro de Medicina de Urgência e Emergência de Adultos

02/05/2018
 

   

      

 

      

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Agende-se para o II Fórum de Bioética do CRM-SC

29/04/2018
 

 

       

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Mesmo consumo moderado de álcool pode aumentar risco de mortalidade

29/04/2018
 

Por Norra MacReady

Uma nova análise de dados de quase 600.000 pessoas sugere que a associação entre uso de álcool e risco de mortalidade por qualquer causa começa em um nível de consumo muito menor do que o previamente imaginado.

O risco de mortalidade foi menor para pessoas que ingeriram 100 g ou menos de álcool por semana, e mostrou uma relação positiva e curvilinear com o aumento da dose, escreveram a pesquisadora Angela M. Wood e colegas em um artigo publicado na edição de 14 de abril do periódico The Lancet. No Reino Unido, 100 g de álcool são equivalentes a entre cinco e seis taças de vinho ou canecas de cerveja.

Da mesma forma, os autores observaram uma relação praticamente curvilinear entre consumo de álcool e doença cardiovascular exceto infarto do miocárdio, que mostrou uma relação inversa com a quantidade consumida.

Em suma, todos os achados "apoiam a adoção de limites de consumo menores do que os recomendados na maioria das diretrizes atuais", escrevem Angela, do Departamento de Saúde Pública e Saúde Básica da University of Cambridge, no Reino Unido, e colegas. Por exemplo, nos Estados Unidos, o consumo semanal máximo por semana recomendado para homens é de 196 g, enquanto "em Itália, Portugal e Espanha, os limites de baixo risco são 50% maiores".

A mensagem principal desta pesquisa para o público é que "se você já bebe álcool, beber menos pode te ajudar a viver mais, além de diminuir o seu risco de várias doenças cardiovasculares," disse Angela em um comunicado.

Os achados surgem no mesmo momento em que os Centers for Disease Control and Prevention (CDC) sugerem que cerca de 37 milhões de pessoas nos Estados Unidos, ou aproximadamente um em cada seis adultos, podem estar consumindo álcool em excesso regularmente. O consumo excessivo de álcool é responsável por 88.000 mortes anuais nos Estados Unidos.

Os autores deste estudo foram motivados a conduzir esta análise pela disparidade entre as diretrizes de consumo de álcool internacionais, argumentando que tal variação "pode refletir a ambiguidade dos limites de consumo de álcool associados com menor risco de mortalidade, assim como incerteza em relação às consequências específicas do consumo de álcool, incluindo aquelas relacionadas a subtipos de doenças cardiovasculares," escrevem eles.

A análise incluiu dados individuais de participantes em 83 estudos prospectivos de longo prazo conduzidos em 19 países desenvolvidos, com o objetivo de identificar limites de risco de mortalidade por qualquer causa e doença cardiovascular associados com o consumo de álcool. Participantes elegíveis precisavam ser consumidores de álcool no momento do estudo e não ter história de doença cardiovascular no início do mesmo.

Um total de 599.912 preenchiam estes critérios. A idade média deles era de 57 anos e eles foram recrutados para seus respectivos estudos entre 1964 e 2010. Cerca de 50% dos participantes no estudo consumiam mais de 100 g de álcool por semana, com 8,4% relatando consumo de mais de 350 g por semana.

Os participantes foram acompanhados por uma mediana de 7,5 anos, ou um total de 5,4 milhões de pessoas-ano. Durante este período, ocorreram 40.310 mortes por qualquer causa, incluindo 11.762 mortes por doença cardiovascular e 15.150 mortes relacionadas a câncer. Outros 39.018 participantes apresentaram um evento cardiovascular pela primeira vez, incluindo 12.090 acidentes vasculares cerebrais (AVCs), 14.539 infartos do miocárdio, 7.990 eventos de doença arterial coronária (excluindo infarto do miocárdio), 2.711 eventos de falência cardíaca, e 1.121 mortes por outras doenças cardiovasculares.

Para mortalidade por qualquer causa, "houve uma relação positiva e curvilinear com o consumo de álcool, com o menor risco para aqueles consumindo menos de 100 g por semana", escrevem os autores.

A relação com doença cardiovascular foi de certa maneira menos direta. Após ajustes pra idade, sexo, tabagismo e história de diabetes, a quantidade de álcool consumida mostrou relações praticamente lineares com AVC (hazard ratio, HR, por consumo maior que 100 g/semana: 1,14; intervalo de confiança, IC, de 95%, 1,10 - 1,17), doença coronariana excluindo infarto do miocárdio (HR: 1,06; IC de 95%, 1,00 - 1,11), falência cardíaca (HR: 1,09; IC de 95%, 1,03 - 1,15), doença hipertensiva fatal (HR: 1,24; IC de 95%, 1,15 - 1,33) e aneurisma de aorta fatal (HR: 1,15; IC de 95%, 1,03 - 1,28).

Para infarto do miocárdio, porém, houve uma relação inversa e aproximadamente logarítmica com o uso de álcool (HR: 0,94; IC de 95%, 0,91 - 0,97). O ajuste para pressão arterial sistólica reforçou esta relação inversa ainda mais, enquanto o ajuste para nível de colesterol HDL a enfraqueceu.

O análise também confirmou a associação entre consumo de álcool e vários tipos de câncer do trato digestivo. Em novembro de 2017, a American Society of Clinical Oncology (ASCO) publicou um comunicado formal conclamando os médicos a alertarem os pacientes de que o álcool é um fator de risco para vários tipos de neoplasia maligna, encorajando-os a reduzir o próprio risco de câncer diminuindo o consumo de álcool.

Quanto ao efeito do álcool na sobrevida, os autores observaram que, comparados com "os que relataram consumo entre 0 e 100 g (média usual 56 g) de álcool por semana, aqueles que relataram consumo entre 100 g e 200 g (média usual 123 g) por semana, entre 200 g e 350 g (média usual 208 g) por semana, ou >350 g (média usual 367 g) por semana tiveram expectativa de vida menor aos 40 anos de idade de aproximadamente seis meses, um a dois anos, ou quatro a cinco anos, respectivamente."

De forma geral, homens que mantiveram o consumo semanal de álcool menor que 100 g tiveram expectativa de vida aos 40 anos de idade cerca de um a dois anos mais longa do que a de homens que consumiram 196 g por semana. Para mulheres que consumiram mais do que o limite no Reino Unido de 112 g, ou o limite para mulheres nos Estados Unidos de 98 g, a expectativa de vida aos 40 anos foi 1,3 anos mais curta do que para aquelas que consumiram menos.

Esta análise "melhora substancialmente a informação de meta-análises anteriores que definem os limites mínimos de consumo de álcool", diz Jason Connor, em editorial de acompanhamento.

Entretanto, nem todos irão acolher estes achados de braços abertos, alerta Connor, do Centre for Youth Substance Abuse Research, da University of Queensland, em St. Lucia (Austrália).

"Os limites de consumo de álcool recomendados neste estudo irão sem dúvida ser descritos como improváveis e impraticáveis pela indústria do álcool e por outros que se opõem às advertências de saúde pública em relação ao álcool".

Ainda assim, conclui ele, "os achados devem ser disseminados globalmente e devem provocar um debate público e profissional informado."

Os autores do estudo relatam ter recebido patrocínio de Merck, Biogen, Novartis, Bioverativ, Pfizer, Zoll LifeCor, Johnson & Johnson, Janssen, United Health, IBM Watson, Element Science, Aetna, Hugo, Medtronic, Merck Sharp & Dohme UK, the Wellcome Trust, AstraZeneca, Nestle, Metagenics, The Medicines Company, GSK, DalCor, Sanofi, Berlin-Chemie, Kowa, Amgen, Roche Diagnostics, Beckmann, Singulex, e Abbott. Connor não relata conflitos de interesses relevantes.




Fonte: Medscape

   

      

 

      

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Influenza: a vacinação deve ser compulsória para profissionais da saúde?

29/04/2018
 

Por Roxana Tabakman

A vacinação compulsória anual dos profissionais da saúde contra a gripe deve ser defendida no Brasil como um imperativo ético e moral. Quem defende a ideia[1] é o especialista em doenças infecciosas e parasitárias e em bioética médica Dr. Bruno Rodolfo Schlemper Júnior. Segundo ele, a ética médica coloca em primeiro lugar o interesse dos pacientes (beneficência), não lhes causar dano (não maleficência) e proteger os vulneráveis (justiça). Finalmente, em tempos de movimentos anti-vacinas, o médico teria o dever moral de atuar como exemplo para o público.

A recomendação de incluir a profissionais da saúde na recomendação da vacina contra influenza não obedece apenas a exposição ocupacional, mas, fundamentalmente objetiva de evitar a disseminação de infecções para pacientes suscetíveis. Nos Estados Unidos, mais de 200 instituições de saúde tornaram a vacinação obrigatória, e os legisladores estaduais estão começando a promulgar leis que exigem a vacinação de trabalhadores da saúde respaldados pela Suprema Corte, que deu aos estados o poder de impor a obrigatoriedade[2].

Recomendação de vacinação, como se faz no Brasil, pode ser uma estratégia insuficiente, aponta o médico. Não há dados da cobertura da vacina da influenza nos profissionais da saúde do país. Na Europa, por exemplo, após três décadas de recomendações oficiais contra a influenza, as taxas de vacinação permaneceram abaixo de 30%[3].

Um relatório divulgado pelos Centers for Disease Control and Prevention(CDC) dos Estados Unidos em setembro de 2017[4] informa os resultados da pesquisa do pessoal de saúde realizada na internet com quase 2500 respostas voluntárias recrutadas pelo Medscape e a SSI (Survey Sampling International). A porcentagem dos que responderam ter recebido a vacina contra o Influenza na campanha de 2016-2017 foi de 78,6%. O que torna mais interessante este trabalho, no entanto, é que, como nas campanhas anteriores, a cobertura foi quase o dobro entre aqueles para os quais a vacina era uma condição imposta pelo empregador (96,7%) quando comparada com a dos que trabalhavam em centros onde a vacinação não era uma condição, nem era promovida ou oferecida no local (45,8%).

Neste relevamento, os voluntários que trabalhavam em hospital tinham uma adesão maior (69,5%) do que a dos que trabalhavam no cuidado ambulatório (39%) e em instituições de longa permanência (26,2%). Entre aqueles que não tinham exigência, a cobertura foi maior entre os que tinham acesso gratuito à imunização por mais de um dia no local de trabalho (80,3%), e superior à dos que tinham acesso por apenas um dia (73,8%), e a daqueles que não tinham acesso no local do trabalho, mas tiveram o acesso promovido pelo empregador (70,4%). Menos da metade (45,8%) dos que responderam a pesquisa tinha recebido a vacina quando o aceso não era promovido de maneira nenhuma.

"O Hospital Moriah oferece a vacinação gratuitamente a todos os funcionários. Para o corpo clínico aberto, cujo médico não é funcionário do Hospital, ela é oferecida com desconto especial. A média de efetivação da vacina é de 90% dos colaboradores"– informa a assessoria de imprensa de um dos mais novos hospitais de São Paulo.
 

Sem impedimentos

"Se não houver impedimento, a vacina deveria ser obrigatória para o bem da saúde coletiva", diz ao Medscape o infectologista Dr. Caio Rosenthal, conselheiro do Cremesp, em entrevista por telefone.

Ele destaca que o órgão não tem um resolução especial sobre o tema, mas que "se a vacinação contra influenza for exigida, e o médico se recusar, a autonomia deve ser respeitada. Porém, pensando na saúde coletiva, o médico que se recusar a receber a vacina deve ser chamado para uma conversa e apresentar justificativas para isso. Se não tiverem fundamento, ele pode não ser aceito para trabalhar."

Como está incluída no programa nacional de vacinação, a dose contra a gripe é oferecida gratuitamente nas unidades básicas de saúde. Portanto, diz o Dr. Rosenthal, no Brasil o impedimento nunca é econômico.

"Se o hospital é privado e não oferece a vacina sem custo, deve permitir que o funcionário falte ao trabalho para ir tomar a vacina", diz o conelheiro do Cremesp.

A adesão dos profissionais de saúde brasileiros às campanhas anuais de vacinação tem variado, disse ao Medscape o Dr. Expedito José de Albuquerque Luna, docente do Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo e autor de um trabalho sobre políticas de vacinação contra influenza no Brasil[5]. Nos anos em que houve maior divulgação, como na vacinação contra a gripe pandêmica em 2010, a cobertura vacinal ficou acima de 100%, mas nos anos "normais" menos de 50% se vacinam.

"Entendo que a vacinação de profissionais de saúde contra a influenza deveria ser obrigatória por uma razão simples: eles constituem um dos grupos populacionais mais expostos à infecção por vírus respiratórios durante suas atividades profissionais. E além de estarem em maior risco, podem atuar também como disseminadores das infecções, durante o período de incubação, ou mesmo já com sintomas, transmitindo-as a outros pacientes", diz o Dr. Albuquerque Luna.
 

Responsabilidade de quem?

Há quem considera ser dever da instituição proporcionar a vacinação aos profissionais de saúde que nela atuam, como cuidado básico do paciente[6] e pela alta mortalidade que um surto de influenza pode causar no hospital, especialmente em grupos de risco e indivíduos mais suscetíveis.

Um estudo já destacou[7] que, mesmo sendo a influenza adquirida no hospital algo pouco prevalente, quando ela acontece, é muito difícil determinar a origem e controlá-la.

"Oferecer a vacina é responsabilidade institucional, e aceitar a vacina é responsabilidade individual", diz o professor Schlemper Júnior, hoje professor de Bioética na Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc) e membro do corpo editorial da Revista da Sociedade Brasileira de Bioética.

Entre a noção de responsabilidade individual e a obrigatoriedade, com ameaça da perda do emprego[8], há posições intermediárias, diz o especialista, como programas educacionais que possibilitem aos profissionais de saúde identificar melhor os riscos e os benefícios individuais e coletivos.

 

Fonte: Medscape

 

 

      

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CRM-SC convida para reunião em Blumenau, no próximo dia 2, às 18h

26/04/2018
 

 

 

 

      

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Nota à sociedade

25/04/2018
 

 

 

 

      

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Entidades médicas se preparam para a realização do XXI FEMESC, em Imbituba

25/04/2018
 

 

 

 

      

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Entra em vigor Resolução CFM nº 2.170/17, que regulamenta funcionamento das chamadas clínicas populares

24/04/2018
 

Começa a valer nesta terça-feira (24) a Resolução CFM nº 2.170/17. A norma “define as clínicas médicas de atendimento ambulatorial, incluindo as denominadas clínicas populares, como empresas médicas e determina critérios para seu funcionamento e registro perante os Conselhos Regionais de Medicina”. O relator da Resolução e diretor de Fiscalização do CFM, Emmanuel Fortes, esclarece que os noventa dias entre a publicação no Diário Oficial de União (DOU) e a entrada em vigor da resolução foram suficientes para que as clínicas se registrassem nos respectivos Conselhos Regionais de Medicina (CRM), indicando o nome do diretor técnico responsável, além de se adaptarem às demais regras. “Acreditamos que todas estão funcionando de acordo com o estabelecido na Resolução”, prevê Fortes.

Além da indicação do diretor técnico médico responsável no CRM, a Resolução CFM 2.170/17 estabelece que a divulgação de valores só pode ser feita no interior dos estabelecimentos e proíbe os anúncios publicitários com indicação de preços de consultas, formas de pagamentos que caracterizem a prática da concorrência desleal, comércio e captação de clientela. "É preciso lembrar que o Código de Ética Médica veda ao médico praticar concorrência desleal com outro médico", ressaltou Fortes.

As clínicas também estarão impedidas de oferecer qualquer promoção relacionada ao fornecimento de cartões de descontos, fidelidade ou similares. Essa prática é proibida desde 2010, quando o CFM entendeu que a adesão de médicos às regras de promoções deste tipo deixa o sigilo do paciente vulnerável.

Emmanuel Fortes enfatiza que a regulamentação de diretrizes específicas para as clínicas populares visa adequar estes estabelecimentos às normativas legais, ao Código de Ética Médica e às normas gerais de funcionamento de todos os estabelecimentos de assistência médica no Brasil. "Estas clínicas são empresas de prestação de serviços médicos e, portanto, são obrigadas a ter registro no CRM da jurisdição onde atuam. Além disso, o corpo clínico deve contar com médicos comprovadamente habilitados para o exercício da medicina no Brasil e os serviços colocados à disposição da população devem se limitar a atos e procedimentos reconhecidos pelo CFM", alerta Fortes.

Conflito de interesses – De acordo com a Resolução do CFM, também é vedado à clínica médica de atendimento ambulatorial se instalar junto a estabelecimentos que comercializem órteses, próteses, implantes de qualquer natureza, produtos e insumos médicos. Também não podem funcionar "em contiguidade" a óticas, farmácias, drogarias e comércio varejista de combustíveis, ou em interação com estabelecimentos comerciais de estética e beleza. No entanto, é permitido o funcionamento desses estabelecimentos em locais de grande fluxo de pessoas, como shoppings centers.

Para o presidente do CFM, Carlos Vital, a migração dos médicos para as clínicas populares pode ser "uma reação à precarização dos contratos de trabalho com os serviços públicos, à baixa remuneração oferecida em concursos e à ausência de uma carreira de Estado para o médico", avalia Carlos Vital.

O presidente do CFM ressalta, no entanto, que o principal atrativo destas clínicas deve ser a qualidade e não o preço ou a remuneração. "Do ponto de vista de negócios, qualquer acordo ou contrato deve estar atento ao artigo 58 do Código de Ética Medica, que proíbe o médico o exercício da profissão de forma mercantilista. Por sua vez, o artigo 63 aponta que é proibido explorar o trabalho de outro médico, isoladamente ou em equipe, na condição de proprietário, sócio, dirigente ou gestor de empresas ou instituições prestadoras de serviços médicos", disse.  

 

 

 

      

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Decisão da Justiça: Farmacêuticos estão proibidos de realizar procedimentos dermatológicos estéticos

20/04/2018
 

Procedimentos dermatológicos como aplicação de botox e laserterapia; e realização de peelings, preenchimentos e bichectomias só podem ser realizados por médicos. Essa é a conclusão de decisão liminar tomada pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região que anulou os efeitos de resolução do Conselho Federal de Farmácia (CFF), que estendia essa possibilidade aos farmacêuticos.

 

Em ação proposta pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), a desembargadora-relatora Ângela Catão anulou a Resolução CFF nº 573/2013 que definia as “atribuições do farmacêutico no exercício da saúde estética e da responsabilidade técnica por estabelecimentos que executam atividades afins”. Em sua decisão, a Justiça reiterou o entendimento de que todos os procedimentos estéticos invasivos só podem ser realizados por médicos.

 

“O CFM, em sua luta em defesa do ato médico, conseguiu provar ao TRF a ilegalidade da norma do CFF, que promoveu a invasão da área de atuação da Medicina. Ficou claro para a Corte que o profissional farmacêutico não tem capacitação técnica para realizar atos médicos na área de saúde estética da pele. Da mesma forma, mostrou que a realização de alguns procedimentos estéticos dermatológicos é ato invasivo que necessita de diagnóstico clínico nosológico”, disse o presidente do Conselho, Carlos Vital, ao receber a notícia.

 

Segundo a decisão, o médico, com especialização em dermatologia ou cirurgia plástica, é o profissional apto a realizar procedimentos deste tipo. Para a desembargadora, devido ao conhecimento na área de anatomia e fisiopatologia e da possibilidade de diagnóstico prévio de doença impeditiva do ato e da terapêutica, “a capacitação técnica não pode estar limitada à execução do procedimento”.

 

“A desembargadora compreendeu os riscos impostos aos pacientes. Os procedimentos estéticos, apesar de sua aparente simplicidade, podem resultar em lesões de difícil reparação, deformidades e óbito do paciente”, reiterou Carlos Vital.  Além disso, para o TRF, os profissionais não-médicos da área de saúde estão impedidos de praticar atos médicos, como procedimentos estéticos invasivos em maior ou menor grau. O entendimento é de que essas atribuições estão definidas em lei e não podem ser alteradas por normas aprovadas pelos conselhos de classe, como fez o CFF nesta situação.

 

“Porquanto não há respaldo legal em simples regulamentações emitidas pelos Conselhos, pois o normativo infralegal não tem o condão de restringir ou ampliar o exercício profissional. Ou seja, a lei dispõe sobre os limites do campo de atuação profissional, considerando a jurisdição dos respectivos órgãos de fiscalização profissional, nos termos do inciso XIII, artigo 5º da Constituição Federal”, cita a decisão, à qual ainda cabe recurso.

 

Essa decisão da Justiça Federal é mais um fruto da estratégia elaborada pelo CFM, que criou uma Comissão Jurídica de Defesa ao Ato Médico, composta por advogados e representantes de várias entidades, como Associação Médica Brasileira (AMB), Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) e sociedades de especialidades médicas. Desde então, o grupo tem proposto ações e medidas em diferentes âmbitos em defesa dos interesses dos médicos, da medicina e da população.

 

De forma conjunta, a Comissão estabeleceu um fluxo técnico para fazer contraposição aos atos administrativos ilegais praticados por setores da gestão ou de outras categorias profissionais. Para tanto, tem tomado todas as medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis para suspender e anular judicialmente normativos, requerer a apuração da responsabilidade de gestores que os editaram e denunciar casos concretos de exercício ilegal da medicina, com apuração da responsabilidade civil e criminal dos envolvidos nos inúmeros casos de prejuízo a pacientes. 

 

 

 

      

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Câncer já é a primeira causa de morte em 10% dos municípios brasileiros, diz estudo

16/04/2018
 

Em 516 dos 5.570 municípios brasileiros o câncer já é a principal causa de morte. Esta é principal conclusão de levantamento inédito feito com base nos números oficiais mais recentes do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM). De acordo com a análise do Observatório de Oncologia do movimento Todos Juntos Contra o Câncer (TJCC), em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM), a doença avança a cada ano e, com a manutenção dessa trajetória, em pouco mais de uma década as neoplasias serão as responsáveis pela maioria dos óbitos no Brasil.

Os dados foram apresentados nesta segunda-feira (16), na sede do CFM, durante a terceira edição do Fórum Big Data em Oncologia promovido pelo TJCC, com o apoio do CFM, e que reuniu especialistas no assunto, autoridades e representantes de pacientes. Para a coordenadora do movimento e presidente e da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (ABRALE), Merula Steagall, a expectativa é de que o estudo contribua para um melhor planejamento das ações de controle, prevenção e tratamento da doença no Brasil.

“O aumento da mortalidade pela doença aqui está relacionado, também, às dificuldades enfrentadas pelo paciente para o diagnóstico e para o acesso ao tratamento. Diversos tipos de câncer são preveníveis e outros têm seu risco de morte significativamente reduzido quando diagnosticado precocemente. Nosso objetivo é alertar e engajar os múltiplos atores a somarem esforços no combate ao câncer”, destacou Merula.

Já o 1º secretário do CFM, Hermann von Tiesenhausen, enfatizou a importância de se discutir o avanço do câncer, especialmente no momento em que os candidatos a cargos eletivos elegem suas prioridades para as Eleições Gerais de 2018. “Este diagnóstico revela um grave problema de saúde pública que, a cada ano, assume maior relevância na lista de prioridades dos gestores. Na visão do CFM, é preciso envidar todos os esforços para conter essa epidemia e manter a obediência às diretrizes e aos princípios constitucionais que regulam a assistência nas redes pública, suplementar e privada no Brasil”.

Os dados mostram que a maior parte das cidades onde o câncer já é a principal causa de morte está localizada em regiões mais desenvolvidas do País, justamente onde a expectativa de vida e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) são maiores. Dos 516 municípios onde os tumores matam mais, 80% ficam no Sul (275) e Sudeste (140). No Nordeste, estão 9% dessas localidades (48); no Centro-Oeste, 34 (7%); e no Norte, 19 (4%).

Ao todo, estes municípios concentram uma população total de 6,6 milhões de habitantes. Onze municípios são considerados de grande porte, sendo Caxias do Sul (RS) o mais populoso deles, com quase meio milhão de habitantes. Outros 27 são de médio porte (com população entre 25 mil e 100 mil) e a grande maioria (478) está situada na faixa de pequenos municípios, com menos de 25 mil habitantes. Araguainha, menor cidade do Mato Grosso, é também a menor cidade da lista identificada pelo TJCC e CFM.  

O Rio Grande do Sul é o Estado com o maior número de municípios (140) onde o câncer é a primeira causa de morte. Enquanto em todo o País as mortes por câncer representam 16,6% do total, no território gaúcho esse índice chega a 33,6%. Um dos fatores que pode explicar a alta incidência de câncer na região são as características genéticas da população, que pode apresentar maior predisposição para desenvolver o câncer de pele (melanoma), por exemplo. 

Das 27 unidades federativas, 24 contam com pelo menos uma localidade onde o câncer é a principal causa de mortalidade. Alagoas e Amapá foram os únicos estados onde essa situação não aconteceu, além do Distrito Federal, que, por sua característica administrativa, não se divide em municípios. Nos três, a principal causa de óbito está relacionada às doenças do aparelho circulatório.

 

 

      

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CRM-SC convida médicos de Criciúma e região para encontro, dia 24 

17/04/2018
 

  

 

 

      

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CRM-SC recebe homenagem por campanha de doação de órgãos

11/04/2018
 

 

A Central da SC Transplantes será homenageada hoje (11/04), às 19h, em Sessão Especial, no Plenário Deputado Osni Régis, da Assembleia Legislativa de Santa Catarina. Na ocasião, o Conselho Regional de Medicina de Santa também será homenageado pela campanha CRM-SC em Defesa da Vida – Doe Órgãos, Doe Esperança.

Representando o CRM-SC estarão o ex-presidente, Dr. Antonio Silveira Sbissa; a vice-presidente, Dra. Rachel Duarte Moritz; o diretor de Comunicação, Dr. Rodrigo Bertoncini; e a assessora de Comunicação, Angela Muniz.

 

A campanha

Com foco na classe médica, a campanha CRM-SC em Defesa da Vida – Doe Órgãos, Doe Esperança foi desenvolvida em 2016. Levou aos médicos de Santa Catarina informações e orientações sobre o tema através de um hotsite (www.cremesc.org.br/campanhadoacao), da Revista CREMESC 124 (http://arquivos.cremesc.org.br/publicacao/Revista_124/HTML/) e através do Boletim E-CREMESC, enviado semanalmente.  

 

 

 

      

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Presidente em exercício 

09/04/2018
 

  

 

 

      

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Atenção!

06/04/2018
 

 

 

 

 

 

      

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CRM-SC realiza encontros com médicos da região Oeste 

02/04/2018
 

 

 

 

 

      

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CRM-SC agiliza atendimento dos processos de PJ

02/04/2018
 

O CRM-SC deu um passo importante, esta semana, para garantir a agilidade dos processos de Pessoa Jurídica. A Diretoria decidiu abolir a prática da conferência da documentação física, sendo necessária apenas a aceitação dos documentos virtuais anexados, sob a ciência do Diretor Técnico e dos representantes da Pessoa Jurídica. A decisão faz parte do processo de modernização administrativa, que está em implantação desde o início desta gestão. Vamos reduzir protocolo, tempo de atendimento e de conferência e até mesmo de arquivo. Mas o principal beneficiado será, com certeza, o médico, que terá seus pedidos atendidos com mais rapidez.

O acesso continua sendo feito da mesma forma, através www.cremesc.org.br/acessorestrito.jsp

 

 

 

 

 

      

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Programe-se 

26/03/2018
 

 

      

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Nota à sociedade catarinense 

21/03/2018
 

 

 

 

 

      

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Demografia Médica 2018 

20/03/2018
 

 

 

      

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Diretoria realiza reuniões em Joaçaba e Lages neste final de semana 

19/03/2018
 

Confira a agenda de reuniões desta semana:

 

 

 

      

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Incorporação de práticas integrativas no SUS ignora prioridades na alocação de recursos, diz CFM em nota 

13/03/2018
 

As chamadas práticas integrativas e complementares – que receberam o incremento de mais dez modalidades pelo Ministério da Saúde nessa semana – "não apresentam resultados e eficácia comprovados cientificamente". A avaliação é do Conselho Federal de Medicina (CFM), expressa por meio de nota divulgada à imprensa e à sociedade nesta terça-feira (13).

 

Além da falta de comprovação científica (que torna a prescrição e o uso desses procedimentos proibidos aos médicos), a autarquia considera que a decisão de incorporação dessas práticas na rede pública ignora prioridades na alocação de recursos no SUS e cobra dos gestores medidas que otimizem a competência administrativa do sistema.

 

Leia abaixo a íntegra do documento ou clique aqui para acessá-lo.

 

 

      

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Galeria de fotos do XI Fórum de Ética Médica e da solenidade em comemoração aos 60 anos do CRM-SC 

11/03/2018
 

Confira as fotos dos eventos do último final de semana:

Fórum de Ética Médica do CRM-SC - Dias 9 e 10 de março 

 

Solenidade em comemoração as 60 anos do CRM-SC - Dia 10 de março 

      

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Circular do CFM sobre disponibilidade de prontuários médicos a magistrados 

09/03/2018
 

 

 

      

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CFM regulamenta Uber da medicina 

28/02/2018
 

Preocupado em oferecer mais segurança ao ato médico e aos pacientes, o Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou nesta quarta-feira (28) a Resolução nº 2.178 (ACESSE AQUI), regulamentando a atuação dos aplicativos (APPs) que conectam pacientes a serviços de atendimento domiciliares. Entre as exigências que os aplicativos deverão cumprir de modo obrigatório estão a exigência de que todos os especialistas anunciados sejam efetivamente preparados para atuação na área específica, o engajamento de um diretor-técnico médico, a promoção do arquivamento dos prontuários de atendimento e a inscrição no Conselho Regional de Medicina (CRM) do Estado onde pretende atuar.

 

Esses APPs devem orientar seus médicos cadastrados a arquivarem (em meio físico ou digital) os prontuários dos pacientes. Esse ato obrigatório visa assegurar que as informações coletadas em diferentes consultas possam ser usadas por outros médicos, permitindo o acompanhamento de tratamentos. Em caso de mudança de profissional, o paciente poderá pedir o seu dossiê para entrega ao seu novo médico.

 

Regras éticas - Para o CFM, é ético o uso desse tipo de serviço, comumente chamado de “uber da medicina”. Contudo, a autarquia entende que as regras éticas devem ser cumpridas pelos profissionais inscritos e pelas empresas do setor. “Os médicos não devem firmar contrato com operadoras que estejam em desacordo com o normativo do CFM”, alerta o diretor de Fiscalização do CFM e relator da Resolução, Emmanuel Fortes.

 

A indicação do diretor-técnico médico é imprescindível, na avaliação do Plenário do CFM, pois é esse profissional que responderá, em última instância, pela qualidade do atendimento. Ou seja, caberá a ele, por exemplo, assegurar que todo médico anunciado pela plataforma seja inscrito no CRM e que observe o cumprimento dos critérios para o exercício ético da medicina, com base em parâmetros de competência, excelência, autonomia, sigilo e respeito.

 

Outra medida importante é a determinação de que apenas os médicos com Registro de Qualificação de Especialidade (RQE) possam atender nas especialidades para as quais se habilitam. Por exemplo, um médico que se anuncia ginecologista deverá provar que possui esse número, o qual só é concedido aos especialistas que comprovadamente concluíram Residência Médica em ginecologia ou foram aprovados em exames promovidos pela Federação das Associações Brasileiras de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), capazes de mensurar sua qualificação para o atendimento.

 

Publicidade - A Resolução nº 2.178 também determina que os aplicativos desse tipo devem se adequar às regras da publicidade médica (Resoluções CFM nº 1.974/11 e nº 2.126/15). Pelas normas, é proibido divulgar valores das consultas ou procedimentos médicos em anúncios promocionais, o que pode ser caracterizado como forma desleal de angariar clientela ou concorrência desleal.

 

“Os preços devem ser disponibilizados apenas no perfil do médico para que o interessado na contratação, ao abrir a ficha, saiba quanto pagará, concordando, ou não, antes do atendimento”, explica Emmanuel Fortes. Da mesma forma, o CFM determinou que o aplicativo não divulgue ou promova o ranqueamento dos médicos prestadores de serviço, o que promove a comercialização da prática profissional.

 

Contrato – No documento, o CFM ressalta ainda a necessidade de o médico assinar um contrato com a empresa detentora do aplicativo, contendo os termos para a prestação do serviço. O profissional também deve exigir a definição clara de valores do serviço. Ao diretor-técnico caberá garantir que o médico receba a remuneração acordada.

 

Para Emmanuel Fortes, ao mesmo tempo em que o “uber da medicina” promove a renovação das tradicionais visitas domiciliares, também muda a relação médico-paciente, já que esse contato é intermediado por um aplicativo. “Essa nova modalidade traz grandes desafios, pois há diversas variáveis que fazem com que seja muito tênue a linha divisória entre o que é ético e o que não é ético no exercício profissional. Por isso, é essencial que o CFM regulamente o que deve ser obedecido pelos aplicativos e pelos médicos”, argumenta.

 

Fortes ressalta ainda que o ineditismo do aplicativo levou à elaboração de uma resolução totalmente inovadora. “A exigência de um diretor-técnico, do registro do RQE, do contrato escrito e da ficha clínica, tudo isso é novo quando se trata de aplicativos, que até então não tinham nenhuma forma de regulamentação”, afirma.

 

A Resolução 2.178 publicada nesta quarta-feira entra em vigor imediatamente.

 

 

Primeiro aplicativo brasileiro foi criado em 2016

 

 

Seguindo uma tendência internacional, o primeiro aplicativo brasileiro que pode ser classificado como um exemplo de uber da medicina surgiu em 2015. Meses antes, haviam sido lançados aplicativos semelhantes nos Estados Unidos - em São Francisco e Nova York, respectivamente -, com o mesmo objetivo.

 

Atualmente, essa empresa brasileira, que detém a maior fatia desse mercado está presente em mais de 160 cidades e em todas as capitais brasileiras, com 2.750 médicos cadastrados. Mensalmente o aplicativo faz a intermediação de cerca de mil atendimentos. São realizadas apenas consultas eletivas, não podendo ser realizados outros procedimentos médicos.

 

Além dele, hoje há outros dois aplicativos nacionais que oferecem esse serviço. De forma geral, são oferecidos aos pacientes interessados médicos em mais de 50 especialidades, sendo as mais solicitadas: clínica médica, pediatria, clínica geral e medicina de família e comunidade. O preço médio da consulta é de R$ 200, dos quais a empresa fica com um percentual definido em contrato.

 

Ao acessar o APP, o paciente pode escolher o médico, mas no caso de emergência, essa escolha não é possível. O aplicativo garante que em no máximo três horas o paciente receberá o atendimento em casa.

 

      

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Novas regras para a prática do ato anestésico reforçam segurança do paciente 

27/02/2018
 

A prática do ato anestésico recebeu, nesta terça-feira (27), novas diretrizes do Conselho Federal de Medicina (CFM). O objetivo da atualização – publicada após mais de dez anos de vigência da norma anterior – foi adequar as novas regras às atuais terminologias e responsabilidades dos médicos anestesiologistas em sua atuação clínica diária. 

 

Acesse aqui a íntegra da Resolução CFM nº 2.174/2017

 

 

Ainda como resultado, a Câmara Técnica de Anestesiologia do CFM, que conduziu esse trabalho – agregando experiências de diversos especialistas e da Sociedade Brasileira de Anestesiologia (SBA) –, pretende aumentar a segurança do ato anestésico, inclusive com o incremento de novas tecnologias farmacocinéticas e farmacodinâmicas e seus respectivos monitoramentos na prática clínica, conforme explica o relator da norma, o conselheiro Alexandre de Menezes Rodrigues.

 

Segundo Rodrigues, "as mudanças epidemiológicas nos últimos 10 anos, com o envelhecimento da população, tornaram mais complexos os procedimentos anestésicos e demandaram o empenho normatizador do CFM sobre esse cenário, que tem forte repercussão na prática médica".

 

Outro ponto de destaque em relação à segurança foi a ênfase ao papel de médicos e diretores técnicos para garantir as condições técnicas de atendimento nas instituições públicas ou privadas. Nesse sentido, a nova diretriz considera regramentos recentes do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que tratam do tema. Considera também dispositivos recentes do CFM, como a Resolução CFM nº 2.147/2016.

 

"Uma importante novidade é o detalhamento sobre as responsabilidades dos médicos em relação à verificação das condições de segurança. Orientamos que comuniquem qualquer irregularidade ao diretor técnico e, quando necessário, à Comissão de Ética Médica da instituição ou ao Conselho Regional de Medicina (CRM). Em casos específicos, está autorizada inclusive a suspensão da realização do procedimento", explica Rodrigues.

 

Segurança reforçada – A nova diretriz apresenta, ainda, em detalhes, a responsabilidade do diretor técnico da instituição para assegurar as condições de segurança e relaciona as condições mínimas de segurança para a prática da anestesia (tipos de monitorização do paciente e equipamentos, instrumental e materiais, e fármacos obrigatórios).

 

Além disso, novos artigos tratam sobre medidas preventivas voltadas à redução de riscos. Entre elas estão a observância de critérios clínicos de gravidade e outras recomendações gerais como responsabilidades por atos médicos, orientações sobre relações de trabalho (como carga horária compatível com as exigências legais e profissionais suficientes, por exemplo), notificação de eventos adversos e treinamento de situações críticas em anestesia, entre outros pontos.

 

Veja as principais mudanças trazidas pela Resolução CFM nº 2.174/2017, já em vigor:

 

A nova diretriz considera regramentos recentes que repercutem na prática do ato anestésico como a Portaria nº 529, do Ministério da Saúde e a RDC nº 36 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que tratam da segurança do paciente em serviços de saúde. Considera também dispositivos recentes do CFM que têm relação com o tema, como a Resolução CFM nº 2.147/2016, que trata da garantia das condições técnicas de atendimento nas instituições públicas ou privadas.

 

A norma conta agora com nove anexos que tratam do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, da documentação da anestesia no pré-operatório, no intraoperatório e no pós-operatório, além de diretrizes para auxiliar na identificação do risco cirúrgico e listas de equipamentos obrigatórios ou recomendados para a administração da anestesia e suporte cardiorrespiratório. Detalham, ainda, instrumentos, materiais e fármacos que permitem a realização de qualquer ato anestésico com segurança, assim como a realização de procedimentos técnicos da equipe voltados à reanimação cardiorrespiratória.

 

Os incisos V e VI do Art. 1º trazem novo detalhamento sobre as responsabilidades do médico em relação à verificação das condições de segurança do ambiente cirúrgico e da sala de recuperação pós-anestésica, orientando-o a comunicar qualquer irregularidade ao diretor técnico da instituição e, quando necessário, à Comissão de Ética Médica ou ao Conselho Regional de Medicina (CRM). Em casos específicos, está autorizada inclusive a suspensão da realização do procedimento.

 

O Art. 2º apresenta em detalhes a responsabilidade do diretor técnico da instituição para assegurar as condições de segurança, "as quais devem ser definidas previamente entre: o médico anestesista responsável, o serviço de anestesia e o diretor técnico da instituição hospitalar" e seguir as exigências relacionadas no Art. 3º.

 

As condições mínimas de segurança para a prática da anestesia como tipos de monitorização do paciente e equipamentos, instrumental e materiais, e fármacos obrigatórios estão relacionados no Art. 3º

 

O Art. 6º A alta da sala de recuperação pós-anestésica, antes responsabilidade exclusiva do médico anestesiologista, agora pode ser dada também pelo plantonista dessa unidade.

 

O § 6º do Art. 7º, ao estabelecer os tipos de monitoramento aos quais o paciente deverá ser submetido na SRPA, traz novos itens a serem observados, como movimento de membros inferiores e superiores pós-anestesia regional. Outros novos itens são o controle da temperatura corporal e dos meios para assegurar a normotermia, e o controle de náuseas e vômitos.

 

Novos artigos como os 4º e 5º tratam sobre medidas preventivas voltadas à redução de riscos e ao aumento da segurança do ato anestésico. Entre elas estão a observância de critérios clínicos de gravidade e outras recomendações gerais como responsabilidades por atos médicos, orientações sobre relações de trabalho (como carga horária compatível com as exigências legais e profissionais suficientes, por exemplo), notificação de eventos adversos e treinamento de situações críticas em anestesia, entre outros.

 

Os artigos 7º e 8º pormenorizam as responsabilidades e obrigações dos médicos plantonista e anestesista envolvidos na remoção do paciente para a SRPA, desde a admissão até o momento da alta, e também a remoção para o Centro de Terapia Intensiva (CTI).

 

 

      

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Agende-se! 

15/02/2018
 

 

      

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Fórum de Ética Médica em comemoração aos 60 anos do CRM-SC 

12/01/2018
 

 

      

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Nota 

22/12/2017
 

 

      

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Nota à sociedade 

21/12/2017
 

 

      

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Diretoria do CRM-SC na UPA Norte de Florianópolis 

14/12/2017
 

 

A Diretoria do CRM-SC reuniu hoje, quinta-feira (14/12), com os médicos da UPA Norte de Florianópolis. Durante o encontro, os profissionais expuseram as condições de trabalho e suas necessidades para exercer a medicina com qualidade. Os representantes do CRM-SC

Na próxima terça-feira, dia 19/12, a Diretoria do CRM-SC vai à UPA Sul. 

 

 

      

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O seu corpo e o nazismo 

18/12/2017
 

Como a ciência nazista ainda influi no estudo da anatomia e alimenta debate sobre aborto

Leia matéria em https://www.uol/noticias/especiais/ciencia-nazista.htm

 

      

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Aula de ética - FURB, UNISUL PEDRA BRANCA, UNIPLAC e UNIVILLE 

14/12/2017
 

 

O CRM-SC realizou hoje aula de ética e entrega da carteira de médicos aos recém-formados pela FURB, UNISUL PEDRA BRANCA, UNIPLAC e UNIVILLE.

 

Confira as fotos em https://goo.gl/hpXkUD

 

      

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Aula de ética - FURB, UNISUL PEDRA BRANCA, UNIPLAC e UNIVILLE 

14/12/2017
 

 

O CRM-SC realizou hoje aula de ética e entrega da carteira de médicos aos recém-formados pela FURB, UNISUL PEDRA BRANCA, UNIPLAC e UNIVILLE.

 

Confira as fotos em https://goo.gl/hpXkUD

 

      

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CFM atualiza resolução com critérios de diagnóstico da morte encefálica 

12/12/2017
 

O Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou nesta terça-feira (12) a atualização dos critérios para a definição de morte encefálica, que agora poderá ser diagnosticada por mais especialistas, além do neurologista. A Resolução nº 2.173/17 substitui a de nº 1.480/97 e atende o que determina a lei nº 9.434/97 e o decreto presidencial nº 9.175/17, que regulamentam o transplante de órgãos no Brasil. “Nesses 20 anos de vigência da Resolução nº 1.480/97, mais de 100 mil diagnósticos de morte encefálica foram realizados no Brasil, sem que ocorresse qualquer contestação. No entanto, as transformações sociais e a evolução da medicina levaram o CFM a atualizar os critérios”, explicou o relator da Resolução nº 2.137/17, neurologista Hideraldo Cabeça.

 

De acordo com a lei nº 9.434/97, a retirada de tecidos, órgãos ou partes do corpo humano destinados a transplante ou tratamento deverá ser precedida de diagnóstico de morte encefálica, constatada por dois médicos não participantes das equipes de remoção e de transplante, mediante a utilização de critérios clínicos e tecnológicos definidos por resolução do CFM.

 

A Resolução CFM nº 2.173/17 estabelece que os procedimentos para a determinação da morte encefálica devem ser iniciados em todos os pacientes que apresentem coma não perceptivo, ausência de reatividade supraespinhal e apneia persistente. 

 

O quadro clínico do paciente também deve apresentar todos os seguintes pré-requisitos: presença de lesão encefálica de causa conhecida e irreversível; ausência de fatores tratáveis que confundiriam o diagnóstico; tratamento e observação no hospital pelo período mínimo de seis horas; temperatura corporal superior a 35º graus; e saturação arterial de acordo com critérios estabelecidos pela Resolução. No caso de crianças, os parâmetros são um pouco diferentes, com um período de observação maior.

 

“O paciente com morte encefálica é um desafio ao corpo clínico do hospital. A equipe multidisciplinar deve ter uma boa compreensão sobre os eventos fisiopatológicos que surgem após a lesão cerebral grave, levando o paciente ao coma não reativo e com ausência dos reflexos do tronco cerebral. Surgem distúrbios endócrinos, pulmonares e cardiovasculares que podem comprometer a perfusão e boa oxigenação de órgãos como, por exemplo, intestinos, pâncreas e rins, os quais, se não forem corrigidas de imediato, comprometem a função do órgão que eventualmente possa ser doado”, explica Hideraldo Cabeça. Pesquisa realizada com 320 pacientes com morte encefálica, mostrou que 88% tiveram parada cardíaca em até 24 horas após o diagnóstico e 100% em até cinco dias.

 

Paciente deve ser submetido a exames clínicos e complementares

 

Além do exame clínico, que deve ser realizado por dois médicos diferentes, com um intervalo mínimo de uma hora entre o primeiro e o segundo, o paciente deve ser submetido a um teste de apneia e a exames complementares. “É obrigatória a realização desses exames para que seja demonstrada, de forma inequívoca, a ausência de perfusão sanguínea ou de atividade elétrica ou metabólica encefálica e, também, para que se tenha uma confirmação documental da situação”, explica Hideraldo Cabeça.

 

Esses exames podem ser a angiografia cerebral, o eletroencefalograma, o doppler transcraniano e a cintilografia. O laudo deve ser assinado por profissional com comprovada experiência e capacitação para a realização desse tipo de exame.

O paciente também deve ser submetido a um teste de apneia, que estimula o centro respiratório de forma máxima. É necessária a realização de um único teste. Segundo Hideraldo Cabeça, vários estudos demonstraram que a realização de dois testes não aumenta a especificidade ou a segurança do diagnóstico.

 

O relator da Resolução nº 2.172/17 ressalta que os critérios brasileiros são conservadores e mais seguros do que o de outros países. “Na Alemanha, a morte encefálica é diagnosticada por apenas um médico e um exame complementar. E nos Estados Unidos o exame complementar é opcional”, conta. Pesquisas realizada no começo dos anos 2000, em 80 países, e publicada no New England Journal, em 2002, constatou que a participação dos dois médicos era exigida em 34% deles e em 59% era necessária a realização do teste de apneia.

 

Outro levantamento, realizado em 2015, incluindo 91 países, constatou que em 70% deles existia uma legislação específica para determinação da morte encefálica, sendo que em 60% havia a exigência de um médico com treinamento em neurologia, neurocirurgia ou terapia intensiva para realizar a determinação da morte encefálica. Em 56% dos países havia um critério específico para crianças.

 

      

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COMUNCADO 

07/12/2017
 

O Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC) comunica que estará fechado do dia 25 até 1° de janeiro, retornando o expediente no dia 2, às 13h.

 

      

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CFM divulga os critérios exigidos para a realização de cirurgia metabólica no País 

08/12/2017
 

O Conselho Federal de Medicina (CFM) reconheceu, através da Resolução nº 2.172/2017, a cirurgia metabólica como opção terapêutica para pacientes portadores de diabetes mellitus tipo 2 (DM2) que tenham índice de massa corpórea (IMC) entre 30 kg/m2 e 34,9 kg/m2, desde que a enfermidade não tenha sido controlada com tratamento clínico. O texto foi enviado ao Diário Oficial da União e entrará em vigor após sua publicação.
 

Pelos critérios estabelecidos, além de ter IMC entre 30 kg/m2 e 34,9 kg/m2, pacientes poderão ser elegíveis para se submeter a esse procedimento se apresentarem: idade mínima de 30 anos e máxima de 70 anos; diagnóstico definido de diabetes tipo 2 a menos de 10 anos; apresentar refração comprovada ao tratamento clínico; e não possuir contraindicações para o procedimento cirúrgico proposto.
 

Com a edição da Resolução nº 2.172/2017, a autarquia objetiva contribuir para que seja expandida a possibilidade de redução das taxas de morbimortalidade no Brasil por meio do controle da doença. O CFM ressalta que o tratamento cirúrgico não exclui a possiblidade de associação de agentes farmacológicos para evitar recidiva ou complicação da doença.
 

Epidemia - A incidência de DM2 é uma das principais causas de acidente cardiovascular (AVC), síndrome coronariana, insuficiência renal e cegueira, tendo atingido neste século status de epidemia. No Brasil, o número de pessoas diabéticas em 2015, com idade entre 20 e 79 anos, atingiu a marca de 14,3 milhões, havendo a expectativa de que em 2040 chegue a 23,3 milhões de pessoas. A média do IMC desses pacientes no País é de 30 kg/m2.
 

Na avaliação do CFM, estudos sobre os mecanismos de ação das intervenções cirúrgicas sobre o tubo digestivo demonstram efeitos antidiabéticos diretos, independentes da perda ponderal, diminuindo a resistência hepática e periférica à ação da insulina, além de aumento da liberação deste hormônio por células do pâncreas.
 

Pela regra aprovada, a indicação cirúrgica se dará por dois médicos especialistas em endocrinologia, mediante parecer fundamentado que ateste a refração ao tratamento clínico otimizado com uso de antidiabéticos orais e/ou injetáveis, além de mudanças no estilo de vida do paciente.
 

Técnicas - O CFM definiu também que a cirurgia metabólica para pacientes com DM2 se dará, prioritariamente, por derivação gastrojejunal em Y-de-Roux (DGJYR). Somente em casos de contraindicação ou desvantagem da DGJYR, a gastrectomia vertical (GV) será a opção disponível. Nenhuma outra técnica cirúrgica é reconhecida para o tratamento desses pacientes.
 

Para a realização da cirurgia metabólica, o médico deve ter o registro de qualificação de especialista (RQE) no Conselho Regional de Medicina (CRM) do estado onde atua nas áreas de cirurgia geral ou cirurgia do aparelho digestivo. Tal informação é pública e pode ser consultada no Portal Médico (www.portal.cfm.org.br), no campo destinado à busca por médico.
 

Somente hospitais de grande porte que realizem cirurgias de alta complexidade, que contém com plantonista hospitalar 24h e Unidade de Terapia Intensiva (UTI), além de equipes multidisciplinares e multiprofissionais experientes no tratamento de diabetes e cirurgia gastrointestinal, poderão ser escolhidos para realização de cirurgia metabólica. A descrição hospitalar está definida na Portaria n º 425/2013 do Ministério da Saúde.
 

Equipes - Para garantir a segurança do paciente, o Conselho Federal de Medicina definiu ainda que as equipes multidisciplinares e multiprofissionais envolvidas no tratamento cirúrgico de pacientes com DM2 devem ser compostas minimamente por: cirurgião geral ou do aparelho digestivo, endocrinologista, cardiologista, pneumologista, enfermeiro, psicólogo, fisioterapeuta e nutricionista.
 

Quando necessário, o médico responsável poderá requisitar a participação de gastroenterologista, nutrólogo e equipe multiprofissional de terapia nutricional, psiquiatra, angiologista ou qualquer outro especialista ou profissional da área da saúde. A estruturação se deu por analogia ao disciplinado pela Portaria do Ministério da Saúde para Cirurgia Bariátrica (Portaria MS nº 424 e 425/2013).
 

De acordo com os estudos analisados, a cirurgia metabólica é segura e apresenta resultados positivos de curto, médio e longo prazos, diminuindo a mortalidade de origem cardiovascular, conforme demonstram estudos prospectivos pareados com mais de 20 anos de seguimento, séries de casos controlados, além de estudos randomizados e controlados. Secundariamente ainda gera perda ponderal significativa e sustentada a longo prazo, importante para o controle metabólico independentemente do IMC basal.
 

Reconhecimento – Em 2011, a International Federation of Diabetes (IFD) introduziu a cirurgia metabólica nos algoritmos de tratamento de diabetes mellitus tipo 2 como alternativa para pacientes com IMC entre 30 kg/m2 e 35 kg/m2 desde que a doença não tenha sido controlada apesar de tratamento medicamentoso otimizado e associada a fatores de risco para doença cardiovascular.
 

Nos anos de 2013 e 2014, a American Society for Metabolic and Bariatric Surgery (ASMBS) e aInternational Federation for the Surgery of Obesity and Metabolic Disorders (IFSO), respectivamente, recomendaram a cirurgia para pacientes com DM2 e IMC entre 30 kg/m2 e 34,9 kg/m2, sem controle da doença após tratamento clínico e mudança no estilo de vida.
 

O National Institute for Health and Care Excellence (NICE) passou a recomendar, em 2014, o tratamento cirúrgico para pacientes com mesmo perfil desde que o diagnóstico da doença seja inferior a 10 anos.
 

Por fim, em 2016, 49 associações médicas de diferentes países revisaram as recomendações para o tratamento da diabetes e reconheceram a cirurgia metabólica como opção para o tratamento de diabetes mellitus tipo 2 em pacientes com IMC entre 30 kg/m2 e 34,9 kg/m2 e inadequado controle glicêmico após tratamento clínico.
 

Conheça os critérios para elegibilidade e contraindicações

Pacientes que cumprirem os critérios clínicos definidos pela Resolução nº 2.172/2017, mas possuírem histórico de doença mental deverão receber avaliação abrangente específica por psiquiatra e psicólogo. Em casos de contraindicação cirúrgica, ela deve ser emitida por psiquiatra quando o paciente for: abusador de álcool, dependente químico ou depressivo grave com ou sem ideação suicida.
 

A contraindicação poderá se dar também a portadores de qualquer outra doença mental através de avaliação do psiquiatra, que poderá fazê-la de forma definitiva ou até que a doença seja controlada por meio de tratamento.
 

Caso não haja contraindicação e o paciente cumpra todos os requisitos para elegibilidade ao tratamento, deverá ser elaborado o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) especificando riscos, taxa de mortalidade, complicações e necessidade de acompanhamento clínico regular no pós-operatório por equipe multidisciplinar.
 

Os candidatos à cirurgia metabólica, além de ter o IMC entre 30 kg/m² e 34,9 kg/m², também deverão cumprir todos os seguintes pré-requisitos:  idade mínima de 30 anos e máxima de 70 anos; diagnóstico definido a menos de 10 anos; refração ao tratamento clínico; e inexistência de contraindicações para o procedimento cirúrgico proposto.
 

Segundo o CFM, a refração ao tratamento clínico, citada no texto da nova norma, se caracteriza pela não obtenção do controle metabólico, após acompanhamento regular com endocrinologista por, no mínimo, dois anos, abrangendo mudanças no estilo de vida, dieta e exercícios físicos, além do uso de antidiabéticos orais e/ou injetáveis.
 

Acompanhamento pós-operatório faz parte das exigências da Resolução


Sendo o diabetes mellitus tipo 2 (DM2) uma doença crônica e progressiva, os pacientes que se submeterem à cirurgia metabólica deverão ter acompanhamento pós-operatório obrigatoriamente multiprofissional e multidisciplinar, obedecendo também a protocolo proposto pelas sociedades especializadas no cuidado dos pacientes diabéticos e pós-cirurgias bariátricas.
 

O acompanhamento deve prever suporte ao estilo de vida a longo prazo além do monitoramento rotineiro de micronutrientes e estado nutricional de acordo com diretrizes nacionais e internacionais.
 

Estudos clínicos comprovam a importância do controle glicêmico nos pacientes portadores de DM2, na prevenção das complicações da doença e na melhora da qualidade de vida. Nesse sentido, o CFM indica também a associação de medicamentos pertinente à evolução glicêmica, dos lípides e hipertensão arterial.
 

Nesse acompanhamento pós-operatório, exames de imagem e laboratoriais periódicos para verificação de eventuais deficiências de micronutrientes, prevendo sua suplementação, devem ser realizados em todos os pacientes. Complicações microvasculares devem ser monitoradas periodicamente e sem limite de tempo.
 

O DM2, assim como a obesidade em qualquer grau, são fatores predisponentes para outras doenças metabólicas, como osteopenia/osteoporose. Quaisquer intervenções sobre o tubo digestivo alto podem também contribuir para o aparecimento ou piora destas condições.

 

 

      

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Suspensão de prazos administrativos e processuais 

06/12/2017
 

 

      

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Solenidade de entrega do Diploma do Mérito Médico do CRM-SC 

28/11/2017
 

Em 25 de novembro, às 18 horas, no auditório Dr. Antônio Moniz de Aragão, do CRM-SC, em Florianópolis realizou-se a cerimônia de entrega do Diploma do Mérito Médico aos profissionais com mais de 40 anos de atividades no Estado, sem qualquer sansão ética e com relevante e exemplar conduta, de acordo com a Resolução CRM-SC nº 7/1995, modificada pela resolução CRM-SC nº 175/2017.

 

“A alegria e a nobreza de um evento que certamente marcará a memória de todos os presentes. Abraço a todos os homenageados e a Diretoria do CRM-SC pelo bonito evento.”

Dr. Claudio Vieira, CRM-SC nº 1667, homenageado.


HOMENAGEADOS 

 

DELEGACIA BLUMENAU



NEWTON JOSE MARTINS MOTA CRM 1652

Natural de SÃO LUIZ GONZAGA-RS

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL em 11/12/1972

Inscrito no CRM-SC em 17/12/1975

Especialidade em: CIRURGIA CARDIOVASCULAR

 

CELSO ARNOLDO CABRAL CRM 1694

Natural de ITAJAÍ-SC

Formado pela PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATOLICA DO PARANA em 16/12/1968

Inscrito no CRM-SC em 27/01/1976

Especialidade em: ANGIOLOGIA E CIRURGIA VASCULAR

 

CHARLES LUIZ VIEIRA CRM 1704

Natural de FLORIANÓPOLIS-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 12/12/1975

Inscrito no CRM-SC em 30/01/1976

Especialidade em: Cardiologia

 

BENEDITO FELICIANO OSAIDA CRM 1705

Natural de SANTO CRISTO-RS

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 12/12/1975

Inscrito no CRM-SC em 30/01/1976

Especialidade em: Pediatria

 

RENATO RUZZA DONEDA CRM 1811

Natural de LAURO MULLER-SC

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 23/07/1976

Inscrito no CRM-SC em 17/08/1976

Especialidade em: RADIOTERAPIA

 

SOLVEIG DAVI MARCHI CRM 1823

Natural de LAGES-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 23/07/1976

Inscrito no CRM-SC em 20/08/1976

Especialidade em: GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA

 

REINALDO BREHSAN CRM 1824

Natural de RIO DO SUL-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 23/07/1976

Inscrito no CRM-SC em 23/08/1976

Especialidade em: OFTALMOLOGIA

 

RIGOBERT KRUEGER CRM 1829

Natural de POMERODE-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 23/07/1976

Inscrito no CRM-SC em 27/08/1976

Especialidade em: CIRURGIA GERAL

 

FRANCISCO CORRÊA DA CUNHA NETO CRM 1830

Natural de OSASCO-SP

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL em 06/12/1974

Inscrito no CRM-SC em 30/08/1976

Especialidade em: MÉDICO DO TRABALHO

 

 

DELEGACIA DE CHAPECÓ



EDIO MARIO HERBES CRM 1649

Natural de PALMITOS/SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA em 28/11/1975

Inscrito no CRM-SC em 16/12/1975

Especialidade em: MÉDICO DO TRABALHO

 

 

DELEGACIA DE CRICIÚMA

 

LILIANE REQUIAO PEREIRA ALTHOFF CRM 1690

Natural de PELOTAS-RS

Formado pela UNIVERSIDADE CATOLICA DE PELOTAS em 13/12/1974

Inscrito no CRM-SC em 22/01/1976

Especialidade em: DERMATOLOGIA e MEDICINA DE TRÁFEGO

 

NAPOLEAO CHIARAMONTE SILVA CRM 1827

Natural de PORTO ALEGRE-RS

Formado pela FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO RIO GRANDE em 13/12/1975

Inscrito no CRM-SC em 24/08/1976

Especialidade em: MÉDICO DO TRABALHO

 

 

DE FLORIANÓPOLIS

EDISON YOSHIKASU OTIAI NOMURA CRM 1648

Natural de PRESIDENTE PRUDENTE-SP

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANA em 11/12/1975

Inscrito no CRM-SC em 15/12/1975

Especialidade em: ACUPUNTURA e UROLOGIA

 

LUIZ CEOLA CRM 1657

Natural de PRESIDENTE GETÚLIO-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 12/12/1975

Inscrito no CRM-SC em 02/01/1976

Especialidade em: CIRURGIA GERAL, ANGIOLOGIA E CIRURGIA VASCULAR

 

RAQUEL DUTRA COSTA CRM 1665

Natural de FLORIANÓPOLIS-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 12/12/1975

Inscrito no CRM-SC em 02/01/1976

Especialidade em: CARDIOLOGIA 

 

PAULO ROBERTO COSTA CRM 1666

Natural de FLORIANÓPOLIS-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 12/12/1975

Inscrito no CRM-SC em 02/01/1976

Especialidade em: MEDICINA DE TRÁFEGO e PEDIATRIA

 

CLAUDIO VIEIRA CRM 1667

Natural de FLORIANÓPOLIS-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 14/12/1973

Inscrito no CRM-SC em 02/01/1976

Especialidade em: RADIOLOGIA E DIAGNÓSTICO POR IMAGEM

 

RUDINEI GOMES DE CARVALHO CRM 1668

Natural de IMBITUBA-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 14/12/1973

Inscrito no CRM-SC em 05/01/1976

Especialidade em: PEDIATRIA e ALERGIA E IMUNOLOGIA

 

LUIZ OTAVIO CAVALLAZZI CRM 1669

Natural de FLORIANÓPOLIS-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 12/12/1975

Inscrito no CRM-SC em 05/01/1976

Especialidade em: NEUROLOGIA

 

NELMA REMOR DE OLIVEIRA CRM 1670

Natural de LAGUNA-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 12/12/1975

Inscrito no CRM-SC em 05/01/1976

Especialidade em: GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA e ACUPUNTURA

 

EDUARDO RAMOS COLLARES CRM 1677

Natural de PORTO ALEGRE-RS

Formado pela FUNDACÃO FACULDADE DE MEDICINA DE PORTO ALEGRE em 06/12/1975

Inscrito no CRM-SC em 14/01/1976

Especialidade em: PSIQUIATRIA

 

HELOISA MACIEL DAURA CRM 1687

Natural de FLORIANÓPOLIS-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 12/12/1975

Inscrito no CRM-SC em 20/01/1976

Especialidade em: CARDIOLOGIA e MÉDICO DO TRABALHO

 

HEITOR GERMANO DO LIVRAMENTO DUCKER CRM 1703

Natural de FLORIANÓPOLIS-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 12/12/1975

Inscrito no CRM-SC em 30/01/1976

Especialidade em: UROLOGIA

 

RICARDO BARATIERI CRM 1706

Natural de CAPINZAL-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 12/12/1975

Inscrito no CRM-SC em 30/01/1976

Especialidade em: CIRURGIA GERAL e CIRURGIA DO APARELHO DIGESTIVO

 

LAERCIO BRAZ GHISI CRM 1707

Natural de CRICIÚMA-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 12/12/1975

Inscrito no CRM-SC em 30/01/1976

Especialidade em: OFTALMOLOGIA

 

MARIO CESAR PEREIRA DA SILVA CRM 1716

Natural de BRUSQUE-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL em 24/12/1975

Inscrito no CRM-SC em 06/02/1976

Especialidade em: ANESTESIOLOGIA

CONSELHEIRO DO CRM-SC

 

JORGE ABI-SAAB NETO CRM 1720

Natural de FLORIANÓPOLIS-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANA em 13/12/1974

Inscrito no CRM-SC em 09/02/1976

Especialidade em: GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA

AUSTREGESILO DA SILVA CRM 1726

Natural de TUBARÃO-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 12/12/1975

Inscrito no CRM-SC em 09/02/1976

Especialidade em: PEDIATRA

 

ALFREDO MARTINS CRM 1728

Natural de FLORIANÓPOLIS-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 12/12/1975

Inscrito no CRM-SC em 09/02/1976

Especialidade em: ANESTESIOLOGIA

 

JOSE CARLOS DE LORENZI CANCELLIER CRM 1731

Natural de URUSSANGA-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 12/12/1975

Inscrito no CRM-SC em 11/02/1976

Especialidade em: MEDICINA ESPORTIVA, CLÍNICA MÉDICA E PNEUMOLOGIA

 

GILSON TADEU SOARES CRM 1777

Natural de PORTO ALEGRE-RS

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL  em 13/12/1971

Inscrito no CRM-SC em 11/05/1976

Especialidade em: OFTALMOLOGIA

 

LUIS CESAR GALVAO DE QUEIROS CRM 1778

Natural de CAMPOS-RJ

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO em 04/02/1971

Inscrito no CRM-SC em 11/05/1976

Especialidade em: OFTALMOLOGIA

 

SERGIO TRINDADE MULLER CRM 1812

Natural de FLORIANÓPOLIS-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 23/07/1976

Inscrito no CRM-SC em 18/08/1976

Especialidade em: CIRURGIA GERAL

 

GILBERTO GONCALVES CANDIDO CRM 1814

Natural de CRICIÚMA-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 23/07/1976

Inscrito no CRM-SC em 18/08/1976

 

JAIRO VIEIRA CRM 1820

REPRESENTADO PELO CONSELHEIRO DO CRM-SC, DR. ANTONIO SILVEIRA SBISSA

DR. JAIRO É Natural de FLORIANÓPOLIS-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 23/07/1976

Inscrito no CRM-SC em 20/08/1976

Especialidade em: CIRURGIA GERAL

 

ARMANDO TARANTO JUNIOR CRM 1825

Natural de JARAGUÁ DO SUL-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 23/07/1976

Inscrito no CRM-SC em 23/08/1976

Especialidade em: MEDICINA DO TRABALHO

 

TANIA MARIA BARBOZA BITTENCOURT CRM 1826

Natural de ROSÁRIO DO SUL-RS

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 23/07/1976

Inscrito no CRM-SC em 24/08/1976

 

PEDRO AUGUSTO DA LUZ SANTA RITTA CRM 1828

Natural de FLORIANÓPOLIS-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 23/07/1976

Inscrito no CRM-SC em 25/08/1976

Especialidade em: OFTALMOLOGIA

 

LUIZ CARLOS CORAL CRM 1845

Natural de SÃO JOAQUIM-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 13/12/1974

Inscrito no CRM-SC em 23/11/1976

Especialidade em: NEUROLOGIA

 

MARIETTE JOHANNA CLARA MMARIA VAN DE SANDE SILVEIRA CRM 1846

Natural da HOLANDA

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 12/12/1975

Inscrito no CRM-SC em 26/11/1976

Especialidade em: MEDICINA SANITÁRIA

 

EUCLIDES REIS QUARESMA CRM 1848

Natural de CRUZ ALTA-RS

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 23/07/1976

Inscrito no CRM-SC em 07/12/1976

Especialidade em: CIRURGIA PEDIÁTRICA

 

 

DELEGACIA DE ITAJAÍ

CONSTANTINO JOSE SOMMER CRM 1672

Natural de URUSSANGA-SC

Formado pela UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL em 12/12/1975

Inscrito no CRM-SC em 06/01/1976

 

JORGE TEODORO NICOLACOPULOS CRM 1749

Natural de FLORIANÓPOLIS-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 14/12/1973

Inscrito no CRM-SC em 27/02/1976

Especialidade em: CLÍNICA MÉDICA e REUMATOLOGIA

 

LUCRECIA NIVEA LIBERATO CRM 1797

Natural de ITAJAÍ-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 23/07/1976

Inscrito no CRM-SC em 03/08/1976

Especialidade em: GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA

 

 

QUIZAY CARVALHO DOS SANTOS CRM 1655

Natural de LAGES-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 12/12/1975

Inscrito no CRM-SC em 19/12/1975

Especialidade em: GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA

 

VOLMEM PEREIRA CRM 1781

Natural de CRICIÚMA-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 14/12/1973

Inscrito no CRM-SC em 14/05/1976

Especialidade em: HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA, PNEUMOLOGIA, CLÍNICA MÉDICA E MÉDICO DO TRABALHO

 

CINCINATO KIKUCHI SILVA CRM 1805

Natural de DOM PEDRITO-RS

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 23/07/1976

Inscrito no CRM-SC em 17/08/1976

Especialidade em: PEDIATRIA

 

 

DELEGACIA DE JOAÇABA

RAMIRO SOLLA CAMINA CRM 1774

Natural da ESPANHA

Formado pela PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATOLICA DO PARANA em 22/12/1975

Inscrito no CRM-SC em 10/05/1976

Especialidade em: PEDIATRIA

SECRETÁRIO DA DELEGACIA DO CRM-SC DE JOAÇABA

 

ANTONIO DE OLIVEIRA DANTAS FILHO CRM 1839

Natural de JUAZEIRINHO-PB

Formado pela FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS DE PERNAMBUCO em 12/12/1973

Inscrito no CRM-SC em 08/10/1976

Especialidade em: CARDIOLOGIA

 

PEDRO ROMAN ROS CRM 1844

Natural de CAÇADOR-SC

Formado pela FACULDADE DE MEDICINA DE PORTO ALEGRE em 05/12/1971

Inscrito no CRM-SC em 11/11/1976

 

DELEGACIA DE JOINVILLE

OSMAR JOSE TORRES CRM 1673

Natural de SÃO BENTO DO SUL-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 12/12/1975

Inscrito no CRM-SC em 07/01/1976

Especialidade em: PSIQUIATRIA

 

GILMAR MEDEIROS PEREIRA DE AGUIAR SOUZA CRM 1771

REPRESENTADA PELO SR. ARTUR LENKAITIS

Dra. Gilmar é Natural de SÃO PAULO-SP

Formado pela PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATOLICA DE SAO PAULO em 13/12/1974

Inscrito no CRM-SC em 26/04/1976

Especialidade em: MEDICINA DO TRABALHO

 

CARMEN FRICK REU CRM 1721

Natural de SÃO PAULO-SP

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANA em 13/12/1974

Inscrito no CRM-SC em 09/02/1976

Especialidade em: GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA

 

CELITO ZOTTIS CRM 1807

Natural de TUPARENDI-RS

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 23/07/1976

Inscrito no CRM-SC em 17/08/1976

Especialidade em: CIRURGIA GERAL, MEDICINA DO TRABALHO e ENDOSCOPIA DIGESTIVA

 

MARILIN TEREZINHA GARCIA BARAN CRM 1834

Natural de PONTA GROSSA-PR

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 21/12/1976

Inscrito no CRM-SC em 16/09/1976

 

 

WILSON WESTPHALEN CRM 1640

Natural de ANTONINA-PR

Formado pela FACULDADE EVANGELICA DE MEDICINA DO PARANA em 07/12/1973

Inscrito no CRM-SC em 02/12/1975

 

 

DELEGACIA DE LAGES

LEONARDO JOSÉ BATHKE CRM 1709

Natural de SÃO JOAQUIM-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 12/12/1975

Inscrito no CRM-SC em 03/02/1976

 

SAULO ETELVINO BESEN CRM 1799

Natural de BOM RETIRO-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 23/07/1976

Inscrito no CRM-SC em 04/08/1976

Especialidade em: CLÍNICA MÉDICA

 

 

DELEGACIA DE MAFRA

JOAO CARLOS DA SILVEIRA CRM 1654

Natural de GUAXUPÉ-MG

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANA em 13/12/1973

Inscrito no CRM-SC em 19/12/1975

Especialidade em: CLÍNICA MÉDICA e CARDIOLOGIA

 

 

DELEGACIA DE PORTO UNIÃO

DANIEL THADEO SENS CRM 1725

Natural de ITARARÉ-SP

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANA em 09/12/1970

Inscrito no CRM-SC em 09/02/1976

Especialidade em: GASTROENTEROLOGIA e CIRURGIA GERAL

SUPLENTE DA DELEGACIA REGIONAL DO CRM-SC DE PORTO UNIÃO

 

 

DELEGACIA DE RIO DO SUL

YARA REGINA MENDES ZANIS CRM 1744

Natural de CHAPECÓ-SC

Formado pela PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATOLICA DO PARANA em 22/12/1975

Inscrito no CRM-SC em 23/02/1976

 

JOSE FRANCISCO DE CHAVES CRM 1804

Natural de LAGES-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 23/07/1976

Inscrito no CRM-SC em 10/08/1976

Especialidade em: CLÍNICA MÉDICA e MÉDICO DO TRABALHO

 

 

DELEGACIA DE TUBARÃO

JOSE CARLOS ANGIOLETTI CRM 1695

Natural de ITAJAÍ-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 12/12/1975

Inscrito no CRM-SC em 27/01/1976

Especialidade em: GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA

 

JAIRO NASCIMENTO DE MEDEIROS CRM 1838

Natural de TUBARÃO-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL em 06/12/1974

Inscrito no CRM-SC em 07/10/1976

Especialidade em: GASTROENTEROLOGIA, ENDOSCOPIA DIGESTIVA E ENDOSCOPIA PERORAL

 

 

DELEGACIA NÃO ESPECIFICADA

ANTONIO CARLOS TAVARES PEREIRA CRM 1641

Natural de SOROCABA-SP

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANA em 13/12/1974

Inscrito no CRM-SC em 03/12/1975

Especialidade em: MEDICINA DO TRABALHO

 

 

JANETTE MUNIZ MOREIRA CRM 1766

Natural de JOAÇABA-SC

Formado pela PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATOLICA DO PARANA em 22/12/1975

Inscrito no CRM-SC em 14/04/1976

Especialidade em: CLÍNICA MÉDICA E MEDICINA DO TRABALHO

 

VOLNEI SILVA CRM 1817

Natural de SIDERÓPOLIS-SC

Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 23/07/1976

Inscrito no CRM-SC em 19/08/1976

Especialidade em: PEDIATRIA

 

 

      

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CFM define anuidade 2018 

27/11/2017
 

O Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou a Resolução CFM Nº 2.166/2017, que fixa os valores das anuidades e taxas para 2018. O valor integral da anuidade de pessoa física será de R$ 726,00, com vencimento até o dia 31 de março de 2018. Se o pagamento for feito até 29 de janeiro de 2018, o valor cai para R$ 689,70 ou, até 28 de fevereiro de 2018, para R$ 704,22. O valor integral poderá ser efetuado em até cinco parcelas mensais, sem desconto, com vencimento no último dia útil dos meses de janeiro a maio de 2018. Mas, atenção, para o parcelamento, o interessado deve fazer a opção até o dia 20 de janeiro de 2018 junto ao CRM-SC.
 

Após o dia 31 de março de 2018, haverá multa de 2% e juros de 1% ao mês para pessoa física, aplicando-se o mesmo para as anuidades parceladas e não quitadas nos respectivos vencimentos.
 

A anuidade de pessoa jurídica, seja matriz ou filial, com vencimento até o dia 31 de janeiro de 2018, será cobrada de acordo com classes de capital social (confira no quadro abaixo). O pagamento integral da anuidade poderá ser efetuado em até cinco parcelas mensais, sem desconto, com vencimento no último dia útil dos meses de janeiro a maio de 2018, desde que o interessado faça a opção até 20 de janeiro de 2018 junto ao CRM-SC.
 

Após o dia 31 de janeiro de 2018, haverá multa de 2% e juros de 1% ao mês para pessoa jurídica, aplicando-se o mesmo para as anuidades parceladas e não quitadas nos respectivos vencimentos.
 

As pessoas jurídicas compostas por, no máximo, dois sócios, sendo obrigatoriamente um deles médico, enquadradas na primeira faixa de capital social, constituídas exclusivamente para a execução de consultas médicas sem a realização de exames complementares para diagnósticos – realizados em seu próprio consultório –, que não possuam filiais e não mantenham contratação de serviços médicos a serem prestados por terceiros poderão requerer ao CRM-SC, até 20 de dezembro de 2017, um desconto de 50% sobre o valor da anuidade fixada. O pagamento deve ser feito mediante apresentação de declaração subscrita pelo médico responsável pela empresa, indicando seu enquadramento nessa situação.
 

Para a obtenção do desconto, a pessoa jurídica e respectivos sócios médicos e responsável técnico deverão estar em situação cadastral regular, bem como quite com o pagamento das anuidades e da taxa de certificado de regularidade de exercícios anteriores.
 

Clique aqui e confira a íntegra da RESOLUÇÃO CFM nº 2.166/2017, onde poderão ser dirimidas dúvidas.

 

      

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NOTA DE FALECIMENTO 

27/11/2017
 

Com pesar, o Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC) comunica o falecimento do Dr. Olei de Luca, aos 75 anos. Inscrito no CRM-SC desde 1970, sob o número 923, era radiologista e atuava em Florianópolis.

Àqueles que desejarem prestar as últimas condolências, o velório será realizado no cemitério São Francisco de Assis, no Itacorubi, em Florianópolis, das 13h às 17h.

 

 

      

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Presidente do CRM-SC se reúne com DT do Hospital de Caridade 

23/11/2017
 

O presidente do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC), Dr. Nelson Grisard, reuniu-se, na manhã de quarta-feira (22/11), no Imperial Hospital de Caridade, em Florianópolis com o Diretor Técnico, Dr. Léo Xavier, e com o Responsável Técnico do setor de hemodinâmica, Dr. Rodrigo Barreto, para falar sobre a falta de pagamento dos atendimentos e procedimentos prestados por cerca de 100 médicos credenciados. 

O Diretor Técnico, Dr. Léo Xavier, apresentará proposta ao Corpo Clínico para saldar os compromissos financeiros em atraso.

Nesta tarde (23/11) o presidente do CRM-SC recebeu o Dr. Cilmar Mello da Rosa, Diretor Clínico do IHC, que ofereceu mais informações a respeito. 

 

      

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Encontro do CRM-SC com os médicos de Joinville e região 

22/11/2017
 

O Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina realiza, no dia 28 de novembro, o Encontro do CRM-SC com os médicos de Joinville e região, em Joinville, onde serão debatidos importantes temas inerentes à atividade desenvolvida pelo profissional médico, pelos Diretores Técnicos, Diretores Clínicos, Comissões de Ética Médica/Supervisores Éticos e pelos integrantes dos Corpos Clínicos nos estabelecimentos de saúde.

 

SERVIÇO

Local: Delegacia Regional do CRM-SC de Joinville - Rua Dr. Marinho Lobo, 80 - Salas 101 e 102

Horário: 19h30mim

Inscrições gratuitas: eventos@cremesc.org.br

Informações: (48) 3952-5028

 

 

      

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Participação catarinense no 13º Congresso Mundial de Medicina Intensiva 

16/11/2017
 

A vice-presidente do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC), Dra. Rachel Duarte Moritz, participou, como palestrante e moderadora, do 13º Congresso Mundial de Medicina Intensiva. O evento, que é uma parceria entre a World Federation of Societies of Intensive and Critical Care Medicine (WFSICCM) e a Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB), ocorreu pela primeira vez no Brasil, no Rio de Janeiro, nos dias 8 a 11 de novembro. 

 

 

      

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1º FÓRUM DE BIOÉTICA DO CRM-SC 

01/11/2017
 

Será realizado, nos dias 24 e 25 de novembro, o 1º Fórum de Bioética do CRM-SC. Com "Autonomia" como tema principal, o evento ocorre na sede do Conselho, em Florianópolis.

Confira a programação abaixo e inscreva-se. 

 

SERVIÇO

Data: 24 e 25 de novembro de 2017

Local: Auditório do CRM-SC – Rodovia SC-401, Km 4 – Bairro Saco Grande - Florianópolis

Horário:

24/11 - Sexta-feira – das 16h às 20h

25/11 – Sábado – das 9h às 12h30min

Inscrições gratuitas somente pelo e-mail: eventos@cremesc.org.br

Informações: (48) 3952-5028

Estacionamento: ACM gratuito para médicos associados e no CRM-SC conforme disponibilidade.

 

      

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CRM homenageia médicos com 40 anos de atuação em SC 

01/11/2017
 

No dia 25 de novembro, às 18h, o CRM-SC vai prestar homenagem aos médicos com 40 anos ou mais de exercício profissional ininterrupto, incluindo a residência médica ou outros cursos pós-graduados, sem qualquer sanção ético-profissional, com relevante e exemplar conduta médica e tendo contribuído para promover ética, técnica e cientificamente a Medicina em Santa Catarina. A entrega do Diploma de Mérito Médico, instituido pela Resolução nº 175/2017, será feita na sede do Conselho Regional de Medicina, em Florianópolis.

 

      

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Joinville sedia a 17ª edição do Fórum Catarinense de Bioética 

25/10/2017
 

  

Joinville será sede, no dia 27 de outubro, do 17º Simpósio Catarinense de Bioética, a ser realizado no Centro de Convenções Hotel Bourbon, das 8h às 17h. O ex-presidente e Conselheiro do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC), Dr. Antonio Silveira Sbissa, vai representear a entidade no evento que conta com a participação de renomados profissionais.

      

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CFM realiza 2º Fórum Nacional Pró-SUS 

24/10/2017
 

 

      

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CFM e SBGM oferecem capacitação para o reconhecimento de doenças genéticas 

24/10/2017
 

Médicos não especialistas em genética médica podem se capacitar para reconhecer fatores de risco, sinais e sintomas que indicam suspeita de transtornos desse tipo. Com isso, ficam habilitados a encaminhar adequadamente os casos que necessitam de avaliação com especialista e a oferecer, na atenção básica em saúde, cuidado médico às pessoas com doenças genéticas.

Este conteúdo será oferecido pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Sociedade Brasileira de Genética Médica (SBGM) por meio de um curso que visa fornecer conhecimento básico de genética médica em quatro grandes temas: anomalias congênitas, deficiência intelectual, erros inatos do metabolismo e doenças de início tardio.

 

As aulas serão transmitidas ao vivo pelo portal do CFM e terão duração de 1 hora, dividida em 30 minutos de aula expositiva e 30 minutos de discussão (perguntas e respostas) com o público de médicos inscritos. As quatro aulas ocorrerão nas segundas-feiras do mês de novembro de 2017 (dias 6, 13, 20 e 27, a partir das 20h). Após a transmissão, os conteúdos serão fornecidas (aos inscritos) em formato de cartilhas, sendo um material objetivo para uso na prática clínica.

Para se inscrever é rápido e simples. Basta preencher formulário disponível na página do CFM (acesse aqui o link). Apenas os que tiveram finalizado este cadastro receberão por e-mail o caminho de acesso à transmissão e poderão assistir às aulas e interagir com os expositores por meio do portal do CFM.

Como será a atividade – Nas quatro aulas, que após a transmissão serão disponibilizadas na forma de vídeos na plataforma do Conselho, os participantes receberão informações que os tornarão aptos a: reconhecer fatores de risco, sinais e sintomas que indicam suspeita de doença genética; saber encaminhar adequadamente os casos que necessitam de avaliação com especialista; e oferecer cuidado médico às pessoas com doenças genéticas na atenção básica em saúde.

 

 

Confira abaixo detalhes do programa:

 

- Dia 06/11: Deficiência intelectual. Palestrante: Antonia Paula Marques de Faria. Médica Geneticista; Profa. Associada do Departamento de Genética Médica da Faculdade de Ciências Médicas – Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)

- Dia 13/11: Erros Inatos do Metabolismo. Palestrante: Carolina Fischinger Moura de Souza. Médica geneticista do Serviço de Genética Médica do Hospital de Clinicas de Porto Alegre. Doutorado em Ciências – Genética e Biologia Molecular pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Atual Presidente da Sociedade Brasileira de Genética Médica.

- Dia 20/11: Anomalias congênitas I. Palestrante: Joanna Goes Castro Meira. Médica geneticista, vice-supervisora do Programa de Residência em Genética Médica do Hospital Universitário Professor Edgard Santos/UFBA; Professora de Genética Médica da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Salvador-BA.

- Dia 27/11: Anomalias congênitas II: Doenças de Início Tardio Palestrante: Jonas Alex Morales Saute. Médico geneticista e neurologista. Professor Adjunto do Departamento de Medicina Interna da Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Serviços de Genética Médica e de Neurologia, Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). Membro da Sociedade Brasileira de Genética Médica, Academia Brasileira de Neurologia e Jovem Liderança Médica da Academia Nacional de Medicina. 

 

Inscreva-se

Confira abaixo a entrevista com presidente da Sociedade Brasileira de Genética Médica (SBGM), Carolina Fischinger Moura de Souza, sobre a concepção do curso, a realidade das doenças genéticas e o crescimento da especialidade no Brasil:

 

CFM: Como nasceu a ideia do curso e como foi escolhido o conteúdo das aulas?

Carolina Fischinger: A ideia inicial das videoaulas surgiu nas reuniões da Câmara Técnica de Doenças Raras que vem ocorrendo mensalmente desde o início de 2016. Percebeu-se a necessidade de ampliar o conhecimento sobre as doenças raras tanto na atenção básica quanto na atenção especializada. A genética médica evoluiu muito nos últimos anos, mas ainda é uma especialidade desconhecida no meio médico em relação a suas diversas áreas de atuação. Percebemos que havia necessidade de abordar qual é a atividade do médico geneticista e a sua importância em todas as áreas da medicina, principalmente no diagnóstico e tratamento de condições raras de etiologia genética. Estima-se que há aproximadamente 13 milhões de indivíduos com doenças raras no Brasil, muitos indivíduos ainda sem diagnóstico ou com diagnósticos equivocados. O conteúdo escolhido foi baseado no Eixo I definido na Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras no âmbito do Sistema Único de Saúde (Portaria nº 199, de 30 de janeiro de 2014). O Eixo I é composto pelas doenças raras de origem genética com os seguintes temas: anomalias congênitas ou de manifestação tardia; deficiência intelectual; e erros inatos de metabolismo.

CFM: O que são doenças genéticas e por que é importante o médico da atenção básica ter conhecimento sobre elas?

Carolina Fischinger: As doenças genéticas podem ser definidas como alterações envolvendo o DNA levando a alterações de proteínas com diferentes funções e, consequentemente, causam anomalias anatômicas e fisiológicas nos indivíduos afetados. São doenças relativamente raras, atingindo normalmente poucos indivíduos da população. As doenças genéticas podem ser causadas por mutações em um único gene (monogênica), vários genes (poligênicas, cromossômicas), podendo ser multifatorial (causas que envolvem alterações genéticas associadas a causas ambientais, como o câncer). Nem sempre uma doenças genética é hereditária, pois há anormalidades que podem ocorrer durante o desenvolvimento do embrião e nestes casos os pais não apresentam alterações genéticas. Um exemplo é a Síndrome de Down. Neste caso, em 98% das vezes, a trissomia do cromossomo 21 não é herdada.

O médico geneticista é o especialista capaz de diagnosticar, tratar ou indicar o melhor manejo clinico, bem como realizar o aconselhamento genético de um indivíduo ou uma família afetada por uma condição genética. Contudo, sabemos que há mais de 5000 doenças genéticas catalogadas, sendo individualmente raras e com uma vasta possibilidade de manifestações clinicas. Muitos pacientes passam por inúmeros médicos antes de chegar ao geneticista que irá estabelecer o diagnóstico, prognóstico e riscos de recorrência para familiares. Sabemos hoje que o diagnóstico precoce de muitas condições genéticas modifica totalmente a história natural da evolução da doença, promovendo uma melhor condição ao paciente e redução de custos de investigação, muitas vezes, desnecessárias.  A educação médica em genética na atenção básica irá proporcionar um reconhecimento precoce dos indivíduos afetados, pois entendemos que a  grande maioria dos pacientes irá em algum momento passar por avaliações médicas na atenção básica. Temos uma enorme preocupação com a deficiência intelectual e malformações congênitas, muitas vezes causadas por condições preveníveis. Um dos exemplos é a síndrome do álcool fetal, que é grave e prevenível.

CFM: Existem números sobre o impacto das doenças genéticas na população brasileira? (por exemplo, mortalidade, incapacidades, custos)

Carolina Fischinger: Há escassas informações no Brasil sobre o impacto das doenças genéticas na população brasileira. Estamos tentando aproximação com o Ministério da Saúde para obtermos uma abrangência da vigilância de defeitos congênitos. O campo 41 da declaração de nascidos vivos permite o registro de uma ou mais anomalias ou defeitos congênitos, contudo esta informação ainda é escassa, pois há inúmeras condições genéticas e mal formativas que surgem ao longo da vida e ficam sem registro epidemiológico.

Estudos indicam que a incidência geral dos defeitos congênitos na América Latina não difere, significativamente, daquela encontrada em outras regiões do mundo. De modo geral, pode-se considerar que não menos de 5,0% dos nascidos vivos apresentam alguma anomalia do desenvolvimento, determinada, total ou parcialmente, por fatores genéticos. Acrescentando-se os distúrbios que se manifestam mais tarde, como certas enfermidades crônicas degenerativas, é ainda mais evidente o considerável efeito que têm os fatores genéticos sobre a saúde.

Apesar dos fatores genéticos estarem implicados em praticamente todas as doenças, como resultado de sua interação com o ambiente, o papel relativo do componente genético poderá ser maior ou menor. Uma política visando às anomalias congênitas é urgente, conforme já demonstrado pela sua crescente importância. É evidente que as enfermidades genéticas e os defeitos congênitos incidem significativamente na saúde de nossa população, acentuando-se, ainda mais à medida que o desenvolvimento socioeconômico e sanitário favorecer a diminuição das enfermidades infecciosas e nutricionais

Há algumas ações governamentais e não governamentais envolvidas na política de saúde para doenças genéticas. Estas envolvem serviços de informação sobre agentes teratogênicos na gravidez (SIAT) e sobre doenças metabólicas geneticamente determinadas (SIEM), monitorização de defeitos congênitos (ECLAMC), programa de triagem neonatal (PNTN) e tratamento de algumas doenças genéticas, imunização contra rubéola, além da fortificação de farinhas com ácido fólico como ação preventiva de certos defeitos congênitos. Apesar da importância de tais iniciativas, é pouco provável que seja possível atender à questão dos defeitos congênitos de forma integrada. A SBGM também tem o papel de pressionar e auxiliar o MS na construção de estratégias para efetivação de um sistema de atenção integrado para atendimento em genética médica.

CFM: Em 2014, a Genética Médica ocupava o último lugar em número de médicos especialistas brasileiros, com apenas 241 titulados, segundo o estudo Demografia Médica Brasileira, do CFM. Estados como Amapá, Rondônia, Roraima e Tocantins não possuem – segundo esse estudo – nenhum especialista. Como a senhora avalia esses números e como eles afetam a população?

Carolina Fischinger: A Genética Médica foi reconhecida como especialidade médica pelo CFM no ano de 1983. A seguir, no ano de 1986, na busca pelo pleno conhecimento da especialidade, aconteceu a fundação da SBGM. Há, atualmente 11 programas de residência em Genética Médica no Brasil. São necessários três anos de formação. De Fato, ainda somos a menor especialidade médica, sendo ainda necessária a ocupação de algumas regiões do Brasil. Mas estamos crescendo de forma vertiginosa, pois já há o entendimento de gestores da área médica (pública e privada) que o médico geneticista é fundamental na composição do corpo clínico de hospitais públicos ou privados. Nos últimos três anos houve um aumento de vagas para formação médica em genética, mas como ocorre em outras especialidades médicas, ainda há uma concentração de geneticistas nos grandes centros urbanos. Há sempre a questão do mercado de trabalho e a vocação. Acredito que em pouco tempo teremos mais especialistas em regiões mais remotas, pois a investigação genética não requer necessariamente grande laboratórios por perto. Ser médico geneticista significa ainda abnegar-se de alguns conceitos que estão implantados na formação médica, como "a cura". Para a maioria das condições genéticas somos cuidadores da saúde genética do paciente e de sua família.  

 

      

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SBAD 2017 promove semana de cursos em saúde digestiva 

23/10/2017
 

Entre os dias 11 e 15 de novembro, Brasília receberá milhares de especialistas para debater importantes temas e novidades sobre saúde digestiva durante a XVI Semana Brasileira do Aparelho Digestivo – SBAD. O evento, que acontece na capital federal, é resultado da união entre as três entidades de maior relevância no País nessa área médica: Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG), Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED) e Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva (CBCD).

 

Entre os dias 10 e 12 de novembro, cerca de 20 cursos pré-congresso serão disponibilizados aos participantes. Além dos cursos, o evento contará também com conferências, mesas-redondas, simpósios e sessões interativas, proporcionando networking e intercâmbio entre profissionais e convidados internacionais.

 

Grandes nomes internacionais da área já estão confirmados, entre eles, Adam Slivka, professor de Medicina do Centro Médico da Universidade de Pittsburgh (UPMC), Linda Rabaneck, professora de Medicina da Universidade de Toronto, Daniel B. Jones, professor de cirurgia da Escola de Medicina de Harvard e Hisao Tajiri, presidente da Sociedade Japonesa de Gastroenterologia e Endoscopia, entre profissionais de outras nacionalidades. Confira a programação completa do evento:

 

 

10/11 (sexta-feira)

Oficina de Balão Intragástrico – Parte I

Horário: às 13h30

Local: Hospital Santa Luzia

 

11/11 (sábado)

Teste Seus Conhecimentos Baseado em Evidências

Horário: às 8h30

Local: Sala 3

 

Japan Gastrointestinal Endoscopy Society – SOBED

(JGES-SOBED)

Horário: às 14h

Local: Sala 4

 

V Simpósio de Enfermagem em Endoscopia da SOBED

Horário: às 8h

Local: Sala 5

 

WEO – SOBED – Colarectal Cancer Screening

Horário: às 8h30

Local: Sala 15

 

Ecoendoscopia

Horário: às 8h30

Local: Sala 11

 

SBMDN

Horário: às 8h

Local: Sala 12

 

Pancreatologia Moderna

Horário: às 8h25

Local: Sala 14

 

Curso CBCD

Horário: às 13h

Local: Sala 06

 

Endoscopia Bariátrica

Horário: às 8h30

Local: Sala 10

 

GEDIIB

Horário: às 7h50

Local: Sala 2

 

3° Simpósio Brasileiro do Jovem Gastro – 1° Simpósio Panamericano de Jovens Gastros

Horário: às 8h

Local: Sala 1

 

Hands On – Endoscopia

Horário: às 8h

Local: CEUB – Centro de Ensino Unificado de Brasília

 

SAVE

Horário: às 8h

Local: CEUB – Centro de Ensino Unificado de Brasília

 

Oficina de Balão Intragástrico - Parte II

Horário: às 8h

Local: Hospital Santa Luzia

 

Curso Pré-Congresso Coloproctologia

Horário: 8h20

Local: Sala 13

 

Curso Pré-Congresso Hepatologia

Horário: 8h15  

Local: Sala 20

 

 

12/11 (domingo)

Finanças para Clínicas e Consultórios

Horário: às 8h30

Local: Sala 15

 

SOBED-ASGE Course

Horário: às 8h30

Local: Sala 4

 

FAPEGE – Desafios terapêuticos na praticado gastroenterologista

Horário: às 8h30

Local: Sala 1 e 2

 

Curso CBCD – Parte II

Horário: às 8h

Local: Sala 06

 

Hands On Enfermagem

Horário: às 7h30

Local: CEUB – Centro de Ensino Unificado de Brasília

 

Endosutura Gástrica

Horário: às 8h30

Local: CEUB – Centro de Ensino Unificado de Brasília

 

Curso Pré-Congresso WEO - Program for Endoscopic Teachers

Horário: 8h30

Local: Sala 05

 

 

13/11 (segunda-feira)

IX Curso Internacional Interativo ao Vivo da SOBED – Endoscopia Digestiva Diagnóstica e Terapêutica

Horário: às 8h15

Local: Sala 4

 

      

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CRM-SC convoca médico perito 

20/10/2017
 

O Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina (CRM-SC) convoca os médicos interessados em atuar como  médico perito em Procedimento Administrativo, em Florianópolis.

Serão considerados aptos ao exercício da função os médicos que preenchem os seguintes requisitos:

 - Estar no exercício regular da profissão por período igual ou superior a dez anos;

- Declarar expressamente, através de documento escrito, que aceitam o cargo com disponibilidade para atuar perante o Tribunal Regional de Ética Médica, o interesse do exercício da função e a aceitação das normas dela decorrentes;

- Não ter sofrido condenação disciplinar nos últimos oito anos;

- Não ter débitos de qualquer natureza neste Conselho.

Os interessados devem entrar em contato com o Setor de Processos, através do telefone (48) 3952-5005. 

 

      

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Profissionais recebem homenagem pelo Dia do Médico na Alesc 

19/10/2017
 

 

Na data em que se celebra o Dia do Médico, 18 de outubro, a Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina promoveu Ato Solene para homenagear o trabalho e dedicação dos profissionais da medicina, uma iniciativa do deputado Antônio Aguiar (PMDB). Dedicada aos colegas de profissão, Aguiar enfatizou que o reconhecimento é destinado a todos os médicos e entidades que representam a categoria, em especial para o atendimento prestado em prol da saúde dos catarinenses. "Por respeito profundo a vocês, por suas qualidades e virtudes, por suas vidas desde a juventude dedicadas a minimizar o sofrimento alheio, este momento solene deve ser mantido imaculado dos pecados dos homens", declarou o presidente do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC), Nelson Grisard.

Em nome dos agraciados, o secretário de Estado de Saúde, Vicente Caropreso, defendeu que a profissão é um exercício insubstituível e que ser médico não é apenas dominar o conhecimento técnico, mas acima de tudo ser humano no tato com o seu paciente. 

 

 

Homenageados

Os homenageados da noite receberam do Parlamento placas e certificados em alusão ao trabalho e importância da profissão na vida das pessoas.

Nelson Grisard, presidente do Conselho Regional de Medicina (CRM-SC) e Rachel Duarte Moritz,vice-presidente

Indicados pelo CRM-SC:

Antônio Merhy Seleme  

Ary Carneiro Júnior 

Carlos Alberto da Silva Junior 

Marcelino Osmar Vieira 

Marta Rinaldi Müller 

Ruth Maria Gonçalves Guimarães 

 



Rafael Klee Vasconcelos - presidente da Associação Catarinense de Medicina (ACM)

Indicado pela ACM: 

Aguinel José Bastian Júnior



Vânio Cardoso Lisboa - presidente do Sindicato do Médicos de Santa Catarina (SIMESC)

Indicados pelo SIMESC: 

Antônio Olímpio Pacheco

Leopoldo Alberto Back

Roque Batista Velho

 

Lista completa de homenageados

 

Vicente Caropresso

Carlos Fernando Coruja Agustini

Serafim Venzon

Dalmo Claro de Oliveira

Denise Linhares Gerent 

Aguinel José Bastian Junior 

Marcelino Osmar Vieira 

Marta Rinaldi Müller 

Carlos Alberto da Silva Junior 

Ruth Maria Gonçalves Guimarães

Antônio Merhy Seleme 

Geraldo Cesar Althoff

Lester Pereira 

Ary Carneiro Júnior

Roque Batista Velho 

Leopoldo Alberto Back 

Antonio Olimpio Pacheco 

Charles Ronald Van Santen 

 

Com informações de Tatiani Magalhães e fotos de Solon Soares (AGÊNCIA AL)

 

 

 

Íntegra do discurso do Presidente do CRM-SC, Dr. Nelson Grisard

 

Colegas homenageados e excelentíssimas famílias.

Senhores médicos, Senhores deputados, senhoras e senhores.

 

Ilustres médicos a quem, hoje, toda a classe médica de Santa Catarina, todos de há muito dedicados à atenção dos pacientes, curando alguns, melhorando muitos e, certamente, consolando a todos.

 

De um modo geral, os médicos não aceitam bem tais manifestações de homenagem, mas há, naturalmente, uma pontinha de orgulho quando são reconhecidos.

 

Mas, o que deve importar, de forma silenciosa, é o reconhecimento dos compromissos que o médico assumiu com os preceitos da medicina por toda sua vida. O que deve importar é o reconhecimento dos seus pares. O reconhecimento de quem tem a verdadeira capacidade de sentir e avaliar o sublime exercício profissional de um médico, suas glórias secretas e seus percalços sofridos na solidão! O que deve importar é o reconhecimento da Comunidade, como agora através da ALESC, nesta Casa do Povo.

 

Nós sabemos, mas é preciso que todos saibam, que não se deixa de ser médico pelo inexorável fato da velhice ou mesmo da morte. Sempre se é médico...

 

A vida é breve, a arte eterna, a oportunidade fugaz e o julgamento difícil, diz o aforismo de Hipócrates.

 

Nossa arte clínica, a iátrica, é passada de uns aos outros, ao medico jovem, e com ela vamos nós nos vagões dos séculos repetindo ditames éticos, apurando técnicas, atualizando conhecimentos, mas, sempre ouvindo e observando atentamente, acumulando sabedoria e prudência.

 

Cada um de vocês é autor de um capítulo no livro eterno da memória da humanidade, detentor de recônditos segredos guardados para sempre no âmago mais íntimo, profundo e respeitoso.

 

Cada um de vocês assistiu e participou do vertiginoso progresso da Medicina neste quase meio século de prática médica diuturna, quando a medicina controlou as doenças e as infecções com as vacinas e os antimicrobianos, controlou a reprodução humana, controlou a  ansiedade, mas ainda não controlou a recuperação das lesões neurológicas estando em vias de que isso ocorra pela geneterapia e o uso de células tronco.

 

O ato médico, em breve, além da terapêutica medicamentosa, cirúrgica e psiquiátrica, conhecidas e utilizadas, incluirá a terapia gênica, que vem chegando justamente para as doenças de natureza genética.

 

Assim, a eterna perenidade da medicina, permitirá aos médicos, em cena ou já na coxia, ouvir lá do ponto do grande palco do universo da ciência, as novas condutas que farão desaparecer males antigos como síndromes genéticas e cromossomiais, o diabete e a hipertensão essencial, e males “novos” como a doença de Alzheimer. 

 

Todos vocês acompanharam a justa, inadiável e pretendida regulamentação da profissão médica e com ela a regulamentação do ato médico. Tal regulamentação, vem chegando por último porque a humanidade em todos os tempos sempre soube o que um médico faz, qual o seu mister. O surgimento de outras profissões, necessários para a assistência médica globalmente considerada, criou desnecessárias celeumas com, até, inconfessáveis propósitos. 

 

Por respeito profundo a vocês, por suas qualidades e virtudes, por suas vidas desde a juventude dedicadas a minimizar o sofrimento alheio, este momento solene deve ser mantido imaculado dos pecados dos homens.

 

Em nome da classe médica de Santa Catarina quero fazer uma louvação, um ato de gratidão, pelo bem e por tudo quanto fizeram pelos pacientes em nome da Medicina:

 

Que seus compromissos com a medicina e o reconhecimento de todos os acompanhe sempre, 

Que não aceitem e não permitam que a dignidade do médico e da medicina seja maculada, 

Que a adversidade e a tristeza não os abata, 

Que continuem a conter as emoções e que sejam contidos nos entusiasmos como até aqui,

Que a ferida que tratem não lhes faça mal,

Que continuem a exercer a medicina com vocação, disciplina, humanismo, compaixão e ética.

 

E, chegado o último dia e no momento final, aquele em que a Medicina já não é mais necessária como que reafirmando sua falibilidade e natureza humana tocarmos à Porta Celestial, ouviremos Lá de Dentro a voz rouca de São Pedro bonachão: “entre, você é médico, não precisa bater”.

 

Sintam-se e sejam felizes porque nós, os médicos, seus familiares e seus amigos, estamos felizes em homenageá-los.

 

Tenho dito.

 

 

 

      

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Parabéns pelo Dia do Médico 

17/10/2017
 

      

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Evento em Florianópolis 

16/10/2017
 

      

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CFM esclarece decisão da Justiça Federal sobre atuação dos enfermeiros no âmbito do SUS 

10/10/2017
 

O Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou Nota de Esclarecimento à Sociedade sobre a decisão liminar da Justiça Federal que trata sobre a atuação de enfermeiros no Sistema Único de Saúde (SUS). A sentença, divulgada em 27 de setembro, proíbe enfermeiros de unidades públicas de saúde de fazer diagnósticos e solicitar exames. A manifestação da autarquia aponta que a sentença não prejudica a assistência oferecida pelos programas, já que não proíbe os profissionais de saúde de repetirem tratamentos e análises laboratoriais previamente solicitadas por médicos.

 

A nota divulgada pelo Conselho destaca ainda que a decisão respeita a legislação própria da enfermagem e preserva as competências dos médicos, previstas na Lei do Ato Médico. Confira abaixo a íntegra da declaração do CFM.

 

NOTA DE ESCLARECIMENTO A SOCIEDADE

Decisão da Justiça Federal sobre a atuação dos enfermeiros no âmbito do SUS

 

Com relação à liminar da Justiça Federal que suspendeu os efeitos da Portaria nº 2488, de 21 de outubro de 2011, editada pelo Ministério da Saúde, os Conselhos Federal e Regionais de Medicina vêm à público esclarecer que:

1) Essa decisão não compromete o funcionamento dos programas de saúde pública, no escopo da Política Nacional de Atenção Básica, pois não impede os enfermeiros de repetirem terapêuticas, bem como procedimentos e exames, que tenham sido solicitados, previamente, por médicos;

2) Para a Justiça, a forma como a Portaria nº 2.488/2011 tratou esse tema, causou uma distorção ao permitir, indevidamente, aos enfermeiros a possibilidade de solicitar exames complementares, prescrever medicações e encaminhar pacientes a outros serviços;

3) Ressalte-se que essa norma do Ministério da Saúde abre espaço para a invasão das atribuições dos profissionais da medicina que, pela Lei nº 12.842/2013 (Lei do Ato Médico), detém a exclusividade dessas ações;

4) Pela lei dos enfermeiros (Lei nº 7.498/1986), os graduados em enfermagem não estão autorizados a executarem os procedimentos previstos na Portaria do Ministério da Saúde, devendo pautar sua conduta pelas orientações recebidas pelo médico assistente;

5) O caso específico representa mais uma tentativa de conselhos de classe e de gestores de alterarem competências de diferentes categorias por meio de resoluções ou portarias.

O CFM e os CRMs reiteram seu compromisso com a defesa do Sistema Único de Saúde (SUS) e, sobretudo, com a qualidade dos serviços oferecidos à população, os quais devem se pautar por critérios de segurança, eficácia e legalidade.

 

Brasília, 10 de outubro de 2017.

 

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHOS REGIONAIS DE MEDICINA

      

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Nota de Falecimento 

09/10/2017
 

Faleceu no final da tarde de 09/10/2017, em seu domicilio e junto a sua Família, o Dr. Mário Gentil Costa.

Médico otorrinolaringologista, ex-professor de ORL da UFSC e Conselheiro do CRM -SC entre outubro de 1973 e setembro de 1983, foi pioneiro da cirurgia de ouvido em Santa Catarina e desenvolveu a especialidade no Hospital Governador Celso

Ramos, em Florianópolis, exercendo-a com proficiência e exemplar conduta.

Além de médico de elevado conceito profissional e ético, o Dr. Mário G. Costa foi escultor, escrito consagrado e laureado pintor.

Natural de Florianópolis, formou-se em Medicina em 1960, na Faculdade de Medicina da Universidade do Paraná.

O CRM-SC cumprimenta a família enlutada respeitosamente.

      

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Neurocatarina reúne número expressivo de médicos na sede do CRM-SC, em Florianópolis 

09/10/2017
 

Ylmar Corrêa Neto, Rachel Duarte Moritz, Nelson Grisard, Katia Lin, Peter Wolf e Jean Costa Nunes estiveram à
frente do evento que ocorreu no dia 7 de outubro, na sede do Conselho Regional de Medicina, em Florianópolis.

 

O Neurocatarina, uma parceria entre a UFSC e o CRM-SC, teve a epilepsia como tema central e contou
com expressiva participação de médicos do Estado, que lotaram o auditório do Conselho.

 

 

      

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Dia das Crianças 

06/10/2017
 

      

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Outubro Rosa 

05/10/2017
 

 A campanha Outubro Rosa busca a conscientização sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.

Faça parte dessa campanha! 

      

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Agende-se! 

03/10/2017
 

 

      

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CRM-SC realiza reunião em Tubarão e empossa nova Diretoria de Delegacia Regional 

29/09/2017
 



O Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina (CRM-SC) promoveu, na última quarta-feira (dia 27/09), encontro com os médicos da Região Sul do Estado, em Tubarão. O evento abordou importantes temas inerentes à atividade desenvolvida pelo profissional médico, Diretores Técnicos, Diretores Clínicos, Comissões de Ética Médica/Supervisores Éticos e integrantes dos Corpos Clínicos nos estabelecimentos de saúde e contou com a presença do Presidente do Conselho, Dr. Nelson Grisard; da Vice-presidente, Dra. Rachel Duarte Moritz; e do Segundo Tesoureiro, Dr. Odi José Oleiniscki.

O Presidente do CRM-SC, Dr. Nelson Grisard, expôs a Resolução CFM Nº 2.152/2016 ao falar sobre o papel dos Diretores Técnicos, Diretores Clínicos e Comissões de Ética Médica a uma plateia atenta, que lotou o Salão Nobre do Hospital Nossa Senhora da Conceição.

 

Na oportunidade, foi empossado o novo Delegado, Dr. Nelson Ubaldo Filho, e os demais integrantes da Delegacia Regional do CRM-SC de Tubarão: o Secretário, Dr. Luiz Carlos Kummer, e o Suplente, Dr. Adilson Medeiros dos Santos.

 

 

 

 

 

 

      

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CRM-SC realiza evento Neurocatarina, no próximo sábado, dia 7 de outubro 

29/09/2017
 

 

      

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Justiça Federal suspende portaria do governo que permitia aos
enfermeiros fazer diagnósticos e solicitar exames 

27/09/2017
 

O enfermeiro não pode realizar consultas na qual oferece ao paciente diagnóstico de doenças e a prescrição de exames e medicamentos, bem como o encaminhamento para outros profissionais ou serviços. Esse é o entendimento da Justiça Federal, no Distrito Federal, que suspendeu por meio de decisão liminar os efeitos da Portaria nº 2488, de 21 de outubro de 2011, editada pelo Ministério da Saúde.

Essa norma é que define a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica, para a Estratégia Saúde da Família (ESF) e o Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS). A decisão, considerada uma importante vitória dos médicos brasileiros em defesa da exclusividade das atividades previstas na Lei nº 12.842/2013 (Lei do Ato Médico), atende à ação movida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), que coordena a Comissão Jurídica de Defesa ao Ato Médico.

Esse grupo reúne advogados de diversas entidades médicas – entre elas a Associação Médica Brasileira (AMB), os Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) e as sociedades de especialidade – com o objetivo de estudar estratégias jurídicas de contraposição a atos administrativos que contrariam a legislação.
 

Tribunais Superiores - Para o presidente do CFM, Carlos Vital Tavares Corrêa Lima, a decisão coroa o trabalho feito pela Comissão Jurídica, que permanentemente monitora e defende o cumprimento da legislação brasileira. "Os médicos continuam a ser responsáveis pelo diagnóstico de doenças e prescrição de tratamentos, sendo que os outros profissionais atuarão unicamente dentro do escopo de suas respectivas legislações e conforme jurisprudência dos Tribunais Superiores", afirmou.

No pedido apresentado à Justiça Federal, o CFM questionava apenas o artigo da Portaria nº 2.488/2011 que permitia aos enfermeiros a adoção de medidas consideradas exclusivas do médico (diagnóstico de doenças e prescrição de tratamentos). A preocupação do CFM era evitar a prática da medicina por profissionais não habilitados, evitando-se, assim, colocar o paciente em situação de risco.

Diante dos argumentos apresentados, o juiz federal Renato Borelli entendeu ser necessário suspender a norma do Ministério da Saúde para evitar danos à saúde pública. Em sua justificativa, o magistrado entendeu que a Portaria nº 2.488/2011 permite, indevidamente, aos enfermeiros a possibilidade de solicitar exames complementares, prescrever medicações e encaminhar usuários a outros serviços.
 

Invasão - Para o juiz federal, ao autorizar essas ações, a norma permite a invasão das atribuições dos profissionais da medicina, que, pela Lei nº 12.842/2013 (Lei do Ato Médico) detém a exclusividade dessas ações. Para chegar a essa conclusão, o magistrado analisou também a legislação que regulamenta a profissão do enfermeiro.

Segundo ele, a lei dos enfermeiros (Lei nº 7.498/1986) não autoriza os graduados em enfermagem a executarem os procedimentos previstos na Portaria do Ministério da Saúde que teve seus efeitos suspensos e ainda orienta-os a pautarem a condução de suas atividades em determinações recebidas pelo médico assistente, salvo as situações legais previstas.

"Está demonstrado que o ato fustigado, ao permitir que o enfermeiro possa realizar consultas (diagnosticar), exames e prescrever medicamento, foi além do que permite a lei regente da profissão de enfermeiro, sendo, assim, ato eivado de ilegalidade, passível de correção judicial, tudo de modo a evitar dano à saúde pública", ressaltou magistrado em sua decisão liminar, à qual ainda cabe recurso.

Considerando a edição da Portaria nº 2.436/2017, que revogou a nº 2.488/2011, mas manteve no texto os mesmos artigos relacionados ao papel do enfermeiro na atenção básica, o Conselho Federal de Medicina já solicitou à Justiça Federal que os efeitos da liminar concedida sejam estendidos à norma recentemente publicada.



Clique aqui para acessar a íntegra da decisão. 

 

 

      

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Alerta! 

22/09/2017
 

 

 

 

 

 

      

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Conheça as novas regras de fiscalização dos Conselhos de Medicina 

20/09/2017
 

Já estão em vigor as novas regras para o funcionamento dos serviços médico-assistenciais públicos e privados no País, como consultórios privados, ambulatórios e hospitais, entre outros. A nova diretriz altera os anexos I e II, respectivamente, das resoluções nº 2.056/2013 e 2.057/2013, e revoga os anexos II das resoluções nº 2.056/2013 e 2.073/2014.

O documento (sob a forma da Resolução nº 2.153/2016) traz, ainda, a nova redação do Manual de Vistoria e Fiscalização da Medicina no Brasil, que surgiu a partir da aplicação prática nos 27 CRMs, contando com a experiência de médicos fiscais e conselheiros e a contribuição das sociedades de especialidades, que têm se pronunciado com o objetivo de contribuir com o aperfeiçoamento do dispositivo fiscalizatório. “Este manual traz, nos roteiros de vistoria, elementos que mensuram qualitativamente o trabalho e a segurança do médico e a certeza da aplicação correta da medicina para pacientes e sociedade”, explica o relator da norma e 3º vice-presidente do CFM, Emmanuel Fortes.

O conselheiro ressalta ainda que os médicos e gestores devem estar atentos a todos os pontos deste manual, com base no perfil de cada serviço. Os roteiros de vistoria preveem uma série de avaliações, como de acessibilidade, análise das instalações, de recursos humanos, corpo clínico, guarda de prontuários etc. Também traz roteiros específicos de acordo com diferentes tipos de serviços, como consultórios de especialidades (de acordo com a complexidade dos tipos de procedimentos realizados), unidades básicas de saúde, centros de saúde, ambulatórios, hospitais gerais, IMLs e SVOs, e uma série de outros tipos.
 

Clique aqui para ler a íntegra da norma. O "Manual de Vistoria e Fiscalização da Medicina no Brasil" começa na pág. 6.

 

 

      

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CRM-SC convida para reunião em Tubarão, dia 27 de setembro 

12/09/2017
 

 

      

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CRM-SC participa de debate ético em Blumenau 

15/09/2017
 

 

O CRM-SC participou em Blumenau, nos dias 11 e 12, de debates sobre os temas: documentos médicos (aspectos legais e éticos), perícia médica, absenteísmo por atestados médicos na PMB e quebra de vínculo (entre o médico do serviço público e o paciente do mesmo, quando o relacionamento médico-paciente tenha se tornado inviável).

O encontro foi uma convocação da Secretaria Municipal de Saúde de Blumenau a seus servidores e a presença do CRM-SC se deu a convite do Diretor Técnico da Secretaria, Dr. Marcus Vinícius Campos Rosa. O Conselho foi representado no evento pelo seu Delegado Regional, Dr. Jacy Bruns e pelo Consultor Jurídico, Dr. Irineu Ramos Filho.

Os debates, nos dois dias do evento, transcorreram em alto nível, tendo sido abordados aspectos éticos e jurídicos dos temas expostos. A questão envolvendo os atestados médicos foi apresentada pelo Dr. Adilvo Andreazza, médico Chefe do Serviço de Saúde Ocupacional da Prefeitura de Blumenau, tendo sido objeto de considerações pelo delegado Regional do CRM-SC e pelo Consultor Jurídico do Conselho.

A questão envolvendo a denominada quebra de vínculo foi apresentada pelo Dr. Marcus Vinícius Campos Rosa, Diretor Técnico da Secretaria Municipal de Saúde. De igual forma, foi objeto de considerações tecidas pelo Dr. Jacy Bruns – Delegado do Conselho e pelo assessor jurídico do mesmo, Dr. Irineu Ramos Filho.

Na oportunidade, o Diretor Técnico da Secretaria Municipal de Saúde fez a apresentação de uma proposta de Norma Administrativa, que deverá ser editada pelo Município, que disciplinará de forma objetiva a quebra de vínculo, sua execução, formalidades, motivação e encaminhamento do paciente.

Numa análise geral, a norma apresentada preserva a autonomia médica ao mesmo tempo em que resguarda os direitos do paciente ao atendimento digno, evitando a criação ou o agravamento de situações de conflito humano, totalmente contraindicadas frente a necessidade de manutenção do clima de colaboração que deve reinar entre médico e paciente.

“Esta norma representa uma inovação importante e inédita na administração do sistema público de saúde, merecendo ser, assim que editada, compartilhada com os municípios catarinenses, pela forma racional como trata a questão”, manifestou o Consultor Jurídico do CRM-SC. A norma está sob análise consultiva do Conselho, que se manifestará formalmente sobre a eticidade da mesma, emitindo parecer. 

O evento contou com a participação de aproximadamente 200 médicos, além de inúmeros profissionais de outras profissões correlacionadas a saúde. 

O Conselho cumpre, assim, não somente o seu papel de orientação da classe médica sobre os temas recorrentes que afetam o exercício cotidiano da medicina, como tambématua como instituição consultiva, no concerto institucional dos Poderes Públicos, no sentido de aprimorar as normas administrativas que disciplinam a prática do ato médico.

 

 

      

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XX FEMESC - Carta de Blumenau 

12/09/2017
 

 

      

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Nota aos médicos e à sociedade 

01/09/2017
 

 

      

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CFM e ABP lançam campanha Setembro Amarelo para prevenção ao suicídio 

31/08/2017
 

Todos os anos são registrados mais de 10 mil suicídios no Brasil. Preocupado com esse importante tema de saúde pública, o Conselho Federal de Medicina (CFM) desenvolve, a partir de 1º de setembro, uma série de ações na perspectiva de que é possível prevenir esse problema, com o apoio de profissionais de saúde, de todos os níveis de atenção, que estejam aptos a reconhecer os seus fatores de risco.

 

Durante todo o mês, as redes sociais do CFM, assim como todos os seus veículos de comunicação (jornal, boletim e site), transmitirão informações que poderão ajudar a sociedade a desmitificar a cultura e o tabu em torno do tema e auxiliar os médicos a identificar, tratar e instruir seus pacientes. 

 

É o quinto ano consecutivo que o CFM, em parceria com a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), participa ativamente da Campanha Setembro Amarelo. O dia 10 de setembro é oficialmente o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, mas a mobilização acontece durante o mês inteiro.

 

Com o apoio dos CRMs, das federadas e associados da ABP, médicos em geral e toda a sociedade, a Campanha Setembro Amarelo cresceu e hoje conquistou o Brasil inteiro. Esse ano, além das peças que serão publicadas durante o mês nas redes sociais, serão disponibilizados materiais a todos que queiram participar ativamente.

 

A Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) é a principal promotora dessa iniciativa, cujo objetivo é informar corretamente a população acerca da prevenção do suicídio. Em 2016, a campanha atingiu mais de 50 milhões de pessoas em todo o país, chamando a atenção para esta triste realidade por meio de caminhadas, simpósios, palestras e colaboração com a imprensa e outras entidades.

 

O impacto dos números – Segundo dados da OMS, mais de 800 mil pessoas morrem por suicídio a cada ano em todo o mundo, o que equivale a uma morte a cada 40 segundos. A cada três segundos, uma pessoa atenta contra a própria vida. Por isso, milhões de pessoas são afetadas por casos de suicídio a cada ano, incluindo o luto. 

 

Em 2012, o suicídio foi a segunda maior causa de morte entre os 15 e 29 anos de idade, em todas as regiões do mundo. No mesmo ano, 75% dos suicídios ocorridos no mundo, foram em países de baixa e média renda. Também em 2012, o suicídio foi responsável por 1,4% de todas as mortes no mundo, tornando-se a 15ª causa de morte.

 

Coeficientes de mortalidade por suicídio são estimados em número de suicídios para cada 100 mil habitantes, ao longo de um ano. O do Brasil gira em torno de 11,4 (15 em homens; 8,0 em mulheres). Esse índice pode ser considerado baixo, quando comparado aos de outros países. O leste da Europa, por exemplo, possui coeficiente 27, enquanto o mundo apresenta taxa de 14,5.

 

Prevenção – Algumas medidas eficazes para a prevenção já são evidenciadas em pesquisas internacionais, como o treinamento de médicos para identificar e tratar corretamente episódios de depressão, a restrição ao acesso a meios letais (armas de fogo, venenos, medicações potencialmente letais, acesso a locais de onde o indivíduo pode se jogar) e o tratamento/acompanhamento de paciente após alta hospitalar de internação ou atendimento em posto de saúde devido a tentativa de suicídio.

 

Transtorno psiquiátrico – Segundo a ABP, diversos estudos apontam que mais de 90% das mortes por suicídio estão associadas a um transtorno psiquiátrico. Visando contribuir para a redução desses números alarmantes, a campanha Setembro Amarelo busca conscientizar a população acerca da importância da identificação e tratamento corretos das doenças mentais, o que traria um impacto direto na redução das mortes por suicídio. 

 

Falar sobre suicídio de maneira responsável e com base em informações corretas ajuda na sua prevenção. Pensando nisso, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a ABP e lançaram duas cartilhas com orientações acerca do tema: “Comportamento suicida: conhecer para prevenir”, um manual dirigido a profissionais da imprensa; e “Suicídio: informando para prevenir”, voltada aos profissionais da área de saúde.

 

Acesse aqui a página da campanha Setembro Amarelo da ABP e saiba como participar. Leia também as cartilhas elaboradas pela ABP e pelo CFM:

 

Suicídio: informando para prevenir

 

Comportamento suicida: conhecer para prevenir

 

      

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XX FEMESC reúne médicos e estudantes de medicina em Blumenau 

28/08/2017
 

 

Sob o tema “Carreira Médica” ocorreu, nos dias 25 e 26 de agosto, o XX Fórum das Entidades Médicas de Santa Catarina (FEMESC). O evento, organizado pelo Conselho Superior das Entidades Médicas (COSEMESC), foi realizado na Universidade Regional de Blumenau (FURB), em Blumenau, e teve a participação de médicos de todo o Estado.
 

A mesa redonda Formação Médica abriu o FEMESC com a apresentação do presidente do Conselho Regional de Medicina (CRM-SC), Dr. Nelson Grisard, que falou sobre a Avaliação Nacional Seriada dos Estudantes de Medicina (Anasem) aplicada desde o ano passado aos estudantes do segundo, quarto e sexto ano de medicina. “Além das tradicionais provas curriculares e o Enade, agora os estudantes vão passar por esta prova, que será aplicada de forma progressiva", explicou.
 

Ele destacou que os encaminhamentos com os alunos reprovados no sexto ano ainda não foram definidos e apresentou uma pesquisa divulgada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) que revela que 91% da população brasileira defende que os alunos com mau desempenho nas provas de sexto ano não devem receber diploma. Os entrevistados defendem ainda que as instituições que não atingirem parâmetros de qualidade sejam punidas. "A escola tem que ser penalizada, mas o aluno que não tiver capacidade não pode seguir em frente. Não adianta ter a melhor escola do mundo se não tem o melhor aluno. O aluno faz a escola e é quem deve procurar estudar", defendeu Dr. Nelson Grisard.
 

O tema Novas Regras na Residência Médica veio na sequência e foi apresentado pelo diretor de apoio ao Pós Graduando em Medicina do Sindicato dos Médicos do Estado de Santa Catarina (SIMESC) e chefe de residência da dermatologia do hospital  da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Dr. Daniel Holtahusen Nunes. “A Lei  do Programa Mais Médicos não se restringiu apenas a trazer intercambistas para o país, implantou mudanças no Programa da Residência. Entre elas a necessidade de realizar dois anos de treinamento em uma residência da atenção básica", comentou.
 

Ainda na mesa Formação Médica, o diretor da Associação Médica Brasileira (AMB), José Luiz Bonamigo Filho, acrescentou que em 2016 foram autorizadas 58.077 vagas de residência, mas que destas 39,5% estão ociosas. Na Medicina de Família e Comunidade foram 5.892 vagas no ano passado e 73% ociosas. "Muitas vezes os programas são muito ruins e os candidatos não têm interesse. Não adianta abrir as vagas sem qualidade", sentenciou.

 

Presidente do CRM-SC anuncia a criação das 

Comissões do Médico Jovem e de Direito Médico

 

A cerimônia de abertura do evento ocorreu na sede da Associação Atlética do Banco do Brasil (AABB) e contou com a presença de lideranças médicas estaduais e nacionais e autoridades políticas. “É inegável a importância deste evento para qualidade da medicina de Santa Catarina”, exaltou Dr. Nelson Grisard ao parabenizar a organização do evento. Durante sua fala, o presidente anunciou a decisão do CRM-SC de criar a Comissão do Médico Jovem e a Comissão de Direito Médico. “A formação destas comissões será plural. A de Médico Jovem terá a participação do SIMESC, da ACM e da entidade estudantil que for escolhida, a de Direito Médico, além das entidades médicas, terá a participação da OAB”, esclareceu.
 

A conferência de abertura do XX FEMESC teve como tema As Reações e Relações do Mundo Digital às Posturas e Condutas Profissionais dos Médicos, ministrada pela jornalista Carla Cavalheiro, especialista em Estudos de Jornalismo, MBA em Gestão de Comunicação Pública e Privada e MBA em Marketing e Gestão de Redes Sociais.

 

Rumos da carreira médica é destaque do segundo dia do evento

 

O segundo dia do XX FEMESC foi aberto com a mesa redonda Carreira Médica. A primeira a palestrar foi a advogada Dra. Vanessa de Almeida, que falou sobre os tipos de contatos médicos e tirou dúvidas dos médicos presentes. 
 

Carreira de Estado para o Médico foi o tema da palestra do Dr. Rodrigo Bertoncini, Conselheiro do CRM-SC. Ele explicou o que é e em que pé estão as quatro propostas que tramitam no congresso para a implantação da carreira de estado para o médico. A mais avançada é a PEC 454/09, proposta pelo senador Ronaldo Caiado, que há uma no está pronta para votação em plenário. “Para sua implantação é preciso identificar e corrigir dificuldades, problemas e ameaças, envolver diversos setores do governo, como Secretaria da Saúde, da Fazenda, Casa Civil, Procuradoria, etc. e buscar apoio no Legislativo Federal e Estadual”, finalizou.
 

O presidente da Associação Brusquense de Medicina (ABM), Dr. Jonas Sebastiany, falou sobre Empreendedorismo na Carreira Médica foi abordado pelo. "Reconhecer as limitações e trabalhar em cima delas. Enfrentar e superar", aconselhou.
 

No encerramento do evento os médicos fizeram suas contribuições para a elaboração da Carta de Blumenau, na qual estarão as principais decisões tomadas pelos debates do XX FEMESC e o posicionamento das entidades frente aos pontos abordados na programação.
 

Também ficou definido que o próximo FEMESC será em Imbituba em data a ser confirmada.

 

Nova coordenação do COSEMESC

Dr. Vânio Cardoso Lisboa, presidente do SIMESC, passou a coordenação do Conselho Superior das Entidades Médicas (COSEMESC) para Dr. Rafael Klee Vasconscellos, presidente da ACM. 

      

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Conselheiro do CRM-SC coordena painel sobre ensino medico no 2º Fórum Nacional de Integração do Médico Jovem 

22/08/2017
 

O Conselheiro Primeiro Secretário Ylmar Correa Neto coordena nesta quarta-feira (23.08), em Belém do Pará, o Painel sobre Escolas Médicas, com a participação da Presidente do INEP e do Presidente da ABEM, além de contribuição do UFPA, DENEM, AEMED, SAEME e CFM. O Fórum de Integração do Médico Jovem, definido como aquele com até 10 anos de profissão ou até 40 anos de idade, debate temas importantes como os cuidados com a carreira  do médico,  a terminalidade da vida, a educação na graduação e na pós-graduação no Brasil e no mundo, o exercício da medicina além das capitais e as novas tecnologias.
 

O evento está sendo transmitido ao vivo no site do CFM.

      

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Porto Alegre sediará o II Encontro Nacional dos Conselhos de Medicina do Ano de 2017 

17/08/2017
 

A capital do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, sediará nos dias 13, 14 e 15 de setembro o II Encontro Nacional dos Conselhos de Medicina do Ano de 2017 (II ENCM 2017). No período, estarão reunidos dirigentes do Conselho Federal de Medicina (CFM) e dos 27 Conselhos Regionais (CRMs) para analisar temas que configuram desafios para o exercício profissional e para a assistência em saúde da população brasileira.

Para o presidente do CFM, Carlos Vital, nos últimos anos os encontros de conselhos têm possibilitado uma ação harmoniosa do sistema conselhal. "Essa sintonia tem feito com que as autarquias estejam mais próximas dos médicos, respondendo aos pleitos de forma efetiva, com ações que buscam a valorização da medicina e uma assistência de qualidade", disse.

Programação – O II ENCM 2017 será aberto no dia 13 com uma conferência sobre violência na saúde ministrada pelo membro da Comissão de Direito Médico do CFM, Antônio Carlos Roselli. O tema também será explorado pela Promotora de Justiça do Ministério Público do Estado do Piauí, Cláudia Pessoa Marques da Rocha Seabra e pelo psiquiatra e conselheiro do CFM, Salomão Rodrigues Filho. À tarde, uma conferência sobre o impacto das mídias sociais na relação médico-paciente será proferida pelo médico legista e professor da Universidade de Brasília (UnB), Malthus Fonseca Galvão. A esse respeito, também falarão o conselheiro do CFM, Aldemir Humberto Soares, e o membro da Comissão de Integração do Médico Jovem do CFM, Fernando Todt Carbonieri.

No dia 14, os trabalhos terão início com uma apresentação do membro da Comissão para Estudo da Transexualidade do CFM, Alexandre Saadeh, sobre o respeito à diversidade de gênero – tema também explorado pelos conselheiros do CFM, Leonardo Sérvio Luz e do Cremers, Antônio Celso Koehler Ayub. À tarde, o membro da Câmara Técnica de Segurança do Paciente do CFM, João de Lucena Gonçalves, fala sobre Núcleo de Segurança do Paciente. O tema também será tratado pelos conselheiros Emmanuel Fortes Silveira Cavalcanti (3º vice-presidente do CFM) e Donizetti Giamberardino.

O foco das discussões do último dia (15) será "A saúde pública no Brasil". Além da conferência principal sobre o tema, com exposição do ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, também falarão sobre o assunto a senadora Ana Amélia (PP-RS), o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) e os deputados Hiran Gonçalves (PP-RR) e Luiz Mandetta (DEM-MS). Outra atividade prevista na programação é a aprensentação sobre a atuação da Comissão de Assuntos Políticos no Congresso Nacional. A comissão faz acompanhamento regular de Projetos de Lei que tocam mais de perto o médico e o seu paciente junto aos seus relatores em ambas as casas do parlamento brasileiro.

Confira abaixo a programação preliminar do II ENCM 2017.

 

II ENCONTRO NACIONAL DOS CONSELHOS DE MEDICINA DO ANO DE 2017

Data: 13, 14 e 15/09/2017

Local: Sede do Cremers (Av. Princesa Isabel, 921, Bairro Santana, Porto Alegre, RS)

PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR

12/09/2017 (TERÇA-FEIRA)

14h às 18h – Reunião da Diretoria do CFM com os presidentes de CRMs

Local: Sede do Cremers
 

13/09/2017 (QUARTA-FEIRA)

8h30 – Credenciamento

9h – Solenidade de Abertura

Presidente do CFM – Carlos Vital Tavares Corrêa Lima

Presidente do Cremers – Fernando Weber Matos

Conselheiro do CFM – Cláudio Balduíno Souto Franzen

Apresentação do vídeo em homenagem ao Prof. Júlio Rufino Torres

9h às 10h Conferência: Violência na Saúde

Conferencista: Antônio Carlos Roselli – Membro da Comissão de Direito Médico do CFM

Apresentação: Carlos Vital Tavares Corrêa Lima – Presidente do CFM

10h às 11h Tema: Violência na Saúde

Coordenador: José Hiran da Silva Gallo – Tesoureiro do CFM

Secretário: Henrique Batista e Silva – Secretário-Geral do CFM

Expositores: Cláudia Pessoa Marques da Rocha Seabra, Promotora de Justiça do Ministério Público do Estado do Piauí – 20'

Salomão Rodrigues Filho – Conselheiro do CFM – 20'

11h às 12h Debates

 

12h às 14h Intervalo para almoço

 

14h às 15h Conferência: Relação médico-paciente: Impacto das mídias sociais

Conferencista: Malthus Fonseca Galvão – Médico legista e professor da Universidade de Brasília (UnB)

Apresentação: Hermann Von Tiesenhausen – 1º Secretário do CFM

15h às 16h Tema: Relação médico-paciente: Impacto das mídias sociais

Coordenador: Jecé Freitas Brandão – Conselheiro do CFM

Secretário: Celso Murad – Vice-Corregedor do CFM

Expositores: Aldemir Humberto Soares – Conselheiro do CFM – 30'

Fernando Todt Carbonieri – Membro da Comissão de Integração do Médico Jovem do CFM – 30'

16h às 17h Debates

17h Atividade Institucional na sede do Cremers

 

14/09/2017 (QUINTA-FEIRA) 

9h às 10h Conferência: Respeito à diversidade de gênero

Conferencista: Alexandre Saadeh – membro da Comissão para Estudo da Transexualidade do CFM

Apresentação: Mauro Luiz de Britto Ribeiro – 1º Vice-Presidente do CFM

10h às 11h Tema: Respeito à diversidade de gênero

Coordenador: Lúcio Flávio Gonzaga Silva – Conselheiro do CFM

Secretário: Ismael Maguilnik – Vice-Presidente do Cremers

Expositores: Leonardo Sérvio Luz – Conselheiro do CFM

Antônio Celso Koehler Ayub – Conselheiro do Cremers

 

11h às 12h Debates

12h às 14h Intervalo para almoço

14h às 15h Conferência: Núcleo de Segurança do Paciente

Conferencista: João de Lucena Gonçalves – Membro da Câmara Técnica de Segurança do Paciente do CFM

Apresentação: Emmanuel Fortes Silveira Cavalcanti – 3º Vice-Presidente do CFM

 

15h às 17h Tema: Núcleo de Segurança do Paciente

Coordenador: Jorge Carlos Machado Curi – Conselheiro do CFM

Secretário: Cláudio Balduíno Souto Franzen – Conselheiro do CFM

Expositores: Emmanuel Fortes Silveira Cavalcanti – 3º Vice-Presidente do CFM

Donizetti Giamberardino – Conselheiro do CFM

20h Atividade Institucional

 

15/09/2017 (SEXTA-FEIRA) 

9h às 10h Conferência: A saúde pública no Brasil (A confirmar)

Conferencista: Osmar Terra – Ministro do Desenvolvimento Social

Apresentação: Carlos Vital Tavares Corrêa Lima – Presidente do CFM

10h às 11h20 Tema: A saúde pública no Brasil (A confirmar)

Coordenador: Carlos Vital Tavares Corrêa Lima – Presidente do CFM

Secretário: Fernando Weber de Matos – Presidente do Cremers

Expositores: Senadora Ana Amélia - 20’

Senador Ronaldo Caiado - 20’

Deputado Hiran Gonçalves - 20’

Deputado Luiz Mandetta - 20’

 

11h20 às 13h Debates

13h às 15h Intervalo para almoço

13h às 17h Tema: Atuação da CAP no Congresso Nacional

Coordenador: Alceu Pimentel – Conselheiro do CFM

Secretário: Dalvélio de Paiva Madruga – 2º Tesoureiro do CFM

Expositores: Wirlande Santos da Luz – Conselheiro do CFM – 30’

Napoleão Salles – Assessor de Assuntos Parlamentares do CFM – 30’

15h às 17h Debates

 

17h Encerramento

 


      

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Risco de epidemia de febre amarela urbana é grande, segundo pesquisa 

17/08/2017
 

Ruth Helena Bellinghini

Uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz, Instituto Evandro Chagas e Instituto Pasteur mostrou que tanto o Aedes albopictus quanto o A. aegyptitêm grande capacidade de transmitir as duas linhagens de vírus de febre amarela que circulam no Brasil, além de uma terceira, africana, identificada no Senegal em 1979 e responsável pela recente epidemia urbana em Angola, que causou 600 mortes em seis meses. O estudo [1], publicado no periódico Scientific Reports, aponta a cidade do Rio de Janeiro, onde estão presentes ambas espécies do mosquito e que recebe grande número de viajantes, como área com grande risco de transmissão urbana da febre amarela, algo que não acontece no País desde 1957. Não à toa, quatro dias antes da publicação do trabalho das duas instituições federais, o Ministério da Saúde recomendou que todas as pessoas que viajam ao Rio e que nunca foram vacinadas recebam a vacina contra febre amarela. A decisão das autoridades brasileiras da saúde vem três meses depois de a Organização Mundial da Saúde (OMS) ter incluído o Rio na lista de locais no Brasil em que a vacinação é recomendada para turistas.

Tradicionalmente, os surtos de febre amarela no Brasil coincidem com as ondas de epizootias (epidemias em populações não-humanas) de macacos, que ocorrem em ciclos de seis a 12 anos. Até agora, acreditava-se que os Aedes sp das regiões com epizootias e/ou epidemias de origem silvestre fossem menos competentes que as espécies silvestres como vetores da febre amarela, ainda que reaparecimento da febre amarela urbana não possa ser de todo descartado.

Os pesquisadores coletaram espécimes do Rio, Manaus e Goiânia das espécies Haemagogus leucocelaenus, Sabethes albiprivus, Aedes aegypti e A. albopictus, que foram alimentados com sangue das três diferentes linhagens do vírus (as americanas 74018-1D e 4408-1E e a africana S-79) e verificou-se que, 14 dias após a infecção, eles são capazes de transmitir partículas virais. Dos vetores urbanos, os Aedes aegypti do Rio de Janeiro apresentaram o maior potencial para disseminar a febre amarela, com mais de 10% dos mosquitos apresentando partículas virais infectantes na saliva duas semanas após a alimentação, semelhante à registrada entre os insetos de Manaus – onde a doença é endêmica e a população, vacinada – e maior que a dos mosquitos de Goiânia. O estudo ressalta também que o Rio convive ainda com o Haemagogus leucocelaenus, espécie dominante nas florestas próximas à cidade, onde vive também o Aedes albopictus.

Segundo o trabalho, 10% pode parecer pouco, mas mesmo um vetor com pouca competência pode ter um papel importante na transmissão da doença se houver outros fatores presentes, como alta densidade e alto índice de picadas em humanos, como ocorre no Rio de Janeiro.

Normalmente, barreiras ecológicas e ambientais são capazes de conter a disseminação do vírus das áreas florestais para as urbanas, mas no Brasil as grandes cidades cresceram desordenadamente ao lado de regiões florestais e a degradação ambiental permitiu que o Haemagogus leucocelaenus e o A. albopictus colonizassem parques e áreas urbanas. De acordo com os pesquisadores, o caso do Aedes albopictus é exemplar: a espécie é oportunista, coloniza diferentes habitats, se alimenta do sangue de vários animais e vive em parques e florestas próximas a grandes centros urbanos.
 

Leia mais:

O que sabemos sobre o surto de febre amarela no Brasil

De acordo com Ricardo Lourenço de Oliveira, chefe do Laboratório de Mosquitos Transmissores de Hematozoários do Instituto Oswaldo Cruz e um dos autores da pesquisa, o risco de uma epidemia de febre amarela é grande no Rio e outras áreas do litoral do Sudeste, já que a maior parte da população dessas áreas ainda não foi vacinada contra a doença. Para ele, é preciso que o governo invista em vacinação e o combate aos criadouros do Aedes aegypti,até porque o mosquito também é vetor de outras arboviroses, como dengue, zika e chikungunya.[2]. Um cenário possível para o início de uma epidemia urbana, segundo Oliveira[2], é um indivíduo ser picado por um mosquito silvestre durante um passeio na mata, por exemplo, e se sua casa tiver Aedes aegypti em grande quantidade, ele pode ser picado, transmitir o vírus da febre amarela para um destes Aedes, que por sua vez vai picar outras pessoas e dar início à epidemia.

 

Vacinação no Rio

Dias antes da publicação do estudo, o ministro da Saúde Ricardo Barros anunciou o envio de 1,5 milhão de doses de vacina contra febre amarela para o Rio, que vai receber a partir de agora 500 mil doses mensais. O objetivo é vacinar toda população até o fim do ano. A recomendação se estende a quem viaja para o Estado.

"A febre amarela no Brasil é endêmica, acontece constantemente. Se nós não controlarmos e estivermos com cobertura vacinal alta na população, teremos novos problemas. Por isso o Governo Federal decide incluir o Rio entre os estados que receberão permanentemente doses da vacina de febre amarela para garantir a cobertura vacinal elevada e evitar novos episódios de epidemia", disse Barros em um comunicado à imprensa. De acordo com o ministério, este ano foram enviadas 6,9 milhões de vacinas para o Rio de Janeiro. Em todo País, foram distribuídas 26,9 milhões de doses extras para intensificar a vacinação e garantir a proteção da população durante o surto que atingiu principalmente Minas Gerais, Espírito Santo e Rio. De janeiro até agora, foram registrados 797 casos da doença no Brasil, com 275 mortes.

 

Fonte

      

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Evento em Curitibanos tem participação expressiva de médicos da região serrana 

15/08/2017
 




O Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina (CRM-SC) realizou em Curtitibanos, nos dias 4 e 5 de agosto, o Encontro com os médicos da Região Planalto Serrano. Na ocasião, com participação bastante expressiva dos médicos da Região, os assuntos abordados foram Violência Obstétrica e Parto Seguro. No tópico da Violência Obstétrica, conceitos, aspectos baseados na Medicina Baseada em Evidências e aspectos éticos relativos ao tema foram abordados, incluindo o plano de parto. No tópico do Parto Seguro, a Associação Catarinense de Pediatria apresentou sua campanha que objetiva aumentar a segurança do recém-nascido durante o parto.  

O evento permitiu, ainda, que médicos da região levassem ao conhecimento do CRM-SC dificuldades e problemas existentes em seus municípios. 
 


O evento foi realizado em duas etapas: na sexta-feira à noite foram efetuadas duas palestras uma sobre Violência Obstétrica, proferida pelo Conselheiro do CRM-SC, Dr. Dorival Antonio Vitorello, e outra sobre Parto Seguro, apresentada pelo Dr. Edson Carvalho de Souza, Presidente da Sociedade Catarinense de Pediatria. No sábado pela manhã, houve discussão geral com diretores técnicos, clínicos e membros das comissões de ética das instituições da região. 
 

Os principais assuntos levantados foram:

1.     Sugestão de que solicitações de parecer por parte dos Diretores Técnicos fossem avaliadas prioritariamente para a agilização dos serviços;

2.     Esclarecimento dos problemas que estão ocorrendo na região quanto à terceirização do trabalho de pediatras. Foi elucidado que em alguns hospitais estão sendo contratadas firmas que prestam serviço escalando pediatras de outros estados, sem a adequação do CRM no estado de Santa Catarina. A escala é irregular sendo que os profissionais trabalham em períodos de até 15 dias em regime de serviço contínuo diário, e de sobreaviso noturno. Foi decidido que deverá haver fiscalização na região;

3.     Foi também elucidado sobre os problemas do posto de saúde da cidade de Frei Rogério, que deve ser fiscalizado;

4.     Foi debatido sobre o trabalho das Delegacias sendo solicitado que fosse avaliada a possibilidade da abertura de novas Delegacias. Foi esclarecida a dificuldade logística para o atendimento dessa solicitação sendo avaliada a possibilidade de que Delegacias com muitos inscritos (mais de 500, por exemplo) pudessem descentralizar a administração, podendo ser delegados pelo CRM-SC representantes “delegados adjuntos” nas maiores cidades das regiões envolvidas.   

 


      

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II Jornada da Associação Tubaronense de Psiquiatria 

15/08/2017
 

A II Jornada da Associação Tubaronense de Psiquiatria e a XIV Jornada de Psiquiatria do curso de medicina da Unisul terão a participação da Associação Catarinense de Psiquiatria (ACP). O evento, que terá como tema “Psiquiatria e Ciclos Vitais”, será realizado nos dias 18 e 19 de agosto no salão nobre da Unisul Campus Tubarão.

As inscrições podem ser feitas na coordenação do curso de medicina da Unisul, em Tubarão, ou no telefone 48 3626-0481, com Cida. Associados adimplentes com a ACP são isentos de taxa inscrição. Para estudantes e residentes o investimento é de R$ 40, para profissionais o valor é de R$ 50.

Membros da ACP, bem como a presidente da ACP, Lilian Lucas, vão participar do evento. A palestra da presidente terá como tema a “Adolescência em seus aspectos normais e patológicos”.

Confira abaixo a programação dos dois dias de palestras:

18/08 – sexta-feira

18h15 – Palestra: Psiquiatria na primeira infância e prevenção primária em

saúde mental com Dr. Rodrigo Silveira;

18h55 – Palestra: Adolescência em seus aspectos normais e patológicos com Dra.

Lilian Lucas;

19h55 – Coffee Break

20h20 – Palestra: Adulto jovem e intermediário e seus desafios com Dr. Henrique Fogaça;

21h – Palestra: Envelhecimento normal e patológico: é possível uma velhice

saudável? com o Dr. Alan Bússulo;

21h45 – Encerramento do primeiro dia

19/08 – sábado

9h – Entrevista psiquiátrica: ainda é ferramenta útil? Com os Drs.

Eduardo Pimentel e Márcio J. Dal.Bó;

10h – Palestra: Desafios e diagnósticos em Psiquiatria com Dr. Alexandre Paim Diaz;

11h15 – Encerramento

Serviço:

O que: II Jornada da Associação Tubaronense de Psiquiatria e da XIV Jornada de Psiquiatria do curso de medicina da Unisul

Quando: 18 e 19 de agosto

Onde: Salão Nobre da Unisul – Bloco A – Av. José Acácio Moreira, 787, Bairro Dehon, Tubarão/SC

Mais informações no telefone (48) 3622-0481.  


      

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CRM-SC realiza curso de Cuidados Paliativos no adulto e na crianças 

13/08/2017
 

 

O CRM-SC realizou, nos dias 11 e 12 de agosto, o Curso de Cuidados Paliativos, com enfoque na Pediatria. Professores com ampla experiência na área abordaram, de forma prática, os temas referentes a aspectos éticos, técnicos e legais dos Cuidados Paliativos em Pediatria, as intercorrências e a comunicação em situações de conflito.

 

Confira as fotos do curso

 


      

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Professores compartilham experiências usadas nas aulas sobre humanidades médicas 

11/08/2017
 

A necessidade de resgate do médico humanista e o que está sendo feito em sala de aula para que as novas gerações vejam o paciente e não apenas a doença foram debatidos na manhã de quinta-feira (10), nas duas primeiras atividades do VI Congresso Brasileiro de Humanidades Médicas, promovido pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), em Brasília, nos dias 10 e 11 de agosto. Ao anunciar a primeira conferência, o presidente do CFM, Carlos Vital, afirmou ser constante a luta pela humanidade na prática médica e lembrou que "apesar dos avanços científicos, o médico será sempre um cuidador de homens".
 

O primeiro conferencista foi o ex-presidente do CFM, Roberto Luiz d´Avila, que na sua gestão promoveu, em 2010, o primeiro congresso sorbe o tema. Professor da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), Roberto d´Avila mostrou como procura sensibilizar, em sala de aula, seus alunos. Usando indicações de livros, filmes e artes visuais, o professor busca fazer com que seus alunos vejam o outro. "Como é uma disciplina optativa, os alunos não pagam para cursá-la, há alunos que deveriam estar ali e não estão e outros que não precisariam, pois têm uma empatia natural com seus pacientes, mas que lá estão", relatou.
 

Roberto d´Avila definiu humanidades como um conjunto de disciplinas que contribuem para a formação do ser humano, independentemente de qualquer finalidade utilitária. "Sinto arrepios quando me deparo com os chamados programas de humanização. Não se humaniza por decreto. É preciso sensibilizar o médico a ver o outro", afirmou. A arte, para o professor e ex-presidente do CFM, é um dos caminhos para essa sensibilização. Em suas aulas, Roberto d´Ávila pede para seus alunos lerem e resumirem textos de escritores médicos como Guimarães Rosa e Tchekhov, ou de outros que falam da relação médico-paciente, como Tolstoi. Também são debatidos filmes como “Peixe Grande” e "Minhas tardes com Margueritte". "Os resultados têm sido muito bons, tanto que alguns dos meus alunos vão apresentar trabalhos neste Congresso", congratulou.
 

A conferência de Roberto Luiz d'Avila pode ser acessada aqui. 

 


Artes Plásticas
– A palestra seguinte foi dada pelo professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Santa Catarina Ylmar Corrêa Neto, que falou sobre "A medicina e as artes plásticas". Ylmar apresentou imagens de várias telas que apresenta em sala de aula para sensibilizar seus alunos. "Ao mostrar um quadro de um médico tirando o pulso de um paciente lembro para esses alunos que ao fazerem o mesmo eles estão encarnando mais de mil anos da nossa profissão", contou. 
 

As artes plásticas também são usadas para ajudar o aluno a encarar o desafio da morte. "É melhor que primeiramente o aluno entre em contato com ela pela arte, antes de encará-la na dureza de uma enfermaria de hospital", argumentou. Ao final da palestra, Ylmar Côrrea apresentou o vídeo "Meat Man", de Diego de los Campos, que mostra a decomposição de uma escultura feita de carne moída. "As imagens são fortes, mas nos ajudam a pensar sobre a finitude da vida e sobre o quando devemos ter uma atitude humanizadora diante do nosso paciente", afirmou.
 

Acesse aqui a apresentação de Ylmar Corrêa Neto

 


      

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CRM-SC realiza encontro em Balneário Camboriú 

11/08/2017
 

  


      

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Lições de vida: oito décadas de um neuropediatra são eternizadas em livro 

11/08/2017
  

As histórias fantásticas de uma trajetória exemplar e a expressão da felicidade que o professor e neuropediatra do curso de Medicina da Unisul, Alvaro José de Oliveira, construiu há oito décadas, com a tenacidade e destemor de um grande médico, foram eternizadas pela Editora Unisul. Mais do que uma autobiografia de um avançado neuropediatra, profissional de ideias férteis, o livro ‘A Felicidade do pediatra da inovação’ evidencia a capacidade de superação dos indivíduos e a relevância no avanço do ensino médico para a humanização da assistência às crianças com necessidades especiais.

A publicação do Dr. Álvaro está recheada de narrativas que resumem a vida, o espírito sacerdotal e os desafios do cidadão, do médico, do professor e de um sujeito que não teve medo de construir a sua felicidade e de investir tempo e conhecimento em sua profissão, cujos alicerces ajudaram a transformar a cultura da pediatria nacional e de milhares de crianças com necessidades especiais, a exemplo de sua filha Kika.

Para o professor João Ghizzo Filho, coordenador do curso de Medicina da Unisul, do Campus Grande Florianópolis, o neuropediatra é um exemplo de que quando o ser humano é feliz, ele está em harmonia consigo mesmo e com os outros. “A felicidade faz parte da própria essência do ser humano. Professor Álvaro proporciona ao curso de medicina, aos colegas docentes e aos alunos, uma visão multidisciplinar, com a consciência de que a medicina precisa da integração e da versatilidade para abreviar respostas aos desafios que surgem constantemente”. Para o coordenador do curso de Medicina, o professor Álvaro apostou na formação de novas gerações de médicos, aguçando suas consciências e na necessidade de humanizar a profissão (identificar-se com a família do paciente): “somos eternamente gratos ao Dr. Alvaro pelas suas lições de médico inteligente e de um incansável professor humilde em ouvir, aprender e sugerir”, sublinhou.

Inúmeros amigos, familiares e autoridades estiveram presentes, dentre os quais, os professores Mauri Luiz Heerdt, Reitor da Unisul, Murilo Ronald Capella, Secretário Adjunto da Saúde do Estado de Santa Catarina, e Nelson Grisard, Presidente do Conselho Regional de Medicina, além do ex-Reitor da Unisul e ex-Presidente do Conselho Estadual de Educação de Santa Catarina, Prof. Gerson Luiz Joner da Silveira, da Sra. Alice Kuerten, representando o Instituto Guga Kuerten, e das representações da Associação Catarinense de Medicina e da Fundação Catarinense de Cultura.

O professor Mauri Luiz Heerdt reiterou em seu pronunciamento o orgulho para a Unisul no registro dessas oito décadas da trajetória do Dr. Alvaro e, especialmente, ao retratar a peculiaridade de quem jamais teve dúvidas sobre a direção e o caminho da felicidade (a sua e a dos seus pacientes). “Dr. Álvaro nos ensina (e ensina a todos ao seu redor) que é possível renascermos e inovarmos em inúmeros momentos de sua vida e, sobretudo, de que cada um de nós é especial em sua singularidade; todo ser humano é único, capaz e especial no sentido mais amplo da palavra”, destacou.

Em sua fala, o homenageado da noite declarou sua paixão pela docência e que o segredo do seu rejuvenescimento está na convivência com os seus alunos e colegas professores e médicos. “O nosso curso de medicina da Unisul é muito sólido e especial. Cumprimento o nosso Reitor, juntamente com seus ex-reitores, pela pujança da nossa universidade no que tange ao crescimento físico e científico em todos os sentidos. Meus alunos cada dia me surpreendem mostrando que está surgi no um brasil novo mais tolerante e competente para lidar com o preconceito e implantar inovações. Sempre quis morrer em plena docência e o que obtive até agora foi mais vida”, finalizou, emocionando os presentes sob um coro de aplausos.

 

  


      

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Fórum das Entidades Médicas confirmado para os dias 25 e 26 de agosto 

07/08/2017
 

 

Aproximadamente 150 médicos e estudantes são esperados para a 20ª edição do Fórum das Entidades Médicas de Santa Catarina (FEMESC) que será realizada nos dias 25 e 26 de agosto, na Universidade Regional de Blumenau (FURB), em Blumenau. O evento, promovido anualmente pelo Conselho Superior das Entidades Médicas (COSEMESC), ocorre ininterruptamente desde 1996.
 

 “Estamos inovando nesta edição levando o evento para dentro da universidade e perto dos estudantes como forma de incentivarmos os futuros médicos a participarem dos debates que envolvem a medicina. Daqui a alguns anos esses jovens serão os representantes das nossas entidades e para isso é importante que desde agora se mantenham envolvidos conosco”, declara o presidente do SIMESC Regional Blumenau, Carlos Roberto¿Seara¿Filho. 
 

Para o presidente do SIMESC e coordenador do COSEMESC, Vânio Cardoso Lisboa, a 20ª edição do FEMESC é um grande marco para as entidades médicas. “São duas décadas que estamos discutindo e encaminhando assuntos relevantes para a categoria. Convido todos a participarem deste evento. Juntos temos mais capacidade de ampliar o debate e identificar melhores formas de atuação”, afirma.  
 

Programação 

A abertura da 20ª edição do FEMESC será realizada na Associação Atlética do Banco do Brasil (AABB) e terá a conferência As Reações e Relações do Mundo Digital às Posturas e Condutas Profissionais dos Médicos, ministrada por Carla Cavalheiro, jornalista especialista em Estudos de Jornalismo, MBA em Gestão de Comunicação Pública e Privada e MBA em Marketing e Gestão de Redes Sociais.
 

No primeiro dia de evento serão debatidos também assuntos como a formação médica, novas regras da residência e avaliação sequencial dos cursos de medicina que começou a ser aplicada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) este ano. 
 

No sábado serão tratados temas envolvendo contratos médicos, carreira de estado e empreendedorismo na medicina. 
 

As entidades que integram o COSEMESC são: Associação Catarinense de Medicina (ACM), Conselho Regional de Medicina (CRM SC), Sindicato dos Médicos do Estado de Santa Catarina (SIMESC), Sindicato dos Médicos da Região Sul (SIMERSUL) e Academia de Medicina do Estado de Santa Catarina (ACAMESC). 

 

Inscrições pelos e-mails simesc@simesc.org.br, eventos@cremesc.org.br e acm@acm.org.br 

 
 


      

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Médicos formados pela UNIVALI, UNISUL PEDRA BRANCA e outras
universidades assistem à aula de Ética na sede do CRM-SC 

04/08/2017
 

 

Médicos formados pela UNIVALI, UNISUL PEDRA BRANCA, e outras universidades assistiram, no dia 3 de agosto, à aula de Ética no CRM-SC, Florianópolis. Na solenidade, os novos médicos receberam a carteira profissional e um exemplar do Código de Ética Médica.

 

Clique aqui e confira as fotos da solenidade

 


      

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Presidente do CRM-SC participa de aula inaugural do curso de Medicina 

31/07/2017
 

 
O Presidente do CRM-SC, Dr. Nelson Grisard, participou, na segunda-feira (24/07), da aula inaugural do Curso de Medicina da UNIDAVI. Durante a cerimônia realizada na Sala Nobre da universidade, Dr. Nelson Grisard parabenizou a instituição não apenas pela abertura do Curso de Medicina, mas por todo seu histórico de ensino de qualidade e participação no desenvolvimento da Região. Fez importantes orientações aos alunos, sobre como o curso e a profissão exigem seriedade e esforço. Pediu, ainda, ao Coordenador Prof. Dr. Augusto Fey (que já foi seu aluno) para que sempre seja muito exigente, mantendo um alto nível de ensino. 

 

Fonte: UNIDAVI

 
 


      

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Infraestrutura para assistência ao AVC no SUS é inadequada, apontam 76% dos especialistas 

31/07/2017
 

A maioria dos hospitais públicos brasileiros (76%) apresenta infraestrutura pouco adequada (39%) ou inadequada (37%) ao atendimento de crises agudas de acidente vascular cerebral (AVC), uma das principais causas de mortalidade por doenças crônicas não transmissíveis no País. Apenas 25% desses estabelecimentos se enquadram em parâmetros que os tornariam adequados (22%) ou muito adequados (3%) para essa finalidade.

 

Essa é a percepção de neurologistas e neurocirurgiões, especialistas com maior grau de qualificação para atender a esses casos, expressa em pesquisa do Conselho Federal de Medicina (CFM). Os profissionais que atendem na rede pública foram convidados a expressar suas opiniões em questionário estruturado a partir de itens definidos por nomes que são referência na área, incluindo representantes da Academia Brasileira de Neurologia (ABN).

 

Os dados foram colhidos entre janeiro e março deste ano, sendo que a avaliação incluiu itens sobre estrutura física, equipamentos, medicamentos, capacitação e equipes multiprofissionais, entre outros. Também se buscou conhecer o grau de satisfação com os resultados alcançados com o atendimento oferecido.

 

O presidente do CFM, Carlos Vital, considerou os números representativos, pois dialogam com outros estudos da instituição. “Em levantamentos feitos com o Datafolha, já era apontado que o paciente do SUS tem queixas graves com relação ao tempo de espera para internação ou para fazer exames de maior complexidade. Os percentuais desse levantamento reforçam a percepção de falta de estrutura na rede pública”, disse.

 

Para os neurologistas e neurocirurgiões consultados, em 87,9% dos hospitais públicos que acolhem pacientes em crise aguda de AVC faltam leitos de internação; em 93% não há ressonância magnética disponível em até 15 minutos; e em 32% inexiste tomogra¬fia computadorizada. O grupo ainda relatou ausência de leitos de UTI/ emergência para pacientes isquêmicos, que precisam usar trombolíticos em 63,6% dos serviços. De forma geral, essas unidades carecem desse medicamento (52,6%) e de uma triagem para identi¬ficar os pacientes com AVC (57,5%).

 

O professor e neurologista Luiz Alberto Bacheschi, integrante da Câmara Técnica de Neurologia e Neurocirurgia do CFM, defende que, além de melhorias na infraestrutura, seja oferecida capacitação ao corpo clínico. “Temos de treinar nossas equipes de emergência. Onde não for possível um especialista, que seja dado suporte a distância”, defendeu.

 

“Estes são dados preocupantes, pois se um paciente com AVC for atendido mais rapidamente, menores serão as sequelas”, alerta o conselheiro Hideraldo Cabeça, coordenador da Câmara Técnica de Neurologia e Neurocirurgia do CFM. “Não estamos falando de unidades de pronto atendimento (UPAs), mas de hospitais de alta complexidade, que têm neurocirurgiões e neurologistas nos seus corpos clínicos e que são referência para o atendimento em AVC”, ponderou.

 

Avaliação negativa – As carências relatadas são a base da crítica dos neurologistas e neurocirurgiões que expõem sua preocupação com a qualidade dos serviços públicos no momento de avaliá-los. De acordo com a pesquisa do CFM, para 52,7% dos especialistas, os estabelecimentos do Sistema Único de Saúde (SUS), em termos de infraestrutura, podem ser considerados péssimos (25,7%) ou ruins (27%).

 

A inexistência dos itens mínimos para o atendimento ocorre para 8,3% dos entrevistados. Apenas 12,9% avaliam as condições oferecidas aos pacientes como boas (11,2%) ou ótimas (1,7%). Na opinião de 21,6%, elas podem ser consideradas regulares.

 

Ao avaliar individualmente os itens apontados como necessários ao atendimento de crises agudas de AVC, as percepções negativas também predominaram. A qualidade da ressonância magnética nos hospitais públicos é descrita pelos neurologistas e neurocirurgiões como péssima (21,8%), ruim (12,8%) e regular (7,5%). Para 51,9% dos especialistas, esse equipamento é inexistente nos serviços. Outro item que preocupa são os serviços endovasculares com angiografia digital e trombólise.

 

Na avaliação de 38,2% dos especialistas, eles são inexistentes na rede pública. A percepção de que eles são péssimos ou ruins foi expressa por 24,5%; de que são regulares, por 15,3%; bons, por 12,2%; e ótimos, por 9,9%. Com relação à disponibilidade de leitos de internação para acolher a demanda no SUS, a crítica também é severa.

 

De acordo com os neurologistas e neurocirurgiões, a qualidade desse item é péssima para 31,1%. No entendimento de 25,6%, é ruim; regular, para 27,8%; boa, na opinião de 9,4%; e ótima, na de 4,4%. A inexistência foi apontada por 1,7% dos entrevistados. A realização de exames laboratoriais em até 15 minutos foi apontada como inadequada em 40% dos hospitais públicos, sendo avaliada inexistente por 4,1% dos médicos; péssima, por 14,4%; e ruim, por 22,1%.

 

Com respeito ao acesso aos tomógrafos, foi classificado como inexistente por 3,3% dos especialistas; péssimo, por 10,4%; e ruim, por 11,8%. Outro destaque: no momento da pesquisa, o trombolítico não estava disponível em 52,6% dos estabelecimentos, e 80% não dispunham de serviço endovascular com angiografia digital e trombólise.

 

“É contraditório um hospital ter um tomógrafo mas não conseguir fazer exames básicos”, observa Acary Souza Bulle de Oliveira, membro da CT de Neurologia e Neurocirurgia. De acordo com o protocolo de atendimento ao AVC do Ministério da Saúde, exames como hemograma e de glicose têm que ser feitos em até 15 minutos após o paciente dar entrada no hospital com suspeita de acidente.

 

Mortes e sequelas – Conhecido popularmente como derrame ou trombose, o AVC ocupa o segundo lugar no ranking de enfermidades que mais causam óbitos no Brasil, atrás apenas das doenças cardiovasculares. Para se ter uma ideia da gravidade, a cada hora, 11 brasileiros morrem por algum tipo de consequência do AVC, segundo os registros apurados pelo CFM junto ao Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde.

 

Em 2014, último ano em que há dados disponíveis, morreram no país mais de 99 mil pessoas. Os estados da região Norte são os que apresentam a maior incidência da mortalidade por AVC no país. Só no Amapá, de 2008 a 2014 houve aumento de 89,7% no número de mortes por AVC.

 

CONFIRA O QUADRO GERAL DE ÓBITOS POR AVC ENTRE 2008 E 2014.

 

No ano passado, quase 177 mil pessoas foram internadas para tratamento de AVC no SUS em todo o país. Quase 30 mil pacientes tiveram alta da internação por óbito. Se a tendência registrada até 2014 permanecer, a mortalidade poderá atingir novamente este ano o equivalente a mais da metade dos pacientes que passaram pelo SUS.

 

CONFIRA O QUADRO GERAL DE INTERNAÇÕES POR AVC ENTRE 2008 E 2016.

 

O AVC também é a primeira causa de incapacidade funcional no país e no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). O paciente atingido pelo AVC pode ficar com sequelas como dificuldade para se locomover, falar, sofrer paralisia em um dos lados do corpo e perda de algumas funções neurológicas, entre outras.

 

Existem dois tipos de AVC, o hemorrágico, em que ocorre rompimento de artérias e sangramento no cérebro e o isquêmico, tipo mais frequente que representa 80% dos casos e é caracterizado pelo entupimento das artérias por um coágulo.

 

De acordo com os especialistas, a diferenciação imediata pelo médico entre um tipo e outro de AVC é determinante no sucesso do tratamento e na reversão de possíveis sequelas. A identificação na maioria das vezes é possível por meio do exame de tomografia ou pela ressonância magnética, dependendo do caso.

 

Saiba mais sobre o tema em www.avc.cfm.org.br

 


      

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Esclarecimento aos médicos de Santa Catarina 

26/07/2017
 

 


      

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Novos médicos assistem à aula de Ética na sede do CRM-SC 

25/07/2017
 

Médicos formados pela UFSC, UNESC, UNOESC e UNISIL TUBARÃO assistiram, no dia 24 de julho, à aula de Ética no CRM-SC, em Florianópolis. Durante a solenidade, os novos médicos receberam a carteira profissional e um exemplar do Código de Ética Médica.

Os próximos a assistirem à aula serão os médicos formados pela UNIVALI e UNISUL PEDRA BRANCA, no dia 3 de agosto, às 16h.

 

Confira as fotos em https://goo.gl/za5Joi

 


      

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Encontro com os médicos da Região Planalto Serrano 

19/07/2017
 

O Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina (CRM-SC) convida para o Encontro com os médicos da Região Planalto Serrano, nos dias 4 e 5 de agosto 2017, na cidade de Curitibanos, onde serão debatidos importantes temas inerentes à atividade desenvolvida pelo profissional médico, pelos Diretores Técnicos, Diretores Clínicos, Comissões de Ética Médica/Supervisores Éticos e pelos integrantes dos Corpos Clínicos nos estabelecimentos de saúde.

 

Contamos com sua presença e de seus colegas médicos, para juntos esclarecermos as dúvidas mais frequentes do cotidiano em seu local de trabalho: nos hospitais, maternidades, consultórios, PA, secretarias de saúde e outros.

 

Programação

 

04/08/2017 – Sexta-feira, das 19h às 21h:

 

Palestra e Debate sobre:

Violência obstétrica e nascimento seguro

Edson Carvalho de Souza – Presidente da Sociedade Catarinense de Pediatria

Dorival Antonio Vitorello – Conselheiro do CRM-SC

 

05/08/2017 – Sábado, das 8h30min às 11h30min

 

Debate com os participantes sobre problemas relacionados ao ato médico (inscrição pessoa jurídica, prontuário médico, papel do diretor técnico, do diretor clínico e das comissões de ética etc.)

 

 

Serviço


Local: Hotel Gaboardi - Rua Praça da República Nº 200 – Centro / Curitibano

Inscrições: eventos@cremesc.org.br

Informações: (48) 3952-5028

 

 

 

Encontro com os Médicos, em Balneário Camboriú 

 

No dia 18 de agosto, o Encontro com Médicos será na cidade de Balneário Camboriú. Confira a programação e inscreva-se.

 

Programação


18/08/2017 – Sexta-feira, das 18h15min às 19h15min

 

Painel e debate sobre: 

Conflitos gerados pelas decisões de final de vida

 

Moderador: Nelson Grisard – Presidente do CRM-SC

 

Palestras:

- Quando internar, dar alta e não reinternar o paciente na UTI - Glauco Adrieno Westphal - Presidente da SOCATI

- Como gerar os conflitos entre médico assistente e médico intensivista? – Fernando Osni Machado – Professor titular da UFSC

- Existe diferença entre recusa ou suspensão de terapia? - Rachel Duarte Moritz – Conselheora Vice-Presidente do CRM-SC

 

Das 19h30min às 21h

Reunião do CRM-SC com os médicos, Diretores Técnicos, Diretores Clínicos, Comissões de Ética Médica, etc 

 

Serviço

 

Local: Hotel Mercure Balneário - Av Atlântica 2010 - Balneário Camboriú

Inscrições: eventos@cremesc.org.br

Informações: (48) 3952-5028

 


      

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Curso de Cuidados Paliativos no adulto e na criança 

19/07/2017
 

O CRM-SC realizará, nos dias 11 e 12 de agosto, o Curso de Cuidados Paliativos, com enfoque na Pediatria.

 

Professores com ampla experiência na área vão abordar, de forma prática, os temas referentes a aspectos éticos, técnicos e legais dos Cuidados Paliativos em Pediatria, as intercorrências e a comunicação em situações de conflito.

 

Inscreva-se e participe.

 

Atenção: as vagas serão preenchidas por ordem de inscrição para médicos inscritos no CRM-SC e em dia com a Tesouraria. Vagas excedentes serão disponibilizadas para profissionais da equipe multiprofissional.

 

SERVIÇO

Curso de Cuidados Paliativos

Data: 11 e 12/08/2017

Local: Auditório do CRM-SC – Rodovia SC-401, Km 4 – Bairro Saco Grande - Florianópolis

Horário:

11/08 - Sexta-feira – das 18h às 21h

12/08 – Sábado – das 8h30min às 12h

Inscrições gratuitas somente pelo e-mail: eventos@cremesc.org.br

Informações: (48) 3952-5028

Estacionamento: ACM gratuito para médicos associados e no CRM-SC conforme disponibilidade.

 


      

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Diretoria do CRM-SC se reúne com Secretário de Saúde de Florianópolis 

19/07/2017
 

 

Diretores do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC) visitaram, na manhã desta quarta-feira (12/07), à Secretaria Municipal de Saúde de Florianópolis, onde foram recebidos pelo Secretário Dr. Carlos Alberto Justo da Silva.

Durante o encontro, que teve como objetivo a aproximação da entidade com os médicos que atuam nas unidades de saúde da prefeitura da Capital, o Presidente do CRM-SC, Dr. Nelson Grisard; a Vice-Presidente, Dra. Rachel Duarte Moritz; o Corregedor, Dr. José Francisco Bernardes; e o Diretor de Comunicação, Dr. Rodrigo Bertoncini, ouviram as expectativas do Secretário quanto ao trabalho a ser realizado por ele a frente da Secretaria.

A reunião resultou em promissora perspectiva de atualização de temas éticos entre o CRM-SC e os médicos da Secretaria. Nos próximos meses, serão programados encontros com os médicos que atuam na rede pública de Florianópolis para tirar dúvidas e levar auxílio em questões éticas enfrentadas no dia a dia dos profissionais.

 
 


      

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Nota de falecimento 

17/07/2017
 

 


      

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Alerta CFM 

07/07/2017
 

 


      

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Aula de Ética CRM-SC 

07/07/2017
 

Médicos formados pela FURB e outras universidades assistiram, no dia 7 de julho, à aula de Ética no CRM-SC, Florianópolis. Na solenidade, os novos médicos receberam a carteira profissional e um exemplar do Código de Ética Médica.

 

As próximas aulas vão ocorrer nos dias 24 de julho, às 15, para os formados pela UFSC, UNESC, UNOESC e UNISUL TUBARÃO; no dia 3 de agosto, às 16h, aos médicos formados pela UNIVALI e UNISUL PEDRA BRANCA.

 

Confira as fotos em https://goo.gl/HYyTa4

 


      

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NOTA OFICIAL

16/06/2017
 

 


      

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NOTA OFICIAL

16/06/2017
 

 


      

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ANS suspende a venda de 38 planos de saúde de 14 operadoras diferentes 

11/06/2017
 

A Agência Nacional de Saúde determinou a suspensão da venda de 38 planos de saúde de 14 operadoras, a partir do dia 9 de junho. Segundo a agência, os consumidores estão sendo protegidos com a resolução, devido ao número de reclamações, negativas e demora no atendimento referentes a esses planos de saúde.
 

A medida faz parte do programa de monitoramento adotado pela ANS que ocorre com o intuito de garantir o atendimento ao consumidor. A lista dos planos que terão as vendas suspensas encontra-se no site da ANS. Além da suspensão, as operadoras poderão ser multadas caso neguem a cobertura devidamente.
 

Também de acordo com o monitoramento, 30 produtos que tiveram a venda suspensa anteriormente, voltarão a ser comercializados após terem comprovado uma melhoria no atendimento.
 

O Programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento da ANS acontece periodicamente. No último trimestre, foram recebidas quase 15mil reclamações sobre o assistencialismo desses planos de saúde. Os beneficiários desses planos continuarão continuam tendo assistência regular, apenas a comercialização de novos beneficiários foi suspensa até as melhorias serem feitas.
 

De acordo com a advogada Melissa Areal Pires, especializada em direito à saúde, essas suspensões não trazem resultado efetivo para os consumidores, que ficam confusos, achando que seus planos foram proibidos pela ANS. De fato, o que acontece na prática é que esses produtos são impedidos de serem comercializados, mas as operadoras burlam o sistema cadastrando na ANS os mesmos produtos com outros nomes e passam a comercializá-los sem qualquer empecilho. Esta situação de burla ao sistema é desconsiderada pela ANS, sendo que ela deveria proibir a operadora de registrar o mesmo produto com outro nome.
 

A ANS precisa agir de forma preventiva e ter mais rigidez na aprovação de novos produtos e não apenas tentar remediar o problema, depois do prejuízo já ter sido causado ao consumidor.
 

“Destaco ainda que o resultado desses ciclos de monitoramento só leva em consideração aquelas reclamações que foram feitas perante à agência, desconsiderando as inúmeras reclamações dos beneficiários na Justiça e em órgãos de defesa do consumidor. Pelo fato de não haver esta articulação da agência, os números destes ciclos de monitoramento não representam, de fato, o tamanho do problema gerado pelas negativas de atendimento”, ressalta a advogada.

 

Veja a lista completa: http://www.ans.gov.br/planos-de-saudeeoperadoras/contratacaoetroca-de-plano/planos-de-saúde-com-comercializacao-suspensa/operadoras-com-planos-suspensos

Fonte: http://www.arealpires.com.br/noticias/ans-suspendeavenda-de-38-planos-de-saúde-de-14-operadoras-di..

 


      

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CRM-SC é referência nacional 

09/06/2017
 

O setor de Pessoa Física do CRM-SC é referência para o país na confirmação de documentos e registro de médicos. “O rigor e a seriedade deste trabalho tem evitado a entrada de falsos médicos no Estado”, afirmou o Presidente do Conselho, Dr. Nelson Grisard.

A declaração de que o CRM-SC é exemplo para outros regionais, repassada na última quinta-feira à equipe do setor de Pessoa Física do CRM-SC, foi destaque durante a reunião de Presidentes dos CRMs, ocorrida na quarta-feira, dia 07 de junho, em Brasília.

O CRM-SC realiza três tipos de inscrições de Pessoa Física: inscrição primária, secundária e por transferência. Clique aqui e confira as informações gerais sobre as inscrições.

 


      

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Campanha pelo nascimento seguro 

09/06/2017
 

Com objetivo de conscientizar as gestantes, as famílias e a sociedade, a Sociedade Catarinense de Pediatria lançou a campanha Nascimento Seguro.

 

Clique aqui e assista ao vídeo da campanha. 

 


      

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Congresso Catarinense de Cardiologia 

09/06/2017
 

O XV Congresso Catarinense de Cardiologia vai acontecer entre os dias 22 e 24 de junho, no Teatro Carlos Gomes, em Blumenau. Um dos grandes destaques da programação será a palestra do cardiologista brasileiro, diretor de Imagem Cardiovascular do hospital Johns Hopkins (EUA), João Lima. Ele vai falar sobre a “Etiologia da insuficiência cardíaca”. O pesquisador atua também nos Estados Unidos como docente de Medicina, Radiologia e Epidemiologia e é reconhecido mundialmente na área. É um dos principais nomes no campo da ressonância magnética cardiovascular, em particular no âmbito da pesquisa.

Durante o Congresso, serão tratados temas como hipertensão arterial; diabetes; cardiologia do esporte e reabilitação; dislipidemias; eletrocardiograma; valvopatias; cardiooncologia; insuficiência cardíaca, entre outros.

Para mais informações e inscrições, clique aqui.

 


      

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Acidentes com fogos de artifício causaram mais de 4,5 mil internações no Brasil 

09/06/2017
 

Às vésperas do Dia Nacional de Luta Contra Queimaduras (6 de junho), o Conselho Federal de Medicina (CFM) faz um alerta à população sobre os riscos de queimaduras e acidentes com fogos de artifício durante as festas juninas. De acordo com a Comissão de Cirurgia Plástica do CFM, além de mortes – aproximadamente dez a cada ano –, o manuseio inadequado desse tipo de explosivo tem levado à internação, em média, 500 pessoas por ano. Queimaduras, lesões com lacerações e cortes, amputações de membros, lesões auditivas, de córnea ou perda da visão são alguns dos principais perigos que envolvem os fogos de artifício. 

Segundo dados do Ministério da Saúde, de 2008 a 2016, 4.577 pessoas foram internadas para tratamento por acidentes com fogos de artifício, com destaque para os estados da Bahia (961 hospitalizações), São Paulo (850) e Minas Gerais (640). Entre os estados com menor número de registros de acidentes com o artefato estão Roraima (16), além de Tocantins e Acre, ambos com apenas 13 internações ao longo dos últimos nove anos. Confira a evolução no quadro abaixo:

“Em média, são registradas cerca de 85 internações no Brasil somente no mês de junho. Se consideramos que em algumas regiões as festas juninas têm início nas quermesses de maio e vão até julho, podemos verificar que um terço de todas as hospitalizações do ano acontecem apenas neste período de 90 dias”, explica Pedro Nader, coordenador da Comissão, que também mantém um núcleo de especialistas em queimaduras. 

Ele acrescenta que, em caso de acidente, as pessoas devem procurar o serviço de saúde mais próximo, para atendimento médico adequado. “Se possível, lave o ferimento com água corrente, evite tocar na área queimada e não use nenhuma substância sobre a lesão – como manteiga, creme dental, clara de ovo e pomadas”, recomenda.

BRINCADEIRA FATAL – Todo cuidado é pouco quando se trata de fogos de artifício. Nas últimas duas décadas, 197 pessoas foram vítimas fatais de acidentes por queima de fogos, em todo o País. Neste período, a região Sudeste apresentou 75 óbitos, perfazendo 38% dos casos registrados no Sistema de Informações sobre Mortalidade. Em seguida, aparecem as regiões Nordeste, com 69 óbitos (35% dos casos) e Sul, com 29 óbitos (15%). Já o Centro-Oeste e o Norte registraram, juntos, 11 óbitos, equivalentes a 6% dos casos. 

As pessoas mais atingidas tinham idades entre 20 e 49 anos – 37% dos óbitos registrados entre 1996 e 2015. Entre as crianças e adolescentes de zero a 19 anos, o percentual de óbitos foi de 21%. “Nunca se deve permitir o acesso de menores de 18 anos a qualquer tipo de fogos de artifício”, orientou o presidente do CFM, Carlos Vital, que destacou ainda que é importante evitar associar o uso dos explosivos ao consumo de bebida alcoólica.

 
 
PROTOCOLO NACIONAL – Em 2011, a então Câmara Técnica de Queimaduras do CFM – que hoje integra a de Cirurgia Plástica – publicou uma cartilha que dá subsídios para a qualificação do atendimento aos pacientes que sofreram queimaduras. O foco principal do manual, elaborado em parceria com a Sociedade Brasileira de Queimaduras (SBQ), foi uniformizar o atendimento de emergência às queimaduras.
A cartilha oferece um verdadeiro passo-a-passo de como atender este tipo de caso. O foco principal recai sobre os atendimentos de urgência e emergência, principal porta de entrada das ocorrências. Desde 2012, a cartilha é publicada pelo Ministério da Saúde (MS) e distribuída às secretarias municipais e estaduais de saúde de todo o País, para auxiliar as equipes de saúde na assistência imediata às vítimas de queimaduras, reduzindo o agravo da lesão e o risco de óbito. 
 
A Cartilha de Tratamento aos Queimados pode ser acessada na plataforma CFM Publicações.
 
 


      

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Comunicado
Adiada a 20ª edição do Fórum de Entidades Médicas (FEMESC) 

06/06/2017
 

Tendo em vista o período de fortes chuvas verificadas em todas as regiões de Santa Catarina e que alcançam com gravidade alguns municípios, somadas às previsões climáticas temerárias para a região do Vale do Itajaí, considerando ainda o perigo no deslocamento dos colegas médico aumenta muito em função da precariedade das estradas por causa das chuvas e, seguindo orientações da Defesa Civil de evitar deslocamentos para regiões de risco, o Conselho Superior de Entidades Médicas de Santa Catarina (COSEMESC) informa o adiamento da 20ª edição do Fórum de Entidades Médicas (FEMESC), previsto para ser realizado nos dias 9 e 10 de junho de 2017, em Blumenau.

O COSEMESC está empenhado em confirmar com brevidade uma nova data para este evento dentro de condições adequadas de segurança dos participantes bem como de tranquilidade para os cidadãos catarinenses.

Contamos com a compreensão de todos.

Florianópolis, 6 de junho de 2017.

Vânio Cardoso Lisboa

Coordenador do COSEMESC

 


      

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Abertas as inscrições para o curso de Emergências Médicas 

02/06/2017
 



Com o objetivo de auxiliar na atualização e no aperfeiçoamento do médico, tornando-o capaz de tomar decisões imediatas, baseadas em princípios éticos, diante das principais entidades patológicas que acarretem em risco imediato de vida, o Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC) realiza o curso de Emergências Médicas “Discussão Ética e Atualização Técnica de Atendimentos Emergenciais”, dia 30 de junho deste ano, em Florianópolis. 

O curso, com 50 vagas, tem como público-alvo os médicos que atuam em serviços de emergências ou pronto atendimento e abrange as áreas de medicina de urgência e ética e bioética. As inscrições devem ser feitas pelo e-mail eventos@cremesc.org.br.

A prioridade para inscrição é para médicos que prestem atendimento emergencial e em UTI e tem como pré-requisito estar inscrito no CRM-SC e estar em dia com suas obrigações anuitárias.

 

SERVIÇO

Curso de Emergências Médicas: Discussão Ética e Atualização Técnica de Atendimentos Emergenciais 

Data: 30 de junho de 2017

Local: Sede do CRM-SC, Rodovia SC-401, nº 3890

Horário: 8h às 20h

Prioridade para inscrição: Prestar atendimento emergencial e UTI

Pré-requisito: Estar inscrito no CRM-SC e em dia com suas obrigações anuitárias

Inscrição gratuita pelo e-mail: eventos@cremesc.org.br

 
 

 

 


      

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No Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, CFM traz debate a Florianópolis 

26/05/2017
 

 

Quatro crianças e adolescentes desaparecem por dia em Santa Catarina. Somente neste ano, mais de 200 menores de idade já foram dados como desaparecidos no estado. Cerca de 1.300 casos nos últimos 15 anos não tiveram solução. Diante deste cenário, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e o International Centre for Missing & Exploited Children (ICMEC) promoveram o I Painel de Debates sobre Crianças Desaparecidas com interações entre a polícia do estado, familiares de desaparecidos, profissionais da saúde e da educação, além de alunos universitários. O evento ocorreu no auditório do Hospital universitário da Faculdade Federal de Santa Catarina (UFSC) no dia 25 de maio, data em que se celebra o Dia Internacional da Criança Desaparecida. 

 

Na oportunidade, o CFM ainda lançou abaixo-assinado cobrando a efetivação do Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidos. No documento, a autarquia cobra a adoção pelas autoridades medidas que fortalecerão as buscas. Uma delas se refere à notificação compulsória dos casos, obrigando que as informações sobre esse tipo de situação, registradas em boletins de ocorrência, sejam automaticamente repassadas pela autoridade policial ao Ministério da Justiça, sem a necessidade de pedidos ou procedimentos por parte dos familiares. 

 

Durante a abertura, o secretário-geral do CFM e membro da Comissão de Ações Sociais, Henrique Batista e Silva, destacou o trabalho da Comissão de Ações Sociais da autarquia e ressaltou o papel social de cada um presente. “Entendemos que o médico é um agente político de transformação social. A Medicina trata do ser humano e da coletividade, por isso o CFM tem a disposição para enfrentar e trabalhar por esta temática, mas é um problema tão hercúleo que não dá para uma só instituição resolver. Precisamos mobilizar as pessoas e a sociedade para a realidade do desaparecimento”.

 

Entendendo o papel do médico, o presidente do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC), Nelson Grisard, afirmou que o Conselho trabalhará para o maior engajamento da categoria. “Faremos uma recomendação pessoal sobre isso. Abordaremos o tema com cada médico que for ao CRM alertando para que, ao atender uma criança, fique atento a procedimentos que auxiliam na busca por crianças desaparecidas. É uma obrigação humanitária”.

 

Já a secretária de Ações Afirmativas e Diversidades da UFSC, Francis Tourinho, ressaltou a união para a questão dos desaparecimentos principalmente para a prevenção. “A UFSC como instituição diversa e plural tem que formar os profissionais para que tenham essa visão, muito mais que bons técnicos, eles devem ser pessoas preocupadas com a humanidade. Precisamos aprender a nos unir não só pela dor, mas também pela prevenção”, destacou.

 

De acordo com dados compilados pelo CFM, estima-se que, no mundo, o total de casos de desaparecimento de crianças e adolescentes chega a 25 milhões. No Brasil há uma estimativa de que sumam 50 mil por ano. Em sua palestra, a Diretora de Políticas Públicas do ICMEC, Kátia Dantas, abordou alguns mitos do desaparecimento, como a tendência em achar que toda criança desaparecida é vítima de tráfico. “Existe a percepção de que a fuga é motivada apenas e necessariamente por casos de namoro, rebeldia ou vontade própria. A questão da fuga do lar está muito vinculada com conflitos intra-familiares, abusos, conflitos educacionais, altos índices de reincidência, pois se você não trata a causa a criança continua fugindo”, alertou.

 

Interações - A proposta da organização do evento era dar espaço para que cada participante pudesse interagir e apresentar soluções para o setor. Foram ouvidos os voluntários do Grupo de Apoio aos Familiares de Desaparecidos de Santa Catarina (Gafad) e da Rede Um Grito pela Vida, além de pais de desaparecidos e pessoas que se solidarizam e se preocupam com a causa. Para tanto, foram formados quatro grupos de participantes para que conversassem e juntos apresentassem ideias do acreditam que pode ser feito para mudar a realidade dos desaparecimentos nas diferentes áreas. As discussões e sugestões de cada grupo foram compartilhadas com os demais participantes.

 

Os integrantes do evento enfatizaram que é preciso tornar a causa mais humanitária, que ela é real e não escolhe classe, pois existe preconceito e é necessário trabalhar a desconstrução. Dentro desta questão, foi apontada a necessidade do trabalho em rede, pois, segundo eles, as informações necessariamente precisam ser plurais e integradas entre todos os setores envolvidos. Por este motivo, destacam a ideia de pensar juntos. 

 

Também foi apresentado a sugestão de melhorar a capacitação dos profissionais da saúde para as questões sociais. Uma ideia exposta foi tratar a questão de forma educativa para as crianças nas escolas, e deste modo, as secretarias da educação precisam entrar na causa. Durante a apresentação das ideias uma reflexão que se ressaltou e foi lembrada várias vezes é a da necessidade de “trocar o eu pelo o nós”.

 


      

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Blumenau recebe o XX FEMESC 

28/05/2017
 

Realizado ininterruptamente desde 1996, o Fórum das Entidades Médicas de Santa Catarina (FEMESC) chega a sua 20ª edição e será realizado nos dias 9 e 10 de junho, na Universidade Regional de Blumenau (FURB), em Blumenau. O evento, promovido anualmente pelo Conselho Superior das Entidades Médicas (COSEMESC), deve reunir aproximadamente 150 médicos e estudantes de medicina para discutir a carreira médica. 

 

Programação 

A abertura da 20ª edição do FEMESC será realizada no Teatro Carlos Gomes e terá a conferência O impacto das tecnologias de comunicação na prática médica, ministrada por Fernando Carbonieri, do site Academia Médica. 

No primeiro dia de evento serão debatidos também assuntos como a formação médica, novas regras da residência e avaliação sequencial dos cursos de medicina que começou a ser aplicada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) este ano. 

No sábado serão tratados temas envolvendo contratos médicos, carreira de estado e empreendedorismo na medicina. 

As entidades que integram o COSEMESC são: Sindicato dos Médicos do Estado de Santa Catarina (SIMESC), Associação Catarinense de Medicina (ACM), Conselho Regional de Medicina (CRM SC), Sindicato dos Médicos da Região Sul (SIMERSUL) e Academia de Medicina do Estado de Santa Catarina (ACAMESC). 

Inscrições pelos e-mails simesc@simesc.org.br, eventos@cremesc.org.br e acm@acm.org.br 

 

 

 

 

 


      

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Esclarecimentos a médicos responsáveis técnicos (RTs) de pessoas jurídicas
prestadoras de serviços de saúde, referentes a senhas e e-mails registrados no CRM-SC 

25/05/2017
 

A médicos que assumem no Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC) a legal responsabilidade técnica (RT- artigo 28, Decreto nº 20.931/32) decorrente da indicação exigida à inscrição/registro na autarquia de pessoas jurídicas/PJs prestadoras de serviços de saúde/SS (Lei 6.839/80 às PJs de direito privado, e, 8.080/90, às de direito público), viabilizando então a legal licença à prestação da assistência médica requerida, em conformidade com o que preconiza a Resolução CFM nº 1.980/11, tenha-se que:
 

1) o CRM-SC disponibiliza amplas orientações, ética e legal, ao médico indicado à RT pela PJ, elencando-as no pertinente Termo de Responsabilidade Técnica (abaixo), que lhe é exposto à assinatura, solidariamente assumida pelo representante legal da PJ ao inscrevê-la no CRM-SC, eis que materializa fundamento à licença operacional requerida.
 

2) ciência é então dada ao médico, da ferramenta digital ARE-PJ CRM-SC, canal de comunicação em tempo real exclusivo e restrito que o CRM-SC disponibiliza ao RT no que concerne à PJ, cujo acesso se dá mediante senha cripotografada assimétrica (conforme legislação própria ao universo digital, tida como Infra-estrutura de Chaves Públicas-ICPBrasil) concedida ao médico RT, como especifica a alínea “i” do referido Termo.
 

3) eventual acesso indevido a esse instrumento digital ARE-PJ e/ou ao endereço eletrônico trazidos ao CRM-SC pelo próprio médico RT, será atribuído a esse médico RT (ou DT, diretor técnico): tem acesso restrito e exclusivo, mediante senha/login mantidos sob guarda e sigilo desse RT.
 

4) o exclusivo canal de comunicação dado ao RT lhe permite não só executar atos ético-administrativos relacionando o CRM-SC e à PJ, mas também esclarecer dúvidas decorrentes dessa relação. Exemplos são as recentes dificuldades operacionais atribuíveis a correspondências centradas em endereços eletrônicos (e-mails) trazidos ao CRM-SC por RTs ao inscreverem as PJs, sendo provável que advenham de repasse indevido de senhas e e-mails a Escritórios de Contabilidade contratados por tais PJs. 

 

 


      

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CRM-SC realiza encontro em Chapecó 

22/05/2017
 

 

 

 


      

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Intercorrências clínicas versus final de vida em situações de emergências
foi tema de curso realizado, neste final de semana, na sede do CRM-SC 

20/05/2017
 

 

O CRM-SC realizou, ontem e hoje (19 e 20/05), curso de Cuidados Paliativos sob o tema Intercorrências clínicas versus final de vida em situações de emergência.
 

Professores com ampla experiência na área abordaram, de forma prática, temas referentes a aspectos éticos, técnicos e legais dos Cuidados Paliativos, bem como tratamento domiciliar, de casas de repouso e a comunicação em situações de conflito.
 

A vice-presidente do CRM-SC, Dra. Rachel Duarte Moritz, abriu os trabalhos, na sexta-feira, explanando sobre Ética em Cuidados Paliativos. Na sequência, a Dra. Lara Kretzer abordou o tema “Comunicação – o que é – indispensável para o atendimento emergencial em setores de Emergência e atendimento pré-hospitalar”. “Análise prognóstica em situações de urgência/emergência”, assunto apresentado pelo Dr. Eduardo Berbigier, fechou a primeira noite do curso.
 

Na manhã de sábado, o Dr. Rafael Barone de Medeiros falou sobre o tema “Discussão dos casos clínicos: avaliação prognóstica”, além de falar sobre “Comunicação, tomada de decisão e Controle de sintomas”. Para fechar o curso, a Dra. Raquel Chagas apresentou o tema “Emergência”.
 

O curso ocorreu na sede do Conselho, em Florianópolis e foi oferecido, de forma gratuita, aos médicos inscritos no CRM-SC e em dia com a Tesouraria.

 

 Clique aqui e confira as fotos do curso.

 


      

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CFM lança abaixo-assinado, em Florianópolis, pela
efetivação do cadastro de crianças desaparecidas

17/05/2017
 

 

Na data em que se celebra o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, 25 de maio, o Conselho Federal de Medicina (CFM) lançará abaixo-assinado cobrando a efetivação do Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidos. O modelo atual, que está sob a supervisão do Ministério da Justiça (disponível na página www.desaparecidos.gov.br), tem recebido críticas de quem acompanha o tema, considerado desatualizado e sem resultados efetivos no enfrentamento do problema.

 

No texto que acompanha a petição on-line, o CFM chama a atenção para números alarmantes: no Brasil, cerca de 50 mil menores desaparecem todos os anos. Até abril deste ano, o Cadastro do Ministério da Justiça apontava apenas 369 casos remanescentes em 20 estados. Dados estimados pelas instituições que atuam no setor apontam que esse número pode chegar a 250 mil, acumulados nos últimos trinta anos.

 

ASSINE A PETIÇÃO AQUI

 

Com a organização desse espaço, o CFM quer garantir a busca por essas crianças e adolescentes, inclusive fora do País. “Há um percentual expressivo de desaparecidos que não é encontrado. Indícios sugerem que esses meninos e essas meninas se tornam vítimas do trabalho escravo, submetidos à exploração sexual, adoções ilegais, entre outras formas de violação de direitos e de degradação do respeito à dignidade humana. Precisamos de ferramentas para localizá-los”, afirma o presidente do CFM, Carlos Vital.

 

O lançamento oficial do abaixo-assinado está previsto para o encerramento do I Painel de Debates sobre Crianças Desaparecidas, evento confirmado para o dia 25 de maio, em Florianópolis. No documento, a autarquia cobra a adoção pelas autoridades de duas medidas que fortalecerão as buscas. A primeira se refere à notificação compulsória dos casos, obrigando que as informações sobre esse tipo de situação, registradas em boletins de ocorrência, sejam automaticamente repassadas ao Ministério da Justiça, sem a necessidade de pedidos ou procedimentos por parte dos familiares.

 

Para o membro da Comissão de Ações Sociais do CFM, Ricardo Paiva, é preciso reverter a lógica e garantir a atualização do cadastro pelas autoridades policiais.  “Não há registro de nem 1% do total de desaparecidos anualmente, o que dificulta encontrar essas crianças e adolescentes. A proposta como está implementada hoje também é ineficaz ao transferir a responsabilidade da inclusão no cadastro para os parentes da vítima”, explicou.

 

A presidente e fundadora da Associação Brasileira de Busca e Defesa à Criança Desaparecida, mais conhecida como Mães da Sé, Ivanise Esperidião, considera “uma vergonha” o País contar com um cadastro nacional de veículos roubados ativo e não ter atualizado o de pessoas: “o problema do desaparecimento é tratado com abandono”.

 

Além da atualização da base de dados, com a inserção das ocorrências de desaparecimento, a petição capitaneada pelo CFM também cobra do Ministério da Justiça providências para que o site www.desaparecidos.gov.br também seja atualizado diariamente, bem como a criação de uma campanha permanente junto à população para orientá-la sobre as medidas de prevenção ao desaparecimento de crianças e adolescentes.

 

 

Trabalho – O CFM desenvolve, desde 2011, campanha de combate ao desaparecimento de crianças e adolescentes. Entre as ações está a divulgação, junto ao meio médico, de recomendações para o reconhecimento de desaparecidos, já que muitos deles em algum momento passam por consultórios. A entidade também divulga para a sociedade medidas de como evitar e como proceder em caso de desaparecimento de um menor.

 

Um dos objetivos da campanha do CFM é divulgar medidas de prevenção e a Lei Federal nº 11.259/2005, conhecida como “Lei da busca imediata”, que prevê a busca pela criança a partir da ocorrência policial. “Os brasileiros têm um mito de que é necessário aguardar 24 horas para fazer a denúncia. Esse tempo é crucial para encontrar uma criança desaparecida”, alertou Ricardo Paiva.

 

Para dar maior visibilidade ao tema e agregar uma rede de pessoas engajadas com questões sociais, o CFM ainda divulga as informações por meio da página eletrônica www.criancasdesaparecidas.org e pela sua página no Facebook, www.facebook.com/criancasdesaparecidascfm.

 

 

SERVIÇO:

 

 

I PAINEL SOBRE CRIANÇAS DESAPARECIDAS

Data: 25 de maio de 2017 (quinta-feira) – Dia Internacional da Criança Desaparecida

Horário: das 8h30 às 13h

Local: Auditório do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (Ufsc)

Endereço: R. Profa. Maria Flora Pausewang, s/n – Trindade, Florianópolis (SC)

 


      

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X Fórum de Ética Médica reúne médicos de SC em Florianópolis 

17/05/2017
 

 

O Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina (CRM-SC) realizou, nos dias 12 e 13 de maio, o X Fórum de Ética Médica. O evento que tem como objetivo estimular as discussões e estudos de temas práticos e teóricos da ética médica e, através da reflexão dos assuntos apresentados, promover a qualificação ética do médico, contou com a presença de estudantes de medicina, médicos, outros profissionais da saúde e advogados. “Nesta casa trabalhamos para que a sociedade tenha acesso à medicina de qualidade. Seja através de cursos, reuniões que ocorrem por todo o Estado ou em fóruns como este, onde a ética na prática médica está em pauta”, exalta Dr. Nelson Grisard, presidente do CRM-SC 

O Fórum aborda assuntos diversos, com o objetivo de estimular a reflexão sobre questões éticas que têm implicação na prática médica cotidiana. Temas como conflitos entre médicos, papel do diretor técnico e diretor clínico, atendimentos na emergência, relação do médico com a indústria farmacêutica, assédio sexual, redes sociais e muitos outros já foram debatidos. “Procuramos mesclar temas de bioética, deontologia, direito médico e outros que constituem problemas rotineiros do médico, e que possam também servir de alerta, que incentivem o profissional a se preocupar e estudar estes assuntos”, explica Dr. Rodrigo Jorge da Luz Bertoncini, Conselheiro Diretor de Eventos.

Na edição deste ano, o Fórum teve início com o painel “Protocolos de classificação de risco na emergência”, coordenado pela Dra. Rachel Duarte Moritz, vice-presidente do CRM-SC, e que teve como debatedores os Conselheiros Dr. Ricardo Polli e Dr. Odi Oleiniscki. O segundo painel foi “Conflitos entre médicos: regulador e médicos assistentes, entre autorizadores e assistentes - Transferência e encaminhamento de pacientes”, que teve como coordenador o Dr. José Francisco Bernardes, corregedor do CRM-SC, e os debatedores Dr. Felipe Barbieri Wohlgemuth e Dr. Rodrigo Bertoncini. O último painel da manhã foi “Direção técnica, direção clínica, chefias de serviços e comissões de ética - Falta de médico para cobertura de plantão, sobreaviso etc.”, coordenado pelo Dr. Marcelino Osmar Vieira e debatido pelo Dr. Mário César Pereira da Silva, Dr. Felipe Barbieri Wohlgemuth e Dr. Nelson Grisard.

“Novas formas de atuação médica: “Dr. Consulta”, “Uber médico” etc.” foi o primeiro tema a ser abordado na tarde do primeiro dia do X Fórum. O painel foi coordenado pelo Dr. Paulo de Tarso Freitas e teve como debatedores o Dr. Rafael Klee de Vasconcellos, presidente da ACM, e o Dr. Vânio Cardoso Lisboa, presidente do SIMESC.

O primeiro secretário do CRM-SC, Dr. Ylmar Correa Neto foi o coordenador do painel “Relações médico-indústria farmacêutica – presentes, viagens, patrocínios, prescrições, participação em “pesquisas” etc. Qual deve ser o comportamento do médico?”, que contou com o debate do Dr. Fabio Firmino Lopes e do Dr. Fabricio de Souza Neves.

“O médico do trabalho, o médico assistente, o médico perito e o advogado – Um encontro” teve a partcipação, além dos médicos Dr. José Francisco Bernardes, do Dr. Zulmar Vieira Coutinho e Dr. Amauri Olivio Zanona, do advogado Dr. Fabrício Mendes dos Santos.

Para fechao o primeiro dia do X Fórum de Ética, houve s sessão plenária temática sobre atestado médico, com a presença dos Conselheiros do CRM-SC.

O segundo dia do evento foi aberto com o painel “Critérios de admissão e alta em UTI”, coordenadora pela Dra. Rachel Duarte Moritz e debatido pelo Dr. Fernando Osni Machado e pelo Dr. Glauco A. Westphal. “Assédio sexual na atividade médica” foi o tema do painel que ocorreu em seguida, apresentado pelo Dr. Fabio Firmino Lopes, com coordenação do Dr. Rodrigo Bertoncini e debate da Dra. Juliana Stradiotto Steckert e da Dra. Andrea Antunes Caldeira de Andrada Ferreira.

A lei na medicina votou à pauta no último tema do Fórum com o tema “Medicina e Justiça: O médico nas redes sociais – sigilo, manifestações, comentários. Como minimizar o risco de ações por responsabilidade na atividade médica”. A exposição foi do advogado Dr. Irineu Ramos Filho, assessor jurídico do CRM-SC, e teve a coordenação do Dr. Rodrigo Bertoncini e o debate da Dra. Rachel Duarte Moritz e do Dr. Fabio Firmino Lopes.

 

      

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CRM-SC realiza curso de Cuidados Paliativos 

05/05/2017
 

O CRM-SC realiza, nos dias 19 e 20 de maio, o Curso de Cuidados Paliativos, sob o tema Intercorrências clínicas versus final de vida em situações de emergência.

Professores com ampla experiência na área vão abordar, de forma prática, os temas referentes a aspectos éticos, técnicos e legais dos Cuidados Paliativos, bem como tratamento domiciliar, de casas de repouso e a comunicação em situações de conflito.

 

Inscreva-se e participe!

 

Atenção: estão disponíveis somente 70 vagas que serão preenchidas por ordem de inscrição para médicos inscritos no CRM-SC e em dia com a Tesouraria.

 

Curso de Cuidados Paliativos

Data: 19 e 20 de maio de 2017

Local: Auditório do CRM-SC – Rodovia SC-401, Km 4 – Bairro Saco Grande - Florianópolis

Horário:

19/05 - Sexta-feira – 17h30min às 21h

20/05 – Sábado – 8h30min às 12h

Inscrições gratuitas somente pelo e-mail: eventos@cremesc.org.br

Informações: (48) 3952-5028

Estacionamento: ACM gratuito para médicos associados

 

 

 


      

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Norma do CFM determina responsabilidade de diretores técnicos e clínicos
para garantir atendimento e condições de funcionamento de serviços médicos 

27/04/2017
 

O Conselho Federal de Medicina (CFM) definiu em resolução novos critérios para atuação de médicos que ocupam cargos de diretor técnico e clínico nos estabelecimentos de assistência médica em todo o Brasil, atribuindo a eles a responsabilidade de atuar com objetividade na manutenção da qualidade da assistência médica e garantir condições técnicas para o exercício ético da profissão. A Resolução CFM nº 2.147/2016, que está em vigor desde segunda-feira (24), vale para instituições públicas e privadas, inclusive planos de saúde, fixando parâmetros que assegurem essa qualidade.

 

Com a nova resolução, a partir de agora caberá aos médicos que atuam como gestores a observação de tarefas que afetam diretamente o funcionamento das unidades. O diretor técnico-médico responde administrativa e eticamente pela organização e manutenção do funcionamento para o atendimento, desde a chegada das pessoas à recepção até a garantia da continuidade do abastecimento de energia ou gases medicinais nos diversos ambientes médicos do estabelecimento assistencial.

 

Outra tarefa relevante é responder pela elaboração e cumprimento das escalas de plantão. Nesse caso específico, o diretor técnico cuidará para que não ocorram lacunas durante o período de funcionamento do serviço, evitando a descontinuidade assistencial.

 

Terá também a responsabilidade de averiguar a capacitação dos profissionais que se apresentarem para trabalhar em consultórios, ambulatórios, prontos-socorros e hospitais sob sua direção, obrigando-se a verificar a sua procedência e a validade dos diplomas e da inscrição no Conselho Regional de Medicina (CRM) do estado onde pretenda atuar. Dessa forma, coibirá o exercício ilegal da medicina por pessoas não graduadas ou que, graduadas no exterior, não tiveram seus diplomas revalidados ou, ainda, que se apresentem como especialistas mas não tenham seu certificado registrado no CRM.

 

Supervisão – Ao diretor clínico serão atribuídas as tarefas relativas à qualidade da assistência, como a de dirigir e coordenar o corpo clínico da instituição, supervisionando a assistência aos doentes e zelando também pelo cumprimento do regimento interno e demais normas balizadoras da boa prática médica. É sua obrigação garantir o fluxo de informações sobre os pacientes internados entre os diferentes plantonistas, bem como assegurar a disponibilidade de insumos e medicamentos essenciais para diagnóstico e tratamento das doenças, além de garantir que todos os doentes internados tenham seu médico assistente.

 

Em ambas as funções, diante da constatação de problemas que interfiram na rotina e segurança do funcionamento das unidades, os diretores clínicos e técnicos devem tomar todas as providências a seu alcance para resolver essas dificuldades. Em casos em que não for possível fazê-lo, devem acionar seus superiores ou, quando pertinente, comunicar por escrito ao CRM de sua jurisdição.

 

Os diretores técnicos contam ainda com a possibilidade de suspender – de forma integral ou parcial – as atividades no estabelecimento assistencial médico. Essa interrupção pode ser prolongada até a solução do caso, com aval do CRM.

 

O diretor clínico, como representante do corpo clínico, poderá encaminhar denúncia ao diretor técnico sobre falência das condições assistenciais. Caso não obtenha resposta, poderá encaminhá-la à Comissão de Ética Médica, ao Conselho de Medicina ou a outras instâncias que se fizerem necessárias.

 

Segundo o relator da resolução e 3º vice-presidente do CFM, o conselheiro Emmanuel Fortes, a explicitação das funções era há muito reclamada pelos profissionais de medicina. “O estabelecimento de uma linha de comando para a atuação de chefes, coordenadores ou supervisores de serviços, possibilitando interações e comando, era necessária, todas visando o bom funcionamento dos estabelecimentos assistenciais médicos ou de intermediação da prestação de serviços médicos”.

 

Saúde Suplementar – A norma traz uma novidade sobre um tema que antes não contava com definição legal: a responsabilidade dos diretores técnicos médicos de planos de saúde, seguros-saúde, cooperativas médicas e prestadoras de serviço em autogestão. Segundo as definições da Resolução CFM nº 2.147/2016, cabe ao diretor técnico médico zelar para que a operadora respeite as cláusulas pactuadas nos contratos firmados com pessoas físicas ou jurídicas por eles credenciados, contratados ou referenciados.

 

Em relação a faturas de prestação de serviço, ficou definido que é do diretor técnico médico a obrigação de zelar para que, na ocorrência de glosas, sejam descritas as suas razões, ou seja, o porquê da recusa das operadoras em pagar as faturas, exigindo dos auditores os fundamentos dessas negativas. Do mesmo modo as glosas devem ser remetidas por escrito, aos médicos (quando pessoas físicas) ou ao diretor técnico médico (quando pessoa jurídica) que deverão oferecer esse retorno por escrito. Com a nova norma, caberá a estes a cobrança das condições do que ficou pactuado nos contratos com médicos ou estabelecimentos contratados, conveniados ou referenciados.

 

 

CONFIRA ABAIXO ALGUNS DOS DESTAQUES DA RESOLUÇÃO CFM Nº 2.147/2016:

 

No caso de diretor técnico (instituição pública ou privada), entre outros:

1. Zelar pelo cumprimento das disposições legais e regulamentares em vigor;

2. Assegurar condições dignas de trabalho e os meios indispensáveis à prática médica;

3. Organizar as escalas de plantão, zelando para que não haja lacunas;

4. Solucionar a ausência de plantonistas;

5. Não contratar médicos formados no exterior sem registro nos Conselhos de Medicina.

 

 

No caso do diretor clínico (instituição pública ou privada), entre outros:

1. Assegurar que todo paciente sob regime de internação seja atendido por um médico assistente;

2. Supervisionar as atividades de assistência médica;

3. Exigir da direção técnica condições de trabalho;

4. Assegurar a acadêmicos e residentes condições de exercer suas atividades com os melhores meios de aprendizagem;

5. Organizar os prontuários dos pacientes.

 

No caso de diretor técnico de planos de saúde, seguros-saúde, cooperativas médicas e prestadoras de serviço em autogestão, entre outros:

1. Zelar pelo cumprimento dos contratos de seus credenciados;

2. Assegurar adequadas condições físicas e ambientais oferecidas pelos seus contratados aos pacientes;

3. Zelar pela qualidade dos serviços prestados quanto a materiais, insumos etc.;

4. Garantir a apresentação de justificativa por itens glosados em faturas;

5. Assegurar a realização de auditorias de procedimentos médicos apenas por auditores médicos;

6. Garantir reajustes de honorários acordados entre médicos e operadoras de planos.

 


      

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Radiologista catarinense lança, hoje, obra médica de referência nacional 

26/04/2017
 

Obra de referência nacional na área médica será lançada na próxima quarta-feira (dia 26 de abril) pelo radiologista catarinense Ademar José de Oliveira Paes Junior, Diretor Científico e de Publicações Científicas da ACM – Associação Catarinense de Medicina. O lançamento do livro “Cabeça e Pescoço” será no Hotel Majestic, às 20 horas, em Florianópolis e reunirá lideranças da medicina de todo o país. A obra é editada pelo Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem, e tem coautoria do radiologista Rainer Guilherme Haetinger, contando com a participação de médicos renomados de vários estados e dos principais hospitais do país, como Albert Einstein, Sírio-Libanês, Hospital das Clínicas de São Paulo e Instituto Nacional do Câncer.

 

O livro é composto de 22 capítulos e mil páginas de conhecimento. Aborda sobre doenças extremamente frequentes, como as de ouvido, nariz, garganta e tireoide, até alterações mais raras, embora graves, como malformações em crianças e reúne desde os fundamentos de anatomia até a revisão de conteúdo na especialidade e os termos cirúrgicos.  A meta da publicação é oferecer aos profissionais da medicina um material de referência para a prática da Radiologia no país, abrangendo todas as áreas da subespecialidade e afins (otorrinolaringologia, cirurgia de cabeça e pescoço, oncologia, radioterapia, endocrinologia, cirurgia plástica e cirurgia crânio-facial, além de fonoaudiologia e odontologia).

 

SOBRE O AUTOR

Ademar José de Oliveira Paes Júnior é graduado em Medicina pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e tem doutorado em Radiologia pelo Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (InRad – HCFMUSP). É diretor Científico e de Publicações Científicas da Associação Catarinense de Medicina (ACM); professor convidado da UFSC; responsável pela área de radiologia em cabeça e pescoço da Clínica Imagem e Hospital Baía Sul, em Florianópolis; editor da revista “Arquivos Catarinenses de Medicina”, órgão de divulgação científica da ACM; diretor executivo da Associação Brasileira de Clínicas de Diagnóstico por Imagem, palestrante frequente em congressos nacionais e internacionais e tem inúmeras participações em livros e publicações científicas.

 

 


      

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ACM completa 80 anos 

25/04/2017
 

A Associação Catarinense de Medicina (ACM) comemora seus 80 anos com jantar e baile, no dia 28/4, às 21h. A festa, que será embalada pela banda Faraway, vai ocorrer no Centro de Eventos ACM, na SC-401. 
 

Mais informações pelo tefone (48) 3231-0300 ou pelo e-mail acm@acm.org.br ou pelo site da entidade http://www.acm.org.br/agende-se-aniversario-de-80-anos-da-acm/

 


      

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1º Seminário Unimed SC e Entidades Médicas 

25/04/2017
 

O 1º Seminário Unimed SC e Entidades Médicas aconteceu no último dia 20 de abril, abrindo a programação do 15º Simpósio das Unimeds do Estado de Santa Catarina, no Costão do Santinho, em Florianópolis. O encontro inédito se propôs a debater sobre ações em defesa da Cooperativa e dos médicos cooperados de todo o estado. Os presidentes das 22 Singulares Unimeds e os diretores da Federação Unimed SC receberam os presidentes da ACM (Associação Catarinense de Medicina), Rafael Klee de Vasconcellos, do SIMESC (Sindicato dos Médicos do Estado de Santa Catarina), Vânio Cardoso Lisboa, e o conselheiro representante do CREMESC (Conselho Regional de medicina do Estado de Santa Catarina), Odi José Oleiniscki para uma tarde de aproximação e integração. 

A primeira parte do Seminário apresentou a realidade da Cooperativa Médica em todo o estado, com 5.678 médicos cooperados e 1 milhão de clientes, que são atendidos pela rede de prestadores e pelos serviços próprios da Unimed, que já somam 6 hospitais, 11 laboratórios, 14 clínicas (4 oncológicas) e 15 centros de diagnósticos. As Entidades também puderam demonstrar suas metas e ações realizadas junto à categoria médica, nas áreas de defesa profissional, trabalhista, ética, aprimoramento, relacionamento com a sociedade e integração sociocultural. 

Na segunda etapa da programação muitos foram os desafios relatados pelos dirigentes, tanto da Unimed quanto das representações da classe, na busca pela sustentabilidade da medicina e o uso consciente da tecnologia, por uma remuneração justa e condições adequadas de trabalho. Nesse sentido, os debates encerraram com a proposta de criação de uma comissão para ampliar as conversações, visando estabelecer formas de parcerias. A comissão será formada por membros da Cooperativa e das Entidades Médicas, que deverão definir uma agenda de encontros e de ações.  

 


      

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Seminário debate desafios de médicos cooperados à Unimed   

18/04/2017
 

Os presidentes da ACM, CREMESC e SIMESC estarão reunidos com os dirigentes da Unimed Santa Catarina no próximo dia 20 de abril (quinta-feira), das 14h às 18h, no Costão do Santinho, para o 1º Seminário Unimed SC e Entidades Médicas. O evento tem as metas de integrar e aproximar as representações da categoria à cooperativa médica, que nasceu em 1971, através de iniciativa das lideranças da medicina no estado. A proposta é debater os desafios comuns e a defesa dos cerca de 5 mil médicos que são cooperados às 22 Unimeds em solo catarinense, que atendem a mais de 1 milhão de clientes. Após o Seminário, os presidentes das entidades participarão da mesa de abertura do 15º SUESC – Simpósio das Unimeds do Estado de Santa Catarina, que se estende até o dia 22 de abril (sábado), com o tema central “Inovação Disruptiva em Saúde”. 

 

PROGRAMAÇÃO SEMINÁRIO

14h: Unimed SC – Realidade do Sistema no Estado

*Do berço das entidades médicas aos 35 anos de atividades

*Números do Sistema em solo catarinense

*Relacionamento com cooperados / Pesquisa Datafolha

 

Realidade das Entidades Médicas no Estado

14h40min: Associação Catarinense de Medicina – ACM

15h: Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina – CREMESC

15h20min: Sindicato dos Médicos do Estado de Santa Catarina – SIMESC

 

15h40min: Coffee Break

 

16h: Unimed SC – Desafios e Oportunidades do Sistema no Estado

*Remuneração e Mercado de Trabalho 

*Ciclo dos custos assistenciais 

*Conscientização médica 

 

Desafios e Oportunidades de Parceria com o Sistema Unimed

16h30min: Associação Catarinense de Medicina – ACM 

16h45min: Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina – CREMESC 

17h: Sindicato dos Médicos do Estado de Santa Catarina – SIMESC

 

17h20min: Agenda de Trabalho

 

17h30min: Encerramento com homenagem aos 80 anos da ACM 

 
 


      

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CFM e ICMEC promovem painel de debate em Florianópolis 

17/04/2017
 

 

Quatro crianças e adolescentes desaparecem por dia em Santa Catarina. Somente neste ano, mais de 200 menores de idade já foram dados como desaparecidos no estado. Cerca de 1.300 casos nos últimos 15 anos não tiveram solução. Com base nestes números, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e o International Centre for Missing & Exploited Children (ICMEC) querem chamar a atenção da população para esse problema no país.

Para isso, as duas instituições organizam o “I Painel de Debates sobre Crianças Desaparecidas” em 25 de maio, no Dia Internacional dedicado ao tema. O evento começará às 8h30, no Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc). Na ocasião, serão debatidas as problemáticas e as políticas públicas com autoridades e médicos do estado, além de funcionários do Hospital Universitário e alunos da universidade.

De acordo com dados compilados pelo CFM, estima-se que, no mundo, o total de casos de desaparecimento de crianças e adolescentes chega a 25 milhões. “O número de crianças desaparecidas é muito maior do que as pessoas imaginam. No Brasil há uma estimativa de que sumam 50 mil por ano. Por isso é tão importante que os profissionais notifiquem qualquer tipo de violência que podem indicar uma situação irregular. Defendemos o lugar dos médicos junto à população”, ressaltou Ricardo Paiva, membro da Comissão de Ações Sociais do CFM.

O evento ainda destacará o trabalho com a busca dos desaparecidos e cobrará respostas efetivas das autoridades. “A falta de uma política integral e coordenada prejudica de forma significativa a pronta e efetiva recuperação de crianças desaparecidas. Por ser um fenômeno complexo e multifacetado, nenhuma instituição é capaz de resolver a questão sozinha. Mas juntos podemos trazê-los de volta!”, completa Katia Dantas, diretora de políticas públicas do ICMEC.

O I Painel de Debates sobre Crianças Desaparecidas é aberto para participação do público em geral, e as inscrições devem ser feitas em formulário específico no sitewww.eventos.cfm.org.br. A participação é gratuita.

 

SERVIÇO:

Data: 25 de maio de 2017 (quinta-feira) – Dia Internacional da Criança Desaparecida

Horário: das 8h30 às 13h

Local: Auditório do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (Ufsc)

Endereço: R. Profa. Maria Flora Pausewang, s/n – Trindade, Florianópolis (SC)

Inscrições aqui

 

 

Programação 

 

8h30 – Credenciamento

 

9h- Abertura oficial

 

Henrique Batista e Silva – Secretário-geral do Conselho Federal de Medicina (CFM)

 

Kátia Dantas - Diretora de Políticas Públicas do International Centre for Missing & Exploited Children (ICMEC)

 

Nelson Grisard – Presidente do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC)

 

Maria de Lourdes Rovaris - Superintendente do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (UFSC)

 

Luiz Carlos Cancellier - Reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

 

9h30 – Palestra "Crianças Desaparecidas: a importância de uma abordagem multisetorial"

 

Palestrante: Kátia Dantas - Diretora de Políticas Públicas do International Centre for Missing & Exploited Children (ICMEC)

 

 

10h – Discussão e debates

 

Expositores:

 

Roberto d’Avila – Cardiologista, professor aposentado da UFSC e professor de humanidades médicas da Unisul

 

Paula Peixoto – Assistente Social e membro da Comissão de Ações Sociais

 

Tânia Bueno – analista do I3G e assessora do Conselho Federal de Medicina

 

 

10h40 – Debates

 

 

12h30 – Lançamento do abaixo-assinado e encerramento

 

Henrique Batista e Silva – Secretário-geral  do Conselho Federal de Medicina (CFM)

 

 


      

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Dia Mundial da Saúde 

07/04/2017
 

 


      

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CFM integra Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho 

04/04/2017
 

No mês de prevenção de acidentes do trabalho, o Conselho Federal de Medicina (CFM) será o único conselho de fiscalização da atividade profissional a colaborar com a iniciativa e aderir ao movimento Abril Verde. A ação será conduzida pelo Ministério do Trabalho (MTE), em parceria com os ministérios da Previdência Social, Saúde, Ministério Público do Trabalho e Tribunal Superior do Trabalho.

 

O objetivo da ação é sensibilizar a sociedade, especialmente empregadores e trabalhadores, sobre a importância da prevenção dos acidentes de trabalho. Ferimentos, doenças e mortes causados pelo trabalho geraram uma despesa estimada em R$ 71 bilhões em 2015, de acordo com a Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) do MTE. 

 

O CFM apoia a Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho e divulgará aos médicos informações sobre o movimento. Durante o mês de abril, quando é celebrado no dia 28 o Dia Nacional em Memória às Vítimas de Acidentes de Trabalho, a sede da autarquia será iluminada na cor verde. 

 

Abril Verde – O Dia Mundial em Memória às Vítimas de Acidentes de Trabalho é lembrado em 28 de abril, porque no ano de 1969 houve uma explosão na mina da cidade de Farmington, estado da Virgínia, nos Estados Unidos, matando 78 trabalhadores. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) também instituiu, em 2003, a data como o Dia Mundial de Segurança e Saúde no Trabalho. Verde foi a cor escolhida por estar associada aos cursos relacionados à saúde. O símbolo é o laço verde.

 


      

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CFM divulga nota da ANS com orientações à gestante sobre partos normal e cesáreo 

03/04/2017
 

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou Nota de Orientações à Gestante com as descrições dos riscos relacionados aos partos normal e cesáreo. O documento deve ser entregue as gestantes durante o acompanhamento da gestação. Foi solicitado apoio ao Conselho Federal de Medicina (CFM) e aos 27 Conselhos Regionais de Medicina para que o material chegue à classe médica, auxiliando na sua divulgação. A íntegra está disponível logo abaixo e também motivou a criação de uma série de peças para as redes sociais do CFM.

 

(ACESSE AQUI A NOTA DE ORIENTAÇÕES À GESTANTE EM PDF)

 

Documento - De acordo com a orientação da ANS, o parto normal é o método natural de nascer durante o qual a mãe produz substâncias capazes de proteger o recém-nascido e favorecer a amamentação. Contudo, segundo o documento, algumas mulheres apresentam contraindicação para este tipo de parto devido a condições de saúde preexistentes ou por complicações durante o trabalho de parto havendo indicação para a realização de cirurgia. “O parto normal pode também apresentar risco de lesão no períneo”, alerta.

 

Quanto à cesariana, a orientação repassada pela Agência é que, quando indicada por razões clínicas, o parto é uma cirurgia segura e com baixa frequência de complicações grave. “No entanto, quando realizada sem uma razão médica que a justifique, apresenta riscos de complicações cirúrgicas, como infecções e hemorragia que podem resultar em morte materna”, destaca.

 

O documento da ANS ainda ressalta que quando ao recém-nascido, podem ocorrer lesões no momento da retirada do bebê ou outras complicações após o nascimento como infecções e pneumonias, riscos de prematuridade e internação em UTI, nos casos em que a cirurgia é feita antes de 39 semanas de gestação, além de aumentar em 120 vezes a chance do bebe apresentar dificuldades respiratória quando a cirurgia é feita entre 37 e 38 semanas.

 

Dados - Nas primeiras consultas de pré-natal, o CFM orienta que médico e paciente discutam de forma exaustiva sobre benefícios e riscos tanto do parto vaginal quanto da cesariana, bem como sobre o direito de escolha da via de parto pela gestante. Para o CFM, a decisão sobre qual o tipo de parto mais adequado precisa ser compartilhada entre o médico, a gestante e sua família. O profissional deve fornecer informações sobre a situação clínica da mulher e os riscos e benefícios envolvidos em cada escolha para ajudá-la na tomada de decisão.

 

Apesar de ainda ter índices mais elevados do que preconizado pela Organização Mundial da Saúde, a quantidade de partos cesarianas no Brasil teve leve recuo em 2015 tanto no SUS quanto na rede provada. Segundo os dados do Ministério da Saúde, dos três milhões de partos realizados, 55,5% foram cesáreas e 44,5% partos normais – redução de 1,5 ponto percentual em relação a 2014, quando o ministério registrou 57% e 43%, respectivamente.

 


      

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3º Fórum De Direitos Humanos e Saúde Mental 

23/03/2017
 

A Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis, sediará de 28 a 30 de junho de 2017  o 3º Fórum Brasileiro de Direitos Humanos e Saúde Mental, organizado pela Associação Brasileira de Saúde Mental – ABRASME, com o tema "DEMOCRACIA, SAÚDE MENTAL, VIOLAÇÃO DE DIREITOS: CONSEQUENCIAS HUMANAS". Um objetivo central é problematizar as questões relativas aos Direitos Humanos, inclusive suas garantias e violações, suas relações com a Política e com os fenômenos sociais, com temas tais como solidariedade e vulnerabilidade, com a situação econômica, ética e política atual e as consequências destes fatores para o bem estar coletivo, a saúde mental e a atenção psicossocial, em uma perspectiva de promoção de uma sociedade mais justa, mais equitativa e mais humanizada.

Este, que será um dos eventos mais importantes na agenda da saúde neste ano, reveste-se de especial importância dado o contexto ético, social, político e econômico que ora atravessamos. Anúncios de medidas radicalmente contrárias ao avanço dos sistemas públicos, perspectivas de retrocesso, crise de valores, paradoxos econômicos, convulsão social, insatisfação popular com governos, constituem apenas uma parte do quadro alarmante com que nos deparamos hoje no país. Perpassando este momento difícil para as instâncias democráticas, acentuam-se as violações de direitos e exacerbam-se suas consequências.

O 3º Fórum torna-se um lugar privilegiado e estratégico para discussão destes assuntos, já que poucos espaços deste porte estão sendo disponibilizados, alguns sendo mesmo impedidos de discutir, reivindicar, alertar e efetivamente participar do processo democrático necessário à continuada construção social e política da nação. A ABRASME busca, neste entido, fortalecer as lutas para que não sejam destruídos os alicerces que com tanto trabalho os diversos setores da sociedade brasileira, integrados, conseguiram edificar. Um projeto de nação ético e competente implica em esforço constante para que a população seja incluída como ator e não meramente como espectador.

Para este fim o 3º Fórum estrutura-se em 12 eixos temáticos cobrindo tópicos da maior importância para discussão entre atores diversos – acadêmicos, profissionais dos serviços de diversas áreas, gestores, pessoas usuárias dos serviços de saúde e seus familiares. Em um ambiente acolhedor, aberto ao diálogo e solidário, teremos três dias de Fórum, precedido de um dia de pré-Fórum, com realização de palestras, conferências, minicursos, oficinas, apresentações de trabalhos, atividades culturais, encontros, diálogos e sobretudo de afirmação de um compromisso com uma nação mais justa e equânime, contrapondo-se à tentativa de instalação autoritária de um estado desumano e apequenado perante violações dos princípios democráticos e dos direitos individuais, políticos e sociais. Para isso contamos com a presença de tod@s em Florianópolis em junho de 2017.

 


      

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CFM rebate declarações do Ministro da Saúde contra médicos brasileiros

15/03/2017
 

O Conselho Federal de Medicina (CFM) rebateu nesta quarta-feira (15) as declarações do ministro da Saúde, Ricardo Barros, que, em discurso na Câmara Municipal de Curitiba (PR), criticou a forma de atuação dos médicos brasileiros.

Em nota divulgada à imprensa, o CFM afirma que essa postura revela desconhecimento da dedicação dos médicos brasileiros na assistência à população no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) e ignora os esforços dispendidos por estes profissionais, principalmente nos serviços de urgência e emergência.

O CFM ainda enfatiza que "o compromisso dos médicos com a saúde pública é reconhecido em pesquisa recente do Datafolha que coloca o médico como o profissional de maior confiança e credibilidade entre os brasileiros".

 

LEIA TAMBÉM: Levantamento mostra o médico como profissional com maior credibilidade e confiança junto aos brasileiros

 

CONFIRA ABAIXO A ÍNTEGRA DA NOTA À SOCIEDADE:

 

Repúdio à declaração do ministro Ricardo Barros

O Conselho Federal de Medicina (CFM) repudia e lamenta a declaração atribuída ao Ministro da Saúde, Ricardo Barros, publicada nesta quarta-feira (15), na qual desqualifica o trabalho realizado pelos médicos brasileiros.

Trata-se de manifestação impertinente, que mostra desconhecimento da dedicação dos médicos brasileiros na assistência à população no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), nos diferentes níveis de atenção (baixa, média e alta complexidade), muitas vezes sem contar com adequadas condições de atendimento nos serviços públicos.

Ao afirmar que o médico brasileiro não demonstra disposição para o trabalho, o Ministro da Saúde ignora os esforços dispendidos por estes profissionais, principalmente nos serviços de urgência e emergência.

O compromisso dos médicos com a saúde pública é reconhecido em pesquisa recente do Datafolha que coloca o médico como o profissional de maior confiança e credibilidade entre os brasileiros.

Como a citada pesquisa revela, a população sabe que, entre outros pontos, as faltas de infraestrutura nos hospitais e nos postos de saúde, bem como de uma boa gestão, impedem a obtenção de melhores resultados.

Cabe ao Ministro Ricardo Barros a responsabilidade pela gestão da saúde pública como elemento fundamental aos direitos humanos, que não estão subordinados às leis de mercado e que exigem disponibilidade de meios ordinários imprescindíveis ao Princípio Constitucional do Mínimo Existencial.  

Brasília, 15 de março de 2017.

 

 

 


      

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Atualize seu cadastro 

10/03/2017
 

O médico inscrito no CRM-SC deve manter seus endereços atualizados, conforme Art. 6° do Decreto 44.045/58.

O médico que não cumprir este decreto está sujeito às penalidades pertinentes previstas.

 

Clique aqui e atualize seus dados.

 


      

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CFM e AMB orientam médicos sobre envio de dados à ANS

10/03/2017
 

 

 

 


      

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Anuidade Ascop 2017 

10/03/2017
 

 


      

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CFM e AMB divulgam cartilha com regras para
fechar contratos com planos de saúde 

01/03/2017
 

O Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Médica Brasileira (AMB) disponibilizam documento com orientações aos médicos sobre os requisitos mínimos para a contratualização com operadoras de planos de saúde. Nos sites oficiais das entidades – www.portal.cfm.org.br e www.amb.org.br – os profissionais têm acesso a importantes detalhes previstos na Lei 13.003/2014, em vigor desde o final do ano, que estabeleceu a obrigatoriedade de contratos por escrito e detalhados, com as obrigações e responsabilidades específicas. (Acesse aqui o documento)
 

As entidades têm orientado, por exemplo, de se manter contratos com cláusula de livre negociação entre as partes. “Do ponto de vista dos prestadores de serviço, a obrigatoriedade de contratos com as operadoras não apenas permitirá a revisão periódica dos preços pagos a eles como significará o fim da prática do descredenciamento imotivado. Assim, com esses contratos, acreditamos que diminuirá esta desigualdade e esperamos que as relações entre operadoras e prestadores de serviços se estabilizem em outro patamar”, defendeu o coordenador da Comissão Nacional de Saúde Suplementar (COMSU) e conselheiro do CFM, Salomão Rodrigues.
 

Com a nova legislação, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) passou a ter a atribuição de fixar um índice de reajuste em casos específicos. A partir de agora não há mais possibilidade para fracionamento de índices. A base de cálculo definida pela ANS para se chegar ao percentual de reajuste será o Índice Nacional ao Consumidor Amplo (IPCA) cheio, que corresponder ao valor acumulado nos 12 meses anteriores à data do aniversário do contrato.
 

Segundo a lei, o não cumprimento das obrigações prevê penalidades para o prestador de serviços e para a operadora de planos de saúde. “É importante que os médicos estejam atentos às regras que garantem direitos que antes eram usurpados destes profissionais e não aceitem nem assinem contratos que não estejam totalmente de acordo com a nova legislação. Isso é um direito e um dever dos médicos prestadores de serviços às operadoras”, afirmou Carlos Michaelis Jr, coordenador Jurídico da AMB.

 

Destaques das orientações das entidades médicas:

 

- Os contratos devem contemplar cláusula de livre negociação entre as partes;

 

- A forma de reajuste dos serviços contratados deve ser expressa no contrato de modo claro e objetivo;

 

- Os contratos não devem propor fracionamento de qualquer índice. O índice regulamentado pela ANS é o IPCA cheio que deverá ser adotado em sua integralidade;

 

- Os prazos e os procedimentos para faturamento e pagamento dos serviços prestados devem ser expressos claramente no contrato;

 

- Sempre que o equilíbrio econômico e financeiro do contrato estiver ameaçado, a qualquer tempo, mediante acordo entre as partes, poderá ser formalizado termo aditivo de reajuste;

 

- Os contratos que não atendam às diretrizes recomendadas pelas entidades representativas poderão ser comunicados diretamente à AMB através do e-mail cbhpm@amb.org.br;

 

- Indícios de infração ética por parte da Operadora ou do Prestador de Serviços devem ser encaminhados ao Conselho Regional de Medicina do estado: ver lista em portal.cfm.org.br.

 


      

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CRM-SC divulga programação do X Fórum de Ética Médica 

20/02/2017
 

 

 


      

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Sigilo médico 

13/02/2017
 

Clique aqui e confira análise jurídica sobre utilização de novas tecnologias e sigilo médico.

 


      

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Resolução do CFM define responsabilidades de diretores técnicos e clínicos
10/02/2017 

A Resolução CFM 2.147/2016, do Conselho Federal de Medicina (CFM), torna mais clara as atribuições, direitos e responsabilidades de diretores técnicos, diretores clínicos e chefias de serviço em ambientes médicos. A definição de cada cargo de gestão consta no documento, publicado no Diário Oficial da União (DOU). Na prática, espera-se que a norma provoque uma melhor organização da gestão da assistência da saúde no país.

 

O texto destaca que a prestação de assistência médica e a garantia das condições técnicas de atendimento nas instituições públicas ou privadas são de responsabilidade do diretor técnico e do diretor clínico, os quais, no âmbito de suas respectivas atribuições, responderão perante o Conselho Regional de Medicina (CRM). A regra vale para todos os serviços de assistência médica (pública ou privada) em qualquer ponto do território nacional.

 

Segundo o relator da Resolução e 3º vice-presidente do CFM, conselheiro Emmanuel Fortes, a diferenciação entre as funções a muito tempo era reclamada no CFM. Para ele, a norma irá profissionalizar as atividades. “O estabelecimento de uma linha hierárquica de comando para a atuação de chefes, coordenadores ou supervisores de serviços possibilitando interações e comandos era extremamente necessária, todas visando o bom funcionamento dos estabelecimentos assistenciais médicos ou de intermediação da prestação de serviços médicos”.

 

Responsabilidades – Pela Resolução, o diretor técnico é o médico que responde eticamente por todas as informações prestadas perante os conselhos de medicina (federal ou regionais), podendo, inclusive, ser responsabilizado ou penalizado em caso de denúncias comprovadas. Fica estabelecido, ainda, que os profissionais que forem investidos desse cargo devem organizar a escala de plantonistas, zelando para que não existam lacunas durante o período de funcionamento. Em qualquer ausência de plantonistas, cabe a esse gestor tomar providências para solucionar o caso.

 

O documento também lista as atribuições do diretor clínico, entre as quais está dirigir e coordenar o corpo clínico da instituição, supervisionar a execução das atividades de assistência médica e zelar pelo cumprimento do regimento interno. Entre suas atribuições também estão assegurar condições dignas de trabalho e os meios indispensáveis à prática médica, bem como garantir o pleno e autônomo funcionamento das comissões de ética médica.

 

A Resolução CFM 2.147/2016 esclarece a obrigatoriedade de empresas ou instituições de intermediação da prestação de serviços médicos, como seguradoras de saúde, planos de saúde, cooperativas médicas e instituições de autogestão, de contarem com esses profissionais como diretores técnicos. “Cabe a eles cuidarem pelo que estiver pactuado nos contratos com prestadores de serviço, pessoas físicas e pessoas jurídicas”, destacou Emmanuel Fortes.

 

Investido nessa função junto aos planos e seguradoras de saúde, cabe ao médico zelar para que, na ocorrência de glosas das faturas apresentadas, seja descrito o que foi glosado “e, suas razões, solicitando ao médico, quando pessoa física, e ao diretor técnico, quando pessoas jurídicas, as devidas explicações, devendo as respostas ou justificativas ser formalizadas por escrito”.

 


      

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Toma posse a 33ª Diretoria do CRM-SC      

07/02/2017
 

Tomou posse, nesta sexta-feira (3/02), a 33ª Diretoria do Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina (CRM-SC). Autoridades e representantes de entidades médicas compareceram à solenidade, que ocorreu na sede do Conselho, em Florianópolis. A gestão, presidida por Dr. Nelson Grisard, irá até setembro de 2018.

Compuseram a mesa solene Dr. Antonio Silveira Sbissa, Presidente da 32ª Diretoria do CRM-SC; Dr. Vicente Augusto Caropreso, Secretário de Estado da Saúde; Dr. Carlos Alberto Justus da Silva, Secretário de Saúde do Município de Florianópolis; Dr. Carlos Vital Tavares Correa Lima, Presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM); Dr. Rafael Klee de Vasconcellos, Presidente da Associação Catarinense De Medicina (ACM); Dr. Leopoldo Alberto Back, Vice-Presidente do Sindicato dos Médicos do Estado De Santa Catarina (SIMESC), entidade coordenadora do Cosemesc; e Dr. Luiz Carlos Espíndola, Presidente da Academia de Medicina do Estado de Santa Catarina (ACAMESC).

Também prestigiaram o evento Dra. Raquel Bittencourt, Diretora da Vigilância Sanitária do Estado de Santa Catarina; Dr. Duarte dos Santos Costa, Presidente da Comissão de Ética da Maternidade Carmela Dutra; Dr. Murillo Ronald Capella, Secretário Adjunto de Estado da Saúde

João Ghizzo Filho, Coordenador do curso de Medicina da Unisul; Marcello Alexandre Seemann, Tesoureiro da ASCOP; e os delegados do CRM-SC: Dr. Delmo Dunke, de Itajaí; Dr. Rômulo Pizzolatti, de Criciúma; Dr. Rajá Elias, de Chapecó; e Dr. Antônio César de Souza, de Lages.

Em seu discurso de despedida, Dr, Antonio Sbissa agradeceu aos que o apoiaram durante os 20 meses em que esteve à frente do CRM-SC. “Em primeiro lugar, gostaria de agradecer à minha esposa Loisiane que, como médica, compreendeu a importância de atuar em nosso órgão de classe, bem como membros da 32ª Diretoria, que com competência e dedicação tornaram possível uma adequada administração deste órgão, que certamente abdicaram de seus preciosos tempos para contribuir em muito com todas as suas experiências para o melhor andamento desta casa.”

Os Conselheiros Federais, Dr. Anastacio Kotzias Neto e Dr. Wilmar de Athayde Gerent, Conselheiros componentes das Comissões, assessores e funcionários também foram lembrados em seu discurso. 

“Meus cumprimentos à nova Diretoria, que terá a missão de dirigir nosso Conselho nos próximos 20 meses. Meus votos de muito boa gestão ao Presidente Dr. Nelson Grisard, decano desta entidade, e demais componentes. Afirmo a minha felicidade por fazer parte desta galeria de ex-presidentes, com este elenco personagens que tanto colaboraram com a história do Conselho e tanto trabalharam em prol da Medicina, da  Ética, da Profissão Médica.”

Entre as atividades desenvolvidas durante a sua gestão, o Presidente da 32ª Diretora destacou as ações interinstitucionais com o Ministério Público Federal e Estadual,  Defensoria Pública da União, Secretaria de Estado da Saúde, HEMOSC-CEPON, Diretorias de Vigilâncias Sanitárias Estadual e Municipal, Sindicato dos Servidores, Federação das Unimeds e serviços de atendimento médico pré-hospitalar, UFSC, HU e FAPEU, Conselhos de outras profissões e, ainda, os estabelecimentos de Saúde no Estado. 

“A comunicação foi ponto forte desta gestão. O contato frequente com DT/RTs de PJs, visou agilizar a regularização de pendências administrativas e proporcionar acesso a quaisquer outras informações que pudessem contribuir para a prática de procedimentos éticos e orientações ético-administrativas oriundas do CRM/CFM, além da divulgação do Ordenamento Jurídico pertinente à área da saúde e seus prestadores, foi uma constante.”

Na sequência, Dr. Sbissa deu posse e diplomou o novo Presidente, Dr. Nelson Grisard. A 33ª Diretoria, eleita em 12 de dezembro de 2016, fica à frente do CRM-SC até 30 de setembro de 2018. 

Ao assumir a presidência dos trabalhos, Dr, Grisard empossou os Conselheiros de sua Diretoria e os membros das Comissões Permanentes: Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos (Codame), Comissão de Registro de Qualificação de Especialista (RQE), Comissão de Controle Interno e Comissão de Regimento de Corpo Clínico. 

Dr. Carlos Vital Tavares Correa Lima, Presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), manifestou admiração pelo ex-Presidente e agradeceu por sua contribuição no que considera a reconstrução do país. “Dr. Sbissa tem sabedoria, humildade e coragem, prerrogativas necessárias a quem exerce atividade conselhal frente aos problemas da saúde no Brasil”, afirmou.

Ao Dr. Grisard, Dr. Vital declarou admiração por sua experiência, determinação e entusiasmo para vencer os obstáculos. “Em várias oportunidades pude aprender com este Conselheiro a ter como alicerce a união. Sem qualquer dúvida, já comemoro o êxito da gestão da Diretoria agora empossada.”

Dr. Vicente Caropreso, Secretário de Estado da Saúde (SES), saudou o Presidente empossado e se colocou à disposição para a melhoria da qualidade da medicina de Santa Catarina. “Acredito que as entidades, unidas, possam realizar um trabalho de humanização dos hospitais públicos e das unidades médicas.” 

Ao proferir seu discurso de posse, o Presidente exaltou a importância do CRM. “O Brasil possui um consistente sistema instituído pela Lei Federal nº 3.268/1957 que criou o Conselho Federal de Medicina, cujo seu Presidente e Conselheiro Federal, Dr. Carlos Vital Tavares Corrêa Lima, nos prestigia e honra com sua presença hoje, e os Conselhos Regionais de Medicina em cada Estado e no Distrito Federal, para a fiscalização e aprimoramento da profissão médica, sobretudo no âmbito da ética médica e em proteção daqueles que exercem legalmente a medicina e da sociedade. É pois uma instituição, uma autarquia federal especial, que exerce com proficiência um nobre múnus público.”

Dr. Grisard falou sobre a estrutura do Conselho, número de médicos nele inscritos e o trabalho realizado: “Estão inscritas em Santa Catarina 16.145 médicos e 3.505 empresas médicas (pessoas jurídicas), havendo no momento 1.062 fiscalizações de PJ em andamento, incidentes em 929 estabelecimentos se saúde. Em 2016, a função judicante prevista na Lei e nas Normas/CFM e CRM-SC foi exercida através de 161 PEP julgados e 95 PEP instaurados; 352 Sindicâncias julgadas e 253 sindicâncias instauradas. Houve ainda 19 procedimentos administrativos julgados. Houve 190 médicos julgados, sendo 81 absolvidos e 109 condenados; destes,  70 com pena privada e 39 com penas públicas. Portanto, não se pode acusar este Conselho do exercício do corporativismo. Isso mostra que o Conselho não está apático. Esta é uma visão errônea, injusta e inverídica. Mentem aqueles que tal apregoam, mas nada provam”. 

O trabalho de orientação ao médico ganhou destaque nas palavras do novo Presidente: o CRM-SC edita, quando o Código de Ética Médica é modificado, o Manual de Orientação Ética e Disciplinar  já em sua 5a. edição e entregue a todos os médicos de SC e a todos os Conselheiros de todos os Conselhos Regionais do Brasil e do CFM. Há também a Revista do CRM-SC, o Boletim do CRM-SC quadrimestral e o Boletim eletrônico semanal.

“Devemos nos orgulhar do espírito de luta e de compromisso dos bons médicos, a imensa maioria, no dia a dia do nosso labor profissional em prol dos que sofrem, da sociedade e do ensino médico. É a disciplina de cada um que nos leva ao sucesso!”, afirmou o Presidente.

Ao finalizar seu discurso, Dr. Grisard agradeceu à sua esposa Iza pele compreensão e apoio, aos filhos e a presença de todos. 

 

 

Dr. Sbissa entra para a galeria de ex-presidentes

Ao deixar a presidência do CRM-SC, Dr. Antonio Silveira Sbissa, ao lado de sua esposa, Dra. Loisiane Sbissa, recebeu uma placa de agradecimento. Nela estava escrito: “O Corpo de Conselheiros do Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina e seu Corpo de Conselheiros manifestam ao Presidente, Dr. Antonio Silveira Sbissa, sua alta estima e elevada consideração por sua dedicação ao CRM-SC no exercício da Presidência na gestão da 32ª Diretoria, de 1º/6/2015 a 31/1/2017”.

Na sequência, foi feito o descerramento da fotografia do Dr. Antonio Silveira Sbissa, para sua instalação na galeria de ex-presidentes do CRM-SC.

Ao falar sobre o Presidente que deixou o cargo, Dra. Rachel Duarte Moritz, a Vice-Presidente, lembrou o quanto Dr. Sbissa é respeitado pela sociedade. “Reconhecido nacionalmente como profissional competente, é exemplo para todos os cardiologistas do país e para aqueles, nos quais me incluo, que foram seus alunos.” 

Nascido em Florianópolis, casado com Loisiane e pai de Silvana, Marco Antônio, Pedro Paulo e Gustavo, Dr. Sbissa tornou-se Doutor em Medicina pela Universidade Federal do Paraná, em 1960. Cursou pós-graduação no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, Serviço dos Professores Luiz Décourt e Euryclides Zerbini.  É especialista em Cardiologia pela Associação Brasileira de Cardiologia/Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina. Fez também, como aluno honorário, um estágio de aperfeiçoamento em Cardiologia na Virginia Commonwealth University.

“Durante sua vida profissional teve destaque em todas as áreas nas quais poderia atuar.”, lembrou a Vice-Presidente. Tem contribuído na formação dos jovens médicos desde 1963. Nessa data foi contratado como professor da UFSC, papel que exerceu até 1991 e, onde obteve o título de Doutor em Ciências e Livre Docente. Foi também professor na Universidade do Vale do Itajaí de 1999 até 2008. Atualmente é Professor Assistente do Curso de Medicina da Universidade do Sul de Santa Catarina.

Foi um dos médicos fundadores do Instituto de Cardiologia da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina onde exerceu os cargos de Diretor Clínico e Diretor Geral.

Foi um desbravador na área de Cardiologia, tendo sido fundador e primeiro Presidente da Sociedade Catarinense de Cardiologia, Presidente do I Congresso Sul-Brasileiro de Cardiologia, do I Congresso Catarinense de Cardiologia e do I Congresso Brasileiro de Ergometria e Reabilitação Cardiovascular. Foi também membro fundador, ocupante da Cadeira Vinte e Um e Presidente da Academia de Medicina do Estado de Santa Catarina. 

É Membro do Corpo de Conselheiros do CRM-SC desde 1993, onde exerceu os cargos de Vice-presidente e Presidente. “Como conselheiro, no seu jeito tranquilo de ser, durante todos esses anos, sempre esteve presente e jamais negou uma tarefa que lhe fosse designada, mesmo que essa tarefa fosse árdua, sempre cumprindo-a com esmero. Culminou seu trajeto na vida conselhal como Presidente, quando destacou-se a sua personalidade pacificadora. Obrigada, Mestre Sbissa, pelo seu exemplo profissional e pela sua dedicação a este Conselho”, finalizou Dra. Rachel. 


 

 

33ª Diretoria

Gestão de 1º de fevereiro de 2017 a Dia 30 de setembro de 2018

 

Presidente: Dr. Nelson Grisard

Formado pela Universidade Federal do Paraná – 1961

Especialista em Pediatria, Neonatologia e Perinatologia

Livre-Docente pela UFSC 

Ex-professor da UFSC e professor da Univali e da Unisul

Conselheiro desde 1978

Presidente do CRM-SC de 1992 a 1995

 

Vice-Presidente: Dra. Rachel Duarte Moritz

Formada pela UFSC – 1981 

Especialista em Medicina Interna - Medicina Intensiva

Mestrado em Ciências Médicas pela UFSC

Doutorado em Engenharia de Produção pela UFSC

Professora associada do Departamento Clínica Médica da UFSC

Conselheira desde 2003

 

Secretária Geral: Dra. Áurea Gomes Nogueira

Formada pela Universidade Federal Fluminense – 1975

Especialista em Pediatria e Neonatologia

Mestrado em Ciências Médicas pela UFSC 

Conselheira desde 1998

 

1º Secretário: Dr. Ylmar Corrêa Neto

Formado pela UFSC – 1988

Especialista em Neurologia e Neurofisiologia Clínica

Mestrado em Medicina Interna pela UFSC

Doutorado em Ciências (Neurologia) pela USP

Professor da UFSC

Conselheiro desde 1998

 

2º Secretário: Dr. Juliano Pereima de Oliveira Pinto

Formado pela UFSC – 1994 

Especialista em Radiologia e Diagnóstico por Imagem 

Conselheiro desde 2008

Indicado pela ACM

 

1º Tesoureiro: Dr. Tanaro Pereira Bez

Formado pela UFSC – 1973 

Especialista em Anestesiologia 

Conselheiro de 1983 a 1993 e desde 2003

Presidente do CRM-SC de 2013 a 2015

 

2º Tesoureiro: Dr. Odi José Oleiniski

Formado pela UFSC – 1978

Especialista em Cardiologia, Clínica 

Médica e Medicina Intensiva

Conselheiro de 1988 a 1993 e desde 2008

 

Corregedor: Dr. José Francisco Bernardes

Formado pela UFSC – 1978

Especialista em Ortopedia e Traumatologia

Mestrado pela Universidade Federal de São Paulo – 1996

Conselheiro desde 1998

Presidente do CRM-SC de 2010 a 2011

 

Vice-Corregedor: Dr. Zulmar Vieira Coutinho

Formado pela UFSC – 1980

Especialista em Medicina Legal e 

Perícia Médica e em Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Professor da UFSC e UNISUL

Conselheiro desde 2008 

 

COMISSÕES PERMANENTES

 

COMISSÃO DE DIVULGAÇÃO DE ASSUNTOS MEDICOS (CODAME)

Presidente: Dra. Eulina Tokiko Rodrigues da Cunha

Secretário: Dr. Mario Cesar Pereira da Silva

Membros: Arthur Koerich D’Ávila e Juliano Pereima de Oliveira Pinto


COMISSÃO DE REGISTRO DE QUALIFICAÇÃO DE ESPECIALISTA (RQE)

Presidente: Dra. Andréia Thives de Carvalho Hoepers

Secretário: Dr. Fabio Firmino Lopes

Membro: Dr. Paulo de Tarso Freitas

 

COMISSÃO DE CONTROLE INTERNO

Presidente: Dr. Zulmar Vieira Coutinho 

Secretário: Dr. Dorival Antônio Vitorello

Membro: Dra. Andréia Antunes Caldeira de Andrada Ferreira

 

COMISSÃO DE REGIMENTO INTERNO DE CORPO CLÍNICO

Presidente: Dr. Milton Fiedler

Secretário: Dr. Antonio Silveira Sbissa 

Membro: Dr. Amauri Olívio Zanona 

 

 

 

Confira as fotos do evento em https://goo.gl/Q8Ma7D

Fotos Osvaldir Silva, Estúdio Fotlíder

 
      

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Nota de esclarecimento      

06/02/2017
 

 

 


      

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33ª Diretoria do CRM-SC toma posse      

04/02/2017
 

Tomou posse, nesta sexta-feira (3/02), a 33ª Diretoria do Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina (CRM-SC). Autoridades e representantes de entidades médicas compareceram à solenidade, que ocorreu na sede do Conselho, em Florianópolis. A gestão, presidida por Dr. Nelson Grisard, irá até setembro de 2018.

 

Confira as fotos do evento em https://goo.gl/Q8Ma7D

 

33ª Diretoria

Gestão de 1º de fevereiro de 2017 a Dia 30 de setembro de 2018.

 

Presidente: Dr. Nelson Grisard

Formado pela Universidade Federal do Paraná – 1961

Especialista em Pediatria, Neonatologia e Perinatologia

Livre-Docente pela UFSC 

Ex-professor da UFSC e professor da Univali e da Unisul

Conselheiro desde 1978

Presidente do CRM-SC de 1992 a 1995

 

Vice-Presidente: Dra. Rachel Duarte Moritz

Formada pela UFSC – 1981 

Especialista em Medicina Interna - Medicina Intensiva

Mestrado em Ciências Médicas pela UFSC

Doutorado em Engenharia de Produção pela UFSC

Professora associada do Departamento Clínica Médica da UFSC

Conselheira desde 2003

 

Secretária Geral: Dra. Áurea Gomes Nogueira

Formada pela Universidade Federal Fluminense – 1975

Especialista em Pediatria e Neonatologia

Mestrado em Ciências Médicas pela UFSC 

Conselheira desde 1998

 

1º Secretário: Dr. Ylmar Corrêa Neto

Formado pela UFSC – 1988

Especialista em Neurologia e Neurofisiologia Clínica

Mestrado em Medicina Interna pela UFSC

Doutorado em Ciências (Neurologia) pela USP

Professor da UFSC

Conselheiro desde 1998

 

2º Secretário: Dr. Juliano Pereima de Oliveira Pinto

Formado pela UFSC – 1994 

Especialista em Radiologia e Diagnóstico por Imagem 

Conselheiro desde 2008

Indicado pela ACM

 

1º Tesoureiro: Dr. Tanaro Pereira Bez

Formado pela UFSC – 1973 

Especialista em Anestesiologia 

Conselheiro de 1983 a 1993 e desde 2003

Presidente do CRM-SC de 2013 a 2015

 

2º Tesoureiro: Dr. Odi José Oleiniski

Formado pela UFSC – 1978

Especialista em Cardiologia, Clínica 

Médica e Medicina Intensiva

Conselheiro de 1988 a 1993 e desde 2008

 

Corregedor: Dr. José Francisco Bernardes

Formado pela UFSC – 1978

Especialista em Ortopedia e Traumatologia

Mestrado pela Universidade Federal de São Paulo – 1996

Conselheiro desde 1998

Presidente do CRM-SC de 2010 a 2011

 

Vice-Corregedor: Dr. Zulmar Vieira Coutinho

Formado pela UFSC – 1980

Especialista em Medicina Legal e 

Perícia Médica e em Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Professor da UFSC e UNISUL

Conselheiro desde 2008 

 


      

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COSEMESC reúne-se com novo secretário de Estado da Saúde 

02/03/2017
 

Foto Carla Cavalheiro


Empossado como secretário de Estado da Saúde em janeiro de 2017, o médico Vicente Caropreso recebeu na quarta-feira, 1º de fevereiro, dirigentes do Conselho Superior das Entidades Médicas de Santa Catarina (COSEMESC). Antes de iniciar a conversa com os médicos, Caropreso apresentou um breve relato da pasta que assumiu, destacando a dívida de R$ 350 milhões e os problemas vivenciados na rotina dos hospitais.

“Vamos melhorar e refazer a imagem dos hospitais e dos serviços”, destacou ao informar que fez uma inspeção no hospital Governador Celso Ramos, na capital. “Observamos situações que podem ser ajustadas para melhorar o atendimento, o gerenciamento administrativo e o trabalho de médicos e servidores. Vamos promover ações semelhantes nos outros hospitais mantidos pelo Estado”, avisou Caropreso.

O secretário afirmou que ainda não está ciente de todas as questões relacionadas à pasta, como a situação da regulação e dos serviços do SAMU, mas  fez questão de frisar que o cargo que lhe foi confiado é “um grande desafio porque vamos ter que ter muita sabedoria para resolver as questões”.

O coordenador do COSEMESC e presidente do Sindicato dos Médicos de SC (SIMESC), Dr. Vânio Cardoso Lisboa lembrou ao secretário que o “histórico é ruim e que o secretário tem que ter tinta na caneta para colocar em prática questões urgentes para melhorar o atendimento e as condições de trabalho dos médicos no Estado. Estamos dispostos a apoiar, mas também a cobrar”, enfatizou.

Dr. Vânio apresentou ao secretário algumas questões urgentes dos médicos da rede pública estadual, como as negociações com a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM).  “Em Araranguá os profissionais receberam reajuste salarial, menos os médicos. Os médicos do SAMU não recebem reajuste do com base no INPC há três anos. A alegação é de que o contrato com o governo não previu reajustes de contrato e assim, as melhorias salariais e reajustes não estão sendo realizadas. Não tivemos outra alternativa e judicializamos. Precisamos do apoio político da SES para encaminharmos essas questões com a SPDM”, explicou.

O coordenador do COSEMESC entregou ao secretário uma clipagem de jornais onde são apontados os problemas mais recentes da saúde no Estado. “Estão faltando condições para salvar vidas e não podemos deixar isso acontecer sob pena de começarmos a achar que essas são situações comuns”, disse Vânio.

Outro ponto apresentado foi a questão da aposentadoria especial. “Os médicos aguardam a resolução da aposentadoria aos 25 anos de trabalho (insalubridade). A Procuradoria Geral do Estado é favorável e o documento está parado na burocracia”, pediu Vânio.

Para encerrar sua participação na conversa, Dr, Vânio Lisboa relembrou Caropreso da “luta eterna dos médicos da SES, que é o Piso Nacional do Médico, que atualmente está em torno de R$ 13 mil. Entendemos que é um compromisso de governo que também está parado na burocracia. Os médicos estão insatisfeitos e precisamos encaminhar essa questão e não somente em reuniões a cada três meses que acabam não evoluindo em muita coisa”, pressionou.

 

Debate

O presidente da Associação Catarinense de Medicina (ACM), Dr. Rafael Klee de Vasconcelos lembrou ao secretário que as trocas de gestores na pasta da saúde “promovem a descontinuidade das políticas públicas em saúde, o que impede que algumas questões pontuais e importantes sejam alcançadas mais rapidamente e com mais eficiência”.

O novo presidente do Conselho Regional de Medicina de SC (CREM-SC), Dr. Nelson Grisard citou sobre o histórico da saúde no Estado e sobre a importância em investir na residência médica e na promoção da ética profissional. “Uma sociedade não vive sem justiça, sem educação e sem medicina. Precisamos incentivar a boa formação porque teremos reflexos positivos na atuação profissional”, afirmou.  A vice-presidente do CREM-SC, Dra. Raquel Duarte Moritz acrescentou que o médico “só conseguirá prestar um atendimento digno se tiver condições de trabalho”.

Também participaram da reunião o secretário adjunto da Saúde, Dr. Murillo Capella, a superintendente de Hospitais Públicos da SES, Dra. Lúcia Schultz e a diretora de Hospitais Públicos da SES, Dra. Cristina Machado Pires. 

 

 

Fonte: SIMESC

 

 


      

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Dr. Nelson Grisard assume presidência do CRM-SC      

01/02/2017
 

Dr. Nelson Grisard é, a partir de hoje (1º/02), o novo presidente do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC). Pediatra responsável pela implantação de importantes programas de saúde da criança, como a introdução da vacinação em massa contra a poliomielite e contra o sarampo, o uso da fototerapia na icterícia neonatal e a criação do primeiro banco de leite humano, estará na Presidência até o dia 30 de setembro de 2018. 

Sua atuação, dentro e fora das unidades de saúde, é expressiva. Dr. Grisard foi fundador e primeiro presidente da Sociedade Catarinense de Pediatria, criou e foi chefe do Serviço de Pediatria do Hospital Universitário, diretor geral do hospital e professor da UFSC. Foi membro da Comissão de Implantação e Acompanhamento do Curso de Medicina da UNIVALI, onde ainda dá aulas de Ética Médica. Foi, por duas vezes, presidente do CRM-SC, ex-suplente do Conselho Federal de Medicina e vice e presidente da Academia Catarinense de Medicina.

Ao lado dele, está Dra. Rachel Duarte Moritz. A nova vice-presidente do CRM é Conselheira desde 2003, professora voluntária da UFSC e tem sua vida profissional dedicada à Medicina Intensiva e Paliativa.

 

A cerimônia de posse será nesta sexta-feira (3/02), às 20h, na sede do Conselho, em Florianópolis.

 

33ª Diretoria

Gestão de 1º de fevereiro de 2017 a Dia 30 de setembro de 2018.

 

Presidente: Dr. Nelson Grisard

Formado pela Universidade Federal do Paraná – 1961

Especialista em Pediatria, Neonatologia e Perinatologia

Livre-Docente pela UFSC 

Ex-professor da UFSC e professor da Univali e da Unisul

Conselheiro desde 1978

Presidente do CRM-SC de 1992 a 1995

 

Vice-Presidente: Dra. Rachel Duarte Moritz

Formada pela UFSC – 1981 

Especialista em Medicina Interna - Medicina Intensiva

Mestrado em Ciências Médicas pela UFSC

Doutorado em Engenharia de Produção pela UFSC

Professora associada do Departamento Clínica Médica da UFSC

Conselheira desde 2003

 

Secretária Geral: Dra. Áurea Gomes Nogueira

Formada pela Universidade Federal Fluminense – 1975

Especialista em Pediatria e Neonatologia

Mestrado em Ciências Médicas pela UFSC 

Conselheira desde 1998

 

1º Secretário: Dr. Ylmar Corrêa Neto

Formado pela UFSC – 1988

Especialista em Neurologia e Neurofisiologia Clínica

Mestrado em Medicina Interna pela UFSC

Doutorado em Ciências (Neurologia) pela USP

Professor da UFSC

Conselheiro desde 1998

 

2º Secretário: Dr. Juliano Pereima de Oliveira Pinto

Formado pela UFSC – 1994 

Especialista em Radiologia e Diagnóstico por Imagem 

Conselheiro desde 2008

Indicado pela ACM

 

1º Tesoureiro: Dr. Tanaro Pereira Bez

Formado pela UFSC – 1973 

Especialista em Anestesiologia 

Conselheiro de 1983 a 1993 e desde 2003

Presidente do CRM-SC de 2013 a 2015

 

2º Tesoureiro: Dr. Odi José Oleiniski

Formado pela UFSC – 1978

Especialista em Cardiologia, Clínica 

Médica e Medicina Intensiva

Conselheiro de 1988 a 1993 e desde 2008

 

Corregedor: Dr. José Francisco Bernardes

Formado pela UFSC – 1978

Especialista em Ortopedia e Traumatologia

Mestrado pela Universidade Federal de São Paulo – 1996

Conselheiro desde 1998

Presidente do CRM-SC de 2010 a 2011

 

Vice-Corregedor: Dr. Zulmar Vieira Coutinho

Formado pela UFSC – 1980

Especialista em Medicina Legal e 

Perícia Médica e em Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Professor da UFSC e UNISUL

Conselheiro desde 2008 

 


      

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Morre Dr. Francisco Karam      

06/01/2017
 

O médico Dr. Francisco Karam, 97 anos, faleceu na noite desta sexta-feria, dia 06/01/2017. Ele estava internado desde ontem na UTI do Hospital Divino Salvador, em Videira, SC. Por mais de 50 anos, até seus 93 anos, atuou como médico em Videira, quando  também dividiu seu tempo como escritor de várias obras e em jornais. Em 2015, Dr. Karam foi homenageado pela Assembleia Legislativa pelos relevantes serviços prestados  omo médico.

Dr. Francisco Karam, filho de libameses, é membro decano da Academia de Medicina do Estado de Santa Catarina e uma das mais importantes autoridades médicas do Estado. No ano de 1943, depois de ter concluído seu curso médico na Faculdade de Medicina de Porto Alegre, hoje da UFRS, com 24 anos de idade, Karam trabalhou por dois anos na cidade de Tupandi (RS), e depois em Arroio Trinta (SC). Em 1959, mudou-se para Videira a convite do colega Waldemar Mozzaquatro, onde permaneceu até os dias finais de sua vida. Atuou como radiologista e clínico geral com grande sucesso e imensos benefícios pra a comunidade, sempre honrando a Classe Médica de Santa Catarina, onde grangeou o mais alto conceito.

Seu corpo está sendo velado no Centro de Eventos Vitória e o sepultamento ocorrerá amanhã, dia 07/01, no Cemitério Jardim da Saudade em Videira, às 16h.

O Dr. Francisco Karam recebe as mais altas homenagens do Povo Catarinense e da Academia de Medicina do Estado de Santa Catarina, da qual era seu Decano.

 


      

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Caros amigos e colegas, Feliz Ano Novo!      

31/12/2016
 

Em meu nome e em nome da nova Diretoria, eleita em 12 de dezembro de 2016, quero enviar a todos os melhores sentimentos de liberdade, igualdade e fraternidade e que estejam realmente presentes em todos nós.

Quero desejar que saibamos exercitar a alteridade e também aceitar as adversidades.

Que a autonomia seja respeitada dentro dos limites de cada um ou em cada momento. 

Que a humildade não seja esquecida, pois precisamos muito dela, e que as vaidades não subam tão alto. 

Que o interesse superior pelo bem comum, prevaleça.

Que o exercício ético da medicina seja a norma cultuada por todos.

 

Felicidades e um belo 2017 são nossos votos extensivos às famílias.

Paz e bem.

 

Nelson Grisard, presidente eleito.

 

33ª Diretoria

Gestão de 1º de fevereiro de 2017 a Dia 30 de setembro de 2018

 

Presidente: Dr. Nelson Grisard

Vice-Presidente: Dra. Rachel Duarte Moritz

Secretária Geral: Dra. Áurea Gomes Nogueira

1º Secretário: Dr. Ylmar Corrêa Neto

2º Secretário: Dr. Juliano Pereima de Oliveira Pinto

1º Tesoureiro: Dr. Tanaro Pereira Bez

2º Tesoureiro: Dr. Odi José Oleiniski

Corregedor: Dr. José Francisco Bernardes

Vice-Corregedor: Dr. Zulmar Vieira Coutinho

 

 


      

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Novos médicos assistem à aula de ética na sede do CRM-SC      

15/12/2016
 



Médicos recém-formados pela FURB, UNISUL, UNIVALI e por outras universidades foram recebidos, na tarde de quarta-feira (14/12), na sede do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC). Eles assistiram à aula de ética, ministrada pelo Primeiro Secretário do CRM-SC, Dr. Ylmar Corrêa Neto. Ele deu início à sua exposição com o Art. 2° do primeiro capítulo do Código de Ética Médica: “O alvo de toda a atenção do médico é a saúde do ser humano, em benefício da qual deverá agir com o máximo de zelo e o melhor de sua capacidade profissional”.

Durante uma hora, os médicos receberam informações a respeito do CRM-SC, sobre suas responsabilidades diante do Conselho e da sociedade, além de noções de ética e bioética. A solenidade teve sequência com a entrega da carteira profissional e cédula de identidade médica, além um exemplar do Código de Ética Médica e a 5ª edição do Manual de Orientação Ética.

A mesa solene foi composta pelo Presidente do CRM-SC, Dr. Antonio Silveira Sbissa; pelo Conselheiro e Presidente Eleito, Dr. Nelson Grisard; pelo Conselheiro e ex-Presidente, Dr. Tanaro Pereira Bez; e pelo Primeiro Secretário, Dr. Ylmar Corrêa Neto. Dr. Antonio Silveira Sbissa saudou os recém-formados dando as boas-vindas ao Conselho e à medicina e lembrou as palavras do professor Luiz Vénère Décourt: “Ele afirmava que nossa profissão tem pilares que a sustentam: a ciência, que deu grandes passos através da história; a assistência, que podemos dizer iniciou-se com Hipócrates, que fundamentou a sua prática e a sua forma de compreender o organismo humano, a docência, gratificante ato de ensinar nossa ciência e nossa arte, que iniciou com a própria medicina; mas concluía ele enfaticamente: e a decência, esta decência na profissão é ética.”

“Não há satisfação maior do que um médico mais velho acolher os que darão continuidade à esta que é a segunda mais bela profissão que existe (a primeira é a dos professores). Sejam bem-vindos à Medicina”, manifestou-se Dr. Nelson Grisard.

O Dr. Tanaro Pereira Bez saudou os novos médicos e lembrou: “Antes, vocês eram coadjuvantes. Hoje, recebem a concessão para o exercício da Medicina, profissão que não deve ser regida pelo relógio”. O Conselheiro alertou ainda que os médicos escolham locais para trabalhar que estejam regularizados juntos ao CRM-SC.

Instituída pela Resolução CREMESC Nº 047/99, a solenidade é condição indispensável para o recebimento da carteira profissional de médico e o comparecimento do médico recém-formado é obrigatório.

 

O cirurgião cardiovascular, Dr. Frederico José Di Giovanni, prestigiou o evento e pode entregar a carteira profissional ao seu filho, Dr. Gaetano Di Giovanni, formado pela FURB.


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Dia 19/12: UNIPLAC, UNIVILLE e UNESC

Dr. Sandoval Marcondes (ao centro) recebeu sua carteira profissional dos Conselheiros Dr. Nelson Grisard (à esquerda) e Dr. Ylmar Corrêa Neto (à direita) ao lado do filho

 

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Dia 23/12: UFSC, UNOESC, UNISUL TUBARÃO e UNOCHAPECÓ

Dr. Laís Pereira Bertoncini Silva recebeu sua carteira profissional da mãe, Dra. Márcia Pereira

 

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Fotos Osvaldir Silva, Estúdio Foto Líder

 

 

 


      

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Eleita nova Diretoria      

15/12/2016
 

Foi eleita, na última segunda-feira (12/12), a nova Diretoria do CRM-SC, durante sessão plenária realizada na sede do Conselho, em Florianópolis. A posse ocorrerá em 1º de fevereiro de 2017, e esta diretoria conduzirá as atividades da instituição por 20 meses. A chapa única, liderada pelo candidato a Presidente Dr. Nelson Grisard, é composta por conselheiros com vivência e experiência na administração da entidade, todos com passagens em diretorias anteriores.

 

 

33ª Diretoria

Gestão de 1º de fevereiro de 2017 a Dia 30 de setembro de 2018

 

Presidente: Dr. Nelson Grisard

Vice-Presidente: Dra. Rachel Duarte Moritz

Secretária Geral: Dra. Áurea Gomes Nogueira

1º Secretário: Dr. Ylmar Corrêa Neto

2º Secretário: Dr. Juliano Pereima de Oliveira Pinto

1º Tesoureiro: Dr. Tanaro Pereira Bez

2º Tesoureiro: Dr. Odi José Oleiniski

Corregedor: Dr. José Francisco Bernardes

Vice-Corregedor: Dr. Zulmar Vieira Coutinho

 

 


      

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Boas festas!      

14/12/2016
 

 

 


      

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Nota de falecimento      

07/12/2016
 

Faleceu ontem (dia 06/12), aos 66 anos, o médico pediatra Victor Manuel Ortellado Figueredo. Paraguaio de nascimento, formou-se em 1974, pela Universidade Federal de Santa Catarina e atuava sob o CRM 1498.

Seu corpo está sendo velado na Capela Verde do Cemitério Jardim da Paz, em Florianópolis, e o sepultamento será às 17h.

O Corpo de Conselheiros do CRM-SC manifesta suas condolências à família e amigos.

 

 


      

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NOTA DE ESCLARECIMENTO      

30/11/2016
 

Com relação à decisão tomada pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou que a interrupção da gravidez até o terceiro mês de gestação não configura crime, o Conselho Federal de Medicina (CFM) esclarece que:

 

1)  As decisões da Justiça devem ser cumpridas. Não obstante o entendimento se refere a um caso específico (pedido de habeas corpus para revogação de prisão preventiva de funcionários de clínica do Rio Janeiro); 

 

2)  A decisão da Primeira Turma do STF não tem o condão de revogar artigos do Código Penal e do Código de Ética Médica que tratam do tema.

 

O CFM informa, ainda, que está atento aos debates que se desenrolam nos âmbitos do Legislativo e do Judiciário.

 

Brasília, 30 de novembro de 2016

 

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

 

 


      

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Nota

30/11/2016
 

      

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ATENÇÃO!      

24/11/2016
 

 


      

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Levantamento mostra o médico como profissional com
maior credibilidade e confiança junto aos brasileiros

24/11/2016
 

No Brasil, o médico é o profissional em quem a população mais confia, segundo pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha, a pedido do Conselho Federal de Medicina (CFM), divulgada nesta quarta-feira (23), em Brasília. Essa é a percepção de 26% dos brasileiros, que, em segundo lugar, colocam o professor (24% das menções) e o bombeiro (15%). No extremo oposto, aparecem os políticos (0,3%).

 

CONFIRA AQUI A APRESENTAÇÃO DA PESQUISA.

 

Para o presidente do CFM, Carlos Vital, os resultados revelam que a população “reconhece o mérito na rotina da prática médica, visualiza a perícia, a diligência, a prudência, a humildade e a compaixão nos esforços profissionais dispendidos”. Segundo ele, “apesar dos aviltamentos, das difamações da categoria médica e das deserções dos postulados morais por parte de poucos médicos, a população ainda preserva a outorga de crédito à imensa maioria da classe”.

 

O levantamento coloca ainda a medicina e a educação (escolas) como a instituição ou profissão com maior credibilidade junto aos brasileiros, ambas com 19% de citações. Na segunda posição, aparece o Corpo de Bombeiros, com 15%. O Congresso Nacional mereceu apenas 0,3% das menções. O questionário foi aplicado com 2.089 pessoas entre 31 de agosto a 3 de setembro, em todas as regiões do País, em áreas metropolitanas e no interior.

 

De acordo com as regiões, o médico conta com mais credibilidade e confiança junto às populações do Nordeste e do Sudeste, que apresentam índices de 31% e de 27%, respectivamente. Quando o dado é analisado em função de faixa etária, constata-se que o desempenho positivo dos médicos é melhor junto aos que têm mais de 60 anos confiam mais nos médicos (31%), entre as mulheres (27%), nos municípios do interior do país (29%) e entre os portadores de ensino fundamental (31%).

 

Ao mesmo tempo em que confia nos médicos, a população reconhece que esses profissionais têm sua atuação prejudicada devido à falta de condições estruturais. Para 94% dos entrevistados, a qualidade do trabalho do médico é afetada por problemas, como as precárias condições de trabalho (41%), pelos baixos salários e pela corrupção na área de saúde (33%, cada uma) e pela má gestão da saúde pública (28%).

 

Também foram apontados como fatores que impedem o pleno exercício da medicina: a falta de acesso a exames e tratamentos de complexidade (25%); a falta de fiscalização (24%), de clínicas e de hospitais; e a ausência de leitos para internação no SUS, entre outros problemas. As condições de trabalho foram apontadas como apontadas como os principais problemas para os moradores do Norte e Centro Oeste, de regiões metropolitanas, mulheres, entre 25 a 34 anos e com nível superior.

 

Os baixos salários foram indicados como principais problemas para os moradores da região sudeste, das regiões metropolitanas, do sexo masculino, com mais de 60 anos e com nível fundamental. Já a corrupção na área da saúde foi percebida como um principal problema pelos homens moradores de regiões metropolitanas do Norte e Centro Oeste, com idade de 16 a 44 anos e com nível superior.

      

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Joinville recebe Diretoria do CRM-SC para a Jornada
de Delegacias da Região Norte      

21/11/2016
 




Joinville recebeu, nesta sexta-feira e sábado (18 e 19/11), integrantes da Diretoria do CRM-SC, que foram à cidade para a realização da Jornada das Delegacias da Região Norte. O objetivo do evento foi debater assuntos pertinentes à classe médica local e difundir as normas e orientações do Conselho aos médicos da região de Canoinhas, Mafra, Porto União e Joinville. “Esta integração entre a entidade e os colegas é importante para, além da aproximação, trocarmos ideias, dirimir dúvidas e recebermos sugestões”, afirmou o Presidente do CRM-SC, Dr. Antonio Silveira Sbissa, ao dar início à solenidade. O Delegado da Delegacia de Joinville, Dr. Celso Boettcher, deu as boas-vindas aos presentes e agradeceu a oportunidade de sediar o encontro.

Compuseram a mesa de abertura do evento o Presidente do CRM-SC, Dr. Antonio Silveira Sbissa; e os delegados Dr. Celso Boettcher, de Joinville; Dr. Ayrton R. Martins, de Porto União; Dr. Edgard Vicente De Souza, de Canoinhas; e Dr. Jacy Gomes, de Mafra e Rio Negro. Também estavam presentes o Dr. Ademir Claudino Santos, Delegado de Rio do Sul; e o Dr. Delmo Dunke, Delegado de Itajaí; além de Conselheiros de todo o Estado.

“O alvo de toda a atenção do médico é a saúde do ser humano, em benefício da qual deverá agir com o máximo de zelo e o melhor de sua capacidade profissional”, foi com o primeiro parágrafo dos Princípios Fundamentais do Código de Ética Médica que o Presidente do CRM-SC, Dr. Sbissa, deu início à palestra sobre A Relação Médico Paciente. 

Durante 90 minutos, ele abordou questões como conflitos de interesses da medicina x comércio, características de um bom médico, a necessidade de aprimoramento do profissional, a importância de conhecer os perfis de pacientes, e a interferência da internet nas consultas médicas. “É uma profissão que requer paciência, compaixão e consentimento do paciente. Uma  atividade que se caracteriza por conhecimento, postura, vestimenta adequada, higiene cuidadosa, vocabulário apropriado, atitudes, sacerdócio e dedicação aos pacientes, que é a fundamental capacidade de se entregar de corpo e espirito à arte de bem servir ao semelhante”, definiu Dr. Sbissa.


No sábado, pela manhã, o tema do debate foi "Relações entre médicos e com a administração do hospital – O papel de cada médico, do Diretor Clínico, Diretor Técnico e das Comissões de Ética". Plantão e sobreaviso, prontuário médico, requisição de prontuário, transferência de pacientes, atestados médicos e publicidade médica serão os assuntos em pauta.

O Vice-Corregedor, Dr. Wilmar de Athayde Gerent, fez uma apresentação do CRM-SC e explicou o funcionamento do Setor de Processo Ético Profissional

Durante três horas, os médicos da região Norte puderam tirar dúvidas referentes a esses e outros assuntos.


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Resolução CFM Nº 2.156/2016: Conselho define critérios
para melhorar fluxo de atendimento médico em UTIs

17/11/2016
 

O Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou nesta quinta-feira (17), no Diário de Oficial da União, a Resolução CFM nº 2.156/2016, que estabelece os critérios para indicação de admissão ou de alta para pacientes em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), que devem ser observados pelos médicos intensivistas. A norma tem como meta contribuir para a melhora do fluxo de acolhimento de pacientes em situação de instabilidade clínica, frente a oferta insuficiente de leitos de UTI, especialmente na rede pública, e a má distribuições das unidades em todo o Brasil.

Com a publicação da Resolução CFM nº 2.156/2016, elaborada pelos membros da Câmara Técnica de Medicina Intensiva do CFM e com contribuições da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB), o Conselho Federal oferece aos médicos parâmetros baseados em critérios clínicos, científicos e éticos para que os profissionais possam lidar com o desafio cotidiano de oferecer o melhor atendimento à população. Segundo a norma, as admissões em UTI deverão levar em consideração os seguintes aspectos: diagnóstico e necessidades do paciente; priorização com base em evidências clínicas; serviços médicos disponíveis na instituição; disponibilidade de leitos; e potencial benefício para o paciente com as intervenções terapêuticas e prognóstico.

Critérios - Segundo o conselheiro federal por Minas Gerais e coordenador da Câmara Técnica de Medicina Intensiva, Hermann von Tiesenhausen, a necessidade de internação em UTI de pacientes pode, muitas vezes, superar a disponibilidade de leitos, sendo necessário, nesses casos, avaliar criteriosamente os casos com base nas evidências disponíveis de forma a permitir o melhor atendimento, afirmou. Pela Resolução CFM nº 2.156/2016, a admissão na UTI deve ser dada, prioritariamente, aos pacientes que necessitam de intervenções de suporte à vida, com alta probabilidade de recuperação e sem nenhuma limitação de suporte terapêutico.

Já os pacientes estáveis, que necessitam de monitorização intensiva contínua, por conta do alto risco de precisarem de intervenção imediata (com ou sem limitação de intervenção terapêutica), devem ser admitidos prioritariamente em unidades de cuidados intermediários (semi-intensivas).

Para pacientes com doença em processo terminal irreversível ou sem possibilidade de recuperação, o CFM recomenda as unidades de cuidados paliativos como as mais adequadas. No entanto, mesmo nestas situações, o ingresso desses pacientes em uma UTI pode ser justificado em caráter excepcional, “considerando as peculiaridades do caso e condicionado ao critério do médico intensivista”.

A Resolução CFM nº 2.156/2016 orienta que todas as solicitações de vagas para unidade de tratamento intensivo (UTI) deverão ser justificadas e registradas no prontuário do paciente pelo médico solicitante. Ela também determina que o serviço de UTI de cada instituição hospitalar desenvolva protocolos internos, baseados em critérios de internação e alta da nova norma, que estejam de acordo com as necessidades específicas dos pacientes, levando em conta as limitações do hospital, tais como tamanho da UTI e capacidade de intervenções terapêuticas. Esses protocolos devem ser divulgados pelo diretor clínico ao corpo clínico do hospital e aos gestores do sistema de saúde.

Melhor acolhimento – De acordo com o 1º vice-presidente do CFM e correlator da Resolução CFM nº 2.156/2016, Mauro Luiz de Britto Ribeiro, pacientes com doença incurável e em fase terminal podem ser tratados com dignidade em outras unidades de internação, como enfermaria, apartamentos, unidades intermediárias e de unidades de cuidados paliativos. “É preciso ressaltar que, nestes casos, o médico deve oferecer todos os cuidados paliativos disponíveis, levando sempre em consideração a vontade expressa do paciente ou, na sua impossibilidade, a de seu representante legal, sem empreender ações diagnósticas ou terapêuticas inúteis ou obstinadas, se for o caso”, explica. 

Este entendimento é disciplinado no artigo 41 do Código de Ética Médica (Resolução CFM nº 1.931/09) e também na Resolução CFM nº 1.805/2006, que normatiza o atendimento a pacientes em fase terminal de doenças-crônicas. Esta última estabelece que, nesta etapa, é permitido ao médico, respeitando-se a vontade do paciente ou de seu representante legal, limitar ou suspender procedimentos e tratamentos que prolonguem a vida do doente, garantindo-lhe os cuidados necessários para aliviar os sintomas que levam ao sofrimento, na perspectiva de uma assistência integral,

Sobre a alta das unidades de terapia intensiva, Ribeiro esclarece que a Resolução CFM nº 2.156/2016 a permite desde que o paciente tenha seu quadro clínico controlado ou estabilizado. Paciente para o qual tenha se esgotado todo o arsenal terapêutico curativo ou restaurativo e que possa permanecer no ambiente hospitalar fora da UTI de maneira digna e, se possível, junto com sua família, também é condição para a alta.

A Resolução determina ainda que as decisões sobre admissão e alta em UTI devem ser feitas de forma explícita, sem discriminação por questões de religião, etnia, sexo, nacionalidade, cor, orientação sexual, idade, condição social, opinião política, deficiência, ou quaisquer outras formas de discriminação. A norma estabelece também que a admissão e a alta UTI são de atribuição e competência do médico intensivista, levando em consideração a indicação médica, e devem ser comunicadas à família ou responsável legal.


Paciente crítico – Os pacientes que necessitam de internação em UTI têm gravidade e possibilidade de recuperação variáveis, segundo o documento. O paciente crítico pode necessitar, por exemplo, de intervenção imediata, pois, na maioria das síndromes associadas a falências orgânicas, o prognóstico é tempo-dependente. “Alguns estudos evidenciaram que uma demora de quatro horas, ou mais, para a admissão de paciente grave na UTI pode contribuir para o aumento da mortalidade e maior tempo de permanência na UTI para recuperação”, aponta a justificativa da Resolução.

A norma do CFM descreve como paciente crítico aquele que apresenta instabilidade de um ou mais sistemas orgânicos, com risco de morte. Estes necessitam de suporte para disfunções, como ventilação mecânica, hemodiálise e suporte circulatório mecânico. Também são considerados críticos os pacientes sem nenhuma falência orgânica, mas com alto risco de descompensação e que, por esse motivo, necessitam de vigilância e monitoração contínuas.

Déficit e distribuição de leitos – Segundo os relatores da Resolução, a complexidade envolvida no tratamento intensivo também envolve a oferta e distribuição dos leitos UTI no território nacional. Segundo a Portaria do Ministério da Saúde nº 1.101/2002, deve existir de 2,5 a 3 leitos hospitalares para cada 1 mil habitantes. Já a oferta necessária de leitos de UTI deve ficar entre 4% e 10% do total de leitos hospitalares. O número ideal de leitos de UTI para cada grupo de 10 mil habitantes, deve ser de 1 a 3 unidades, o que é referendado pela AMIB.

Em maio de 2016, no entanto, levantamento divulgado pelo CFM com base nas informações do próprio Ministério da Saúde identificou a existência de 40.960 leitos de UTI em todo o Brasil (razão de 1,86/10.000 habitantes). Desse total, 20.173 leitos estavam disponíveis ao Sistema Único de Saúde (SUS) para atender, no mínimo, 150 milhões de pessoas que dependem exclusivamente dessa rede (razão de 0,95/10.000 habitantes). Já a saúde suplementar ou privada contava com 20.787 leitos, para atender em torno de 50 milhões de pessoas (razão de 4,5/10.000 habitantes).

Outra constatação do CFM foi a má distribuição dos leitos públicos e privados, pois apenas 505 dos 5.570 municípios brasileiros possuíam pelo menos um leito de UTI. Além disso, dos 27 estados brasileiros, em 19 a razão de leitos de UTI por habitante na rede pública era inferior ao preconizado pelo próprio Ministério da Saúde. Isso ocorreu nas regiões Norte (exceto Rondônia), Nordeste (exceto Pernambuco e Sergipe) e Centro-Oeste, além dos estados do Rio de Janeiro e de Santa Catarina. No Acre, Roraima, Amapá e Maranhão o índice permanecia abaixo do ideal mesmo se considerados os leitos privados disponíveis nestes estados.

      

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Resolução do CFM define responsabilidades de diretores técnicos e clínicos 

07/11/2016
 

Resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) torna mais clara as atribuições, direitos e responsabilidades de diretores técnicos, diretores clínicos e chefias de serviço em ambientes médicos. A definição de cada cargo de gestão consta na Resolução CFM 2.147/2016, publicada no dia 27 de outubro, no Diário Oficial da União (DOU).

 

O documento destaca que a prestação de assistência médica e a garantia das condições técnicas de atendimento nas instituições públicas ou privadas são de responsabilidade do diretor técnico e do diretor clínico, os quais, no âmbito de suas respectivas atribuições, responderão perante o Conselho Regional de Medicina (CRM). A regra vale para estabelecimentos de hospitalização ou de assistência médica pública ou privada em qualquer ponto do território nacional.

 

Segundo o relator da resolução e 3º vice-presidente do CFM, conselheiro Emmanuel Fortes, a diferenciação entre as funções a muito tempo era reclamada no CFM. Para ele, a norma irá profissionalizar as funções. “O estabelecimento de uma linha hierárquica de comando para a atuação de chefes, coordenadores ou supervisores de serviços possibilitando interações e comandos era extremamente necessária, todas visando o bom funcionamento dos estabelecimentos assistenciais médicos ou de intermediação da prestação de serviços médicos”.

 

Responsabilidades - O diretor técnico é o médico que responde eticamente por todas as informações prestadas perante os conselhos de medicina (federal ou regionais), podendo, inclusive, ser responsabilizado ou penalizado em caso de denúncias comprovadas. Pela nova regra em vigor, fica estabelecido que os profissionais que forem investidos desse cargo devem organizar a escala de plantonistas, zelando para que não haja lacunas durante as 24 horas de funcionamento da instituição. Em qualquer ausência de plantonistas, cabe a esse gestor tomar providências para solucionar.

 

O documento também lista as atribuições do diretor clínico, entre as quais está dirigir e coordenar o corpo clínico da instituição, supervisionar a execução das atividades de assistência médica e zelar pelo cumprimento do regimento interno. Fortes explica que, de maneira diferente, o diretor técnico, este sim, pode ser indicado pela administração do hospital. Entre suas atribuições estão as de zelar pelo cumprimento das disposições legais e regulamentares, assegurar condições dignas de trabalho e os meios indispensáveis à prática médica, e garantir o pleno e autônomo funcionamento das comissões de ética médica.

 

A Resolução do CFM preenche também uma lacuna sobre as responsabilidades de empresas ou instituições de intermediação da prestação de serviços médicos, como seguradoras de saúde, planos de saúde, cooperativas médicas e instituições de autogestão. “Cabe a esses profissionais a cuidar pelo que estiver pactuado nos contratos com prestadores de serviço, pessoas físicas e pessoas jurídicas por eles credenciados ou contratados”, destacou Emmanuel Fortes.

 

Investido nessa função, cabe ao médico zelar para que, na ocorrência de glosas das faturas apresentadas, seja descrito o que foi glosado “e, suas razões, solicitando ao médico, quando pessoa física, e ao diretor técnico, quando pessoas jurídicas, as devidas explicações, devendo as respostas ou justificativas ser formalizadas por escrito”.

 


      

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Lei nº 11.343/2006: CFM apoia sanções por porte de drogas para consumo pessoal      

04/11/2016
 

A defesa da manutenção dos dispositivos do artigo 28 da Lei nº 11.343/2006, que trata da aplicação de sanções socioeducativas a pessoas que adquiram, guardem, tenham em depósito, transportem ou tragam consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar, foi tema de uma nota divulgada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), no dia 2 de novembro (terça-feira).

As penalidades previstas no artigo valem também para aqueles que semeiem, cultivem ou colham plantas destinadas ao preparo de pequenas quantidades de substâncias ou produtos ilícitos, capazes de causar dependência física ou psíquica. O CFM busca sensibilizar os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que devem, em breve, julgar ação que pode implicar em mudanças no texto da Lei 11.343/2006.

Pelo previsto no artigo 28, as penas previstas para pessoas enquadradas nestas situações são as seguintes: advertência sobre os efeitos das drogas; prestações de serviços à comunidade; e medida educativa de comparecimento à programa ou curso educativo.

ACESSE AQUI A ÍNTEGRA DA NOTA

Na nota divulgada à sociedade, a Autarquia afirma que “a descriminalização do uso de drogas ilícitas para consumo pessoal terá como resultado aumento de consumo e de usuários”. Em novembro de 2015, o CFM divulgou nota conjunta sobre o mesmo assunto, com outras entidades médicas (Associação Médica Brasileira - AMB, a Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP - e a Federação Nacional dos Médicos - Fenam). 

 

Para as entidades médicas nacionais, o crescimento no número de usuários implicará também no aumento de casos de dependência química, com consequente repercussão nas famílias e na sociedade. Além disso, elas apontam que esse problema contribui para a maior incidência de acidentes de trânsito, homicídios e suicídios. Considera-se, ainda, que a descriminalização, ao aumentar o consumo, também amplia o poder do tráfico, contribuindo para maiores índices de violência. 


      

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Biomédicos estão proibidos de assinar laudos de exames citopatológicos      

28/10/2016
 

Uma nova decisão da Justiça, publicada nesta semana, re-força o entendimento de que cabe ao médico, exclusivamente, o diagnóstico e a prescrição de tratamentos de doenças. Dessa vez, a sentença contrariou interesses de biomédicos em favor de posições defendidas pelas entidades médicas brasileiras. 

 

A sentença proferida pelo juiz Renato Borelli, da 20ª Vara Federal do Distrito Federal, impede os profissionais da biomedici-na de elaborar laudo com diagnóstico médico em exames citopa-tológicos positivos. Assim, o pleito do Conselho de Federal da ca-tegoria (CFBM) junto ao Judiciário foi rejeitado pelo magistrado diante dos argumentos apresentados pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). 

 

Em consequência, com base neste entendimento, os médi-cos brasileiros têm assegurado o direito de recusar laudos citopa-tológicos subscritos pelos biomédicos. Para tanto, o juiz Renato Borelli declarou legalidade da Resolução CFM nº 2.074/2014. 

 

A regra, que era questionada pela entidade de classe dos biomédicos, prevê a obrigatoriedade da assinatura e identificação de médicos em laudos anatomopatológicos, impede os médicos solicitantes de procedimentos diagnósticos de aceitarem laudos anatomopatológicos assinados por não médicos e, ainda, os pro-íbe de “adotar condutas terapêuticas baseadas em laudos citopa-tológicos positivos emitidos por outros profissionais, que não por médicos citopatologistas”. 

 

De acordo com o juiz Renato Borelli, os ditames da Resolu-ção CFM nº 2.074/2014 estão plenamente amparados no inciso VII, do artigo 4º, da Lei n° 12.842/2013, que dispõe sobre o exer-cício da Medicina. O texto legal define como atividade privativa do médico a “emissão de laudo dos exames endoscópicos e de imagem, dos procedimentos diagnósticos invasivos e dos exa-mes anatomopatológicos”.

 

Em sua análise, o magistrado afirma também a legislação que rege a profissão de biomédico prevê que sua atuação deve se dar no âmbito de uma equipe de saúde, em nível tecnológico e em atividades complementares. “Observo que a atuação do bio-médico na elaboração de diagnósticos se restringe apenas ao campo da assessoria técnica e não conclusiva/finalista. O que não lhes assegura o direito de subscreverem unilateralmente lau-dos citopatológicos ou anatomopatológicos”, concluiu. 

 

Na decisão, que tem validade nacional e entrou em vigor na data de sua publicação (26 de outubro), o juiz federal ainda en-tendeu como legítima a contestação apresentada pelo CFM, pela qual afirma-se que a manutenção da exclusividade do diagnósti-co de doenças não configura uma medida corporativista mercan-tilista ou é prejudicial à saúde da população. 

 

Para o magistrado, o escopo legal em vigor disciplina a prá-tica médica, em benefício da sociedade, ao determinar que o pro-fissional médico somente estabeleça tratamento terapêutico caso receba um diagnóstico elaborado por outro profissional médico (no caso, médico citopatologista).

 

“Não é errado se inferir que a parte conclusiva do laudo ci-topatológico contém um diagnóstico, do que se deduz, é um do-cumento médico com aptidão para integrar o prontuário do paci-ente. É claro que não se exige que o médico citopatologista parti-cipe de todas as etapas do exame, sendo possível ao laboratório realizar estes e fornecer informações ao médico, a quem caberá, na sequência, interpretar o exame, pois se trata de atuação des-se profissional na área de prevenção e diagnóstico”, afirmou o juiz Renato Borelli. 

 

O recente resultado é mais uma vitória da classe médica, em consequência da atuação decisiva e direta da Comissão de Defesa Jurídica do Ato Médico, formada pelas Assessorias Jurí-dicas dos Conselhos Federal e Regionais de Medicina (CFM/CRMs), da Associação Médica Brasileira e várias socieda-des de especialidades. Outras ações já protocoladas no Poder Judiciário com o objetivo de defender os interesses da medicina, dos médicos e da população ainda aguardam resposta.

 


      

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Dr. Tanaro Pereira Bez entra para a galeria de ex-Presidentes do CRM-SC      

25/10/2016




A noite da última segunda-feira (24/10) foi de homenagem ao Dr. Tanaro Pereira Bez, na sede do CRM-SC, em Florianópolis. Sua esposa, a Sra. Stela Bez, ao lado da Primeira-dama, Dra. Loisiane Sbissa, descerrou a foto e agora ele, que presidiu o CRM-SC de 1º/10/2013 a 31/05/2015, faz parte da galeria dos ex-Presidentes.

 

Dr. Antonio Silveira Sbissa, atual Presidente, abriu a solenidade parabenizando o Dr. Tanaro por sua atuação à frente do Conselho. “Ao tomar posse, ele afirmou que  lutaria pela medicina de qualidade no Estado e assim o fez”, lembrou e manifestou admiração pelas qualidades do colega.  

 

Durante o agradecimento à homenagem, Dr. Tanaro lembrou que, durante seu mandato, contou com a colaboração de Conselheiros, Diretoria, funcionários e da família, representada por sua esposa, a Sra. Stela. “Quando assumi, a medicina de qualidade sofria forte ameaça, com a implantação do Programa Mais Médicos e a possível extinção dos Conselhos. Ao lado de Conselheiros ilibados, fiz o meu melhor.”

 

Clique aqui e confira as fotos da solenidade

Fotos Osvaldir Silva, Fotolíder 


      

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Médicos e entidades médicas são homenageados
pela Assembleia Legislativa      

18/10/2016


Médicos catarinenses e entidades representativas da medicina foram homenageados pela Assembleia Legislativa, na noite desta segunda-feira (17), em sessão especial realizada pelo Parlamento, no Plenário Deputado Osni Régis. A solenidade, solicitada pelo deputado Antônio Aguiar (PMDB), é alusiva ao Dia do Médico, comemorado em 18 de outubro, e contou com a participação dos dirigentes das entidades, médicos e seus familiares.

Além de enaltecer a importância da profissão para a sociedade, a sessão também serviu para uma reflexão sobre os desafios da categoria médica. O deputado Antônio Aguiar, que também é médico, destacou o papel desempenhado pelas entidades representativas na valorização e na defesa da profissão e conclamou os participantes a lutarem pela implantação de um hospital de referência em ortopedia e traumatologia no estado.

“Somos um estado muito evoluído em vários aspectos da medicina, mas temos essa demanda na área de ortopedia e traumatologia, que deve ser atendida, em virtude da grande quantidade de acidentes de trânsito”, destacou o parlamentar.

O presidente do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC), Antonio Silveira Sbissa, afirmou que “o reconhecimento da Assembleia é importante e gratificante para a categoria”. Ele também apontou como desafios da profissão a desproporção entre a estrutura existente para o bom exercício da medicina e a formação dos novos médicos que ocorre, na sua visão, sem a estrutura adequada.

Vânio Cardoso Lisboa, presidente do Sindicato dos Médicos de Santa Catarina (Simesc), também agradeceu pela homenagem. Em tom de desabafo, afirmou que os médicos, nos últimos anos, foram injustamente responsabilizados pelos problemas na saúde pública. “Fazemos o melhor que podemos com as condições que temos. Nos deem melhores condições que vamos fazer o melhor que podemos”, comentou.

O presidente da Associação Catarinense de Medicina, Rafael Klee de Vasconcelos, lembrou que os médicos enfrentam longas jornadas, muitas vezes com estrutura inadequada. Também destacou que a medicina tem sua importância para a economia, ao recuperar a força de trabalho, quando está se encontra enferma. “Um povo doente é um povo pobre”, resumiu.

Já o vice-governador Eduardo Pinho Moreira (PMDB), que é médico cardiologista, ressaltou que apesar das dificuldades enfrentadas pela saúde pública, Santa Catarina é o estado do país com o menor índice de mortalidade infantil e a maior expectativa de vida. “E isso aconteceu por causa do trabalho de médicos pioneiros, que transferiram seu conhecimento para as gerações futuras de profissionais”, disse.

O secretário-adjunto de Estado da Saúde, Murillo Capella, e o presidente da Academia Catarinense de Medicina, Luiz Carlos Spíndola, também participaram da sessão especial.


 

Entidades homenageadas

Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM/SC)

Associação Catarinense de Medicina (ACM)

Sindicato dos Médicos do Estado de Santa Catarina (Simesc)

Associação Catarinense dos Médicos Residentes (ACMR)


Médicos homenageados


Antonio Silveira Sbissa

Aurélio Rotolo da Costa Araújo

Carlos Gilberto Crippa

Conrado Luiz Paes Dávila

Eduardo Pinho Moreira

Hamilton Rogério Sanford Vasconcelos

João Batista Bonnassis Junior

Leo Mauro Xavier

Marcelo Lemos dos Reis

Nazareno Amin

Nelson Grisard

Paulo Marcio da Silveira Brunato

Pedro Largura

Sergio de Carvalho

Vanildo José Ozelame


Clique aqui e confiras as fotos do evento

 

Fonte: AGÊNCIA AL. Fotos Fábio Queiroz/Agência AL

 


      

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Conselhos de Medicina defendem o respeito ao Ato Médico,
um direito de todos os cidadãos      

18/10/2016



A defesa profissional, por meio da valorização da Lei do Ato Médico (nº 12.842/2013), é o mote principal da campanha lançada pelos Conselhos de Medicina para marcar a passagem de 18 de Outubro (Dia do Médico). O objetivo é chamar a atenção da sociedade para a importância de se respeitar a regra em vigor pela qual pertencem ao médico a exclusividade do diagnóstico e do tratamento de doenças.

Sob o slogan “O ato médico é lei de deve ser respeitado”, os Conselhos ressaltam inúmeras decisões do Judiciário têm consolidado este entendimento. Os argumentos dos magistrados, em diferentes instâncias judiciais, sempre ressaltam a qualificação e a competência do médico para realizar ações que, nas mãos de pessoas de outras categorias, podem expor pacientes a situações de risco, inclusive de vida.

Confira abaixo alguns dos casos onde a Justiça se manifestou favoravelmente aos interesses dos médicos, da medicina e da sociedade. Afinal, como afirma a campanha, “Ato Médico é Lei e tem que ser respeitado. Não abra do direito de ser tratado por um médico”.

 

Campanha:

Ao longo dos meses de outubro e novembro, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e os Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) divulgarão peças publicitárias na internet (redes sociais), revistas, jornais, emissoras de TV e de rádio. Os anúncios, onde são reproduzidas situações de atendimento por modelos, reforçam a relação médico-paciente e o compromisso de cada profissional com sua atuação nas redes pública e privada. Clique aqui e confira a campanha:


      

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Questões éticas dos cuidados paliativos em foco      

14/10/2016



Começou hoje, e vai até amanhã, o curso de Cuidados Paliativos, realizado pelo CRM-SC. A Conselheira e Secretária Geral, Dra. Rachel Duarte Moritz, deu início ao curso com a aula expositiva “Cuidados Paliativos, Desafios Éticos e Apresentação e Discussão de Casos Clínicos”.

Na sequência, o Dr. Eduardo Berbigier apresentou a aula “Avaliação Prognóstica”, seguido da Dra. Lara Kretzer, que apresentou o tema “Comunicando Prognóstico”.


O curso, que ocorre na sede do CRM-SC, em Florianópolis, é ministrado por professores com ampla experiência na área que abordam, de forma prática, os temas referentes a aspectos éticos, técnicos e legais dos cuidados paliativos, bem como tratamento domiciliar e a comunicação em situações de conflito. 


Amanhã, o curso retorna às 9h com discussão de caso de problema “Questões Éticas do Tratamento no Final da Vida”, apresentado pelo Dr. Rafael Barone de Medeiros e debatido pelo Presidente do CRM-SC, Dr. Antonio Silveira Sbissa, e pela Secretária Geral, Dra. Rachel Duarte Moritz.

O Dr. Gabriel Lufchitz apresenta o segundo painel do dia, que tem como tema Cuidados Paliativos em Cardiologia, que será debatido pelo Dr. Antonio Silveira Sbissa. Na sequência, haverá uma discussão final com a participação de todos os professores. 

 


      

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Justiça Federal proíbe biomédicos de fazer procedimentos dermatológicos e cirúrgicos      

08/10/2016

Os médicos brasileiros alcançaram mais uma importante vitória em defesa da exclusividade das atividades previstas na Lei nº 12.842/2013 (Lei do Ato Médico). Sentença emitida pela Justiça Federal do Distrito Federal (DF) em decorrência de ação ajuizada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) determinou a ilegalidade de medidas cometidas pelo Conselho Federal de Biomedicina (CFBM) que, por meio de normas administrativas, autorizou seus filiados a extrapolarem os limites e as competências que a legislação lhes autoriza. Para alcançar a decisão que data de 6 de outubro, o CFM contou com o apoio da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e com decisiva ajuda do grupo de juristas da Associação Médica Brasileira (AMB) e dos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs).


 

ACESSE AQUI A ÍNTEGRA DA DECISÃO DA JUSTIÇA FEDERAL


 

A decisão da juíza federal Maria Cecília de Marco Rocha, da 3ª Vara Federal do DF, acolheu integralmente pedido do CFM para que fossem anulados imediatamente, em todo o território nacional, os efeitos das Resoluções CFBM nº 197/2011, nº 200/2011 e nº 214/2012, além da sua Resolução normativa nº 01/2012. Com isso, os biomédicos ficam proibidos de executar procedimentos dermatológicos e cirúrgicos, considerados invasivos. Pela Lei nº 12.842/2013, apenas os médicos podem realizar tais atividades.


Legalidade - Na argumentação apresentada, a qual recebeu elogios da juíza federal, o CFM conseguiu provar que o CFBM não obedeceu ao Princípio da Legalidade ao editar este conjunto de Resoluções, induzindo os profissionais daquela categoria a cometer ilicitudes e expondo a população a situações de risco por conta de possível atendimento por pessoas sem a devida qualificação e sem competência legal para tanto.


Pela sentença da Justiça Federal, o biomédico somente tem permissão de atuar em questões ligadas à saúde quando supervisionado por médico. “A lei que regulamenta a profissão do biomédico é claríssima em ressaltar que o profissional pode atuar, sob supervisão médica, em serviços de hemoterapia, de radiodiagnóstico e de outros para os quais esteja legalmente habilitado. Os atos normativos editados pelo Réu (CFBM) desbordaram da lei, na medida em que permitiram a atuação de biomédicos sem a supervisão médica”, informa a decisão.


Procedimentos - A juíza Maria Cecília de Marco Rocha ainda deixou claro que os procedimentos médicos listados nos normativos da CFBM são atos privativos de médicos, inclusive pelos riscos de danos e pela exigência de qualificação técnica de seus responsáveis. “É demais comprovado nos autos que esses procedimentos não são tão simples, como defendido pelo Conselho Federal de Biomedicina. As complicações decorrentes da realização de tais atos são inúmeras, levando pacientes a óbitos”, afirmou.


Na sentença, a juíza explica ainda que não se desmerece o conhecimento dos biomédicos ao observar que o ramo da saúde estética não deve ser retirado das atribuições privativas dos médicos. Em sua avaliação, pelo contrário, se prestigia o arcabouço constitucional e legal que regulamenta as profissões. Entretanto, ressalta a sentença, “não se pode substituir o médico com especialização em dermatologia ou cirurgia plástica pelo biomédico com especialização em estética”.


Farmácia - Esta foi a segunda vitória alcançada na defesa do ato médico em menos de um mês. No dia 26 de setembro, a Justiça Federal do Rio Grande do Norte acolheu pedido de liminar feito pelas entidades médicas contra resoluções do Conselho Federal de Farmácia (CFF) que vinham amparando atuação dos farmacêuticos muito além dos limites definidos por lei, extrapolando inclusive a capacidade técnica e de formação desses profissionais, também gerando insegurança e risco para pacientes.


A liminar determinou a suspensão judicial da Resolução CFF 585/2013, após acolhimento de argumentação no sentido de proibir farmacêuticos de receberem pacientes com o intuito de prestar atendimento clínico. A decisão do juiz federal Magnus Augusto Costa Delgado disse que, “através das resoluções (CFF), se está permitindo e delegando aos farmacêuticos a prática de atos considerados privativos de médicos, e, o que é mais temerário, por meio de norma infralegal”. Em consequência, ele ordenou a revogação do artigo 7, incisos VII, VIII, XVI e XXVI, da Resolução CFF 585/2013, por infringirem e desrespeitarem diretamente a lei do Ato Médico.


Estratégia – Em julho desse ano, o CFM criou uma Comissão Jurídica de Defesa ao Ato Médico, composta por advogados responsáveis pela Coordenação Jurídica do CFM, da Associação Médica Brasileira (AMB) e de vários Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) e sociedades de especialidades médicas. Desde então, o grupo tem proposto ações e medidas em diferentes âmbitos em defesa dos interesses dos médicos, da medicina e da população.

De forma conjunta, a Comissão estabeleceu estratégia jurídica para fazer contraposição aos atos administrativos ilegais já citados e tem tomado todas as medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis para suspender e anular judicialmente esses normativos, requerer a apuração da responsabilidade dos gestores que os editaram e denunciar casos concretos de exercício ilegal da medicina, com apuração da responsabilidade civil e criminal de todos os profissionais envolvidos nos inúmeros casos de prejuízo a pacientes que chegam diariamente a conhecimento da Comissão. 


      

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CRM-SC realiza Jornada das Delegacias da Região Norte, em novembro   
05/10/2016

 

 

PROGRAMAÇÃO

Sexta-feira, 18 de novembro

 

20h – Palestra “A relação médico paciente”, Conselheiro Presidente Dr. Antonio Silveira Sbissa

 

 

Sábado, 19 de novembro:

 

9h – Debates entre conselheiros e plateia

 

– Relações entre médicos e com a administração do hospital – O papel de cada médico, do Diretor Clínico, Diretor Técnico e das Comissões de Ética

 

- Plantão e sobreaviso

 

- Prontuário médico

 

- Requisição de prontuário

 

- Transferência de pacientes

 

- Atestados médicos

 

– Publicidade médica, anúncios profissionais 

 

 

11h - Sessão de perguntas e respostas: “Traga suas dúvidas”

           

 

11h30min – Encerramento

 

 


      

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CRM-SC CONVOCA DEFENSOR DATIVO E/OU MÉDICO PERITO      

29/09/2016

O Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina (CRM-SC) convoca os médicos interessados em atuar como defensor dativo em PEP e/ou médico perito em Procedimento Administrativo, em Florianópolis.

Serão considerados aptos ao exercício da função os médicos que preenchem os seguintes requisitos:

    • Estar no exercício regular da profissão por período igual ou superior a dez anos;
    • Declarar expressamente, através de documento escrito, que aceitam o cargo com disponibilidade para atuar perante o Tribunal Regional de Ética Médica, o interesse do exercício da função e a aceitação das normas dela decorrentes;
    • Não ter sofrido condenação disciplinar nos últimos oito anos;
    • Não ter débitos de qualquer natureza neste Conselho.

Os interessados devem entrar em contato com o Setor de Processos, através do telefone (48) 3952-5000. 


      

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Curso de Cuidados Paliativos      

29/09/2016



O CRM-SC realizará, nos dias 14 e 15 de outubro, mais uma edição do Curso de Cuidados Paliativos. Professores com ampla experiência na área vão abordar, de forma prática, os temas referentes a aspectos éticos, técnicos e legais dos cuidados paliativos, bem como tratamento domiciliar e a comunicação em situações de conflito. 


Inscreva-se e participe!


Atenção: estão disponíveis somente 50 vagas, que serão preenchidas por ordem de inscrição para médicos inscritos no CRM-SC e em dia com a Tesouraria.


Curso de Cuidados Paliativos

Data: 14 e 15/10/2016

Local: Auditório do CRM-SC – Rodovia SC-401, Km 4 – Bairro Saco Grande - Florianópolis

Horário:

Dia 14/10 - Sexta-feira – Das 16h às 21h

Dia 15/10 – Sábado - Das 9h às 13h

Inscrições gratuitas somente pelo e-mail: eventos@cremesc.org.br

Informações: (48) 3952-5028


      

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Médicos participam de Curso de Emergências Médicas    
26/09/2016



O CRM-SC realizou, nos dias 23 e 24 de setembro, o curso de Emergências Médicas. Com o tema “Discussão Ética e Atualização Técnica de Atendimentos Emergenciais” o evento, sob a coordenação da Conselheira e Secretária Geral do CRM-SC, Dra. Rachel Duarte Moritz, teve como objetivo auxiliar na atualização e no aperfeiçoamento do médico, tornando-o capaz de tomar decisões imediatas, baseadas em princípios éticos, diante das principais entidades patológicas que acarretem em risco imediato de vida.

O curso teve como público-alvo os médicos que atuam em serviços de emergências ou pronto atendimento e abrangeu as áreas de medicina de urgência e ética e bioética.

 

Clique aqui e confira algumas fotos do curso.

 

 


      

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ACAMT promove curso  
19/09/2016

 

 


      

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CRM-SC recebe estudantes de Medicina    
06/09/2016

 

O Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC) abriu suas portas, na última segunda-feira (dia 5), para receber os estudantes da primeira fase do curso de Medicina da Unisul. Eles foram recebidos pelo Presidente do CRM, Dr. Antonio Silveira Sbissa; pelo Conselheiro e ex-Presidente, Dr. Nelson Grisard; e pelo Secretário Adjunto de Estado da Saúde, Dr. Murillo Capella.  

Depois de conhecerem as instalações da sede do Conselho, os futuros médicos assistiram a uma palestra, ministrada pelo Conselheiro Dr. Grisard, sobre regulamentação da profissão de médico e relacionamento médico-paciente.

O Diretor de Publicações Científicas da ACM, Dr. Ademar José de Oliveira Paes Junior, também participou do evento e apresentou a entidade aos acadêmicos.

 



 


      

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CRM-SC realiza curso de Emergências Médicas    
02/09/2016

Com o objetivo de auxiliar na atualização e no aperfeiçoamento do médico, tornando-o capaz de tomar decisões imediatas, baseadas em princípios éticos, diante das principais entidades patológicas que acarretem em risco imediato de vida, o Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC) realiza o curso de Emergências Médicas “Discussão Ética e Atualização Técnica de Atendimentos Emergenciais”. Sob a coordenação da Conselheira e Secretária Geral do CRM-SC, Dra. Rachel Duarte Moritz, o evento ocorre nos dias 23 e 24 de setembro.

Na sexta-feira (dia 23), o curso ocorre na sede do CRM-SC, em Florianópolis, das 8h30min às 19h30min. No sábado (dia 24), das 8h30min às 12h, na Unisul Pedra Branca, em Palhoça.

 

O curso, que oferece 40 vagas, tem como público-alvo os médicos que atuam em serviços de emergências ou pronto atendimento e abrange as áreas de medicina de urgência e ética e bioética.

 

As inscrições gratuitas devem ser feitas somente pelo e-mail eventos@cremesc.org.br.

 

A prioridade para inscrição é para médicos que prestem atendimento emergencial e em UTI e tem como pré-requisito ser inscrito no CRM-SC e estar em dia com suas obrigações anuitárias.

 

 


      

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Médicos com deficiência devem atualizar cadastro   
30/08/2016

O Cadastro Nacional dos Médicos agora permite aos médicos com deficiência terem essa informação em seu registro. O sistema dos Conselhos de Medicina foi atualizado para reunir um conjunto de dados que permitirão às instituições conhecer a realidade e elaborar políticas públicas aos profissionais desse grupo. Com a mudança, será possível, ainda, aprimorar os mecanismos de fiscalização dos estabelecimentos de saúde que, além de oferecer acessibilidade para os pacientes, devem oferecê-la também aos seus profissionais com deficiência.

No cadastro, é possível sinalizar se o médico tem deficiência e indicar o seu tipo (visual, motora, auditiva ou outras), sua origem (congênita ou adquirida) e se o médico está adaptado (sim ou não). Os recém-formados que fizerem o pré-cadastro já podem registrar essas informações. Os já inscritos que tenham algum tipo de deficiência deverão atualizar seus dados.

Clique aqui e atualize seu cadastro.

 


      

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Carta de Florianópolis  
19/08/2016

 

 


      

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III Congresso Catarinense de Saúde Coletiva e I Seminário de Bioética e Saúde Coletiva   
10/08/2016

Em comemoração aos 20 anos do Programa de Pós graduação em Saúde Coletiva da UFSC, será realizado nos dias 29 e 30 de agosto o III Congresso Catarinense de Saúde Coletiva e I Seminário de Bioética e Saúde Coletiva.

O evento contará com a presença de Eduardo Faerstein (vice-presidente da ABRASCO), Volnei Garrafa (professor da UnB), Rita de Cássia Gabrielli Souza Lima (professora da Univali), Marta Verdi (professora da UFSC) e Sandra Caponi (docente da UFSC) nos painéis e mesas de debate.

O evento é gratuito e aberto aos trabalhadores de saúde, estudantes de graduação e pós-graduação, professores e todos os interessados na defesa do SUS. Também estão abertas inscrições para apresentação oral e/ou exposição de banners eté 17/08 através do site https://congressosaudecoletiva.wordpress.com/.

 


      

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Novos médicos em Santa Catarina  
22/07/2016

O Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina (CRM-SC) realizou, nos dias 15 e 21 de julho, a solenidade de entrega das carteiras profissionais e aula de ética aos médicos recém-formados pelas universidades FURB, UNISUL Pedra Branca, UNOESC, UFSC, UNISUL Tubarão, UNIVALI, UNESC e outras universidades.

 

A aula sobre aspectos éticos e administrativos foi proferida pelo Conselheiro e Primeiro Secretário, Dr. Ylmar Corrêa Neto. Durante uma hora, os novos médicos receberam informações sobre o funcionamento do CRM-SC, conduta ética, e seus direitos e deveres. “O alvo de toda a atenção do médico é a saúde do ser humano, em benefício da qual deverá agir com o máximo de zelo e o melhor de sua capacidade profissional.” Foi com o Art. 2° do primeiro capítulo do Código de Ética Médica que o Primeiro Secretário do CRM-SC, Dr. Ylmar Côrrea Neto deu início à aula.

 

Compuseram a mesa solene do dia 15 o Presidente do CRM-SC, Dr. Antonio Silveira Sbissa, e o Conselheiro e Professor Dr. Nelson Grisard. “A medicina é profissão até algum dia, quando nos aposentamos, mas é paixão para sempre. Desejo que este seja o início de uma jornada com paixão por esta profissão que tem os pilares da ciência, da docência, da assistência e, como dizia o meu professor Luiz Vénère Décourt, da decência”, declarou o Presidente.

“Sejam bem-vindos à casa do médico. Sejam bem-vindos à profissão médica. A nossa satisfação maior, a partir de agora, é saber que vocês serão bons para a sociedade, praticando uma medicina de qualidade”, saudou o Dr. Nelson Grisard. 

 

A solenidade do dia 21 contou com a presença do Vice-Presidente do CRM-SC, Dr. Armando José D´Câmpora, e do Segundo Secretário, Dr. Odi José Oleiniscki. Ao dar as boas-vindas aos novos médicos de Santa Catarina, o Vice-Presidente falou sobre a importância do cumprimento do Código de Ética e alertou: “Hoje, vocês vão receber um número que vai acompanha-los durante toda a vida. Ele é a licença para que vocês exerçam com dignidade a medicina”.

O Segundo Secretário do CRM-SC, Dr. Odi José Oleiniscki, lembrou que aprender medicina é fácil, exercer a profissão é que exige mais: “Exerçam a profissão com sabedoria, humanismo, sempre cuidando dos pacientes e suas famílias com respeito”.

 

Depois da aula de ética, que cumpre a Resolução CRM-SC Nº 47/99, os novos médicos receberam, além da carteira profissional, o Código de Ética Médica e o Manual de Orientação Ética e Disciplinar.

 

Clique aqui e confira as fotos das solenidades 

Aula de Ética - FURB, UNISUL Pedra Branca e UNOESC

Dia 15/07/2016

 

Aula de Ética - UFSC, UNISUL Tubarão, UNIVALI e UNESC

Dia 21/07/2016

 

 


      

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Nota oficial: CFM se manifesta sobre enquete do PL do Senado nº 350/2014    
20/07/2016

O Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou nota nesta quarta-feira (20) na qual esclarece posição sobre enquete pública a respeito do Projeto de Lei do Senado 350/2014, propõe alteração da Lei do Ato Médico. No texto, a autarquia informa não ser oportuno colocar em pauta legislativa qualquer revisão ou mudança na Lei 12.842/2013.

Segundo o documento, a Lei do Ato Médico que está em vigor desde 2013, “reserva exclusivamente ao médico o diagnóstico e o tratamento das doenças. Portanto, é suficiente aos mais legítimos anseios da classe médica e da sociedade”. 

Segue abaixo a íntegra da manifestação:

 

 

NOTA DE ESCLARECIMENTO AOS MÉDICOS

 

Brasília, 20 de julho de 2016.

 

 

 

O Conselho Federal de Medicina (CFM) informa à classe médica que a enquete pública sobre o Projeto de Lei do Senado (PLS) 350/2014, que altera a Lei do Ato Médico, está à disposição no site do Senado Federal há quase dois anos. Não obstante, só em recente manifestação de alguns interessados obteve significativa participação ou repercussão.

 

Não se trata de movimento estimulado por quem apresentou o PLS 350/2014, mas de ações de terceiros, com motivações questionáveis. A Lei do Ato Médico, em interpretação coerente com o Princípio da Legalidade, reserva exclusivamente ao médico o diagnóstico e o tratamento das doenças. Portanto, é suficiente aos mais legítimos anseios da classe médica e da sociedade.

 

No momento não é oportuno colocar em pauta legislativa qualquer revisão ou mudança na Lei do Ato Médico.

 

As pertinentes discussões podem ser distorcidas por ambições políticas distantes do mérito envolvido no PLS, a partir de emendas parlamentares comumente apresentadas nessas situações. O CFM está em permanentes diligências no Senado Federal em defesa dos médicos e da sociedade.

 

É importante esclarecer, ainda, que os setores jurídicos do CFM, dos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) e da Associação Médica Brasileira (AMB) estão em trabalhos contínuos destinados à preservação das competências atribuídas com exclusividade por Lei aos médicos brasileiros.

 

 

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA


 

 


      

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CFM convida sociedade a contribuir na reforma do Código de Ética Médica 
13/07/2016

A sociedade civil organizada (representada por associações médicas, sociedades de especialidades, entidades de ensino médico, dentre outras) e os médicos registrados nos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) poderão sugerir alterações no novo Código de Ética Médica (CEM). As contribuições poderão ser apresentadas a partir desta sexta-feita (1º de julho) por meio do hotsite www.rcem.cfm.org.br. Comissões Estaduais de Revisão do Código farão a avaliação prévia das propostas antes de submetê-las a uma Comissão Nacional instituída pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) para reformular a edição instituída pela Resolução CFM nº 1.931/09, em vigor desde 2010.

Segundo o presidente do CFM e coordenador da Comissão Nacional, Carlos Vital, a revisão na principal norma de conduta dos médicos atende a uma necessidade natural e permanente. “Os avanços inerentes à evolução tecnológica e científica da medicina pedem uma reformulação orgânica do nosso Código. E nesta importante etapa da revisão, convidamos todos os médicos e entidades representativas a participarem do processo”, conclama Vital.

Os trabalhos de revisão do CEM tiveram início em março, com a criação da Comissão Nacional de Revisão do Código, tendo comissões regionais para auxilio. Desde então, conselheiros, representantes de entidades e consultores especialistas das áreas de Bioética, Filosofia, Ética Médica e Direito, entre outras se reúnem periodicamente na sede do CFM, em Brasília (DF), para tratar da atualização.

Assim como no trabalho anterior de revisão, devem ser debatidos diversos temas relativos à Ética Médica, como distanásia, manipulação de células germinativas, terapia gênica, autonomia e diálogo livre e esclarecido, responsabilidade civil do médico, relação médico-paciente, situações clínicas irreversíveis e terminais, e uma série de outros tópicos. O grupo incluirá ainda no rol de estudos as diretrizes ético-profissionais exaradas pelo CFM de 2010 até o momento.

Saiba como participar da revisão do CEM

Para garantir uma participação efetiva e qualificada, que traga contribuições objetivas, a apresentação de propostas será limitada aos médicos e à sociedade civil organizada. No portal www.rcem.cfm.org.br, o participante seleciona o tipo de cadastramento que deseja efetivar entre as opções Médico ou Entidade da Sociedade Civil.

“O fato de profissionais, bem como da sociedade civil organizada, poderem participar desse debate é, por si só, circunstância extremamente significativa e sem precedentes na história da construção dos instrumentos deontólogicos no Brasil e no mundo”, defendeu Carlos Vital, presidente do CFM.

Segundo Vital, o sistema pedirá dos usuários médicos o número de CRM e de Cadastro Nacional de Pessoa Física (CPF), além da unidade federada no qual o registro profissional está ativo. Já às entidades da sociedade civil, serão exigidos os nomes da entidade e do responsável,