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22/05/2015 - 9º Congresso Sulbrasileiro de Geriatria e Gerontologia
21/05/2015 - Rio do Sul será sede do XVIII FEMESC
19/05/2015 - 3º Encontro de Experts em HPV  

14/05/2015 - HPV em pauta
14/05/2015 - Boletim COSEMESC de maio
11/05/2015 - Caravana Nacional pelas crianças desaparecidas
05/05/2015 - VII Congresso Catarinense de Obstetrícia e Ginecologia e II Congresso Catarinense de Perinatologia
28/04/2015 - O CRM-SC quer saber a sua opinião
20/04/2015 - Médicos da Grande Florianópolis recebem homenagem na nova sede do CRM-SC 
14/04/2015 - Parceria entre CRM-SC e TCE-SC vai garantir mais qualidade à saúde da população
08/04/2015 - Menos médicos e menos saúde
07/04/2015 - Conselhos de Medicina querem estimular reflexão sobre a qualidade da Saúde no Brasil  
07/04/2015 - Dr. Murilo Capella lança “Tempos Modernos” 
1º/04/2015 - CFM recomenda identificação de médico com foto 
1º/04/2015 - XVIII Jornada Catarinense de Saúde Ocupacional
31/03/2015 - Diretoria do CRM-SC é recebida pela Presidência do TJSC
29/03/2015 - Curso de cuidados paliativos leva conhecimento a médicos catarinenses
26/03/2015 - Nota de falecimento
25/03/2015 - Abertas as inscrições para o curso de Emergências Médicas 
24/03/2015 - CFM promove o II Fórum do Médico Jovem
19/03/2015 - Entidades médicas se reúnem com deputados na sede do CRM-SC
17/03/2015 - Governo entrega apenas uma em cada quatro obras prometidas para a Saúde
16/03/2015 - Ética médica em pauta 
11/03/2015 - Abertas as inscrições para o curso de Cuidados Paliativos do CRM-SC  
05/03/2015 - Inscrições para o VIII Fórum de Ética podem ser feitas até o dia 11 de março
04/03/2015 - Curso de Cuidados Paliativos
03/03/2015 - Fiscalização em cerca de mil unidades comprova sucateamento da Atenção Básica
27/02/2015 - CONVOCAÇÃO
26/02/2015 - Violência Obstétrica no VIII Fórum de Ética Médica do CREMESC 
24/02/2015 - O papel do médico e dos Conselhos de Medicina na atual conjuntura social e política
24/02/2015 - Pós Graduação Lato Sensu em Medicina do Trabalho
23/02/2015 - Abertas as inscrições para o VIII Fórum de Ética
23/02/2015 - CRM-SC abre as portas de sua nova sede 
19/02/2015 - CRM-SC em novo endereço
06/02/2015 - COSEMESC convoca representantes de clínicas para unir forças nas negociações com planos de saúde 

04/02/2015 - Cirurgia bariátrica e reprodução assistida são reconhecidas como área de atuação
03/02/2015 - COSEMESC convida para reunião da Comissão de Saúde Suplementar
29/01/2015 - Serviços de saúde devem prover equipes de ensino sobre HIV e AIDS e de meios preventivos
26/01/2015 - COMUNICADO
26/01/2015 - Alerta
23/01/2015 - Curso de atualização em Medicina do Trabalho
30/12/2014 - CRM-SC abre as portas para os novos médicos de Santa Catarina
23/12/2014 - Florianópolis se despede do Dr. Zunino
23/12/2014 - VIII FÓRUM DE ÉTICA DO CREMESC 
19/12/2014 - Alerta
19/12/2014 - Novos médicos recebem carteira profissional 
16/12/2014 - CFM regulamenta o uso do canabidiol no tratamento de epilepsia 
10/12/2014 - Boletim COSEMESC
08/12/2014 - V Congresso Brasileiro de Perícia Médica Previdenciária
05/12/2014 - NOTA DO CFM À SOCIEDADE 
05/12/2014 - Feliz Natal, Feliz 2015
04/12/2014 - CFM debate com sociedade estratégias de prevenção ao suicídio
1º/12/2014 - Jornada de Delegacias do CREMESC da Região Sul, em Forquilhinha
19/11/2014 - Aula de ética aos formados pela FURB
12/11/2014 - Procedimentos Estéticos 
11/11/2014 - Prevenção ao suicídio: CFM coloca tema em debate com exibição do filme Elena 
07/11/2014 - Participação do CRM-SC no IV Congresso de Humanidades Médicas
05/11/2014 - Evento do CFM debaterá a interface entre arte e ciência
05/11/2014 - Art. 5º da Resolução CFM Nº 2.108/2014
31/10/2014 - Inscrições abertas para a Jornada de Delegacias da Região Sul 
27/10/2014 - ATENÇÃO
23/10/2014 - Governo deixa de aplicar R$ 131 bilhões na saúde pública desde 2003 
23/10/2014 - CFM entra com ação judicial contra site Conversa Afiada
20/10/2014 - Crise na saúde
20/10/2014 - Morre Dr. André Paulo Nemetz
17/10/2014 - Parabéns! 
17/10/2014 - Nota de esclarecimento: Multa do Cade será contestada na Justiça
14/10/2014 - ATUALIZE SEU ENDEREÇO 
13/10/2014 - Jornada de Delegacias reúne médicos da Região Norte em Porto União
08/10/2014 - PAC da saúde 
08/10/2014 - Semana do Médico
07/10/2014 - NOTA DE ESCLARECIMENTO À SOCIEDADE
Assunto: Manutenção do termo “Médico” nos diplomas de medicina

07/10/2014 - Faltam 3 dias para a Jornada das Delegacias do CREMESC da Região Norte 
06/10/2014 - Missa de sétimo dia 
01/10/2014 - Justificativa eleitoral
25/09/2014 - Governador recebe diretoria do CREMESC
25/09/2014 - Baile do Dia do Médico
23/09/2014 - CREMESC CONVOCA DEFENSOR DATIVO E/OU MÉDICO PERITO
17/09/2014 - Jornada das Delegacias da Região Norte
16/09/2014 - CFM estabelece fluxos e responsabilidades para a melhoria do atendimento em urgências e emergências
11/09/2014 - Morre Dr. Júlio Doin Vieira
02/09/2014 - Debate e atualização para as práticas da saúde
29/08/2014 - CFM alerta que narguilé e cigarro eletrônico também são prejudiciais à saúde
27/08/2014 - Carta de agradecimento 
27/08/2014 - Reunião na SES define novos passos na luta por melhoria na remuneração do médico do Estado
26/08/2014 - Eleita a chapa Ação, Respeito e Ética
25/08/2014 - Lançado o Portal COSEMESC 
19/08/2014 - Datafolha revela: 93% da população está insatisfeita com o atendimento
19/08/2014 - Alerta epidemiológico 
18/08/2014 - CFM e Febrasgo exigem medidas que garantam a reabertura dos leitos obstétricos
15/08/2014 - Carta de Brusque 
13/08/2014 - XV Congresso Catarinense de Clínica Médica e XIII Congresso Catarinense de Medicina de Urgência e Emergência
08/08/2014 - Novos médicos em Santa Catarina
08/08/ 2014 - ALERTA! 
07/08/2014 - Curso Cuidados Paliativos
07/08/2014 - CFM avalia canabidiol para uso para fins medicinais
25/07/2014 - Presidente do TCE-SC recebe diretoria do Cremesc 
22/07/2014 - Inaugurada a nova sede do CREMESC
18/07/2014 - Concurso público para médico
16/07/2014 - Novos médicos da Unoesc recebem carteira profissional 
14/07/2014 - Santa Catarina gasta em média R$ 0,96 ao dia na saúde de cada habitante
11/07/2014 - CREMESC inaugura nova sede administrativa 
07/07/2014 - Jornada do Cremesc reúne médicos da Região Oeste em Treze Tílias
01/07/2014 - Médicos recebem homenagem na última noite do 17º FEMESC
30/06/2014 - Chapa única em Santa Catarina 
29/06/2014 - Abertura do 17º FEMESC reúne lideranças médicas e autoridades políticas
28/06/2014 - 17º FEMESC debate a fiscalização nas unidades de saúde 
25/06/2014 - II Congresso Brasileiro de Medicina Legal e Perícias Médicas, em Florianópolis 
22/06/2014 - Jornada das Delegacias do CREMESC da Região Oeste 2014
20/06/2014 - Boletim Cosemesc
18/06/2014 - Médicos formados pela Furb recebem carteira profissional e aula de ética
18/06/2014 - Congresso Brasileiro de Nutrologia abre inscrições
11/06/2014 - Alerta epidemiológico - Poliomielite
11/06/2014 - Médico fiscal recebe homenagem
05/06/2014 - Secretário de Segurança Pública recebe diretoria do Cremesc
05/06/2014 - Atendimento de urgência: Conselhos de Medicina fiscalizam estádios
30/05/2014 - Médicos revertem manobra política e garantem remessa de projeto à sanção presidencial
29/05/2014 - Análise do orçamento da União mostra coincidente alta de investimentos em saúde com períodos eleitorais 
28/05/2014 - A situação real das urgências e emergências do Brasil 
27/05/2014 - Jornada de Delegacias das Regiões Vale e Serra 2014
27/05/2014 - XVII FEMESC
21/05/2014 - NOTA DE ESCLARECIMENTO
20/05/2014 - CFM alerta para importância de medidas que garantam o bom funcionamento do SUS 
20/05/2014 - Congresso Brasileiro de Medicina Legal e Perícias Médicas
20/05/2014 - CFM debate a incorporação, pelo SUS, de novos procedimentos em idosos 
16/05/2014 - Galeria de ex-presidentes
16/05/2014 - Honorários dos planos de saúde: Tramitação do PL 6964/2010 deixa a sociedade em alerta
15/05/2014 - Atuação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e Emergência será normatizada pelo CFM
13/05/2014 - Parâmetros para funcionamento de postos de saúde e consultórios entram em vigor 
06/05/2014 - Boletim do COSEMESC 
02/05/2014 - CFM rebate declarações da Presidente da República contra médicos brasileiros 
02/05/2014 - Jornada das Delegacias da Região do Vale e Serra 2014
02/05/2014 - Cuidado com sites de pesquisa 
30/04/2014 - EDITAL ELEIÇÃO – CONSELHEIRO CFM – GESTÃO 2014/2019  
29/04/2014 - Boletim da Comissão Nacional de Saúde Suplementar (COMSU) 
28/04/2014 - Homenagem a Zunino
24/04/2014 - II Seminário Sul Brasileiro de Direito Sanitário e Saúde Coletiva
24/04/2014 - X Congresso Sul Brasileiro de Acupuntura
24/04/2014 - Após 10 anos de tramitação, Congresso aprova projeto que garante reajuste para médicos da saúde suplementar
11/04/2014 - Aos Diretores Técnicos e Clínicos, Supervisores Éticos,
Presidentes e Membros de COMETI de Hospitais
– Delegacia CREMESC – Joinville
11/04/2014 - Boletim COSEMESC 
11/04/2014 - CFM repudia perdão bilionário a planos de saúde
07/04/2014 - No Dia Mundial da Saúde, Comissão apresenta situação dos hospitais públicos do Brasil
07/04/2014 - 7 DE ABRIL: No Dia Mundial da Saúde, médicos vão às ruas para protestar
04/04/2014 - Presidentes dos CRMs se reúnem em Mato Grosso do Sul
03/04/2014 - Médicos aprovam proposta do governo e descartam suspensão de atendimento
01/04/2014 - Temas atuais fazem do VII Fórum de Ética um sucesso
31/03/2014 - Após três anos, Governo conclui apenas 11% das ações em saúde
27/03/2014 - Reflexão sobre as eleições de 2014 marca encerramento do I ENCM, em João Pessoa
27/03/2014 - Assembleia geral dos médicos 
26/03/2014 - Encontro Catarinense de Endocrinologia e Metabologia
24/03/2014 - Concurso Público: Oficial Médico da PMSC
21/03/2014 - Dr. Nelson Grisard recebe homenagem nacional
19/03/2014 - Começa o Encontro Nacional dos Conselhos de Medicina de 2014
13/03/2014 - Médicos vão discutir até 2 de abril proposta de reajuste com o governo do Estado
12/03/2014 - VII Congresso Sul Brasileiro de Cirurgia Torácica
05/03/2014 - Assembleia geral 
27/02/2014 - Médicos do Celso Ramos reforçam luta do COSEMESC em busca de reajuste
26/02/2014 - COSEMESC realiza terceira reunião com médicos do Estado 
24/02/2014 - Saúde representa só 8% do total de investimentos públicos no Brasil
20/02/2014 - Cuidados Paliativos
20/02/2014 - Cosemesc segue com as reuniões com os médicos vinculados à Secretaria de Estado da Saúde
18/02/2014 - COSEMESC inicia discussão sobre remuneração dos médicos do Estado
18/02/2014 - Alerta
18/02/2014 - VII Fórum de Ética do Cremesc começa nesta sexta-feira
17/02/2014 - CFM entra na Justiça contra a União por conta de restrição no
acesso à mamografia para mulheres com menos de 50 anos

17/02/2014 - XVII Seminário Sul Brasileiro da ANAMT
14/02/2014 - Boletim Cosemesc
13/02/2014 - Saúde continua no topo das preocupações da sociedade brasileira
10/02/2014 - Entidades médicas repudiam agressões aos direitos humanos
defendem criação imediata de carreira pública para médicos do SUS

10/02/2014 - Medicina catarinense de luto Morre Dr. João José Cândido da Silva - CRM/SC 1491
10/02/2014 - Inscrições abertas para o VII Fórum de Ética
07/02/2014 - Governo Federal nega direito à prevenção do câncer de mama
07/02/2014 - Curso de Emergências Médicas
06/02/2014 - Nota à sociedade
03/01/2014 - Boletim Cosemesc
29/01/2014 - Nota de falecimento
28/01/2014 - 19º Congresso Brasileiro Multidisciplinar Em Diabetes

27/01/2014 - Médicos querem descobrir a influência da internet na relação médico-paciente

 

23/01/2014 - COSEMESC lança pesquisa para avaliar planos de saúde

22/01/2014 - CFM é contra revisão das atuais diretrizes do curso de Medicina

13/01/2014 - Novos médicos de Santa Catarina recebem 

carteira profissional e aula de ética

10/01/2014 - NOTA PÚBLICA

10/01/2014 - Aula de ética e entrega de carteira profissional em Florianópolis

10/01/2014 - Florianópolis lança residência em Medicina de Família

08/01/2014 - Parecer do CFM aprova a embolização como alternativa de tratamento para doenças da próstata

08/01/2014 - Parecer CFM recomenda que exame médico antes da prática de exercícios físicos seja obrigatório

07/01/2014 - Programa STOP

03/01/2014 - Morre Dr. Ismar Morelli

02/01/2014 - Aula de ética e entrega de carteira profissional

06/12/2013 - ATO DE HOMOLOGAÇÃO - CONCURSO PÚBLICO
EDITAL Nº 01/2013

18/11/2013 - Residência Médica em Clínica Médica e Cirurgia Geral na cidade de Joaçaba

18/11/2013 - 12ª Conferência Mundial de Saúde Rural da Wonca

07/11/2013 - 29º Congresso Brasileiro de Patologia

04/11/2013 - CFM defende aprovação em Revalida para dar segurança ao paciente

31/10/2013 - Esclarecimento aos médicos e à sociedade

28/10/2013 - Comendador catarinense

25/10/2013 - Anuidade 2014

24/10/2013 - Catarinense recebe a comenda
Medicina e Ensino Médico

24/10/2013 - VIII Simpósio Internacional de Endoscopia Digestiva

23/10/2013 - Em 12 anos, governo deixa de aplicar R$ 94 bilhões na saúde pública

22/10/2013 - Centro de Vigilância Sanitária publica o Alerta
Terapêutico em Farmacovigilância 01/2013

21/10/2013 - Profissionais recebem Diploma de Mérito Médico

21/10/2013 - Conselhos Profissionais divulgam a “Carta de Florianópolis”

17/10/2013 - Profissionais recebem Diploma de Mérito Médico

17/10/2013 - Acamesc toma posse no Cosemesc

17/10/2013 - Encontro Nacional dos Conselhos Profissionais será aberto hoje em Florianópolis

12/10/2013 - Toma posse o novo Corpo de Conselheiros do Cremesc

10/10/2013 - Pressão do CFM faz base aliada do governo recuar e aceitar melhorias na MP 621/2013

09/10/2013 - Entidades conseguem fazer Mais Médicos progredir para Mais Sáude

09/10/2013 - 5º Encontro Nacional dos Conselhos Profissionais será em Florianópolis

09/10/2013 - II Jornada de Medicina Legal e Perícias Médicas de Santa Catarina

02/10/2013 - Toma posse o Corpo de Conselheiros com gestão de 2013 a 2018

01/10/2013 - Ação em 15 meses

01/10/2013 - Programação da Semana do Médico

30/09/2013 - XXXV Jornada Cearense de Psiquiatria e
o XIII Encontro Estadual de Residentes e Ex-Residentes De Psiquiatria

30/09/2013 - Justiça Federal concede liminar que dá direito ao Cremesp de deferir ou não registros a intercambistas

30/09/2013 - Resolução do CFM determina que médico deve acompanhar todas as etapas do teste ergométrico

26/09/2013 - Dia do Médico 

25/09/2013 - III Congresso Brasileiro de Humanidades em Medicina

25/09/2013 - CFM vai contestar na Justiça resolução que cria a prescrição farmacêutica

20/09/2013 - Conselhos de Medicina farão registros provisórios de
intercambistas após compromisso da AGU na Justiça

17/09/2013 - Cremesc recebe auditores do TCU

16/09/2013 - Conselhos de Medicina mantém pedido de informações para fiscalizar o “Mais Médicos”

15/09/2013 - Apresentação do Cremesc aos novos conselheiros

13/09/2013 - XVII Jornada Catarinense de Saúde Ocupacional

13/09/2013 - Comissão da Câmara analisa na próxima
semana PEC que cria carreira de médico de Estado

12/09/2013 - Carências na Saúde e Educação

12/09/2013 - Prova final para os médicos formados no exterior só terá três perguntas

12/09/2013 - Nova regra para medicamentos contínuos

11/09/2013 - Entidades pedem lista dos médicos estrangeiros

11/09/2013 - Bioética: traços de sua presença no Brasil e Santa Catarina

10/09/2013 - II Jornada de Medicina Legal e Perícias Médicas de Santa Catarina

09/09/2013 - Mesmo sob pressão, acadêmicos da UFMG mantém posição contrária à MP 621/13

06/09/2013 - Recolhimento voluntário do medicamento Anaten®

06/09/2013 - Para entender o Mais Médicos

05/09/2013 - Fenam protocola denúncia e questiona Programa Mais Médicos junto ao TCU

05/09/2013 - Prevenir escalpelamentos é meta do CFM

03/09/2013 - Profissional suspeito de mutilar 15 mulheres está no Mais Médicos

03/09/2013 - Rede pública perdeu 13 mil leitos desde 2010

28/08/2013 - Governo de Santa Catarina anuncia novo plano de gestão para a saúde

27/08/2013 - Médicos catarinenses respondem pesquisa sobre posicionamento do CFM sobre interrupção da gravidez

22/08/2013 - NOTA DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

21/08/2013 - LEI DO ATO MÉDICO

20/08/2013 - Congresso aprecia vetos à Lei do Ato Médico

19/08/2013 - Mais Médicos reabre inscrições para segunda chamada do programa

15/08/2013 - Câmara aprova royalties do petróleo para educação e saúde

14/08/2013 - Alerta aos médicos gestores, supervisores e tutores do Programa Mais Médicos

11/08/2013 - Médicos aprovam ações e divulgam manifesto contra as recentes medidas do governo

09/08/2013 - Médicos entregam aos parlamentares contrarrazões
aos vetos à Lei do Ato Médico e à MP 621

08/09/2013 - Prefeito de Florianópolis confirma via decreto, compromisso assumido com os médicos

06/08/2013 - Eleito o novo Corpo de Conselheiros

05/08/2013 - II Jornada Catarinense de Ultrassonografia

03/08/2013 - Novos médicos do Sul de SC

1º/07/2013 - II Congresso Sul-­Brasileiro de Dor

1º/08/2013 - Movimento na mídia

31/07/2013 - Assembleia geral dos médicos

31/07/2013 - Médicos saem às ruas em Santa Catarina para protestar contra governo federal

30/07/2013 - Confirmada paralisação geral dos médicos em 16 cidades catarinenses

30/07/2013 - Médicos vão parar em pelo menos 20 estados na terça e quarta

29/07/2013 - Concurso Público

25/07/2013 - Cosemesc entrega representação contra governo federal

24/07/2013 - Florianópolis será sede do Encontro Nacional dos Conselhos Profissionais

22/07/2013 - Sociedade Brasileira de Cefaleia

22/07/2013 - Cursos de Pós-Graduação

22/07/2013 - Exame para Título de Especialista em Endoscopia

20/07/2013 - CFM aciona Justiça pedindo suspensão do Mais Médicos

19/07/2013 - Alexandre Garcia comenta a suspeita de sabotagem no programa Mais Médicos
18/07/2013 - Os médicos vão parar
17/07/2013 - Novos médicos do Meio-Oeste de SC

16/07/2013 - Médicos reféns da política

16/07/2013 - Mercadante anuncia grupo para debater MP dos médicos

13/07/2013 - Cremesc entrega carteira a novos médicos

12/07/2013 - Parceria com Ministério Público se consolida

12/07/2013 - Ato médico: CFM critica vetos presidenciais e vai recorrer ao Congresso

12/07/2013 - NOTA DO CONSELHO FEDERAL DE SAÚDE À SOCIEDADE

11/07/2013 - Dilma sanciona lei do Ato Médico com vetos

10/07/2013 - Após anúncio do Governo Federal, entidades divulgam carta aos brasileiros

10/07/2-13 - CRMDF cria resolução que impede médicos formados no exterior de atuarem no Distrito Federal sem antes passarem pelo Revalida

10/07/2013 - Governo anuncia R$ 98 milhões para unidades básicas de saúde em SC

10/07/2013 - Conselhos de medicina planejam ação judicial

09/07/2013 - Entidades catarinenses de medicina reprovam o pacote do governo federal

04/07/2013 - Médicos vão às ruas em Santa Catarina

03/07/2013 - OS MÉDICOS NA LUTA EM DEFESA DA SAÚDE PÚBLICA

02/07/2013 - Dia Nacional de Mobilização

02/07/2013 - Médicos vão às ruas por mais recursos para a saúde pública e contra a “importação” sem Revalida

01/07/2013 - Cosemesc tem nova coordenação

01/07/2013 - XVI Femesc contou com a presença de líderes estaduais e nacionais

28/06/2013 - Eleição 2013

26/06/2013 - Médicos farão mobilização nacional em 3 de julho

25/06/2013 - XXXI Congresso Brasileiro de Psiquiatria

25/06/2013 - Últimos dias para o envio de trabalhos para o Congresso de Bioética

24/06/2013 - Carta aberta aos médicos e à população brasileira

20/06/2013 - Senado aprova projeto de regulamentação da medicina após 11 anos de tramitação

18/06/2013 - XVII Congresso Brasileiro de Reprodução Assistida

18/06/2013 - Florianópolis sediará Jornada Catarinense de Dermatologia

17/06/2013 - Municípios em extrema pobreza terão farmácias em unidades básicas de Saúde

17/06/2013 - Controle de frequência nos hospitais do Rio de Janeiro será mais rigoroso

13/06/2013 - No Programa do Jô, presidente do CFM faz críticas à gestão do SUS

12/06/2013 - Curso de Emergências Médicas

11/06/2013 - Florianópolis sedia Encontro Nacional dos Conselhos Profissionais

07/06/2013 - Aposentados do INSS e ministros vão discutir no dia 3 de julho a ampliação da cesta gratuita de medicamentos

07/06/2013 - MPF e Conselho Federal de Medicina serão parceiros na fiscalização de serviços de saúde

05/06/2013 - Influenza - atualização do manejo clínico

04/06/2013 - Campanha de Vacinação contra Paralisia Infantil começa neste sábado 

04/06/2013 - XVI Femesc será em Imbituba

03/06/2013 - Quinta, dia 6, é dia de luta contra as queimaduras

03/06/2013 - Cremesc recebe a visita da Ascop/SC

29/05/2013 - Novos remédios podem provocar aumento na mensalidade dos planos

29/05/2013 - Câmara aprova projeto que endurece pena para traficantes

28/05/2013 - Atendimento a Pessoa Física e Pessoa Jurídica no Continente

27/05/2013 - Ministério da Saúde diz ter competência sobre assunto

25/05/2013 - CFM quer carreira federal para resolver a falta de médicos em regiões carentes

24/05/2013 - Hoje e amanhã, em Jaraguá do Sul

24/05/2013 - Conselho de medicina propõe regras para estrangeiros atuarem no Brasil

24/05/2013 - Família de fumante não tem direito a indenização

24/05/2013 - Governo quer premiar médicos que trabalharem nos locais mais distantes de Minas

23/05/2013 - Cremesc recebe representantes da Unimed Grande Florianópolis

23/05/2013 - Feriado de Corpus Christi

20/05/2013 - Check-list hospitalar garante a qualidade

20/05/2013 - Médico luta por melhor atendimento

20/05/2013 - Entidades de medicina de Santa Catarina são contra a contratação de médicos estrangeiros

17/05/2013 - X Congresso Brasileiro Bioética em Florianópolis

16/05/2013 - Ação contra "importação" de médicos: CFM ingressa na PGR com representação contra três ministros

15/05/2013 - Comissão do Senado aprova regulamentação para validar diplomas médicos do exterior

15/05/2013 - Santa Catarina é o primeiro Estado do país em vacinação contra a gripe e crianças de até 3 anos incompletos também

15/05/2013 - Governo veta importados na chefia de UTI

10/05/2013 - Jornada das Delegacias da Região Norte

10/05/2013 - Prefeito de Tijucas não recebe representantes do Cremesc

10/05/2013 - A falácia dos médicos cubanos

09/05/2013 - CFM reforça crítica à entrada de médicos cubanos

09/05/2013 - Entidades médicas criticam projeto que obriga recém-formado a trabalhar em pequenas cidades

09/05/2013 - Novas regras de reprodução assistida destacam saúde da mulher e direitos reprodutivos para todos

08/05/2013 - Convênio entre TCE-SC e CRM-SC pode qualificar saúde do Estado

08/05/2013 - Vinda de médicos cubanos encontra oposição de Conselho Federal

08/05/2013 - Plano de saúde terá de justificar negativa de atendimento por escrito

06/05/2013 - Dois casos de bactéria NDM são registrados em Porto Alegre

06/05/2013 - Florianópolis cria cargos de Diretor Técnico e Clínico para Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do Norte e do Sul da Ilha

25/04/2013 - Hipertensão na infância

25/04/2013 - SC vacinou 830 mil pessoas contra a gripe e prazo é estendido até dia 10

24/04/2013 - Curso de Paliativos abre novas vagas

24/04/2013 - Gastos das famílias com saúde aumentam 54% em uma década

23/04/2013 - Municípios vão apoiar o Pequeno Anjo, em Itajaí, de acordo com média de atendimentos por cidade

23/04/2013 - Médicos de planos param quinta-feira

23/04/2013 - Médicos do SUS preferem as grandes cidades

19/04/2013 - Nota contra a PEC N 37

10/04/2013 - Campanha de vacinação

03/04/2013 - Fórum de Ética

28/03/2013 - Nota de esclarecimento

21/03/2013 - Escritório em São José

18/03/2013 - Homenagem

14/03/2013 - Manifesto de Belém

13/03/2013 - Mestrado em Ambiente e Saúde

12/03/2013 - Curso de Cuidados Paliativos

12/03/2013 - Curso de Emergências Médicas

12/03/2013 - VI Fórum de Ética Médica do Cremesc

12/03/2013 - Jornada das Delegacias da Região Oeste

07/03/2013 - Anuidade 2013

07/03/2013 - Alerta aos médicos

28/02/2013 - CFM visita nova sede do Cremesc

27/02/2013 - Escritório do Cremesc em São José

25/02/2013 - Título de especialista passa a ser pré-requisito para ocupar cargo de diretor técnico de serviço

19/02/2013 - Atendimento em nova sala

15/02/2013 - Delegacia de São Miguel do Oeste

08/02/2013 - Sessão de Pôsteres no Fórum de Ética Médica

08/02/2013 - Atendimento em sala térra na sede do CREMESC

07/02/2013 - Horário de Carnaval

21/01/2013 - Resultado Oficial - Concurso Público do CREMESC

02/01/2013 - Resultado Provisório - Concurso Público do CREMESC

26/12/2012 - VI Fórum de Ética Médica do CREMESC

    

                                       

 

  

 

9º Congresso Sulbrasileiro de Geriatria e Gerontologia     

22/05/1015



A Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia – Seção Santa Catarina (SBGG), realiza em Joinville, de 2 a 4 de julho, o 9º Congresso Sulbrasileiro de Geriatria e Gerontologia. Em debate, estará o tema “Envelhecimento, Sociedade e Funcionalidade: Repensando Metas e Práticas”.
O público estimado para o evento é de mil participantes, que será composto por coordenadores de cursos de medicina, docentes, discentes, profissionais da rede de serviços de saúde, especialistas e profissionais em geral. O congresso contará também com a presença de representantes das entidades médicas e de autoridades representativas do Governo Estadual e Municipal.

9º Congresso Sulbrasileiro de Geriatria e Gerontologia
Data: 2 a 4 de julho de 2015
Cidade: Joinville
Local: Centro de Convenções Expoville
Mais informações e inscrições: www.sulbrasileirosbgg.org.br
     

 

 

 

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Rio do Sul será sede do XVIII FEMESC     

21/05/1015



O Conselho Superior das Entidades Médicas de Santa Catarina (COSEMESC) realiza em Rio do Sul, nos dias 19 e 20 de julho, o XVIII FEMESC. O tema central do Fórum deste ano será a formação do médico.
Confira a programação e inscreva-se!

PROGRAMAÇÃO

Dia 19 de junho – sexta-feira

14h30min

Coquetel de recepção no Hotel Aliança Express

15h30min às 18h30min
Mesa redonda: A Situação atual da formação de médico no Brasil
Debatedores
Presidente - ACAMESC
Secretário - SIMESC
Moderador - ACM
Debates
- Novas diretrizes curriculares nacionais
- A visão da academia
- Panorama atual das escolas médicas

20h30min
Solenidade de abertura

21h
Conferência: Momento Político Atual
Conferencista: Senador Ronaldo Ramos Caiado

22h
Jantar no Clube Concórdia
 

Dia 20 de junho – sábado

09h30 às 12h30min
Mesa Redonda: Situação atual da formação de médico especialista
Debatedores
Presidente – CRM
Secretário – ACM
Moderador - SIMESC
Debates
- Visão da Comissão Nacional de Residência Médica
- Visão das Comissões Estaduais de Residência Médica
- Visão da AMB

12h30 às 13h15min
Sessão Plenária
- Conclusões e propostas
- Transmissão da Coordenação do COSEMESC

13h15min
- Almoço no Hotel Aliança Express


XVIII FEMESC
Data: 19 e 20 de junho de 2015
Cidade: Rio do Sul
Local: Hotel Aliança Express
Tema: Formação de Médico
Inscrições: bethribeiro@acm.org.br
     

 

 

 

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3º Encontro de Experts em HPV   

19/05/1015


   

 

 

 

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HPV em pauta    

14/05/1015



O Centro de Pesquisa Clínica Projeto HPV, em comemoração aos seus 13 anos de trabalho, realiza nos dias 20 a 22 de agosto o 3º Encontro de Experts em HPV, em Florianópolis. O evento tem como objetivo a atualização científica em relação à infecção HPV em seus diversos aspectos de manifestações em várias áreas da medicina.
O 3º Encontro de Experts em HPV contará com 20 palestrantes de renome nacional e internacional de diversas especialidades médicas (ginecologia, urologia, pediatria, proctologia, otorrinolaringologia, cabeça e pescoço, citopatologia) e odontológicas (estomatologia, citopatologia), que irão abordar as questões relacionadas ao HPV, nos âmbitos da prevenção, do diagnóstico clínico, laboratorial e do tratamento.
O encontro tem como público-alvo médicos, enfermeiros, biólogos, bioquímicos e estudantes da área das Ciências da Saúde, bem como os profissionais de nível técnico atuantes na área.
O evento vai ocorrer no Hotel Quinta da Bica D’Água, situado à Rua Capitão Romualdo de Barros, 641, Bairro Carvoeira-Trindade.

Mais informações: (48) 3233-6798 / 3721-9082
Site: www.projetohpv.com.br
E-mail: projetohpv@hu.ufsc.br      

 

 

 

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Boletim COSEMESC de maio    

14/05/1015

    

 

 

 

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Caravana Nacional pelas crianças desaparecidas    

11/05/1015

Ocorre, no próximo dia 25 de maio, Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, a Caravana Nacional dos Conselhos de Medicina, que visitará unidades de saúde de todo o Brasil. A atividade deste ano tem como proposta estimular os médicos a incluírem o assunto na consulta com os pacientes, além de repassar as orientações da Recomendação do CFM nº 4/2014 de como evitar e proceder em caso de desaparecimento.
Anualmente, são registrados no Brasil mais de 35 mil desaparecimentos de crianças. De acordo com especialistas no tema, 70% dos desaparecidos fogem de casa por problemas domésticos e cerca de 15% nunca mais reencontrarão suas famílias.
Observar semelhanças com os pais, sinais de agressão, comportamento da criança com a família. Estas são algumas orientações para que os médicos fiquem atentos nos hospitais, prontos-socorros e clínicas do país. Outra recomendação indicada pelos CRMs é de que os médicos sempre confiram os documentos do menor e dos responsáveis.
Um dos objetivos da campanha, realizada pelo CFM e pelos 27 CRMs do país, é divulgar a Lei Federal nº 11.259/2005, conhecida como “Lei da busca imediata” que prevê a busca imediata pela criança a partir da ocorrência policial. “Os brasileiros têm um mito de que é necessário aguardar 24 horas para fazer a denúncia. Este tempo é crucial para encontrar uma criança desaparecida”, alertou 1º vice-presidente do CFM, Carlos Vital Corrêa Lima.

Dicas de segurança da campanha aos médicos
Ao atender uma criança, fique atento aos seguintes procedimentos:
1 - Peça a documentação do acompanhante. A criança deve estar acompanhada dos pais, avós, irmão ou parente próximo. Caso contrário, pergunte se a pessoa tem autorização por escrito
2 - Procure conhecer os antecedentes da criança. Desconfie se o acompanhante fornecer informações desencontradas, contraditórias ou não souber as perguntas básicas.
3 - Analise as atitudes da criança. Veja como ela se comporta com o acompanhante, se demonstra medo, choro ou aparência assustada.
4 - Veja se existem marcas físicas de violência, como cortes, hematomas e grandes manchas vermelhas.

Dicas de segurança para os pais
1
- Nos passeios manter-se atento e não descuidar das crianças;
2 - Procurar conversar todos os dias com os filhos, observar a roupa que vestem e se apresentam comportamento diferente;
3 - Procurar conhecer todos os amigos do seu filho, onde moram e com quem moram;
4 - Acompanhá-los a escola, na ida e na volta, e avisar o responsável da escola quem irá retirar a criança;
5 - Colocar na criança bilhetes ou cartões de identificação com nome da criança e dos pais, endereço e telefone, orientar a criança quanto ao uso do cartão telefônico, bem como fazer chamadas a cobrar para pelo menos três números de parentes, e avisá-los desta orientação;
6 - Não deixar as crianças com pessoas desconhecidas, nem que seja por um breve período de tempo, pois muitos casos de desaparecimento ocorrem nestas circunstâncias;
7 - Fazer o mais cedo o possível a carteira de identidade;
8 - Manter em local seguro, trancado e distante do alcance das crianças arma de fogo, facas, qualquer objeto ou produto que possa colocar a vida delas ou outras pessoas em risco;
9 - Orientar as crianças a não se afastar dos pais e fiscalizá-las constantemente;
10 - Ensiná-las a sempre que estiverem em dificuldade a procurar uma viatura policial, ou um policial fardado (PM ou Guarda Municipal), e pedir ajuda;
11- Evitar lugares com aglomeração de pessoas;
12- Perdendo a criança de vista, pedir imediatamente ajuda a populares para auxiliar nas buscas e avisar a polícia.

Principais motivos de desaparecimentos
1 - Castigos excessivos e exagerados, desproporcionais ao fato. Ex: a criança comete uma pequena falta e leva uma surra;
2 - Repressão excessiva, excesso de controle;
3 - Desleixo dos pais, a criança sente-se rejeitada e desprezada e foge para chamar a atenção;
4 - Muitas das fugas do lar têm por motivos o mau desempenho escolar, as responsabilidades domésticas que são atribuídas a elas e até mesmo pequenos ofícios, como venda de doces e salgados;
5 - O espírito aventureiro também é um dos grandes responsáveis pela fuga de crianças. Nunca elogie demais seus filhos, afirmando que eles são bastante espertos, pois isto lhes proporciona uma falsa sensação de segurança e autoafirmação;
6 - Fique atento à mudança de comportamento de seu filho, pois isto pode indicar que o mesmo poderá fugir de casa;
7 - Uma boa conversa com seu filho, pode livrar você de momentos de angústia e desespero.

Dez dicas para prevenir desaparecimento de crianças
1. Desde cedo, ensine à criança o nome completo do pai e da mãe
2. Tire o RG (Registro de Identidade Civil) da criança o quanto antes
3. Oriente a criança a não dar informações a qualquer estranho que se aproxime
4. Oriente a criança a não receber doces, balas e brinquedos de desconhecidos
5. Garanta que a criança esteja sempre acompanhada de alguém de confiança da família
6. Converse sempre com seus filhos
7. Procurar conhecer as pessoas que convivem com seu filho. Participar ativamente dos eventos envolvendo o seu filho, como aqueles ocorridos em escolas e aniversários.
8. Não autorizar o seu filho a brincar na rua sem a supervisão de um adulto conhecido.
9. Faça com que as pessoas, que necessitam de atenção especial, que vivem sob sua responsabilidade tenham sempre consigo (no bolso ou gravado em uma medalha) seus dados de identificação.
10. Fique atento em como seus filhos utilizam computadores com acesso à internet

Como proceder, caso a criança desapareça
- Denuncie, imediatamente, o desaparecimento à polícia e faça o Boletim de Ocorrência;
- Divulgue, o mais rápido possível, uma foto recente às redes sociais, televisões e jornais;
- Procure o Conselho Tutelar da sua cidade;
- Disque 100. A ligação é gratuita e o serviço funciona 24 horas.

POR LEI, A BUSCA COMEÇA LOGO APÓS A DENÚNCIA
Não espere 48 horas para procurar seu filho. Essas primeiras horas são essenciais para a investigação. A Lei Federal nº 11.259/2005 prevê a busca imediata pela criança a partir da ocorrência policial.        

 

 

 

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VII Congresso Catarinense de Obstetrícia e
Ginecologia e II Congresso Catarinense de Perinatologia    

05/05/1015

Joinville será sede, de 25 a 27 de junho, do VII Congresso Catarinense de Obstetrícia e Ginecologia e do II Congresso Catarinense de Perinatologia. Confira a programação e inscreva-se no site www.catarinensegineco2015.com.br

  


 

 

 

 

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O CRM-SC quer saber a sua opinião     

28/04/1015

Em qual formato o(a) Dr(a). prefere receber as publicações do CRM-SC, impresso ou eletrônico?

Envie sua resposta para imprensa@cremesc.org.br         

 

 

 

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Médicos da Grande Florianópolis recebem homenagem na nova sede do CRM-SC   

20/04/1015


A noite de sexta-feira (17/04) foi especial para 23 médicos que atuam na Grande Florianópolis. Eles foram homenageados com o Diploma de Mérito Médico na sede do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC), honraria concedida aos médicos com 40 anos ou mais de exercício profissional ininterrupto, incluindo a residência médica ou outros cursos pós-graduados, sem qualquer sanção ético-profissional, com relevante e exemplar conduta médica e tendo contribuído para promover ética, técnica e cientificamente a Medicina em Santa Catarina. Compuseram a mesa solene o Presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina (CRM-SC), Dr. Tanaro Pereira Bez; o Secretário Adjunto da Secretaria de Estado da Saúde, Dr. Murillo Ronald Capella; representando o Conselho Federal de Medicina (CFM), Dr. Wilmar de Athayde Gerent; representando o Conselho Superior das Entidades Médicas de Santa Catarina (COSEMESC) e a Associação Catarinense de Medicina (ACM), Dr. André Mendes Arent; e representando a Academia de Medicina do Estado de Santa Catarina (ACAMESC), Dr. Nelson Grisard.

O Presidente do CRM-SC, Dr. Tanaro Pereira Bez, abriu a solenidade cumprimentando os presentes e exaltando as qualidades da primeira turma a receber homenagem na nova sede do Conselho. “Quero dizer a todos que nos prestigiam e nos honram com suas valiosas presenças nesta noite que para a Diretoria do CRM-SC, a qual tenho a responsabilidade e privilégio de dirigir, e para todo o atual Corpo de Conselheiros, é uma honra estarmos aqui para prestar uma solene e inquestionável homenagem a colegas que contribuíram de forma cristalina e firme para zelar pelo prestígio e bom conceito de nossa profissão. Esta homenagem é inviolável e, acima de qualquer suspeita, pois os senhores fizeram por merecer e representam uma importante parcela dos médicos. Significa uma homenagem a estes médicos que atingiram a marca de 40 anos ou mais, registrados na forma da lei, e em atividade regular neste pedaço de Santa Catarina, na Grande Florianópolis. Não estão sendo homenageados somente pela simples passagem das horas e dos anos desta longa trajetória profissional, mas por terem atingido 40 anos desenvolvendo uma prática médica com qualidade, responsabilidade e ética para o orgulho de todos nós em benefício da sociedade catarinense desta região. São profissionais que apregoaram espontaneamente, através de atitudes e ações, a beneficência e a não maleficência por seus pacientes. Este é o ponto que dá destaque a estes médicos e que os realça entre outros que aqui atuam, merecendo estes que aqui estão, bem como outros que se fazem ausentes, a deferência desta casa no fiel cumprimento da Resolução nº 007/1995. São médicos que detêm um prontuário limpo, sem anotações de ilicitudes éticas em nenhum grau.”

Dr. Tanaro lembrou ainda que “formação de caráter é um conjunto de características herdadas pela vivência e absorção de exemplos e oportunidades que vão se acumulando no convívio com os pais, com os ídolos e, mais adiante, com os mestres. E, para representar esta figura do mestre, temos aqui entre nós aquele que foi escolhido há 42 anos como paraninfo de uma turma que gerou grande parte dos homenageados de hoje, o Professor Murillo Ronald Capella, atual Secretário Adjunto de Saúde do Estado. Este que, imediatamente, aceitou o convite para ser o paraninfo de uma turma de médicos com mais de 40 anos de formado”.

Na condição de colega de turma dos homenageados, o Presidente do CRM-SC declarou: “Outros poderiam estar presentes nesta solenidade, mas problemas acima das limitações da medicina e de nossa compreensão, fizeram com que o destino não nos permitisse, como o Rômulo Coutinho de Azevedo, primeiro especialista em acupuntura do nosso Estado; Moisés Saraiva Caldas, dedicado psiquiatra; Jonas Guaraciaba Schultz, exemplar pediatra; e João Nilson Zunino, empresário da Patologia Clínica, grande empreendedor que orgulhou a todos os seus colegas, celebridade reconhecida até pelos arquirrivais e, acima de tudo, grande pai, grande esposo e grande avaiano. Todos esses partiram precocemente, alguns no auge da plena juventude. Por isso, na prerrogativa de representar esta casa que detém hoje mais de 22 mil médicos registrados e mais de 14 mil em atividade, para dizer aos saudosos colegas muito obrigado em nome do nosso CRM de Santa Catarina. Sejam bem-vindos ao quadro de homenageados de hoje, diplomados com o Mérito Médico”.

O paraninfo da turma de homenageados com o Diploma de Mérito Médico, Dr. Murillo Ronald Capella, cumprimentou a todos e declarou: “Sentado à mesa solene, rebobinei a fita da minha vida e parei no ano de 1973. Lembro-me como se fosse hoje do dia em que fui convidado a ser paraninfo e fiquei muito feliz. Paraninfar uma turma como esta é um prazer. Todos tiveram êxito profissional com ética, conhecimento, amor ao próximo, compaixão, dedicados a seus pacientes sem nunca ter tido uma reclamação ou denúncia a este Conselho. São 42 anos de luta diária, todos trabalhando. Aqueles que já nos deixaram, deixaram exemplos belíssimos de como exercer a profissão e, acima de tudo, constituíram famílias sólidas. E para todos nós, que lidamos com a saúde do povo catarinense, é um orgulho muito grande ter profissionais de elevado gabarito e elevada conduta moral. Muito obrigado por terem me escolhido paraninfo e por me permitir viver esta noite que, com certeza, já é uma das mais caras da minha vida”.

Representando a Associação de Medicina de Santa Catarina (ACM) e o Conselho Superior das Entidades Médicas de Santa Catarina (COSEMESC), o Dr. André Mendes Arent, Diretor de Defesa Profissional da ACM, exaltou a importância da homenagem. “O orgulho de ser médico, nos dias de hoje, quando estamos sendo aviltados e temos encontrado dificuldades no exercício da medicina, está um tanto abalado. E ver estes profissionais com mais de 40 anos com conduta ilibada, a serviço da sociedade, é motivo de orgulho aos médicos jovens. É louvável!”

Dr. Nelson Grisard, representando a Academia de Medicina do Estado de Santa Catarina (ACAMESC), manifestou a satisfação de homenagear os presentes. “Ficamos muito felizes por ver este grupo sendo homenageado pelo exercício legal, sereno e honesto da medicina em nosso Estado. Vocês estão fazendo história. São merecedores de todas as honras concedidas pelo CRM-SC.”

Os homenageados receberam o Diploma de Mérito Médico das mãos do Presidente do CRM-SC, Dr. Tanaro Pereira Bez e do Vice-Presidente, Dr. Antônio Silveira Sbissa. O diploma concedido in memoriam ao Dr. João Nilson Zunino foi entregue à Sra. Marlene Zunino, viúva do médico falecido em 2014. Na sequência, Dr. Sbissa fez a entrega diplomou também o Presidente do CRM-SC, Dr. Tanaro, formado em 1973.

Para falar em nome dos diplomados, subiu ao palco o Dr. Luiz Alberto Da Silveira. “Sinto-me honrado em representar os colegas que são exemplo de dignidade humana e profissional. Quero agradecer aos pais, mestres e famílias que nos nortearam e apoiaram.”

Antes de encerrar a solenidade, o Presidente do CRM-SC, Dr. Tanaro Pereira Bez, agradeceu à família e, em especial, à sua esposa, a Sra. Stela Maris Pereira Bez. “Muito obrigado a todos por esta noite que para mim será inesquecível.”


HOMENAGEADOS

Dr. Vernoil José Girardi
CRM 1321
Natural de Frederico Westphalen (RS)
Formado pela Universidade Federal de Santa Maria em 01/12/1972
Inscrito no CRM-SC em 20/11/1973

Dr. Antônio Carlos Trevisol Bittencourt
CRM 1332
Natural de Jacinto Machado
Formado pela Universidade Federal de Santa Catarina em 14/12/1973
Inscrito no CRM-SC em 18/12/1973
Especialidade em Médico do Trabalho, Clínica Médica e Medicina de Tráfego

Dr. Luiz Ricardo Rau
CRM 1333
Natural de Lages
Formado pela Universidade Federal de Santa Catarina em 14/12/1973
Inscrito no CRM-SC em 18/12/1973
Especialidade em Ortopedia e Traumatologia

Dr. Antônio Carlos Boabaid Brina
CRM 1339
Natural de Imbituba
Formado pela Universidade Federal de Santa Catarina em 14/12/1973
Inscrito no CRM-SC em 03/01/1974

Dr. Defendente Debiasi
CRM 1342
Natural de Orleans
Formado pela Universidade Federal de Santa Catarina em 14/12/1973
Inscrito no CRM-SC em 03/01/1974
Especialidade em Pediatria

Dr. João Nilson Zunino, representado por sua viúva, a Sra. Marlene Zunino
CRM 1344
Natural de São João Batista
Formado pela Universidade Federal de Santa Catarina em 14/12/1973
Inscrito no CRM-SC em 04/01/1974
Especialidade em Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dr. Waldemiro José Silveira Filho
CRM 1345
Natural de Florianópolis
Formado pela Universidade Federal de Santa Catarina em 14/12/1973
Inscrito no CRM-SC em 04/01/1974
Especialidade em Médico do Trabalho

Dra. Tânia Regina Ferreira
CRM 1356
Natural de Florianópolis
Formado pela Universidade Federal de Santa Catarina em 14/12/1973
Inscrito no CRM-SC em 11/01/1974

Dr. Roberto Pacheco De Souza
CRM 1366
Natural de Palhoça
Formado pela Universidade Federal de Santa Catarina em 14/12/1973
Inscrito no CRM-SC em 28/01/1974
Especialidade em Pneumologia

Dr. Antônio Carlos Burg
CRM 1367
Natural de Florianópolis
Formado pela Universidade Federal de Santa Catarina em 14/12/1973
Inscrito no CRM-SC em 28/01/1974
Especialidade em Psiquiatria

Dr. Luiz Alberto Silveira
CRM 1369
Natural de Florianópolis
Formado pela Universidade Federal de Santa Catarina em 14/12/1973
Inscrito no CRM-SC em 29/01/1974
Especialidade em Cancerologia/Cancerologia Clínica

Dr. Wilson Leitão Leite
CRM 1371
Natural de IRAÍ (RS)
Formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA em 14/12/1973
Inscrito no CRM-SC em 31/01/1974
Especialidade em Psiquiatria

Dr. Rui Martins Iwersen
CRM 1372
Natural de Curitiba (PR)
Formado pela Universidade Federal de Santa Catarina em 14/12/1973
Inscrito no CRM-SC em 31/01/1974

Dr. Carlos Alberto Grijo Lacombe
CRM 1393
Natural de Criciúma
Formado pela Universidade Federal de Santa Catarina em 14/12/1973
Inscrito no CRM-SC em 04/03/1974
Especialidade em Clínica Médica, Nefrologia e Médico do Trabalho

Dr. Tanaro Pereira Bez
CRM 1400
Natural de Florianópolis
Formado pela Universidade Federal de Santa Catarina em 14/12/1973
Inscrito no CRM-SC em 13/03/1974
Especialidade em Anestesiologia

Dr. Marcelo Bianchini Teive
CRM 1403
Natural de Florianópolis
Formado pela Universidade Federal de Santa Catarina em 14/12/1973
Inscrito no CRM-SC em 18/03/1974
Especialidade em Cirurgia Geral

RECEBERAM A HOMENAGEM, MAS NÃO ESTAVAM PRESENTES:

Dr. Marcos Viríssimo De Faria (CRM 1340)
Dr. Henrique José Beirão (CRM 1357)
Dr. Arquimedes Dalton Do Valle (CRM 1374)
Dr. Ronaldo José Melo Da Silva (CRM 1390)
Dr. Denizard Leon Da Silva (CRM 1416)
Dr. Ademir Walckoff (CRM 1439)
Dr. Yasutsura Takimoto (CRM 1441)

Foto Osvaldir Silva, Estúdio Foto Líder

 

 

 

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Parceria entre CRM-SC e TCE-SC vai garantir
mais qualidade à saúde da população    

14/04/1015


Representantes do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC) foram recebidos, na tarde de hoje, por membros da presidência do Tribunal de Contas de Santa Catarina (TCE-SC). O encontro, que ocorreu na sede do TCE-SC, foi para que, em parceria, os órgãos possam fazer valer a imposição legal de 1932, que exige que todos os estabelecimentos, público ou privado de qualquer porte, tenham um diretor técnico.


Durante a reunião, Dr. Tanaro Pereira Bez, Presidente do CRM-SC, solicitou que o TCE-SC recomende aos municípios que tenham seus diretores técnicos. “Também estamos firmando parcerias com órgãos ligados à fiscalização para que possamos cumprir o nosso papel, que é de manter a medicina no rumo da ética e da qualidade”, explicou. 


O Vice-presidente do TCE-SC, Dr. Adircélio de Moraes Ferreira Júnior, se mostrou favorável à parceria e se comprometeu a levar a questão a outros membros do Tribunal. “Tudo o que for para melhorar a saúde da população é bem-vindo. E, se há lei, há caminho para a realização”, sinalizou. 


Dr Kliwer Schmidt, Diretor da Diretoria de Controle de Municípios, apontou para a necessidade de o TCE-SC entender como atua a fiscalização do Conselho, bem como identificar quais os locais onde não há Diretores Técnicos. O Consultor Técnico da Presidência do CRM-SC, Dr. Paulo César de Oliveira, afirmou que o Conselho possui uma base de dados detalhada que será útil ao TCE-SC.


Assim que firmado o termo de cooperação, o TCE-SC deve recomendar que as prefeituras tenham um diretor técnico. A orientação e a fiscalização continuará sendo do CRM-SC.


Além do Dr. Adircélio de Moraes Ferreira Júnior, Vice-Presidente do TCE, estavam presentes à reunião, o Dr Fábio Batista, Chefe de Gabinete da Presidência; o Dr Kliwer Schmidt, Diretor da Diretoria de Controle de Municípios; o Dr. Névelis Scheffer Simão, Diretor de Controle Externo (DCE); e o Dr. Neimar Paludo, Assessor da Presidência. O Presidente do TCE-SC, Luiz Roberto Herbst, não pôde estar presente.


Representando o CRM-SC, também participaram do encontro o Dr. Armando José d’Acâmpora, Secretário Geral; o Dr. João Pedro Carreirão Neto, Primeiro Tesoureiro; o Dr. Paulo César de Oliveira, Consultor Técnico da Presidência; e o Dr. Irineu Ramos Filho, Assessor Jurídico.

 

 

 

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Menos médicos e menos saúde    

08/04/1015

Carlos Vital Tavares Corrêa Lima*

A população carente é dependente do SUS (Sistema Único de Saúde), que não possui financiamento compatível nem competência administrativa, é desprovido de controle, de avaliação e de planejamento adequados, submetido ao descaso.

Os projetos governamentais na área da saúde são elaborados com apriorística atenção ao "tempo político", imprescindível ao êxito eleitoral. Não há políticas de Estado, apenas fragmentadas políticas de governo, sem continuidade nem reverência a princípios fundamentais.

O resultado da auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União) sobre o programa Mais Médicos, apresentado no início de março, não surpreendeu o CFM (Conselho Federal de Medicina). A primeira crítica dos auditores do TCU foi à fragilidade do sistema de supervisão e de tutoria do programa. Apesar da resistência do governo em fornecer os dados, concluiu-se que dos 13.790 inscritos, 4.375 (31,7%) não possuíam supervisores indicados.

Observe-se que, em limites acima dos parâmetros legais, 10% desses supervisores acompanhavam mais de dez participantes e outros 10% tinham carga de atividades acima de 81 horas semanais, em alguns casos com decorrente encaminhamento dos relatórios de supervisão de forma intempestiva e sem amplitude de aspectos clínicos, mais voltados a questões administrativas.

As referências de maior gravidade surgiram quando 17,7% dos "supervisionados" admitiram que a falta de conhecimento dos protocolos clínicos conturbou diagnósticos e terapêuticas ao entrarem em contato com seus supervisores para dirimir dúvidas sobre o atendimento.

Por outro lado, 34,3% dos "supervisores" afirmaram que os médicos formados no exterior enfrentaram obstáculos devido ao desconhecimento desses protocolos, inclusive com relatos de dificuldades para definição dos nomes de medicamentos e de suas dosagens corretas.

O TCU apontou também problemas nos módulos de acolhimento destinados aos intercambistas do programa, com a inclusão de 95 pessoas que deveriam ter sido reprovadas por não atingirem os critérios mínimos exigidos nos eixos de língua portuguesa e de saúde.

No âmbito do acesso à assistência e do combate às desigualdades regionais, o relato também aponta que oMais Médicos ficou longe das suas metas. A auditoria mostra que em 49% dos primeiros locais atendidos pelo programa, ao receberem os bolsistas, ocorreu a dispensa de médicos contratados anteriormente.

Em agosto de 2013, nesses municípios com redução da oferta de serviços médicos havia 2.630 médicos, que, somados aos 262 profissionais que chegaram pelo Mais Médicos, totalizavam 2.892 médicos. Em abril de 2014, porém, contabilizou-se apenas 2.288 médicos.

Os paradoxos foram superpostos, posto que houve uma diminuição das consultas médicas em 25% dos municípios cadastrados e uma distribuição sem prioridade às áreas de pouca ou nenhuma assistência.

As soluções para os dilemas da saúde no Brasil não serão encontradas na importação de médicos com diplomas obtidos no exterior e sem revalidação ou com a formação em massa de médicos em escolas sem docência e sem decência.

As respostas a esses desafios têm consistência em uma carreira de Estado e em boas condições de trabalho para os profissionais da área, financiamento pela União e por demais entes federativos de pelo menos 70% das despesas sanitárias, bem como planejamento, gerenciamento, controle e avaliação eficazes.

Enquanto esses requisitos não forem consolidados, a maioria dos dependentes do SUS continuará morrendo de causas evitáveis.

As conclusões do TCU reforçaram o posicionamento crítico do CFM em relação ao Mais Médicos. Expõem a necessidade de revisão do programa para que haja a extinção dos prejuízos aos cofres públicos, a promoção do bom exercício da medicina e, mormente, a preservação da vida e da saúde dos brasileiros que se encontram na camada social mais vulnerável e desfavorecida, agora com menos médicos e menos saúde.


* CARLOS VITAL TAVARES CORRÊA LIMA, 64, clínico geral, é presidente do Conselho Federal de Medicina 

 

 

 

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Conselhos de Medicina querem estimular
reflexão sobre a qualidade da Saúde no Brasil    

07/04/1015



Neste 7 de abril, dedicado ao Dia Mundial da Saúde, os Conselhos Federal e Regionais de Medicina (CFM e CRMs) lembram a sociedade sobre a importância de reivindicar o que é dela. A falta de estrutura e equipamentos do Sistema Único de Saúde (SUS), a desvalorização dos médicos e profissionais, e a má gestão do serviço público e dos planos de saúde são o mote de uma campanha lançada nesta terça-feira pela autarquia para celebrar a data. 

 

O objetivo é estimular os brasileiros a refletirem sobre a importância de se lutar por um direito garantido pela Constituição de 1988, que levou o modelo assistencial do País a alcançar posição de referência internacional enquanto política pública social. No entanto, como observam o CFM e os CRMs, o descaso com que os gestores tratam a saúde pública faz com que a população esteja sendo privada dessa conquista. 

As peças produzidas estimulam a população para refletir sobre o tema. "Essa é a saúde que você merece?" é a questão que permeia anúncios, banners digitais, spots de rádio e filmes para TV e internet. Segundo o presidente do CFM, Carlos Vital Tavares Correa Lima, os problemas que afetam a qualidade da assistência e comprometem o ético exercício da medicina passam por questões relacionadas ao financiamento, à gestão e ao controle, monitoramento e avaliação das políticas públicas. Para ele, a campanha evidencia o descontentamento de todos com este quadro e mostra a intenção de se lutar por melhorias nas esferas pública e privada.

 

Divulgação - As peças que compõem a campanha já estão sendo divulgados em alguns dos principais veículos de comunicação brasileiros. O período de veiculação começou nesta terça-feira, 7 de abril, estendendo-se pelas semanas seguintes em diferentes mídias. Materiais também serão encaminhados para os e-mails dos mais de 400 mil médicos inscritos nos Conselhos de Medicina. 

Uma página no Portal Médico também foi colocada no ar. Nela, são listados levantamentos, estudos e reportagens publicados nos últimos 12 meses que ajudam a dimensionar os problemas que têm prejudicado a qualidade da assistência. Todas essas informações alcançaram ampla repercussão junto à mídia e aos órgãos de controle e fiscalização, no momento de seu lançamento e algumas foram incorporadas a relatórios e outros trabalhos oficiais desenvolvidos pelo Tribunal de Contas da União (TCU), Defensoria Pública da União (DPU) e Câmara dos Deputados.

Todos funcionam como argumentos na luta pela defesa de uma assistência de maior qualidade e pela apresentação de respostas aos problemas por parte dos gestores. Entre os trabalhos, encontram-se os últimos levantamentos sobre o número de leitos em funcionamento no SUS, dados sobre a execução das ações do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na área da saúde e os principais problemas encontrados nos postos de saúde após cerca de mil vistorias realizadas pelos CRMs. Para conferir, estes textos e dados, acesse aqui 

 

 

 

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Dr. Murilo Capella lança “Tempos Modernos”    

07/04/1015



O médico Murillo Ronald Capella, secretário adjunto da Saúde de Santa Catarina, lança hoje o livro de crônicas “Tempos Modernos”. A obra traz textos bem humorados sobre o cotidiano e tem prefácio do jornalista Sérgio da Costa Ramos. O lançamento será na Assembleia Legislativa, às 19h.

Formado em medicina na Universidade Federal do Paraná, em 1961, livre docente e Doutor em Cirurgia Pediátrica, foi professor da UFSC por 30 anos, vice-prefeito de Florianópolis, secretário municipal de Saúde, superintendente da Fundação Hospitalar, diretor do Hospital Infantil Joana de Gusmão e presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Pediátrica. Foi ainda vice-presidente da Associação Médica Brasileira (AMB) para a Região Sul, conselheiro do CRM-SC e presidente da Academia de Medicina de Santa Catarina (ACAMESC). 

 

 

 

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CFM recomenda identificação de médico com foto    

1º/04/1015

O Conselho Federal de Medicina (CFM) encaminhou ao CRM-SC comunicado que afirma que, de acordo com a legislação, é permito aos CRMs divulgar no site da entidade a fotografia de seus médicos inscritos. A questão, levantada em reunião de Diretoria do CFM em 6 de outubro de 2010, foi amplamente discutida em outros três encontros e aprovada no dia 10 de março de 2015.

Conforme a Circular CFM Nº 210/2014, a publicação da fotografia (imagem) do médico inscrito nos Conselhos de Medicina, seja no seu site ou em jornal da categoria, não viola o art. 5º, X, da Constituição Federal.

A nota afirma que a publicação da fotografia de todos os inscritos nos Conselhos de Medicina no site do CFM ou dos Conselhos Regionais, ao lado das demais informações cadastrais, tais como o nome completo do médico, endereço profissional, número de inscrição, telefone profissional e especialidade seria uma importante ferramenta que a era digital colocaria à disposição de todos os interessados em obter informações corretas de uma fonte segura. 

O documento finaliza dizendo que para haver a publicação da fotografia do médico no site do CFM ou nos dos Conselhos Regionais de Medicina ou em seus periódicos, não é necessária a autorização do mesmo. Pois esta publicação reveste-se de interesse geral, estando afeta às atividades do CFM e Regionais, enquanto órgão da Administração Pública, a de informar o cidadão sobre a correta identificação dos médicos inscritos em seus quadros. 

 

 

 

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XVIII Jornada Catarinense de Saúde Ocupacional   

1º/04/1015

Gestão Integrada em Segurança e Saúde no Trabalho será o tema da XVIII Jornada Catarinense de Saúde Ocupacional da ACAMT, que ocorre em Blumenau entre 30 de abril e 2 de maio.

 

 

 

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Diretoria do CRM-SC é recebida pela Presidência do TJSC   

31/03/1015


Foto de Luisa Brognoli/Assessoria de Imprensa TJSC


Diretoria do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina foi recebida na sede do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), esta manhã (31/03), pelo Desembargador Presidente do TJSC, Nelson Juliano Schaefer Martins; pelo Desembargador Corregedor-Geral de Justiça, Luiz César Medeiros; pelo Juiz-Corregedor Alexandre Karazawa Takaschima; e pelo Juiz da Presidência, Vitoraldo Bridi.


Além de estreitar a relação entre as entidades, a reunião ocorreu para que a diretoria levasse algumas demandas do CRM-SC ao TJ. O Presidente do CRM-SC, Dr. Tanaro Pereira Bez  foi acompanhado do Vice-presidente, Dr. Antônio Silveira Sbissa; do Secretário Geral, Dr. Armando José d'Acampora; do Segundo Secretário, Dr. Odi José Oleiniscki; do Tesoureiro, Dr. João Pedro Carreirão Neto; do Segundo Tesoureiro, Dr. Diogo Nei Ribeiro; do Vice-Corregedor, Dr. Rodrigo Jorge da Luz Bertoncini; do Consultor Técnico da Presidência, Dr. Paulo Cesar de Oliveira; e dos assessores jurídicos Dr. Irineu Ramos Filho e Dr. Domingos Afonso Kriger Filho.

 

A interpretação da Lei Federal 12.830/2013 e da Lei Complementar Estadual SC 453/2009), referentes à solicitação de prontuários de pacientes por autoridade policial, foi o primeiro assunto abordado pelo Presidente do CRM-SC. "O médico apenas guarda o prontuário. O dono dele é o paciente", explicou Dr. Tanaro Pereira Bez, que acrescentou ainda o fato de o prontuário ser, na maioria das vezes, extenso demais, sendo que apenas uma pequena parte dele interessa à Justiça. “E o mais importante: há o compromisso do sigilo médico”, finalizou.


O Presidente do TJ, Nelson Juliano Schaefer Martins, consultou o Corregedor-Geral de Justiça, Luiz César Medeiros, acerca dos pleitos do CRM e a solução encontrada, para a maioria deles, pode ser operada por meio de expedientes da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ) já usados em casos semelhantes - como orientações e circulares, entre outros, indicando aos magistrados os caminhos mais seguros para decidir. O Presidente do TJ concordou que, se os juízes souberem da posição da CGJ, irão resguardar os direitos dos médicos e dos pacientes.

O Juiz-Corregedor Alexandre Takashima informou que, em algumas cidades, já há sistemática funcional que atende parte dos desejos do CRM-SC, e bastaria adotá-la nas demais. Os presentes manifestaram seu interesse em apoiar iniciativas que priorizem a vida e o bem-estar dos pacientes e a manutenção da estrutura laboral e pessoal dos médicos e das instituições ligadas à saúde de um modo geral.


O segundo assunto levado pelo CRM-SC foi a prisão cautelar de médicos por Juízes. Após ouvir do Dr. Tanaro como funcionam as sindicâncias e abertura de processos do Conselho, o Corregedor-Geral de Justiça, Luiz César Medeiros, afirmou que a questão é complexa. “Precisamos saber quais as regiões onde o fato acontece mais para, sem interferir na liberdade de julgar, podermos monitorar e bem orientar os Juízes”, declarou.  

 

O impedimento de abertura de Processo Profissional Ético por falta de prova da intimação recebida pelo Médico Perito Judicial nomeado SEM AR/MP e a referência à Portaria do Ex- Desembargador Corregedor Senhor Solon d’Eça Neves foram os últimos assuntos da pauta.


A reunião foi encerrada com o agradecimento do Presidente do CRM-SC, Dr. Tanaro Pereira Bez, e com o compromisso do Presidente do TJ, Nelson Juliano Schaefer Martins, de dar continuidade à conversa e à parceria. “Queremos criar um conselho técnico, formado pelo CRM e sem vínculo com o governo, para direcionar e gerir os recursos da saúde do Estado”, contou.


Nova reunião será agenda na sede do CRM-SC, quando TJ e Conselho voltarão a discutir as demandas da entidade. 

 

 

 

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Curso de cuidados paliativos leva conhecimento a médicos catarinenses   

29/03/1015

Foto de Angela Muniz


O curta-metragem “O Médico”, que traz a adaptação de uma crônica extraída do livro homônimo de Rubem Alves, onde o escritor interpreta poeticamente a pintura “O Doutor”, de Samuel Luke Fildes, deu início ao curso de Cuidados Paliativos do CRM-SC, na última sexta-feira, dia 20. Com a obra, a coordenadora do evento, Dra. Rachel Duarte Moritz, buscou mostrar a influência que possuem os profissionais da Medicina na vida das pessoas e o papel do médico no momento da terminalidade da vida.

 

Durante duas horas, a Médica Intensivista, Conselheira e Primeira Secretária do CRM-SC expos a aula Cuidados paliativos – Desafios Éticos. “Não temos como fugir da emoção de ver quem amamos morrer e o do saber que morremos. Só conseguiremos fazer cuidados paliativos se aceitarmos a finitude da vida”, ensinou Dra. Rachel. 

 

As diferenças entre Eutanásia, Distanásia e Ortotanásia e suas questões éticas e legais foram abordadas na primeira parte da aula, que discutiu aspectos da bioética, apresentou um panorama do número de óbitos no Brasil e onde eles acontecem e mostrou como prestar cuidados paliativos. A discussão sobre autonomia versus a obstinação foi outro ponto alto da exposição. A aula teve, ainda, apresentação e discussão de casos clínicos.

 

Na sequência, o Médico Intensivista, Dr. Eduardo Berbigier, falou sobre Habilidades Comunicativas no Contexto das Más Notícias. “Nos últimos anos, houve grande avanço nos tratamentos de saúde. Porém, este avanço não foi acompanhado de melhorias na atenção ao ser humano”, alertou.

 

Dr. Eduardo explicou porque a comunicação é tão importante: “Quando efetiva é terapêutica, serve de ajuda aos pacientes, familiares e também aos profissionais”. Além dos objetivos da comunicação, algumas consequências da má comunicação foram abordadas. O professor expos sobre habilidades comunicativas e deu dicas de como abordar os familiares de pacientes no final de vida. Comunicação empática, comunicação não verbal, sentimentos e ações perante o luto e o momento da conferência familiar foram apresentados por ele.

 

Um rico debate sobre experiências profissionais quanto ao fornecimento de más notícias, que contou com a participação de todos os professores, encerrou o primeiro dia do curso. 

 

A manhã de sábado começou com os temas avaliação prognóstica nos diferentes cenários; paciente ambulatorial com tratamento domiciliar, abordado pelo Médico Paliativista, Dr. Rafael Barone de Medeiros. Ele apresentou elementos importantes para uma correta avaliação do paciente em cuidados paliativos. Entre eles estão obter informações que ajudem a compreender quem é a pessoa doente; ter entendimento da cronologia da evolução de sua doença e os tratamentos já realizados; elaborar o prognóstico e expectativas para o tratamento proposto. Dr. Rafael mostrou ainda como elaborar prognóstico, a importância da avaliação funcional e como trabalhar com o paciente domiciliar. “O importante é garantirmos o cuidado certo na hora certa”, concluiu.

 

Na sequência, o Dr. Eduardo Berbigier abordou o tema Estabelecimento de Prognósticos em Pacientes Críticos. “Estabelecer prognóstico é uma das habilidades fundamentais da prática médica”, exaltou o Médico Intensivista. Entre os assuntos tratados por ele estavam instrumentos validados de prognóstico, Escala de Perfomance Paliativa (PPS), doença de base (trajetórias das doenças), relação entre evolução da doença e prognóstico, relação entre funcionalidade e prognóstico, trajetória de doenças, pacientes idosos em UTI, avaliação prognóstica, doença aguda em UTI e sugestão de processo de estabelecimento prognóstico.

 

A Médica Oncologista Dra. Maria Tereza Schoeller explanou sobre a importância da comunicação nos diferentes cenários e sobre o controle dos sintomas em medicina paliativa. Foram abordados os principais sintomas que afligem o paciente com doença terminal, como a dor e a dispneia, sendo apontadas as opções terapêuticas para o tratamento desses sintomas.

 

Em seguida, Dr. Rafael levou o tema tratamento nas últimas 48 horas de vida. A aula teve como objetivo identificar esta etapa da vida, controlar adequadamente os sintomas presentes nesta fase, redirecionar as condutas da equipe, oferecer conforto aos familiares, identificar os sintomas refratários e instituir sedação paliativa, aprender com o processo de morrer. “As incertezas são a absoluta verdade dos momentos que cercam a morte, por isso ter controle da situação reduz a possibilidade de variação, o medo e a ansiedade”, afirmou.

 

E, para encerrar o curso de Cuidados Paliativos, ocorreu uma discussão interativa de casos clínicos com a participação de todos os professores. O evento ocorreu nos dias 20 e 21 de março, no auditório da nova sede do CRM-SC, e teve a participação de 50 alunos. 

 

 

 

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Nota de falecimento   

26/03/1015

Faleceu ontem, aos 83 anos, o médico Newton Marques da Silva. Carioca de nascimento e formado, em 1957, pela Universidade Federal Fluminense, se tornou catarinense de coração em 1962, quando chegou ao Estado para morar São Francisco do Sul. Veio para Florianópolis em 1975, quando assumiu a Superintendência do Extinto INAMPS. Foi o idealizador e responsável pela abertura do Hospital Florianópolis. Também foi Cirurgião Geral do Hospital Governador Celso Ramos e do Imperial Hospital de Caridade, além de Professor do Departamento de Cirurgia da UFSC até sua aposentadoria.

Seu corpo será velado hoje, no Cemitério do Itacorubi, até às 16h. 

 

 

 

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Abertas as inscrições para o curso de Emergências Médicas   

25/03/1015



Com o objetivo de auxiliar na atualização e no aperfeiçoamento do médico, tornando-o capaz de tomar decisões imediatas, baseadas em princípios éticos, diante das principais entidades patológicas que acarretem em risco imediato de vida, o Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina realiza o curso de Emergências Médicas “Discussão Ética e Atualização Técnica de Atendimentos Emergenciais”. Sob a coordenação dos Conselheiros do CRM-SC, Dra. Rachel Duarte Moritz e Dr. Saint Clair V. de Oliveira, o evento ocorre nos dias 10 e 11 de abril, na Unisul Pedra Branca, em Palhoça.

O curso, com 40 vagas, tem como público-alvo os médicos que atuam em serviços de emergências ou pronto atendimento e abrange as áreas de medicina de urgência e ética e bioética. As inscrições devem ser feitas pelo e-mail eventos@cremesc.org.br.

A prioridade para inscrição é para médicos que prestem atendimento emergencial e em UTI e tem como pré-requisito estar inscrito no CRM-SC e estar em dia com suas obrigações anuitárias.


PROGRAMA 


Dia 10 de abril

Emergências Clínicas

Das 14h às 21h

Total = 7 horas 



Objetivo Específico


Mostrar ao aluno as especificidades, do ponto de vista técnico, ético e legal, do atendimento clínico emergencial, capacitando o aluno para o suporte básico e avançado de vida e para decisões no que concerne ao atendimento emergencial. Treinar o aluno para o reconhecimento da gravidade dos quadros clínicos baseados em sintomas, para o tratamento inicial desses quadros e para o transporte adequado dos pacientes agudamente enfermos.



Professores 

Profª Rachel Duarte Moritz

Especialista em Medicina Interna e Medicina Intensiva, Doutora em Engenharia de Produção e Professora associada da UFSC



Profº Fernando O. Machado

Especialista em Medicina Interna e Medicina Intensiva, Doutor em Medicina pela USP e Professor adjunto da UFSC 



Profº Jorge Dias de Matos

Especialista em Nefrologia e Medicina Intensiva, Mestre em Ciências Médicas e Professor adjunto da UFSC 

 

 

Dia 11 de abril

Emergências Cirúrgicas

Das 8h45min às 16h45min

Total = 8 horas 



Objetivo Específico 

Orientar, treinar e preparar os médicos que trabalham nas emergências em procedimentos cirúrgicos que envolvam acesso venoso, obstrução de vias aéreas, drenagem de tórax, pequenos ferimentos e a correta utilização de anestésicos locais, teoricamente e na prática.


Professores   

Profº Dr. Armando J. d´Acampora

MD, PhD, Professor da UNISUL e Cirurgião Geral do IHC


Profª Karin Elisa Schemes

MD, MSc, Anestesiologista do HU/UFSC e IHC


Profº Saint Clair V. de Oliveira

MD, Esp, Cirurgião Geral do HGCR e Professor da UNISUL



Equipe de apoio  

Profº Sandro Melim Sgrott, MV, MSc e Professor Unisul

Profº Geraldo José Bernardes, MV, MSc e Professor Unisul                                                                                           



SERVIÇO

Curso de Emergências Médicas

Discussão Ética e Atualização Técnica de Atendimentos Emergenciais 

Data: 10 e 11 de abril de 2015

Local: UNISUL Pedra Branca - Palhoça

Prioridade para inscrição: Prestar atendimento emergencial e em UTI

Pré-requisito: Estar inscrito no CRM-SC e em dia com suas obrigações anuitárias

Inscrição gratuita pelo e-mail: eventos@cremesc.org.br

 

 

 

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CFM promove o II Fórum do Médico Jovem   

24/03/1015



Com o objetivo de debater a realidade enfrentada pelos médicos brasileiros com até 10 anos de formação, o Conselho Federal de Medicina (CFM) promove, em Recife (PE), nos dias 8 e 9 de abril, a segunda edição do Fórum do Médico Jovem. Na programação estão previstas apresentações que abordam direitos e deveres do jovem médico, além de questões como aspectos éticos e bioéticos, gestão de informação em medicina, residência e carreira de Estado.


Para o presidente da Associação Nacional de Médicos Residentes (ANMR), Arthur Danila, além de encontrar um mercado de trabalho cada dia mais competitivo, o médico jovem enfrenta as más condições de trabalho no serviço público e contratos precários, tanto na saúde suplementar, quanto no setor público. “O recém-formado está assumindo postos precários, sem infraestrutura adequada e sem uma equipe multidisciplinar de apoio, o que o coloca em risco de maior vulnerabilidade ética em sua prática profissional”.


Integração - De acordo com o conselheiro José Hiran da Silva Gallo, diretor-tesoureiro do CFM e coordenador da Comissão de Integração do Médico Jovem, estes encontros são importantes para aproximar ainda mais os conselhos de medicina da população de jovens médicos. "É importante ouvir as preocupações e apresentar com clareza nossas propostas. Juntos, poderemos fortalecer a luta em defesa dos interesses da categoria e pela melhoria do SUS. Os médicos – jovens e experientes – precisam contar com o reconhecimento e a valorização de seu trabalho, assim como com condições adequadas para exercer de forma digna seu trabalho", pontuou.


O II Fórum do Médico Jovem contará ainda com a participação de conselheiros de medicina, lideranças de outras entidades médicas, especialistas, professores, profissionais e estudantes. As inscrições são gratuitas e podem ser realizada no site de evento do CFM. 


Regionais - O I Fórum do Médico Jovem aconteceu em novembro de 2014, em Porto Velho (RO), onde dezenas de participantes, a grande maioria de estados do Norte, acompanharam as atividades que tiveram como foco as dificuldades do recém-formado, como o acirramento do mercado profissional e o dia-a-dia de suas atividades. (leia mais)


Outros três encontros estão confirmados pela Comissão de Integração do Médico Jovem. A edição da Região Sul será em Florianópolis, em novembro. Já as edições do Sudeste e Centro-Oeste deverão ter seus locais confirmados brevemente.




II FÓRUM DO MÉDICO JOVEM DO CFM

DATA: 08 e 09 de abril de 2015

LOCAL: Mar Hotel Recife

Rua Barão de Souza Leão, 451, Boa Viagem, Recife-PE.

Inscrições abertas em http://goo.gl/uCeEXo


Hospedagem no Mar Hotel Recife

single:R$ 250,00

duplo: R$ 280,00


As reservas devem ser feitas diretamente no Hotel.

Endereço: Rua Barão de Souza Leão, 451, Boa Viagem, Recife-PE

tel: (81) 3302-4446



PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR



Dia 08 de abril de 2015 – Quarta-feira


15h – Credenciamento

15h30min - Prontuário Médico: Aspectos Legal e Ético 

16h - Declaração de Óbito

16h30min - Gestão da Informação em Medicina

17h - Honorários Médicos

17h30min - Debates

20h - Solenidade de Abertura

21h - O Impacto das Resoluções CFM nº 2.077/14 e 2.079/14 nas Unidades de Urgência e Emergência

22h - Debates



Dia 09 de abril de 2015 – Quinta-feira


Mesa Redonda: Residência Médica

08h30min -  Demandas Atuais dos Médicos Residentes

08h50min - A Visão da Preceptoria Médica sob o Olhar do Médico Residente

09h10min - Residência Médica: Ensino ou Assistência?

09h30min - Fiscalização do Programa de Residência Médica

09h50min - Debates

12h - Intervalo

14h - Mesa Redonda: Educação Médica – Ensino da Ética e Bioética

15h - Debates

16h - Intervalo

16h30min - Carreira de Estado para o Médico

17h - Mesa Redonda: Médico Jovem

Comissão do Médico Jovem - Regional

Comissão do Médico Jovem - Federal

18h - Encerramento

 

 

 

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Entidades médicas se reúnem com
deputados na sede do CRM-SC   

19/03/1015


Foto de Angela Muniz


O CRM-SC sediou, na noite de ontem (18/03), a reunião entre o Conselho Superior das Entidades Médicas de Santa Catarina (COSEMESC) e quatro deputados estaduais médicos. O encontro ocorreu para que as entidades pudessem apresentar aos parlamentares as demandas da categoria e colocarem-se à disposição para possíveis contribuições. “Este é o início de uma parceria, da construção de uma estratégia para que médicos e sociedade tenham condições de trabalho e saúde garantidas”, declarou o coordenador do COSEMESC e presidente da ACM, Dr. Rafael Klee de Vasconcellos. 

Dr. Vicente Augusto Caropreso, Dr. Serafim Venzon, Dr. Dalmo Claro de Oliveira e Dr. Carlos Fernando Coruja Agustini foram recebidos pelos presidentes Dr. Tanaro Pereira Bez, do CRM-SC; Rafael Klee de Vasconcellos, da ACM; Cyro Veiga Soncini, do SIMESC; e Rodrigo d´Éça Neves, da ACAMESC. Em pauta, dificuldades financeiras, como o não pagamento, por parte do governo estadual, dos valores compromissados dentro do Plano SC Saúde; o Piso Fenam; e questões pontuais como a Lei 12.830, que autoriza os delegados de polícia a requisitar documentos na instrução de investigações; violência obstétrica; registros das unidades de saúde junto ao CRM; e aposentadoria dos médicos. “Apelo aos parlamentares que nos auxiliem para que possamos garantir à sociedade uma medicina de qualidade e feita por bons médicos”, disse o Presidente do CRM-SC, Dr. Tanaro Pereira Bez. “Os deputados devem ser a voz do COSEMESC na Assembleia”, afirmou o Presidente do SIMESC, Dr. Cyro Veiga Soncini.


Os deputados se mostraram dispostos a ouvir as demandas e, com as entidades, buscarem soluções. “O maior descontentamento da população é com a saúde. Não com o médico, mas com a falta de condições de se oferecer atendimento adequado”, declarou Dr. Serafim Venzon, ao garantir a necessidade desta parceria. Dr. Carlos Fernando Coruja apontou que há projetos transitando na Assembleia que envolvem questões da saúde e que necessitam do apoio dos médicos: “Acredito que seja possível fazermos um bom trabalho juntos”. Dr. Vicente Augusto Caropreso concordou e acrescentou: “estar na Casa do Povo nos oferece a possibilidade de proporcionar melhorias em benefício da população, e, para isso, contamos com a ajuda das entidades médicas”. “Devemos buscar garantir assistência à saúde da população e isso passa por condições de trabalho e valorização do médico”, defendeu Dr. Dalmo Claro de Oliveira.


Também compareceram à reunião o Vice-presidente do CRM-SC, Dr. Antonio Silveira Sbissa; a Primeira Secretária do CRM-SC, Dra. Rachel Duarte Moritz; o Corregedor do CRM-SC e Conselheiro do CFM, Dr. Anastácio Kotzias Neto; o Vice-presidente da ACM, Dr. Eduardo Nobuyuki Usuy Jr; o Diretor de Defesa Profissional da ACM, Dr. André Mendes Arent; o Diretor de Comunicação da ACM, Dr. Ronaldo Della Giustina; o Segundo Secretário do SIMESC, Dr. Fabrizio Prazeres Liberato; a Diretora de Apoio ao Graduando do SIMESC, Dra. Eliane Silveira Soncini; Diretor de Relações Intersindicais do SIMESC, Dr. Daniel Medeiros Moreira; o Diretor de Apoio ao Pós-graduando do SIMESC; Dr. Dimitri Cardoso Dimatos; o Presidente da Unimed Grande Florianópolis, Dr. Genoir Simoni; o Presidente da Unicred Central, Dr. Jorge Abi Saab Neto; e o Diretor Administrativo da Unicred Florianópolis, Dr. Júlio César Gonçalves.


O deputado Dr. Antônio Aguiar não compareceu ao encontro por estar em viagem.

 

 

 

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Governo entrega apenas uma em cada
quatro obras prometidas para a Saúde   

17/03/1015

Apenas 25,7% das ações previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) para a área da saúde foram concluídas desde 2011, ano de lançamento da segunda edição do programa. Segundo dados do Governo Federal, das 21.537 ações sob a responsabilidade do Ministério da Saúde ou da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), 5.538 foram finalizadas até outubro de 2014. As informações constam da nova análise do Conselho Federal de Medicina (CFM), que, a partir dos relatórios do 11º balanço do programa, divulgados em janeiro, constatou o baixo desempenho do PAC – reflexo do subfinanciamento crônico da saúde e da má gestão administrativa no setor.


Este é o terceiro monitoramento do CFM sobre as obras do Programa e, mais uma vez, os números do próprio governo mostram porque a saúde é vista como uma das principais preocupações dos brasileiros. “Os problemas começam com a definição de prioridades e se estendem para a transposição de metas e para o orçamento e sua execução. Trata-se de um perverso ciclo, reforçado pela carência de recursos e pela descontinuidade das ações administrativas nos estados e municípios, além da leniência e da corrupção”, criticou o presidente da autarquia, Carlos Vital. 


No monitoramento do PAC 2, embora o critério de valores investidos seja indicado pelo Governo como o “mais adequado”, os resultados na área da saúde também são críticos. Ao todo, o governo estimava investir R$ 7,3 bilhões no PAC Saúde entre 2011 e 2014. Até outubro, no entanto, os empreendimentos concluídos representaram só 20% (R$ 1,5 bilhão) do valor. Sem as ações de saneamento, o cálculo estimado passa a ser de R$ 4,8 bilhões, com percentual de 11% (R$ 524 milhões) investidos.


“São valores lamentáveis para um país que é considerado a 7ª maior potência econômica mundial. Se pensarmos ainda que, a cada R$ 1 investido em saneamento são economizados R$ 4 na área de saúde, estamos, então, diante de um problema muito maior: além de destinar pouco para saúde, o Brasil gasta mal”, resumiu o presidente do CFM.


As informações englobam investimentos previstos pela União, empresas estatais, iniciativa privada e contrapartida de estados e municípios em projetos de construção e de reforma de Unidades Básicas de Saúde (UBS), Unidades de Pronto-Atendimento (UPA) e ações de saneamento. Embora as UBS e UPA sejam as bases das ações previstas pelo PAC 2 para a saúde, estes são os projetos que apresentam pior desempenho de conclusão.


Para a construção de novas UBS, estão previstos no Programa cerca de R$ 3,8 bilhões no período, dos quais 12% (R$ 445,6 milhões) correspondem às obras já entregues. Em UPA, os investimentos em unidades concluídas somam R$ 78,5 milhões – 8% do investimento previsto (R$ 1 bilhão). Já as ações em saneamento totalizam R$ 948,8 milhões, montante que representa 38% dos R$ 2,5 bilhões estimados.

*Ações da Fundação Nacional de Saúde/Funasa (saneamento, recursos hídricos e água em áreas urbanas)
Fonte: Ministério do Planejamento - Elaboração: Conselho Federal de Medicina

 

Canteiro de obras – Nesses três anos e dez meses, 15% das ações programadas permanecem nos estágios classificados como “ação preparatória” (estudo e licenciamento), "em contratação" ou “em licitação”. Enquanto isso, 12.767 ações constam “em obras” ou “em execução”, quantidade que representa cerca de 60% do total. Na maioria dos estados, as promessas de construções, ampliações e reformas de UPA e UBS são as que mais aparecem no estágio “em execução” ou “em obras”. 

 

Neste período, foram aprovadas 14.425 obras em UBS, das quais cerca de 9.000 estão em andamento. Mais de 2.100, no entanto, ainda permanecem no papel e pouco mais de 3.300 foram concluídas. No caso de UPA (483 contratadas), os resultados são ainda piores: 161 aparecem em ação preparatória ou em licitação, outras 283 em execução e somente 8%, ou seja, 39 unidades foram entregues. 

 

“É frequente a União tentar se isentar desse baixo desempenho com a justificativa de que cabe aos Estados e principalmente aos municípios executar essas obras. Não podemos esquecer, porém, que é dever do Governo Federal capacitar os gestores para viabilizar os projetos que ele incentiva, oferece e aprova”, lamentou o presidente do CFM. 

 

Também constam no Programa iniciativas de saneamento voltadas à qualidade da saúde em áreas indígenas, rurais e melhorias sanitárias nas cidades. Dentre as 6.629 ações desta natureza, 33% foram entregues até outubro de 2014. Confira o estágio das obras por tipo de empreendimento:
 

*Ações da Fundação Nacional de Saúde/Funasa (saneamento, recursos hídricos e água em áreas urbanas)
Fonte: Ministério do Planejamento - Elaboração: Conselho Federal de Medicina

 

Sudeste conduz baixo desempenho – Entre as regiões do país, a que apresentou pior resultado percentual de execução foi o Sudeste, onde foram concluídas somente 811 (22,1%) das 3.662 obras previstas. Nessa região, apenas 19% das 2.662 unidades básicas previstas foram efetivamente entregues até outubro. Em relação às UPAs, 16 das 169 programadas foram efetivamente concluídas. 

Carlos Vital lembra ainda que a própria Lei nº 12.871/13, que instituiu o programa Mais Médicos, estabeleceu que o Sistema Único de saúde (SUS) tem prazo de cinco anos – ou seja, até outubro de 2018 – para dotar as unidades básicas de saúde com qualidade de equipamentos e infraestrutura. “O discurso governamental é sempre o mesmo e diverge muito da realidade. Como um médico vai prestar assistência à população sem dispor de condições mínimas para exercer seu trabalho com dignidade e qualidade?”, indagou. 

Nas regiões Sul e Nordeste, o percentual de conclusão é de 25%. Já os estados do Norte tiveram um resultado relativamente melhor, mas igualmente mínimo. Somente 815 (31,2%) das 2.561 ações foram concluídas. No Centro-Oeste, o percentual de conclusão foi de 27,7%. Confira abaixo o desempenho do “PAC Saúde” em cada uma das regiões:

 

 

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Ética médica em pauta   

16/03/1015

Durante dois dias, o auditório do CRM-SC recebeu renomados profissionais da Medicina e da Justiça para abordar e discutir questões presentes no dia a dia dos médicos catarinenses 



Foto de Osvaldir Silva, Estúdio Foto Líder

O papel do médico foi o tema central do VIII Fórum de Ética Médica, que ocorreu no último final de semana, na sede do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina, em Florianópolis. “Esta casa está aberta a todos os médicos do Estado”, afirmou o Presidente do CRM-SC, Dr. Tanaro Pereira Bez, ao dar início aos trabalhos. Durante toda a sexta-feira e a manhã de sábado, 150 médicos participaram de painéis e palestras que contaram com nomes renomados da medicina e da justiça.


O primeiro painel do Fórum deste ano teve como tema “O papel do médico e dos Conselhos de Medicina na atual conjuntura social e política”. Na mesa, estavam os Conselheiros do CRM-SC Dr. José Francisco Bernardes, Dr. Tanaro Pereira Bez, Dr. Nelson Grisard e Dr. Anastácio Kotzias Neto. Durante uma hora, os presentes tiveram acesso a informações atuais sobre o assunto e puderam refletir sobre os desafios do exercício da Medicina no Brasil e as perspectivas do que está por vir.

O Programa Mais Médicos e o Plano de Carreira Médica foram destaque nas discussões. “Quando da aprovação da Lei do Ato Médico, abriu-se uma esperança da aprovação da carreira médica, mas o debate não evoluiu”, contou Dr. Tanaro Bez. O Conselheiro Federal, Dr. Anastácio Kotzias Neto, lembrou que o CFM está aberto ao diálogo com o governo.


Na sequência, o debate foi sobre “Violência obstétrica”, tema que tem sido amplamente discutido pela sociedade e que, no Fórum, foi abordado pelos especialistas Dr. Dorival Vitorello, Dr. Jorge Abi Saab Neto, Dr. Ricardo Maia Samways e Dr. Alberto Trapani Jr.

Respeito à gestante e à sua autonomia, mortalidade materna e neonatal, parto domiciliar, cesariana programada, o papel da doula e a importância do trabalho em equipe durante o parto foram os assuntos debatidos por médicos e plateia.


A última mesa da manhã de sexta-feira foi sobre “Atestados médicos – poder, limites e problemas”. O documento que causa polêmica entre médicos, pacientes, patrões, empregados, Justiça, Previdência, e são uma das fontes mais frequentes de processos nos CRMs teve seus aspectos discutidos pelos Conselheiros do CRM-SC Dr. Zulmar Vieira Coutinho, Dr. Paulo Cesar de Oliveira e Dr. José Eduardo Coutinho Góes. “É um documento fácil de ser elaborado, mas requer atenção pela sua importância”, alertou Dr. Zulmar Vieira Coutinho, coordenador do Setor de Fiscalização do CRM-SC.

 

“Exageros na requisição de exames complementares – verdade ou mito?” foi o tema da primeira mesa da tarde. Os Conselheiros do CRM-SC Dr. Paulo de Tarso Freitas, Dr. Ylmar Correa Neto e Dr. Saintclair Vieira de Oliveira foram os debatedores do painel que levantou questões como hábitos culturais e interesses econômicos.


Uma das mesas mais esperadas foi a sobre “Os problemas mais frequentes no CRM-SC – Estatística de sindicâncias e processos”. O Conselheiro Dr. Daniel Knabben Ortellado apresentou um levantamento que mostrou o perfil do médico infrator e o provável caminho para mudar este quadro. “A orientação deve começar na universidade, passa por melhores condições de trabalho, pela valorização do compromisso médico e pelo trabalho em equipe”, garantiu o palestrante. Os debatedores foram os Conselheiros do CRM-SC Dr. Marcelo Neves Linhares, Dr. Marcelino Osmar Vieira e Dr. Wilmar de Athayde Gerent.

 

Tema frequente nas discussões de ética médica, “Procedimentos estéticos controversos” trouxe à tona questionamentos sobre práticas que não têm ampla aceitação na comunidade médica e seus riscos. Os debatedores do painel foram o Dr. Vicente Pacheco de Oliveira, Dr. Luiz Dario Sponholz, Dr. Arthur Koerich D’Ávila e Dr. Mario Cesar Pereira da Silva.

 

O último painel do dia foi sobre “Autorregulação da profissão médica”.  O Conselheiro Dr. Ylmar Correa Neto apresentou um histórico da profissão e, junto com os debatedores Dr. Nelson Grisard, Dr. Tanaro Pereira Bez, Dr. Anastácio Kotzias Neto e Dr. Vicente Pacheco Oliveira, apontou a importância dos Conselhos de Medicina. Também foram levantadas formas de defender a existência e o fortalecimento dos CRMs, além das perspectivas para a regulação profissional.


A manhã de sábado começou com a palestra do “Cinema em Medicina: uma proposta de humanização na Formação Médica”, ministrada pelo espanhol Dr. Pablo González Blasco, que foi apresentado pelo ex-presidente do CFM, Dr. Roberto Luiz D´Ávila. Durante uma hora, a plateia pode assistir a uma aula de medicina que convidou os presentes à uma medicina mais humana, com foco na atenção ao paciente. “Sentar-se à frente do paciente com interesse na sua história é o melhor exame que podemos fazer”, o Doutor em Medicina, Membro Fundador e Diretor Científico da Sociedade Brasileira de Medicina de Família, e Membro Internacional da Society of Teachers of Family Medicine (STFM).


O Painel de Bioética do Fórum deste ano teve como tema Autonomia x Medicalização. Sob a coordenação da Conselheira e Primeira Secretária do CRM-SC, Dra. Rachel Duarte Moritz, a mesa levantou questões como lidar com o poder de decisão do paciente e de sua família. “Alguns pacientes têm problemas psiquiátricos que os impedem de tomar decisões. Além disso, nem toda família tem condições de fazer as melhores escolhas”, alertou o Conselheiro Dr. Fabio Firmino Lopes, que fez parte da mesa ao lado dos Conselheiros Dr. Ylmar Correa Neto e Dr. José Eduardo Coutinho Góes. 

 

O último debate do VIII Fórum de Ética Médica foi sobre “Requisição de prontuário por delegados de polícia, juízes e promotores”, mediado pelo Conselheiro Dr. Rodrigo Bertoncini e teve a participação da Promotora de Justiça Havah de Araújo Mainhardt, do Juiz Corregedor Alexandre Takashima e do Advogado do CRM-SC Domingos Afonso Kriger.

Em questão a Lei 12.830, de junho de 2013, que autoriza os delegados de polícia a requisitar documentos na instrução de investigações. O poder tem gerado discussões porque pode entrar em conflito com o dever do sigilo médico-paciente. “Precisamos estreitar a relação entre a Justiça e a Medicina”, declarou o Juiz Corregedor Alexandre Takashima ao defender que é preciso questionar o motivo da requisição do prontuário. A Promotora Havah de Araújo Mainhardt concordou e afirmou “Quando estiver em dúvida, o médico deve ligar à autoridade e conversar”.

 
 
Confira as fotos do evento em http://goo.gl/LVXYb8

 

 

 

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Abertas as inscrições para o curso de Cuidados Paliativos do CRM-SC      

11/03/1015

O Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina realiza, nos dias 20 e 21 de março, o Curso de Cuidados Paliativos. O evento, que ocorre na sede do CRM-SC, é coordenado pela Conselheira e Primeira Secretária do CRM-SC e tem como temas principais “Aspectos Éticos da Ortotanásia X Eutanásia X Distanásia; e Controle dos Sintomas no Final da Vida”.

As inscrições devem ser feitas pelo e-mail eventos@cremesc.org.br. Mas, atenção, as vagas são limitadas a 60 participantes.


PROGRAMAÇÃO

20/03/2015

15h30min – Abertura

16h - Aula expositiva – Cuidados paliativos – Desafios Éticos; apresentação e discussão de casos clínicos, com a Conselheira e Primeira Secretária do CRM-SC Dra. Rachel Moritz

18h – Comunicação de más notícias, com Dr. Eduardo Berbigier

19h – Debate sobre experiências profissionais quanto ao fornecimento de más notícias, com todos os professores 


21/03/2014

8h - Avaliação prognóstica nos diferentes cenários; Paciente ambulatorial com tratamento domiciliar, com Dr. Rafael Barone de Medeiros; Paciente internado, com Dra. Tereza Schoeller; Paciente de UTI; com Dr. Eduardo Berbigier

9h - Controle dos Sintomas, com Dra. Tereza Schoeller

11h - Intervalo

11h30min –Tratamento nas últimas 48 horas de vida, com Dr. Rafael Barone

12h30min - Discussão interativa de casos clínicos, com todos os professores


OS PROFESSORES

Dra. Rachel Duarte Moritz – Médica Intensivista, Conselheira e Primeira Secretária do CRM-SC  

Dra. Tereza Schoeller – Médica Oncologista  

Dr. Rafael Barone – Médico Paliativista

Dr. Eduardo Berbigier – Médico Intensivista 


SERVIÇO

Curso de Cuidados Paliativos

Data: 20 e 21 de março de 2015

Local: Sede do CRM-SC

Rodovia SC-401, Km 04, em frente à ACM – Saco Grande - Florianópolis

Inscrições pelo e-mail: eventos@cremesc.org.br 

Informações: (48) 3952-5000


Vagas limitadas 

 

 

 

 

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Inscrições para o VIII Fórum de Ética
podem ser feitas até o dia 11 de março   

05/03/1015



As inscrições para o VIII Fórum de Ética Médica, que ocorre nos dias 13 e 14 de março, vão até o dia 11.


O papel do médico e dos Conselhos de Medicina na atual conjuntura social e política será o primeiro assunto a ser abordado no evento. Violência obstétrica, atestados médicos, exagero na requisição de exames complementares, os problemas mais frequentes no CRM-SC, procedimentos estéticos controversos e autorregulação da profissão médica são alguns dos temas que serão discutidos na sexta-feira.


Para a manhã de sábado, a programação prevê a palestra Medicina e Cinema, o painel de bioética com o tema Autonomia x Medicação e, para encerrar, os médicos presentes vão saber mais sobre Medicina e Justiça, requisição de prontuários por delegados de polícia, juízes e promotores.


Confira a programação e inscreva-se!

Mas atenção, as inscrições só poderão ser feitas até o dia 11/03, pois as vagas são limitadas.



PROGRAMAÇÃO


Sexta-feira 

13 de março de 2015


8h30min - Abertura

 

9h - O papel do médico e dos Conselhos de Medicina na atual conjuntura social e política

Novos desafios têm se apresentado ao exercício da Medicina no Brasil. Quais são eles? Como devem ser enfrentados? Qual o papel de cada médico? Perspectivas para a residência médica? Lei da regulamentação da Medicina? Lei da carreira de Estado para médicos? Médicos estrangeiros? Medicina no Mercosul? Qual o papel dos Conselhos Regionais e do Federal? Quais as perspectivas para o exercício da Medicina no Brasil? Estes e outros temas serão abordados pelos participantes.

Debatedores: José Francisco Bernardes, Tanaro Pereira Bez, Nelson Grisard, Anastácio Kotzias Neto 


10h - Violência obstétrica

Um termo que recentemente tem ocupado o noticiário, surgido na legislação e provoca polêmicas entre médicos, pacientes, enfermagem, judiciário e administração de instituições hospitalares. O que é violência obstétrica e quais suas repercussões?

Debatedores: Dorival Vitorello, Jorge Abi Saab Neto, Ricardo Maia Samways, Alberto Trapani Jr.


11h - Atestados médicos – poder, limites e problemas 

Motivo de desentendimentos entre médicos, pacientes, patrões, empregados, Justiça, Previdência, os atestados são também uma das fontes mais frequentes de processos nos Conselhos de Medicina. Como melhorar esta situação?

Debatedores: Zulmar Vieira Coutinho, Newton José Martins Mota, José Eduardo Coutinho Góes 


12h - Intervalo


13h30min - Exageros na requisição de exames complementares – verdade ou mito?

Os médicos estão solicitando exames demais? Existe pressão por parte dos pacientes para que isto ocorra? Existe pressão por parte dos compradores de serviços para evitar?

Debatedores: Paulo de Tarso Freitas, Ylmar Correa Neto, Saintclair Vieira de Oliveira


14h30min - Os problemas mais frequentes no CRM-SC – Estatística de sindicâncias e processos

Quais as causas mais frequentes de sindicâncias e processos? Mau atendimento? Desentendimentos entre médicos? Problemas com perícia? Problemas com atestados? Erro médico?

Debatedores: Marcelo Neves Linhares, Marcelino Osmar Vieira, Wilmar de Athayde Gerent


15h30min - Procedimentos estéticos controversos 

É comum ouvir-se falar de diversos procedimentos estéticos que não têm ampla aceitação na comunidade médica. Que procedimentos são esses? Quais seus riscos? Quais têm ou poderão ter lugar na prática médica?

Debatedores: Vicente Pacheco de Oliveira, Luiz Dario Sponholz


16h30min - Sessão livre de perguntas e respostas

Os conselheiros respondem às perguntas dos presentes sobre assuntos atinentes à Ética Médica e Deontologia.


17h30min - Sessão plenária temática

Autorregulação da profissão médica

Como se deu a criação dos Conselhos de Medicina? Qual a importância e a necessidade deles para o exercício profissional? Por que defender sua existência e seu fortalecimento? Quais as perspectivas para a regulação profissional na Medicina?

Coordenação: Nelson Grisard, Ylmar Correa Neto




Sábado 

Dia 14 de março de 2014


8h30min - Abertura

 

9h - Medicina e Cinema

Palestra

Pablo González Blasco, SP

Médico (FMUSP, 1981) e Doutor em Medicina (FMUSP, 2002), Membro Fundador (São Paulo, 1992) e Diretor Científico da Sociedade Brasileira de Medicina de Família, e Membro Internacional da Society of Teachers of Family Medicine (STFM).

É autor de uma centena de publicações e de livros como “O Médico de Família, hoje”, “Medicina de Família & Cinema”, “Educação da Afetividade através do Cinema”, “Humanizando a Medicina: Uma Metodologia com o Cinema” e “Lições de Liderança no Cinema”. É, ainda, co-autor dos livros “Princípios de Medicina de Família” e Cinemeducation: a Comprehensive Guide to using film in medical education.


10h - Painel de Bioética

Autonomia x Medicalização

Estamos abusando de medicamentos ou de diagnósticos? Da infância à velhice, cada vez mais nossa vida é medicalizada. Como lidar com a autonomia do paciente frente à medicalização crescente?

Debatedores: Rachel Duarte Moritz, Ylmar Correa Neto, Fabio Firmino Lopes, José Eduardo Coutinho Góes


11h - Medicina e Justiça 

Requisição de prontuário por delegados de polícia, juízes e promotores

A Lei 12.830, de junho de 2013, autoriza os delegados de polícia a requisitar documentos na instrução de investigações. O prontuário médico tem sido alvo destas requisições, muitas vezes sob ameaça. O que fazer, se mesmo os juízes são orientados a designar peritos?

Debatedores: Rodrigo Bertoncini, Newton José Martins Mota, Domingos Afonso Kriger


12h - Encerramento




SERVIÇO


VIII Fórum de Ética do CRM-SC


Dias 13 e 14 de março de 2015

Local: Auditório do CRM-SC

Rodovia SC-401, Km 04, em frente à ACM – Saco Grande – Florianópolis 

Inscrições somente até o dia 11/03 pelo e-mail eventos@cremesc.org.br

Informações: (48) 3952-5000


Vagas limitadas

 

 

 

 

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Curso de Cuidados Paliativos   

04/03/1015

O Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina realiza, nos dias 20 e 21 de março, o Curso de Cuidados Paliativos. O evento, que ocorre na sede do CRM-SC, tem como temas principais “Aspectos Éticos da Ortotanásia X Eutanásia X Distanásia; e Controle dos Sintomas no Final da Vida”.

As inscrições devem ser feitas pelo e-mail eventos@cremesc.org.br. Mas, atenção, as vagas são limitadas a 60 participantes.


SERVIÇO

Curso de Cuidados Paliativos

Data: 20 e 21 de março de 2015

Local: Sede do CRM-SC

Rodovia SC-401, Km 04, em frente à ACM – Saco Grande - Florianópolis

Inscrições pelo e-mail: eventos@cremesc.org.br 

Informações: (48) 3952-5000

 

 

 

 

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Fiscalização em cerca de mil unidades comprova sucateamento da Atenção Básica   

03/03/2015

Em 952 unidades básicas de saúde fiscalizadas em 2014 pelo Sistema Nacional de Fiscalização do Conselho Federal de Medicina (CFM), 331 tinham mais de 50 itens em desconformidade com o estabelecido pelas normas sanitárias, sendo que 100 apresentavam mais de 80 itens fora dos padrões. Em 4% das unidades fiscalizadas, não havia sequer consultório médico. “Sabíamos que a situação era precária, mas agora, com a informatização da fiscalização, comprovamos em números o quanto a assistência básica está abandonada”, afirma o presidente do CFM, Carlos Vital. No Pará, médicos atendiam debaixo de uma árvore. O CFM também constatou que 15% dos consultórios não garantiam a confidencialidade da consulta e 22% das unidades não possuíam sala de espera. 

 

As fiscalizações foram realizadas em ambulatórios (164), Unidades Básicas de Saúde (UBS) (118), centros de saúde (88) e postos dos Programas de Saúde e de Estratégia da Família do Sistema Único de Saúde (SUS). Foram avaliadas a estrutura física das unidades, os itens básicos necessários ao funcionamento de um consultório e as condições higiênicas. Em todos os aspectos, a situação encontrada é preocupante.

 

Estrutura física – Em relação ao ambiente físico, foi constatado que 353 (37%) unidades não tinham sanitário adaptado para deficiente; 239 (25%) não tinham sala de expurgo ou esterilização; 214 (22%) não possuíam sala de espera com bancos ou cadeiras apropriadas para os pacientes; e em 170 (18%) faltavam sala ou armário para depósito de material de limpeza. 

 

Em 36 (4%) consultórios ginecológicos faltavam sanitários e em 20 (2%) não era garantida a privacidade do ato médico. “Não dá nem para imaginar uma mulher sendo submetida a um exame ginecológico sem que sua privacidade seja resguardada”, critica Eurípedes Souza, membro da Comissão para a Reformulação do Manual de Fiscalização do CFM. Também foram encontradas 161 unidades (17%) com instalações elétricas e hidráulicas inadequadas, sem sala de atendimento de enfermagem (6%) e sem sanitários para pacientes (3%). 

 

Itens básicos - Dos consultórios fiscalizados, 521 (51%) não tinham negatoscópio; 430 (42%) estavam sem oftalmoscópio; 408 (40%) não tinham otoscópio, em 272 (27%) faltavam tensiômetros e 235 (23%) estavam sem estetoscópio. Até termômetro estava em falta em 106 (10%) desses consultórios. 

 

Quanto aos itens básicos de higiene, 23% dos consultórios fiscalizados não tinham toalhas de papel; 21% estavam sem sabonete líquido e em 6% o médico não podia lavar as mãos após as consultas por falta de pia. “Esses são itens básicos, que, segundo a Anvisa, não deveriam faltar em nenhum consultório”, afirma Emmanuel Fortes – coordenador do Departamento de Fiscalização e 3º vice-presidente do CFM. 

 

 

 

Unidades não têm agulhas e seringas

 

Mesmo sendo locais para a realização de consultas e procedimentos básicos, algumas das unidades de saúde visitadas deveriam ser equipadas para dar um suporte inicial a pacientes em situações graves. No entanto, 29% dos 305 estabelecimentos visitados que deveriam oferecer um tratamento emergencial não tinham seringas, agulhas e equipos para aplicações endovenosas.

 

Em 226 (74%) dessas unidades também faltavam desfibriladores para atender pacientes com paradas cardíacas, que também não teriam remédios para tomar, visto que em 150 (49%) também faltavam medicamentos para atendimento de parada cardiorespiratória. Já 181 (59 %) dos estabelecimentos fiscalizados não tinham ressuscitadores manuais do tipo balão auto-inflável.

 

Faltavam oxímetros (em 75%), aspiradores de secreções ( 71%), cânulas naso ou orofaríngeas (70%), cânulas/tubos endotraqueais (69%), laringoscópio com lâminas adequadas (66%), sondas para aspiração (64%) e máscara laríngea (53%). Para o conselheiro federal por Goiás, Salomão Rodrigues, a falta de condições de trabalho faz com que haja uma quebra entre o humanismo e a técnica no fazer médico. “A falta de condições provoca um dilema ético no médico, que passa a exercer sua profissão de forma muito restrita, já que não pode prescrever os medicamentos e tratamentos necessários para tratar uma enfermidade. Nessas situações, os médicos atuam mais como pajés, lançam mão do lado humano da medicina, já que não dispõem das condições técnicas”, afirma.

 

Curativos - Mesmo que os desfibriladores sejam exigidos apenas em alguns estabelecimentos, toda unidade básica de saúde deve possuir uma sala de procedimentos e curativos com condições para dar um atendimento mínimo a pacientes com pequenos ferimentos, ou em pós-operatório. No entanto, em 11% das 952 unidades fiscalizadas faltavam material para curativos e retirada de pontos, e 5% não obedeciam às normas de esterilização sanitárias, nem tinham material para assepsia. 

 

Numa época em que a febre amarela e o sarampo voltam a aparecer, 8% das unidades de saúde estavam sem vacinas e em 5% o acondicionamento era feito de forma inadequada, em refrigeradores sem termômetros externos. Remédios estavam em falta em 61 (6%) das unidades fiscalizadas e em 37 (4%) delas estavam sendo distribuídos remédios com a validade vencida. Em 119 (13%) não havia controle para a movimentação de medicamentos controlados.

 

Para o 1º secretário do CFM, Hermann Tiesenhausen, a falta de infraestrutura e de insumos básicos impede que o médico cumpra a sua função social de atender com qualidade o paciente. “Ao final, a sociedade é a principal prejudicada, pois o médico não tem condições de aplicar todo o seu conhecimento em prol de quem precisa da ajuda dele”.

 

Informatização do sistema de vistorias avança em todo o país

 

A implantação do Sistema Nacional de Fiscalização do CFM começou com a edição da Resolução nº 2.056/13, em novembro de 2013, que trouxe o Manual de Vistoria e Fiscalização da Medicina no Brasil. O documento apresenta uma lista com os itens que não podem faltar em ambulatórios, centros de saúde e consultórios médicos. Com base nesta listagem, foi formatado um software, distribuído junto com um tablet, uma máquina fotográfica e um scanner portátil para todos os Conselhos Regionais de Medicina (CRM), que receberam treinamentos para usar a nova ferramenta. 

 

Durante o ano de 2014, o Setor de Tecnologia da Informação do CFM participou do treinamento de 220 usuários, entre médicos fiscais, conselheiros, funcionários e agentes administrativos dos CRM. Até o momento, os estados que mais usaram o novo sistema foram Paraná, Tocantins, Minas Gerais, Alagoas, Espírito Santo, Amapá, Goiás, Pará, Paraíba e Mato Grosso do Sul. Para implantar o novo sistema, o CFM investiu R$ 1,6 milhão desde 2011 até este ano. Além dos 27 tablets entregues a cada CRM no início de 2014, o Conselho Federal adquiriu no início deste ano 73 novos equipamentos, que também serão entregues aos CRM.

 

O presidente do CFM, Carlos Vital, reforça a importância dos CRM na utilização do novo instrumento de fiscalização. “Com o que já conseguimos captar é possível comprovar a falta de estrutura da saúde no Brasil, mas temos de continuar aprimorando o sistema e a adesão de todos é fundamental”, afirma. 

 

Os itens constantes no Manual de Vistoria obedecem ao que está estabelecido na RDC-50/02, resolução da Anvisa que regulamenta os projetos físicos de estabelecimentos assistenciais; no SomaSus, que é um sistema de apoio à elaboração de projetos de investimentos em saúde; em portarias do Ministério da Saúde e em Resoluções do CFM. “Não inventamos nada. Colocamos na Resolução o que já era cobrado pelo próprio governo em seus mecanismos legais”, ressalta Emmanuel Fortes. 

 

CFM editará Manual de Fiscalização dos Hospitais

 

Depois de definir as regras para a fiscalização em Unidades Básicas de Saúde e ambulatórios, o CFM vai editar as regras para a fiscalização em hospitais, que devem constar da nova atualização do Manual de Vistoria e Fiscalização da Medicina no Brasil. “A nossa previsão é entregarmos uma proposta para o Plenário do CFM até o final do primeiro trimestre de 2015”, afirma o 3º vice-presidente do CFM, que nos últimos anos tem se dedicado à revisão do documento.

 

O Manual definirá os portes das instituições por capacidade de leitos e de acordo com a complexidade. Também determinará os equipamentos e insumos mínimos para segurança do ato médico e vai orientar sobre a infraestrutura exigida de estabelecimentos de apoio diagnóstico, em hospital ou unidade autônoma, institutos médico-legais e de verificação de óbito.

 

 

  

 

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CONVOCAÇÃO   

27/02/2015

O Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina convoca para Assembleia Geral Extraordinária de Médicos, no dia 02 de março, para apreciação das contas da Diretoria do exercício de 2014. 

A primeira chamada será às 18h. Não havendo quórum, a segunda chamada será 30 minutos após e se deliberará com qualquer número de presentes.

A assembleia será na sede do CRM-SC, à Rodovia SC-401, Km 04, em frente à ACM.

 

  

 

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Violência Obstétrica no VIII Fórum de Ética Médica do CREMESC   

26/02/2015

O tema "Violência Obstétrica" vai colocar em pauta o termo que tem aparecido com frequência no noticiário, surgido na legislação e que provoca polêmica entre médicos, pacientes, enfermagem, judiciário e administração de instituições hospitalares.

O que é violência obstétrica e quais suas repercussões?

Os debatedores deste painel serão os doutores Dorival Vitorello (coord.), Jorge Abi Saab Neto, Ricardo Maia Samways, Alberto Trapani Jr.

 

SERVIÇO

VIII Fórum de Ética do CRM-SC

Dias 13 e 14 de março de 2015

Local: Auditório do CRM-SC

Rodovia SC-401, Km 04, em frente à ACM – Saco Grande – Florianópolis 

Inscrições somente até o dia 11/03 pelo e-mail eventos@cremesc.org.br 

Informações: (48) 3952-5000

Vagas limitadas

 

 


 

 

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O papel do médico e dos Conselhos de Medicina
na atual conjuntura social e política   

24/02/2015

Definida a mesa do primeiro painel do Fórum de Ética do CREMESC deste ano, que ocorre no dia 13/02, às 9h. 

"O papel do médico e dos Conselhos de Medicina na atual conjuntura social e política" será debatido pelos doutores José Francisco Bernardes (coord.), Tanaro Pereira Bez, Nelson Grisard, Anastácio Kotzias Neto.  

 


 

 

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Pós Graduação Lato Sensu em Medicina do Trabalho   

24/02/2015

Resultado da parceria entre a Associação Catarinense de Medicina, Associação Catarinense de Medicina do Trabalho e Universidade Unigranrio, o Curso de Pós Graduação Lato Sensu em Medicina do Trabalho (devidamente credenciado pelo MEC) acontecerá na sede da ACM, em Florianópolis. Sob a coordenação do Dr. Casimiro Pereira Junior e organização científica do Dr. Alfredo Jorge Cherem.



O curso tem como diferenciais:

- Carga horária de 1.932 horas, sendo 1.280 horas de práticas supervisionadas;

- Aulas teóricas ministradas em finais de semana (sexta e sábado);

- Aproveitamento da contagem das horas do curso para prova de título de especialista em Medicina Trabalho pela AMB/CFM;

- Permite a atuação, como médico do trabalho, de acordo com as normas do Ministério do Trabalho e Emprego;

- Coordenadores e Supervisores especialistas em Medicina do Trabalho pela AMB/CFM.



Competências desenvolvidas:

- Identificar os fatores de risco no trabalho e propor melhorias dos ambientes de trabalho;

- Avaliar a relação entre o indivíduo, a organização do trabalho e o clima psicossocial da empresa;

- Fazer ações de promoção, proteção à saúde e de vigilância em saúde;

- Prover assistência integral à saúde;

- Definir nexo causal entre doença e trabalho;

- Definir grau de incapacidade e seu tempo de recuperação;

- Indicar e acompanhar casos de reabilitação profissional;

- Interagir com gestores e outros atores sociais;

- Trabalhar com equipes interdisciplinares interna e externamente à empresa;

- Preparar protocolos de condutas em saúde para todos os riscos da empresa;

- Realizar e acompanhar estudos e investigações;

- Avaliar em resultados de pesquisas com literatura especializada;

- Estar compromissado com a atualização.



Inscrições e maiores informações, acesse https://sga.unigranrio.edu.br/sga/Principal…. (selecionar Unidade Acadêmica: CSE e Campus I: Duque de Caxias).

Contato:(21) 3219-4040 / (48) 3231-0300 ou pelo e-mail: acm@acm.org.br 

 
 


 

 

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Abertas as inscrições para o VIII Fórum de Ética 

23/12/2014

O Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina está com as inscrições abertas para o VIII Fórum de Ética Médica, que este ano ocorrerá nos dias 13 e 14 de março.

 

O papel do médico e dos Conselhos de Medicina na atual conjuntura social e política será o primeiro assunto a ser abordado no evento. Violência obstétrica, atestados médicos, exagero na requisição de exames complementares, os problemas mais frequentes no CRM-SC, procedimentos estéticos controversos e autorregulação da profissão médica são alguns dos temas que serão discutidos na sexta-feira.

 

Para a manhã de sábado, a programação prevê a palestra Medicina e Cinema, o painel de bioética com o tema Autonomia x Medicação e, para encerrar, os médicos presentes vão saber mais sobre Medicina e Justiça, requisição de prontuários por delegados de polícia, juízes e promotores.

 

Confira a programação e inscreva-se!

Mas atenção, as inscrições só poderão ser feitas até o dia 11/03, pois as vagas são limitadas.

 

 

PROGRAMAÇÃO

 

Sexta-feira 

13 de março de 2015



9h
 - O papel do médico e dos Conselhos de Medicina na atual conjuntura social e política

Novos desafios têm se apresentado ao exercício da Medicina no Brasil. Quais são eles? Como devem ser enfrentados? Qual o papel de cada médico? Perspectivas para a residência médica? Lei da regulamentação da Medicina? Lei da carreira de Estado para médicos? Médicos estrangeiros? Medicina no Mercosul? Qual o papel dos Conselhos Regionais e do Federal? Quais as perspectivas para o exercício da Medicina no Brasil? Estes e outros temas serão abordados pelos participantes.

 

10h Violência obstétrica

Um termo que recentemente tem ocupado o noticiário, surgido na legislação e provoca polêmicas entre médicos, pacientes, enfermagem, judiciário e administração de instituições hospitalares. O que é violência obstétrica e quais suas repercussões?

 

11h Atestados médicos – poder, limites e problemas 

Motivo de desentendimentos entre médicos, pacientes, patrões, empregados, Justiça, Previdência, os atestados são também uma das fontes mais frequentes de processos nos Conselhos de Medicina. Como melhorar esta situação?

 

12h - Intervalo

 

14h Exageros na requisição de exames complementares – verdade ou mito?

Os médicos estão solicitando exames demais? Existe pressão por parte dos pacientes para que isto ocorra? Existe pressão por parte dos compradores de serviços para evitar?

 

15h Os problemas mais frequentes no CRM-SC – Estatística de sindicâncias e processos

Quais as causas mais frequentes de sindicâncias e processos? Mau atendimento? Desentendimentos entre médicos? Problemas com perícia? Problemas com atestados? Erro médico?

 

16h Procedimentos estéticos controversos 

É comum ouvir-se falar de diversos procedimentos estéticos que não têm ampla aceitação na comunidade médica. Que procedimentos são esses? Quais seus riscos? Quais têm ou poderão ter lugar na prática médica?

 

17h Sessão livre de perguntas e respostas

Os conselheiros respondem às perguntas dos presentes sobre assuntos atinentes à Ética Médica e Deontologia.

 

18h Sessão plenária temática – Autorregulação da profissão médica

Como se deu a criação dos Conselhos de Medicina? Qual a importância e a necessidade deles para o exercício profissional? Por que defender sua existência e seu fortalecimento? Quais as perspectivas para a regulação profissional na Medicina?

 
 

Sábado 

Dia 14 de março de 2014



9h
 - Medicina e Cinema

Palestra

 

10h Painel de Bioética

Autonomia x Medicalização

Estamos abusando de medicamentos ou de diagnósticos? Da infância à velhice, cada vez mais nossa vida é medicalizada. Como lidar com a autonomia do paciente frente à medicalização crescente?

 

11h Medicina e Justiça 

Requisição de prontuário por delegados de polícia, juízes e promotores

A Lei 12.830, de junho de 2013, autoriza os delegados de polícia a requisitar documentos na instrução de investigações. O prontuário médico tem sido alvo destas requisições, muitas vezes sob ameaça. O que fazer, se mesmo os juízes são orientados a designar peritos?

 

12h Encerramento

 

 

SERVIÇO

VIII Fórum de Ética do CRM-SC

Dias 13 e 14 de março de 2015

Local: Auditório do CRM-SC

Rodovia SC-401, Km 04, em frente à ACM – Saco Grande – Florianópolis 

Inscrições somente até o dia 11/03 pelo e-mail eventos@cremesc.org.br 

Informações: (48) 3952-5000

 

Vagas limitadas


 

 

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CRM-SC abre as portas de sua nova sede   

23/02/2015


 

O Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC) abriu as portas do seu novo endereço hoje (20/02). Planejada para bem receber os médicos catarinenses, a sede administrativa do CRM-SC está localizada às margens da SC-401, no Km 04, em frente à ACM.

A primeira atividade na nova sede foi um Pleno Administrativo, que ocorreu na noite de ontem (19/02). Estiveram presentes Conselheiros e Diretoria do CRM-SC (foto). “Depois de tantos anos, mais de uma década, trabalhando em função daquilo que se tornou real há poucos dias, hoje damos início aos trabalhos nesta Casa. Para isso, tivemos a dedicação e o esforço de funcionários e conselheiros, que se desdobraram para fazer a mudança”, declarou o Presidente, Dr. Tanaro P. Bez, ao abrir a sessão.

“Quero felicitar a todos e pedir que seja registrado o agradecimento e o reconhecimento pelo esforço e pelo trabalho dos funcionários, que trabalharam arduamente para que a mudança fosse efetuada no prazo”, disse o Conselheiro Dr. Nelson Grisard, ao pedir a palavra.

A nova sede administrativa do CRM-SC é um projeto que teve início em 2000, ainda sob a presidência de Edevard José de Araújo, quando o Corpo de Conselheiros aprovou em plenário a aquisição de um local que comportasse o trabalho da entidade pelos próximos 20 anos.

Em 28 de setembro de 2000, em sessão plenária, houve a apresentação final da pesquisa dos locais e de imóveis para a instalação da nova sede. A Associação Catarinense de Medicina (ACM) havia oferecido a venda uma parte de seu terreno para o CRM e esta foi a solução acatada pelo Corpo de Conselheiros.

Desde então, Presidentes, Conselheiros e funcionários trabalharam para a concretização da obra. Sua inauguração ocorreu em 18 de julho de 2014 e a mudança foi gradativa para que os médicos catarinenses não ficassem sem atendimento. Na semana entre os dias 10 e 19 de fevereiro, a troca de endereço foi concluída.

 

Foto de Osvaldir Silva, Estúdio Foto Líder. 

 
 


 

 

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CRM-SC em novo endereço   

19/02/2015



O Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC) abre as portas do seu novo endereço amanhã, dia 20/02. Planejada para receber os médicos catarinenses, a sede administrativa do CRM-SC está localizada às margens da SC-401, na frente da ACM.

Construída com recursos dos médicos, a sede é um sonho acalentado desde a criação do CRM, em 1957. Um dos destaques da obra é o auditório, que comporta 130 pessoas. O primeiro evento no espaço será o VIII Fórum de Ética Médica, que ocorre nos dias 13 e 14 de março. 

 
 


 

 

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COSEMESC convoca representantes de clínicas para unir forças nas negociações com planos de saúde   

06/02/2015

Na noite da última quarta-feira (04 de fevereiro), dirigentes do COSEMESC e representantes de clínicas (diretores clínicos, diretores técnicos e administradores) estiveram reunidos na sede da ACM, em Florianópolis, para debater sobre as negociações iniciadas pela categoria em 2015 junto aos planos de saúde, com a vigência da nova Lei 13.003/2014 (a partir de dezembro/2014). A nova legislação é uma importante conquista para os médicos brasileiros, na medida em que obriga e regulamenta os contratos entre as empresas de planos de saúde e os profissionais da medicina, com cláusula de remuneração e periodicidade de reajuste. Durante o encontro foi destacada a necessária união entre os médicos e os estabelecimentos de saúde na busca pela adoção da CBHPM plena e vigente, reivindicação prioritária da classe para as operadoras.  

O coordenador do COSEMESC, Rafael Klee de Vasconcellos, também presidente da ACM, encaminhou o debate, que iniciou com explanação realizada por Eduardo Usuy, membro da Comissão de Saúde Suplementar do COSEMESC e vice-presidente da ACM, apresentando uma síntese da Lei 13.003/2014 e informes das negociações em curso junto aos planos de saúde. Na reunião foram elencadas diversas dúvidas ainda existentes sobre as cláusulas que devem constar dos contratos entre profissionais e clínicas com as operadoras, em conformidade com a nova legislação. 

Nesse sentido, as entidades médicas catarinenses reafirmam o alerta para que os colegas não assinem documentos antes da avaliação dos departamentos jurídicos das representações da categoria. O objetivo dessa cautela é orientar sobre os cuidados básicos antes da assinatura de contrato, além de buscar a padronização dos documentos, contemplando todos os itens necessários na defesa dos profissionais da medicina.

Os planos de saúde que já tinham acordo firmado com as entidades médicas (Eletrosul e SC Saúde) já vêm mantendo contato e se reunindo com a Comissão, que agora busca iniciar as negociações também com as operadoras e grupos que ainda não têm acordo firmado junto à categoria (Unidas, Agemed, Abramge e planos regionais). O próximo passo será a realização de reunião do COSEMESC com os dirigentes das entidades hospitalares, também na busca da união de forças, em prol da justa remuneração do setor e da qualificação da saúde em Santa Catarina. 

 
 


 

 

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Cirurgia bariátrica e reprodução assistida são reconhecidas como área de atuação  

04/02/2015

O Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou no final de janeiro a Resolução nº 2.116/2015 reconhecendo a cirurgia bariátrica e a reprodução assistida como áreas de atuação. Elas ficarão vinculadas às especialidades cirurgia do aparelho digestivo e cirurgia geral, no caso da cirurgia bariátrica; e ginecologia e obstetrícia para a reprodução assistida. No Brasil, são realizadas cerca de 80 mil cirurgias bariátricas por ano e 25 mil fertilizações in vitro.

 Com essa Resolução, os médicos que atuam nessas duas áreas poderão buscar, via Associação Médica Brasileira (AMB), a sua certificação. A Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM) também poderá credenciar programas de formação específicos para essas áreas. Tanto os documentos emitidos pela AMB, como pela CNRM, habilitam o médico a buscar o registro da área de atuação junto ao Conselho Regional de Medicina (CRM).

 “Após a publicação da Resolução do CFM, a AMB vai elaborar e divulgar um edital estabelecendo as regras para a certificação dos médicos que já realizam cirurgias bariátricas e reproduções assistidas. Depois dessa fase, será dado um prazo para que os programas de formação nessas duas áreas de atuação possam se estruturar. Haverá um reposicionamento dos cursos de formação, que terão de ser regulamentados”, explica o conselheiro federal do CFM indicado pela AMB, Aldemir Humberto Soares, que foi o autor da Resolução 2.116/2015.

Aldemir Soares enfatiza que o fato de até agora as duas áreas de atuação não terem sido regulamentadas não significa que os médicos especializados nessas áreas estejam em discordância com a boa prática médica. “Quem procurou se aperfeiçoar e está atuando, deve continuar. Só precisa procurar a AMB para obter a certificação”, afirma.

Para o 1º vice-presidente do CFM, Mauro Ribeiro, é natural que periodicamente o CFM atualize as áreas de atuação e especialidades. “Como a medicina reinventa-se a cada dia, é importante que o CFM regulamente o que vai surgindo, pois desta forma estabelecemos parâmetros e aprimoramos a prática médica, dando mais segurança ao paciente”, argumenta. Atualmente existem 53 especialidades e 56 áreas de atuação reconhecidas pelo CFM.

Bariátrica - O presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, Josemberg Campos, avalia como muito positiva a inclusão da cirurgia como área de atuação. “Haverá uma oficialização da cirurgia e os médicos serão melhor treinados, pois terão uma residência específica. O principal beneficiado será o paciente, que terá profissionais mais qualificados para atendê-lo”, avalia. Campos avalia que também aumentará o número de cirurgias bariátricas no país, principalmente no Sistema Único de Saúde, já que os cursos de residência oferecerão este tipo de procedimento.

A residência médica em cirurgia bariátrica deve durar dois anos, mas antes de cursá-la o médico terá de se especializar em cirurgia geral ou do aparelho digestivo. No caso da reprodução assistida, cuja residência durará um ano, o médico deve ser especialista em ginecologia e obstetrícia.

 

CFM atualiza periodicamente as áreas de atuação e as especialidades

A regulamentação de áreas de atuação e de especialidades da medicina é uma atividade rotineira do CFM, que periodicamente publica resoluções ampliando ou diminuindo esse escopo. “É natural que haja essa atualização, pois a medicina reinventa-se a cada dia. E é importante que o CFM regulamente o que vai surgindo, pois desta forma estabelecemos parâmetros e aprimoramos a prática médica, dando mais segurança ao paciente”, argumenta o 1º vice-presidente do CFM, Mauro Britto.

Apesar de menos frequente, o CFM também pode acabar com uma área de atuação, ou uma especialidade, “que podem deixar de existir, ou perder importância”, explica o conselheiro federal Aldemir Soares. O mais comum é que áreas de atuação venham a se transformar em especialidades

A atual formatação para o reconhecimento de áreas de atuação e de especialidades foi estabelecida na Resolução CFM nº 1.634/2002, que disciplinou o convênio de reconhecimento de especialidades médicas estabelecido entre o CFM, a Associação Médica Brasileira e a Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM). Esta Resolução criou a Comissão Mista de Especialidades (CME), que tem o papel de propor ao CFM os reconhecimentos.

De acordo com essa Resolução, especialidade é o núcleo de organização do trabalho médico que aprofunda verticalmente a abordagem teórica e prática de seguimentos da dimensão biológica, psicológica e social do indivíduo e da coletividade. Já a área de atuação é a modalidade de organização do trabalho médico exercida por profissionais capacitados para exercer ações médicas específicas, sendo derivada e relacionada com uma ou mais especialidades.

“É como se a especialidade fosse a raiz de onde derivam as áreas de atuação”, explica Mauro Britto. Uma área de atuação também pode ter interface com duas ou mais especialidades. A área da dor, por exemplo, está relacionada a acupuntura, anestesiologia, clínica médica, medicina física e de reabilitação, neurocirurgia, neurologia, ortopedia, pediatria e reumatologia.

 

Resolução 2.116/2015 promoveu outras mudanças

Além de criar as áreas de atuação em cirurgia bariátrica e em reprodução assistida, a Resolução 2.116/2015 também estendeu para os especialistas em pediatria as áreas de atuação em Dor e em Medicina do Sono. A nova norma também restringiu aos especialistas em cirurgia torácica ou pneumologia a área de atuação em endoscopia respiratória.

Outra mudança foi a inclusão no Conselho Científico da AMB da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear, que passará a ficar responsável pela especialidade Medicina Nuclear.

 

 
 

 

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COSEMESC convida para reunião da Comissão de Saúde Suplementar

03/02/2015

O COSEMESC (Conselho Superior das Entidades Médicas de Santa Catarina) convida os administradores, diretores técnicos e diretores clínicos de estabelecimentos de saúde da Grande Florianópolis para reunião da Comissão de Saúde Suplementar, amanhã (04/02), às 20h, na sede da ACM.

  

 

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Serviços de saúde devem prover equipes de ensino sobre HIV e AIDS e de meios preventivos

29/01/2015

Uma nova Recomendação do Conselho Federal de Medicina (CFM), publicada nesta quinta-feira (29), preconiza que medidas preventivas devem ser adotadas – pelos estabelecimentos e instituições de saúde – em relação à infecção pelo HIV. Estas medidas englobam treinamento a toda a equipe nas precauções universais; oferecer a todos os profissionais da área acesso à equipe multidisciplinar para suporte e orientação sobre os riscos de infecção ocupacional por patógenos carreados pelo sangue; e propiciar a existência de condições de trabalho suficientes e aptas para a salvaguarda de todas as medidas já definidas. 

 

O documento ressalta a importância de que a informação e o ensino em relação à infecção pelo vírus devem ser passados continuamente aos profissionais de saúde e à população em geral, visando, sobretudo, o entendimento dos mecanismos de contaminação pelo HIV e outros micro-organismos. Segundo o texto, a divulgação desse conhecimento ajudará não só a limitar a possibilidade de novos casos, como a diminuir a discriminação contra os portadores do vírus. 

 

Estes são alguns dos aspectos abordados na Recomendação 7/14, que também indica procedimentos, cuidados, tratamentos e precauções aos médicos vivendo com HIV ou AIDS, assim como ressalta seus direitos. Além de abordar a conduta que deve ser observada pelos serviços de saúde e hospitais em relação ao tema, o documento trata das medidas que o profissional vivendo com HIV ou AIDS deve adotar no âmbito do cuidado ao paciente e em relação à equipe de saúde. 

 

Orientações aos médicos – Segundo a Recomendação, médicos vivendo com HIV ou AIDS devem zelar pela aplicação de todas as normas relacionadas às precauções universais, que consistem em considerar como potencialmente infectantes o sangue e as secreções que contenham sangue visível, adotando proteções de barreira, como luvas, máscaras, capotes, gorros e proteção ocular, visando impedir o contato destes fluidos com pele e mucosas. 

 

O relator do documento e diretor-tesoureiro do CFM, José Hiran da Silva Gallo, ressalta que “o termo universal refere-se a todos os profissionais de saúde e pacientes, independente do conhecimento ou suspeita de infecção pelo HIV e/ou por outros patógenos carreados pelo sangue”, ou seja, o médico vivendo com HIV ou AIDS não precisa adotar medidas extras além do cumprimento rigoroso daquelas já preconizadas – imbuído do compromisso de não expor ao risco os pacientes, membros de sua equipe ou qualquer outra pessoa. Nesse sentido, outro ponto crucial é que este profissional se mantenha atualizado nas técnicas invasivas praticadas por ele e sua equipe. 

 

Sigilo – O documento ressalta ainda que deve ser garantido ao médico nesta condição o sigilo e a confidencialidade sobre a sua patologia; bem como a possibilidade de que ele decida livremente se e como serão divulgados os dados relativos ao seu estado. O médico vivendo com HIV ou com AIDS também tem garantido o direito de não ser discriminado no trabalho em razão de sua condição, e deverá ter acesso às informações necessárias ao tratamento adequado. 

 

Em 1992, o CFM emitiu uma orientação sobre HIV em um documento extenso (o Parecer 11/92, que continua válido) que aborda vários aspectos, como o direito da mulher infectada pelo HIV à gestação e a triagem sorológica de pacientes e médicos em ambiente hospitalar, entre outros pontos. A necessidade de uma abordagem mais objetiva e atualizada, especificamente sobre médicos vivendo com HIV ou com AIDS, justificou que se aprovasse a Recomendação 7/14.

 

Clique aqui e leia a Recomendação na integra.

 


 

 

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COMUNICADO  

26/01/2015

De 10 a 19 de fevereiro, o CRM-SC estará fechado para realizar mudança para sua nova sede administrativa.

A partir de 20 de fevereiro, o Conselho estará atendendo normalmente na SC-401, Km 4, no Bairro Saco Grande, em frente à ACM.

Aguardamos a sua visita.

 


 

 

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Alerta  

26/01/2015

A Fresenius Medical Care comunica o recolhimento voluntário dos lotes 141189114, 141189345, 141189380, 141189381, 141189382, 141189383, 141189384, 141189385, 141189396, 141189481referente às notificações recebidas via Call Center de pacientes com relato de Peritonite Asséptica, causada após o uso do produto PERITOSTERIL Andy Disc fabricado e comercializado pela FreseniusMedical Care Ltda. 
 

 

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Curso de atualização em Medicina do Trabalho  

23/01/2015

Estão abertas as inscrições para o IV  Curso de Atualização em Medicina do Trabalho com Foco na Prova de Título de Especialista da ANAMT, realizado pela Associação Catarinense de Medicina do Trabalho (ACAMT), com a coordenação da Dra. Elisa Martinez.

Clique aqui e confira a programação.

 

Inscrições até 13/02/2015.



Atenção!

O curso somente será realizado com o mínimo de 20 (vinte) inscritos.

 


 

 

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CRM-SC abre as portas para os novos médicos de Santa Catarina 

30/12/2014

UFSC 

UNISUL PEDRA BRANCA 

Outras universidades
 

O Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina abriu as portas de sua nova sede, às margens da SC-401, em Florianópolis, para a solenidade de entrega de carteira profissional e aula de ética aos médicos que se formaram no último semestre de 2014 nos dias 29 e 30 deste mês.  

Os formados em Medicina pela UFSC, Unisul Pedra Branca e em outras universidades assistiram, no dia 29/12, à aula de ética médica, ministrada pela primeira secretária do Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina (CRM-SC), Dra. Rachel Duarte Moritz. Na sequência, os novos médicos receberam a carteira profissional e cédula de identidade médica, além de um exemplar do Código de Ética Médica e a quinta edição do Manual de Orientação Ética das mãos do Presidente do CRM-SC, Dr. Tanaro Pereira Bez; do Vice-Presidente, Dr. Antonio Silveira Sbissa; da Primeira Secretária, Dra. Rachel Duarte Moritz; do Tesoureiro, Dr. João Pedro Carreirão Neto;  do Segundo Secretário, Dr. Odi José Oleiniscki; e do Corregedor e Conselheiro Federal, Dr. Anastácio Kotzias Neto.

 

UNESC 

UNISUL TUBARÃO 

Outras universidades

 

No dia 30, foi a vez de os formados pela Unesc, Unisul Tubarão e outras universidades participarem da solenidade na qual os novos médicos puderam conhecer um pouco do CRM-SC e suas atribuições. “O Conselho existe para proteger a sociedade”, destacou a Dra. Rachel Duarte Moritz. O evento contou ainda com a presença do Presidente, Dr. Tanaro Pereira Bez; do Secretário Geral, Dr. Armando José d’Acâmpora; do Segundo Secretário, Dr. Odi José Oleiniscki.

O Presidente do CRM-SC deu as boas vindas, desejou uma caminhada de sucesso rumo ao exercício da medicina de qualidade e fez alertas aos novos médicos que, após receberem suas carteiras, já puderam começar a exercer a medicina:

“A ética médica deve ser perseguida todos os dias”, frisou Dr. Tanaro Pereira Bez. A importância da atenção à família do paciente também foi alertada por ele.

“É importante dizer que há uma diferença entre o diploma e a carteira de médico: o diploma é perene, a carteira pode ser uma concessão temporária, podendo ser cassada se a medicina não for exercida de forma ética”, finalizou.

Instituída pela Resolução CREMESC Nº 047/99, a solenidade é condição indispensável para o recebimento da carteira profissional de médico e o comparecimento do médico recém-formado é obrigatório.

 

Clique aqui para conferir as fotos da UFSC, Unisul Pedra Branca e outras universidades 

Clique aqui para conferir as fotos da Unesc, Unisul Tubarão e outras universidades  

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Florianópolis se despede do Dr. Zunino 

23/12/2014

Morreu, na noite de hoje, o Dr. João Nilson Zunino. Conhecido pelos florianopolitanos como o presidente do Avaí e diretor do Laboratório Santa Luzia, ele atuava em Santa Catarina com o CRM 1344, desde janeiro de 1974, depois de se formar pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Nascido em São João Batista em 9 de abril de 1946, era especialista em Patologia Clínica e em Medicina Laboratorial. Em 2012, descobriu um câncer no pulmão e fez uma cirurgia para a retirada de um tumor. Em agosto de 2013, realizou mais uma cirurgia para retirar tumores do cérebro.

Na tarde desta segunda-feira, Dr. Zunino foi internado no Hospital Baía Sul, onde faleceu.

O velório e sepultamento será amanhã (24/12), das 8h às 11h, no Cemitério Jardim da Paz, em Florianópolis.


 

 

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VIII FÓRUM DE ÉTICA DO CREMESC 

19/12/2014

 

O Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina está com as inscrições abertas para o VIII Fórum de Ética Médica, que este ano ocorrerá nos dias 13 e 14 de março.

 

O papel do médico e dos Conselhos de Medicina na atual conjuntura social e política será o primeiro assunto a ser abordado no evento. Violência obstétrica, atestados médicos, exagero na requisição de exames complementares, os problemas mais frequentes no CRM-SC, procedimentos estéticos controversos e autorregulação da profissão médica são alguns dos temas que serão discutidos na sexta-feira.

 

Para a manhã de sábado, a programação prevê a palestra Medicina e Cinema, o painel de bioética com o tema Autonomia x Medicação e, para encerrar, os médicos presentes vão saber mais sobre Medicina e Justiça, requisição de prontuários por delegados de polícia, juízes e promotores.

 

Confira a programação e inscreva-se!

Mas atenção, as inscrições só poderão ser feitas até o dia 11/03, pois as vagas são limitadas.

 

 

PROGRAMAÇÃO

 

Sexta-feira 

13 de março de 2015



9h
- O papel do médico e dos Conselhos de Medicina na atual conjuntura social e política

Novos desafios têm se apresentado ao exercício da Medicina no Brasil. Quais são eles? Como devem ser enfrentados? Qual o papel de cada médico? Perspectivas para a residência médica? Lei da regulamentação da Medicina? Lei da carreira de Estado para médicos? Médicos estrangeiros? Medicina no Mercosul? Qual o papel dos Conselhos Regionais e do Federal? Quais as perspectivas para o exercício da Medicina no Brasil? Estes e outros temas serão abordados pelos participantes.

 

10h - Violência obstétrica

Um termo que recentemente tem ocupado o noticiário, surgido na legislação e provoca polêmicas entre médicos, pacientes, enfermagem, judiciário e administração de instituições hospitalares. O que é violência obstétrica e quais suas repercussões?

 

11h - Atestados médicos – poder, limites e problemas 

Motivo de desentendimentos entre médicos, pacientes, patrões, empregados, Justiça, Previdência, os atestados são também uma das fontes mais frequentes de processos nos Conselhos de Medicina. Como melhorar esta situação?

 

12h - Intervalo

 

14h - Exageros na requisição de exames complementares – verdade ou mito?

Os médicos estão solicitando exames demais? Existe pressão por parte dos pacientes para que isto ocorra? Existe pressão por parte dos compradores de serviços para evitar?

 

15h - Os problemas mais frequentes no CRM-SC – Estatística de sindicâncias e processos

Quais as causas mais frequentes de sindicâncias e processos? Mau atendimento? Desentendimentos entre médicos? Problemas com perícia? Problemas com atestados? Erro médico?

 

16h - Procedimentos estéticos controversos 

É comum ouvir-se falar de diversos procedimentos estéticos que não têm ampla aceitação na comunidade médica. Que procedimentos são esses? Quais seus riscos? Quais têm ou poderão ter lugar na prática médica?

 

17h - Sessão livre de perguntas e respostas

Os conselheiros respondem às perguntas dos presentes sobre assuntos atinentes à Ética Médica e Deontologia.

 

18h - Sessão plenária temática – Autorregulação da profissão médica

Como se deu a criação dos Conselhos de Medicina? Qual a importância e a necessidade deles para o exercício profissional? Por que defender sua existência e seu fortalecimento? Quais as perspectivas para a regulação profissional na Medicina?

 
 

Sábado 

Dia 14 de março de 2014



9h
- Medicina e Cinema

Palestra

 

10h - Painel de Bioética

Autonomia x Medicalização

Estamos abusando de medicamentos ou de diagnósticos? Da infância à velhice, cada vez mais nossa vida é medicalizada. Como lidar com a autonomia do paciente frente à medicalização crescente?

 

11h - Medicina e Justiça 

Requisição de prontuário por delegados de polícia, juízes e promotores

A Lei 12.830, de junho de 2013, autoriza os delegados de polícia a requisitar documentos na instrução de investigações. O prontuário médico tem sido alvo destas requisições, muitas vezes sob ameaça. O que fazer, se mesmo os juízes são orientados a designar peritos?

 

12h - Encerramento

 

 

SERVIÇO

VIII Fórum de Ética do CRM-SC

Dias 13 e 14 de março de 2015

Local: Auditório do CRM-SC

Rodovia SC-401, Km 04, em frente à ACM – Saco Grande – Florianópolis 

Inscrições somente até o dia 11/03 pelo e-mail eventos@cremesc.org.br 

Informações: (48) 3952-5000

 

Vagas limitadas


 

 

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Alerta 

19/12/2014

O Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina orienta a todos os médicos a efetuarem notificação compulsória à autoridade policial, quando identificada possível situação de crime de ação penal pública incondicionada, em que for vítima o paciente, dando especial atenção aos casos em que figurem como vítimas crianças, adolescentes, idosos e mulheres.


 

 

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Novos médicos recebem carteira profissional 

19/12/2014




Os recém-formados em Medicina pelas universidades UNIPLAC, UNOCHAPECÓ e UNOESC assistiram, na tarde de quinta-feira (18), em Lages, à aula de ética, ministrada pela Primeira Secretária do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina, Dra. Rachel Duarte Moritz. 

Na sequência, o presidente do CRM-SC, Dr. Tanaro Pereira Bez, acompanhado do Conselheiro Tesoureiro, Dr. João Pedro Carreirão Neto; do Delegado de Lages, Dr. Antônio César de Souza; do Delegado de Chapecó, Dr. Raja Elias; e da Primeira Secretária, Dra. Rachel Duarte Moritz, entregou aos novos profissionais a carteira profissional e cédula de identidade médica, além um exemplar do Código de Ética Médica e a quinta edição do Manual de Orientação Ética.

Durante a solenidade, o presidente do Conselho homenageou os novos médicos e fez votos de uma caminhada de sucesso rumo ao exercício da medicina de qualidade. 

Instituída pela Resolução CREMESC Nº 047/99, a solenidade é condição indispensável para o recebimento da carteira profissional de médico e o comparecimento do médico recém-formado é obrigatório.

 

Clique aqui e confira as fotos da solenidade em Lages

 


Na sexta-feira (19), foi a vez de os recém-formados pela UNVALI e UNIVILLE assistirem à aula de ética médica da Primeira Secretária do CRM-SC, Dra. Rachel Duarte Moritz. A solenidade ocorreu às 14h, em Itajaí, e também contou com a presença do Presidente do CRM-SC, Dr. Tanaro Pereira Bez; e do Tesoureiro, Dr. João Pedro Carreirão Neto.

Antes de receberem a carteira profissional e cédula de identidade médica, um exemplar do Código de Ética Médica e a quinta edição do Manual de Orientação Ética, os novos médicos de Santa Catarina ouviram dicas importantes do Presidente do CRM. “A carteira profissional é diferente do diploma: o diploma é permanente, a carteira pode ser cassada”, alertou.

 

Clique aqui e confira as fotos da solenidade em Itajaí

 

Fotos Osvaldir Silva, Estúdio Foto Líder 

 

  

 

 

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CFM regulamenta o uso do canabidiol no tratamento de epilepsia 

16/12/2014

O uso compassivo do canabidiol (CBD), um dos 80 derivados canabinoides da cannabis sativa, foi autorizado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) para crianças e adolescentes portadores de epilepsias refratárias a tratamentos convencionais. A decisão faz parte da Resolução CFM nº 2.113/2014, encaminhada para publicação no Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta-feira (11). A regra, que detalha os critérios para emprego do CBD com fins terapêuticos no País, veda a prescrição da cannabis in natura para uso medicinal, bem como de quaisquer outros derivados, e informa que o grau de pureza da substância e sua apresentação seguirão determinações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 

 

O plenário do CFM apenas aprovou a Resolução 2.113/14 após profunda análise científica, na qual foram avaliados todos os fatores relacionados à segurança e à eficácia da substância. A avaliação de vários documentos confirmou que ainda não há evidências científicas que comprovem que os canabinóides são totalmente seguros e eficazes no tratamento de casos de epilepsia. Assim, a regra restringe sua prescrição – de forma compassiva - às situações onde métodos já conhecidos não apresentam resultados satisfatórios. O uso compassivo ocorre quando um medicamento novo, ainda sem registro na Agência Nacional de Vigilância em Saúde (Anvisa), pode ser prescrito para pacientes com doenças graves e sem alternativa terapêutica satisfatória com produtos registrados no país.

 

A decisão do CFM deverá ser revista em dois anos, quando serão avaliados novos elementos científicos. “O CFM age em defesa da saúde dos pacientes, o que exige oferecer-lhes abordagens terapêuticas confiáveis. No caso do canabidiol, até o momento, os estudos realizados em humanos têm poucos participantes e não são suficientes para comprovar sua segurança e efetividade. Diante desse quadro, é importante desenvolver urgentemente pesquisas que possam vir a fornecer evidências robustas, de acordo com as normas internacionais de segurança, efetividade e aplicabilidade clínica do CBD”, ressaltou o presidente do CFM, Carlos Vital Tavares Corrêa Lima. 

 

Cadastro em sistema - A Resolução ainda estabelece que apenas as especialidades de neurologia e suas áreas de atuação, de neurocirurgia e de psiquiatria estão aptas a fazer a prescrição do canabidiol, sendo que os médicos interessados em recomendá-lo devem estar previamente cadastrados em plataforma online desenvolvida pelos Conselhos de Medicina. Os pacientes que realizarem o tratamento compassivo com a substância também deverão ser inscritos no sistema. Esse cuidado permitirá o monitoramento do uso para avaliar a segurança e possíveis efeitos colaterais da medicação. 

 

Além de cadastrado, o paciente submetido ao tratamento compassivo com o canabidiol (ou seus responsáveis legais) deverá ser informado sobre os problemas e benefícios potenciais do tratamento. Um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) terá de ser apresentado e assinado pelos interessados. No documento, entre outros pontos, o paciente reconhece que foi informado sobre as possíveis opções de tratamento e que, de forma autônoma, optou pelo CBD. Também admite ciência de que o canabidiol não é isento de riscos ou agravos à saúde. Entre os efeitos indesejáveis mais conhecidos, até o momento, estão sonolência, fraqueza e alterações do apetite. Não são descartadas outras reações, como alergias. 

 

“Com a resolução, o CFM se manifesta defensor das pesquisas com quaisquer substâncias ou procedimentos para combater doenças, desde que regidos pelas regras definidas pelo Sistema de Ética em Pesquisa (CEP/CONEP) e desenvolvidos em centros acadêmicos de pesquisa. A aplicação do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido é fundamental como maneira de expressar o respeito à autonomia dos pacientes e de ressaltar as obrigações dos médicos e pesquisadores”, salientou Emmanuel Fortes Cavalcante, 3º vice-presidente do CFM. 

 

Critérios para uso - Para serem submetidos ao tratamento com o canabidiol, os pacientes deverão preencher critérios de indicação e contraindicação. Isso permitirá o uso compassivo da substância em doses adequadas. A seleção levará em conta a resistência da criança ou do adolescente aos tratamentos convencionais, segundo definição proposta pela International League Against Epilepsy (ILAE). Em síntese, significa que no tratamento do transtorno tem havido falha de resposta com dois anticonvulsivantes tolerados e apropriadamente usados para alcançar remissão de crises de modo sustentado.

 

“A epilepsia é um distúrbio cerebral que acomete em torno de 1% da população mundial, prejudicando gravemente a qualidade de vida e podendo provocar danos cerebrais, especialmente no período de desenvolvimento. Há indícios de que, dentre os pacientes refratários a tratamento, se encontra um grupo específico, correspondente às epilepsias da infância e da adolescência, tais como as encontradas nas Síndromes de Dravet, Doose e Lennox-Gastaut”, explicou o 1º vice-presidente do CFM, Mauro Luiz de Britto Ribeiro. 

 

O protocolo para uso do canabidiol prevê, ainda, que deverá ser utilizado em adição às medicações que o paciente vinha utilizando anteriormente. Ou seja, ele não deve substituir completamente outros medicamentos, devendo ser administrado de forma associada. A dose mínima, por via oral, será de 2,5 mg por quilo, divididas em duas vezes ao dia. O médico poderá ajustar a recomendação e aumentá-la, segundo os parâmetros previstos na Resolução CFM nº 2.113/14. 

 

O CFM recomenda que o médico assistente fique atento às possíveis interações medicamentosas com o uso do CBD. A autarquia determina também que, após a introdução do canabidiol, o profissional responsável deverá encaminhar ao Conselho Federal, por via eletrônica, relatório de acompanhamento com uma periodicidade de quatro a seis semanas (no primeiro ano) e de 12 semanas após esse período. 

 

Contribuição com debate - Com a publicação da Resolução nº 2.113/14, o CFM oferece importante contribuição ao debate quanto à liberação da importação do canabidiol, tema discutido no âmbito da Anvisa, que é a autoridade federal que registra produtos e substâncias para uso em pesquisa ou comercial, obedecendo a rigorosos critérios de segurança. 

 

O canabidiol circula entre as substâncias vetadas pela Agência, no Brasil. Em maio, uma reunião da Diretoria Colegiada da Anvisa se discutiu se o CBD seria retirado da lista de substâncias de uso proscrito para entrar na de substâncias de controle especial (comercializado com receita médica, em duas vias). Porém, um dos diretores pediu vistas do processo, adiando a decisão. Contudo, a Anvisa já permite a importação do CBD mediante prescrição e laudo médico, termo de responsabilidade e formulário de solicitação de importação para remédios controlados. 

 

Diferença com maconha – O canabidiol (CBD) é um dos 80 canabinóides presentes na planta cannabis sativa e não produz os efeitos psicoativos típicos da planta. Ou seja, não se pode confundir o uso medicinal de ‘canabinoides’ com o uso do produto in natura. Por isso, na Resolução 2.113/14, o CFM veda sua prescrição para tratamento de doenças. 

 

Apesar da liberação do uso do canabidiol no país, o Conselho Federal de Medicina reitera sua posição contrária sobre a descriminalização e a legalização das “cannabis indica e sativa” e seu consumo “recreativo”. Esta posição está alinhada com a postura da autarquia com relação às políticas de combate ao tabagismo e alcoolismo e ao seu compromisso com a defesa do bem estar de todos. “Nós, médicos, estamos preocupados com a da saúde da população. Existem substâncias da canabis sativa que têm propriedades medicinais, para essas nós somos favoráveis que sejam pesquisadas em centros adequados. Não apoiamos a liberação para uso recreativo, pois sabemos o tanto que substâncias psicoativas fazem mal à saúde”, defende o psiquiatra Salomão Rodrigues, conselheiro federal por Goiás. 

 

 

Confira os principais destaques da Resolução CFM nº 2.113/14

- Aprovação: Está autorizado o uso compassivo do canabidiol no tratamento de epilepsias em criança e adolescentes que sejam refratárias aos tratamentos convencionais.

 

- Restrito aos especialistas: Apenas as especialidades de neurologia e suas áreas de atuação, de neurocirurgia e de psiquiatria poderão prescrever o canabidiol. 

 

- Cadastro: Os médicos prescritores deverão ser previamente cadastrados em plataforma online criada pelo Conselho Federal de Medicina para este fim. O mesmo deverá ocorrer com os pacientes. 

 

- Pré-requisito: Para receber a prescrição, o paciente necessita preencher os critérios de indicação e contraindicação para inclusão no uso compassivo.

 

- Acompanhamento: Os pacientes submetidos ao tratamento com o canabidiol deverão ser acompanhados, de acordo com relatórios enviados pelos médicos prescritores. 

 

- Esclarecimento: Os pacientes, ou seus responsáveis legais, deverão ser informados sobre os riscos e benefícios potenciais e assinar Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). 

 

- Proibição: A regra veda a prescrição da cannabis in natura para uso medicinal, bem como quaisquer outros derivados, que não o canabidiol. O grau de pureza da substância e sua apresentação seguirão determinações da Anvisa. 

 

- Revisão: A decisão do CFM deverá ser revista em dois anos, quando serão avaliados novos elementos científicos.

 

Clique aqui e confira a íntegra da resolução. 

 

  

 

 

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Boletim COSEMESC 

10/12/2014


 

 

 

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V Congresso Brasileiro de Perícia Médica Previdenciária 

08/12/2014



Programado para os dias 5, 6 e 7 de março de 2015, na cidade de Bento Gonçalves (RS), o V Congresso Brasileiro de Perícia Médica Previdenciária contará com importantes nomes da área (brasileiros e estrangeiros) como condutores de debates científicos.

Organizado pela Associação Nacional de Médicos Peritos (ANMP), a edição terá como tema principal "Perícia Médica Previdenciária, garantia de reconhecimento dos direitos do trabalhador”.

Segundo destaca o presidente do Congresso, Miguel Tabacow, a maneira mais eficiente de alcançar objetivos nesta esfera é com a promoção da saúde e a prevenção das doenças no ambiente de traba­lho, desenvolvendo ações que envolvam os diversos setores.

Além dos cerca de 5 mil peritos previdenciários que atuam na área em todo o país, o evento também é destinado a outros profissionais envolvidos na atenção à Saúde do trabalhador, como peritos judiciais e médicos do trabalho.

Cursos, apresentação de trabalhos científicos, discussões sobre a atual situação da perícia médica previdenciária, entre outros temas, integram a programação.

Nota da ANMP

Para facilitar a participação dos peritos médicos previdenciários, a ANMP solicitou a dispensa de ponto para os profissionais que participarem do encontro. O Departamento Geral de Pessoal garantiu, ainda, que o impacto gerado pelo Congresso não será considerado na avaliação das APS para o turno estendido.

A participação no Congresso também vai gerar 10 pontos para a obtenção de Títulos de Especialista da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT) e da Associação Brasileira de Medicina Legal e Perícias Médicas (ABMLPM).

 

 

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NOTA DO CFM À SOCIEDADE 

05/12/2014

Diante do quadro de sucateamento e abandono que atinge alguns dos maiores prontos-socorros e hospitais do país - entre eles, o Hospital de Base de Brasília, que enfrenta a falta crônica de insumos e medicamentos, e o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad, no Rio de Janeiro, onde quase 13 mil pessoas aguardam na fila por cirurgias e outros procedimentos -, os Conselhos Federal e Regionais de Medicina (CFM e CRMs) expressam sua indignação e salientam que:

 

1) Os problemas apontados recorrentemente pelos médicos, Ministério Público, Defensoria Pública da União (DPU) e imprensa atestam a total falta de respeito dos gestores para com pacientes e profissionais da saúde, comprometendo a assistência e a vida de milhares de cidadãos;

 

2) Os casos de Brasília e do Rio de Janeiro não são exceção. Por meio dos Conselhos Regionais, têm sido realizadas vistorias em unidades hospitalares de vários estados, nas quais se constatam os efeitos deletérios do baixo investimento; da má gestão dos recursos disponíveis; da precariedade dos mecanismos de fiscalização e controle; da ausência de instalações adequadas e de leitos, equipamentos e insumos básicos; e do desaparelhamento dos centros cirúrgicos;

 

3) Embora o número de médicos (inclusive de especialistas) seja suficiente para atender demandas da população, também é evidente a falta de empenho do Governo em estimular a permanência dos profissionais dentro do Sistema Único de Saúde (SUS), com a oferta de condições de trabalho e de medidas que os valorizem;

 

4) Um exemplo concreto dos gargalos da assistência é o fechamento de quase 15 mil leitos de internação, desde julho de 2010, conforme revelou levantamento do CFM. Sem essas vagas, fica comprometida a realização de cirurgias e procedimentos eletivos, levando à formação de longas filas de espera, o que pode fazer que um atendimento demore meses ou até anos para acontecer;

 

5) Outro problema grave é o mau uso dos recursos disponíveis. O CFM também apontou recentemente que, desde 2003, o Ministério da Saúde deixou de aplicar cerca de R$ 131 bilhões no SUS, com prejuízos em obras de ampliação, reformas ou compras de equipamentos, o que também impacta negativamente no trabalho dos hospitais;

 

6) Para denunciar os problemas existentes e obrigar os gestores a apresentarem respostas urgentes à sociedade, os Conselhos de Medicina intensificarão seu trabalho de fiscalização na rede hospitalar, com divulgação dos resultados encontrados e envio de relatórios aos órgãos competentes, como Ministério Público e Tribunais de Contas;

 

7) Cabe ao Ministério da Saúde e às Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde darem transparência às filas de espera para realização de consultas, exames, internações e, principalmente cirurgias ou serviços especializados de maior complexidade. Por isso, os médicos – em nome da sociedade – cobram a divulgação desses dados de interesse público e necessários ao diagnóstico vertical da situação.

 

O CFM e os CRMs entendem que somente assim se preservará o respeito aos direitos individuais e coletivos e à dignidade humana na assistência à saúde, os quais devem ser observados para permitir o exercício pleno da cidadania em todos os seus aspectos.

 

 

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM) / CONSELHOS REGIONAIS DE MEDICINA (CRMs) 

 

 

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Feliz Natal, Feliz 2015 

05/12/2014


 

 

 

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CFM debate com sociedade estratégias de prevenção ao suicídio 

04/12/2014


 

Para trabalhar em estratégias de prevenção ao suicídio, o Conselho Federal de Medicina (CFM) promoveu o debate: Suicídio, é possível prevenir? Um olhar da sociedade, na tarde desta quarta-feira (3), em Brasília. O filme Elena – da diretora brasileira Petra Costa – embasou a discussão, com participação da plateia, com perguntas, depoimentos e comentários. Cerca de 120 médicos, psicólogos, antropólogos, farmacêuticos, estudantes e interessados no assunto compareceram ao auditório do CFM, em Brasília. Com o avanço na discussão, a Comissão de Ações Sociais da autarquia pretende trabalhar em campanhas sobre o tema no próximo ano.

Na abertura, o presidente do CFM, Carlos Vital Tavares Corrêa Lima, alertou que o suicídio é um problema de saúde pública e que, com a participação de todos, pode ser reduzido em suas incidências. “Precisamos de uma sociedade engajada na defesa pela vida e gestores comprometidos com políticas públicas que realmente transformem esse cenário”, defendeu. Para ele, quebrar o preconceito salvará muitas vidas. “Aumentar a conscientização e quebrar o tabu é uma das chaves para alguns países progredirem na luta contra esse tipo de morte”.

A mesa debatedora do evento foi constituída por profissionais de diferentes formações. O psiquiatra, diretor do CFM e membro da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), Emmanuel Fortes Cavalcanti, apontou que diversos fatores podem impedir a detecção precoce e consequentemente a prevenção do suicídio.

Por outro lado, segundo o psiquiatra, ainda há um problema de subnotificação, que impede de ter dados e ações do Governo para prevenção. “São muitos casos que chegam às emergências como acidentes de carro, ingestão de remédios, tiros, que não são identificados como intenção de se matar”.

Respondendo questionamentos da plateia, Emmanuel Fortes também esclareceu que a genética está na base da doença depressiva, contudo também são considerados o ambiente e o perfil da família para se embasar uma abordagem médica. “O risco de suicídio aumenta entre aqueles com histórico familiar. Mas estes não ocorrem apenas em famílias com históricos de tentativas e atos consumados”.

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada 40 segundos, uma pessoa comete suicídio no mundo. O Brasil é o oitavo país em número de casos, com 11.821 mortes, sendo 9.198 homens e 2.623 mulheres. O relatório da Organização das Nações unidas (ONU) aponta que a falta de abertura para o debate sobre o tema atrapalha o trabalho de prevenção de novos casos.

Crescimento entre jovens - Outro ponto abordado pelos debatedores foi o aumento do suicídio entre os jovens na última década. Hoje no Brasil o suicídio é a terceira principal causa de morte nessa faixa etária (14 a 25 anos). “Em um mundo onde as pessoas são estimuladas a serem competitivas com perfil de vencedoras, inclusive bem retratado nas mídias sociais, o individualismo e a solidão preponderam”, alertou o membro da Comissão de Ações Sociais do CFM e mediador do debate, Ricardo Paiva.

Representando o Conselho Federal de Psicologia, (CFP), Marcelo Tavares, se manifestou na plateia sobre os jovens não terem a tendência a ouvirem os adultos. Segundo ele, a aproximação com essa faixa etária é muito complicada, pois “se a abordagem for de forma errada, às vezes, se pode colocar uma ideia que o adolescente não tinha pensado”.

Já o debatedor Ricardo Rezende, padre, antropólogo e professor de Direitos Humanos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), apontou o aumento também do número de casos nos povos indígenas. Ele relatou a situação da tribo Guarani-Kaiowá, do Mato Grosso do Sul, que teve 684 casos registrados entre os jovens nos últimos dez anos. “A ausência de perspectiva de futuro levaram esses jovens a tirarem a vida”, apontou. Rezende citou a frase: “Quanto mais profunda é a noite, mais cedo é a madrugada” e pediu para que a plateia interpretasse como “a dor tem um limite e não se pode perder a fé e a esperança na vida”.

Abordagem - De acordo com os debatedores, todo paciente que fala sobre suicídio tem risco em potencial e merece investigação e atenção especial. “Só o fato de estarmos conversando com alguém que já consegue se expressar já é ótimo. Quantas são as que precisam ser estingadas a abrir uma luz no fim do túnel”, apontou Robert Gellert Paris Júnior, membro do Conselho Diretor do Centro de Valorização à Vida (CVV) e diretor do Befrienders Worldwide, organização que congrega entidades de Prevenção do Suicídio em 34 países de todos os continentes. 

A cartilha “Informando para prevenir”, publicada recentemente pelo CFM em parceria com a ABP, coloca que a prevenção do suicídio não se limita à rede de saúde, mas deve ir além dela, sendo necessária a existência de medidas em diversos âmbitos na sociedade, que poderão colaborar para diminuição das taxas de suicídio. “A prevenção do suicídio deve ser também um movimento que leva em consideração o biológico, psicológico, político, social e cultural, no qual o indivíduo é considerado como um todo em sua complexidade”.

A íntegra do vídeo do evento Suicídio, é possível prevenir? Um olhar da sociedade estará disponível, na próxima semana, no canal do Youtube do CFM.

 

 

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Jornada de Delegacias do CREMESC da Região Sul, em Forquilhinha 

1º/12/2014


Médicos do Sul do Estado foram homenageados com Diploma de Mérito Médico por mais de 40 anos de atuação em Santa Catarina
 

Forquilinha foi a cidade-sede da Jornada das Delegacias do CREMESC da Região Sul deste ano, que ocorreu nos dias 21 e 22 de novembro. Sob a coordenação do Conselheiro Coordenador de Eventos do CREMESC, Dr. Rodrigo Jorge da Luz Bertoncini; e do Delegado Regional de Araranguá, Luis Taddeo Filho, o evento abordou assuntos pertinentes ao dia a dia dos médicos.

Na abertura da Jornada, ocorreu uma homenagem aos médicos da Região Sul com 40 anos ou mais de exercício profissional ininterrupto, com relevante e exemplar conduta médica e tendo contribuído para promover ética, técnica e cientificamente à Medicina em Santa Catarina.

Ainda na noite de sexta-feira, homenageados e profissionais da região Sul puderam acompanhar a conferência “Relação do médico com colegas e com a comunidade”.

Na manhã de sábado, houve debate entre Conselheiros sobre Direção Técnica, Direção Clínica e Comissões de Ética; plantão e sobreaviso; transferência de pacientes; atestados médicos; e requisição de prontuário. Na sequência, foi aberta sessão de perguntas e respostas sobre assuntos diversos.

 

Homenageados

 

Delegacia de Tubarão

Dr. Marcos Flávio Ghizoni

Dr. Rolando Gomes da Silva 

Dr. Rosenvaldo da Silva

Dr. Plínio Lopes Gomide 

Dr. Akilson Ruano Machado 

Dra. Ana Maria Lima Michels 

Dr. Antônio Fernando Salles da Rosa 

Dr. Celso Palma

Dr. Cláudio Búrigo De Carvalho

Dr. José Adonis Ribeiro

Dr. Ruy Cesar Esmeraldino Orlandi 

 

Delegacia de Araranguá

Dr. Sérgio Wirwalski Billodre 

 

Delegacia de Criciúma

Dr. Odilmar Figueiredo Monteiro 

Dr. Álvaro Ronaldo Vieira Rocha

Dr. Arnon Borges Teixeira 

Dr. Carlos Alberto Milioli 

Dr. Filemon Justiniano Ribeiro Filho 

Dr. Itamar Jaborandy Medeiros 

Dr. José Darci Silvestre 

Dr. Manoel Nunes Torres 

Dr. Albino José de Souza Filho

 

 

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Aula de ética aos formados pela FURB 

19/11/2014



Foto Angela Muniz

Os formados em Medicina pela FURB assistiram, ontem, à aula de ética, ministrada pela primeira secretária do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CREMESC), Dra. Rachel Duarte Moritz. Na sequência, os novos médicos receberam a carteira profissional e cédula de identidade médica, além um exemplar do Código de Ética Médica e a quinta edição do Manual de Orientação Ética.

A solenidade ocorreu na sede do CREMESC, em Florianópolis.

 

Em dezembro, formados em outras universidades também assistirão à aula de ética e receberão a carteira profissional. Confira a agenda:

 

Dia 18

Lages

14h - UNIPLAC, UNOCHAPECÓ E UNOESC

 

Dia 19

Itajaí

14h - UNIVALI E UNIVILLE

 

Dia 29

Florianópolis

16h - UFSC e UNISUL Pedra Branca

 

Dia 30

Florianópolis

16h - UNESC e UNISUL Tubarão

 

Confira todas as fotos do evento em http://goo.gl/5zfWZO

 
 

 

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Procedimentos Estéticos 

12/11/2014

NOTA DE ESCLARECIMENTO À SOCIEDADE:

 

Procedimentos Estéticos

 

A recente morte de uma mulher de 39 anos, em Goiás, após ter sido submetida à aplicação de um tipo de hidrogel com finalidade estética gerou comoção nacional. Essa tragédia levou o Conselho Federal de Medicina (CFM) a vir a público alertar a sociedade para riscos aos quais pacientes podem estar expostos. Sendo assim, a autarquia informa que:

 

1) A realização de procedimentos invasivos deve ser feita apenas por médicos capacitados, como forma de reduzir a chance de surgimento de problemas de saúde para o paciente, com consequências graves e definitivas;

 

2) Esta prerrogativa está prevista na Lei 12.842/13, que estabelece os procedimentos invasivos como ato privativo dos médicos;

 

3) A determinação tem como base a exigência de que os responsáveis pelos procedimentos tenham formação adequada, com conhecimentos médicos e sobre a interação de fórmulas utilizadas no processo, apesar da aparente simplicidade de aplicações de substâncias no corpo humano;

 

4) Além disso, o médico é o profissional preparado para enfrentar possíveis complicações decorrentes dessa aplicação, sabendo tratá-las da forma correta;

 

5) Vale ainda ressaltar que os locais de realização de procedimentos invasivos precisam contar com infraestrutura necessária para sua execução, atendendo aos requisitos mínimos estabelecidos pela Resolução CFM nº 2.073/2014.

 

Finalmente, o CFM pede às autoridades que coíbam a atuação de indivíduos não médicos e à revelia da Lei nº 12.842/13, que com promessas de resultados mirabolantes interrompem vidas e deixam sequelas em homens e mulheres.

 

 

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

 
 

 

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Prevenção ao suicídio: CFM coloca tema em debate com exibição do filme Elena 

11/11/2014

O filme Elena – da diretora brasileira Petra Costa – será tema de debate no Conselho Federal de Medicina (CFM), no dia 3 de dezembro, em Brasília. O longa será exibido para médicos, estudantes e interessados para fomentar a discussão sobre o suicídio, um tema ainda tabu. O debate “Suicídio, é possível prevenir? Um olhar da sociedade” é iniciativa da Comissão de Ações Sociais da entidade que planeja trabalhar o tema em 2015. 

 

Segundo o presidente do CFM, Carlos Vital Tavares Corrêa Lima, o suicídio é um problema de saúde pública que pode ser evitado ou reduzido em suas dimensões. “Precisamos de uma sociedade engajada na defesa pela vida e gestores comprometidos com políticas públicas que realmente transformem esse cenário”, defendeu. Para ele, quebrar o tabu do tema salvará muitas vidas. “Estudos e investimentos são essenciais para prevenir a ocorrência deste ato. Mas mais do que isso, queremos trabalhar unidos e saber a opinião da sociedade sobre o tema”.

 

Dinâmica - A mesa debatedora será constituída por profissionais de diferentes formações, com a finalidade de enriquecer o assunto ainda cercado por preconceitos. Além do presidente do CFM, estão confirmados: Emmanuel Fortes Cavalcanti, psiquiatra, diretor do CFM e membro da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP); Ricardo Rezende, antropólogo e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); e Robert Gellert Paris Júnior, membro do Conselho Diretor do Centro de Valorização à Vida (CVV).

 

A participação da plateia, com perguntas, depoimentos e comentários, deverá ampliar a discussão. As inscrições para o evento são gratuitas, mas com o número limitado a 120 participantes. Acesse e garanta sua vaga: www.eventos.cfm.org.br

 

Cenário - De acordo com dados recém-divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada 40 segundos, uma pessoa comete suicídio no mundo. O Brasil é o oitavo país em número de casos, com 11.821 mortes, sendo 9.198 homens e 2.623 mulheres.

 

O relatório da Organização das Nações unidas (ONU) aponta que a falta de abertura para o debate sobre o tema atrapalha o trabalho de prevenção de novos casos. “Aumentar a conscientização e quebrar o tabu é uma das chaves para alguns países progredirem na luta contra esse tipo de morte”, diz o texto.

 

Elena – Documentário, 2012. Sinopse: Investigar sobre uma pessoa próxima e descobrir no fim do aprendizado um espelho para a própria alma é uma das ideias que Petra Costa desperta em quem assiste ao documentário "Elena". Criado para falar sobre a irmã mais velha da diretora, que morreu nos Estados Unidos, o longa conta com um só nome, mas retrata mais de uma pessoa.

 

Uma história de suicídio é tratada de forma sutil e artística para recontar a trajetória de Elena Andrade, uma atriz no início de carreira, que foi tentar a sorte na América do Norte. Petra, a caçula que admirava a irmã, tinha apenas sete anos quando a mudança aconteceu. O documentário conta não só a vida e morte de Elena, mas como também os desafios para a família lidar com a perda e o assunto “suicídio”.

 

 

 

SERVIÇO:

 

“Suicídio, é possível prevenir? Um olhar da sociedade” 

Debate sobre o filme Elena, de Petra Costa (exibição no evento)

Dia: 3 de dezembro de 2014

Horário: das 14 às 18h

Local: Auditório do CFM - SGAS 915 lote 72. Brasília-DF

Público-alvo: Médicos, estudantes e interessados pelo tema

Inscrições: Gratuitas e limitadas em www.eventos.cfm.org.br

Realização: Conselho Federal de Medicina (CFM)

Informações: acoessociais@portalmedico.org.br

 

 

PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR:

 

Debate “Suicídio, é possível prevenir? Um olhar da sociedade” 

Realização: Conselho Federal de Medicina (CFM)

 

14h – Credenciamento

 

14h30 – Abertura da mesa de debate

Mediador – Ricardo Paiva – Membro da Comissão de Ações Sociais do CFM

 

Debatedores:

Carlos Vital – presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM)

Emmanuel Fortes Cavalcanti - psiquiatra, diretor do CFM e membro da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP)

Ricardo Rezende - antropólogo e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Robert Gellert Paris Júnior - Membro do Conselho Diretor do Centro de Valorização à Vida (CVV)

 

15h- Apresentação do filme Elena, de Petra Costa

 

16h30 – Debate

 

18h - Encerramento

 
 

 

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Participação do CRM-SC no IV Congresso de Humanidades Médicas 

07/11/2014

Armando José d’Acâmpora durante palestra proferida por ele, quinta-feira (dia 6), no IV Congresso de Humanidades Médicas 

O IV Congresso Brasileiro de Humanidades Médicas, que tem como tema central “Ciência e Arte”, conta com a participação do CRM-SC. O evento ocorre em Recife e tem como objetivo fomentar aproximação e maior interface entre a prática médica e os diferentes campos de conhecimento, em especial os que pertencem ao campo das ciências humanas.

Armando José d’Acâmpora, secretário-geral do CRM-SC, participou da mesa “A arte de fazer ciência”, coordenada pelo secretário-geral do CFM, Henrique Batista. Durante 20 minutos, o Conselheiro catarinense proferiu palestra aos representantes dos CRMs e médicos de todo o país.

 
 

 

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Evento do CFM debaterá a interface entre arte e ciência 

05/11/2014

O Conselho Federal de Medicina (CFM) promove, de hoje a 7 de novembro, em Recife, o IV Congresso Brasileiro de Humanidades Médicas, que tem como tema central “Ciência e Arte”. O evento tem como objetivo fomentar aproximação e maior interface entre a prática médica e os diferentes campos de conhecimento, em especial os que pertencem ao campo das ciências humanas. Durante o evento, serão entregues as Comendas do CFM a personalidades que se destacam no campo das artes, da saúde pública, da responsabilidade social e do ensino médico. O Congresso será precedido do I Simpósio Pernambucano de Comunicação em Medicina, realizado nesta quarta-feira (5).

A abertura do IV Congresso de Humanidades Médicas, na noite de hoje, será realizada pelo presidente do CFM, Carlos Vital Corrêa Lima, e pelo coordenador do Congresso, Roberto Luiz d`Ávila. Em seguida, está previsto o lançamento do livro “As bases do raciocínio médico”, de Fernando Queiroz Monte, e a apresentação da Orquestra de Médicos de Pernambuco.

Na manhã desta quinta-feira (6), as atividades começarão com a conferência “A experiência da Caravana do Cremepe contada em duas canções”, que terá como conferencista o presidente do CFM. Em seguida, será realizada a mesa “A ciência de fazer arte”, que terá como palestrantes Valdir Reginato, Pablo Gonzáles Blasco e Paulo Fernando Barreto Campello de Mello, que irão falar, respectivamente, sobre literatura, cinema e música.

À tarde será realizada a mesa “A arte de fazer ciência”, coordenada pelo secretário-geral do CFM, Henrique Batista. Os palestrantes serão Armando José d’Acampora, Luiz Roberto Londres e José Paranaguá de Santana, que falarão, respectivamente, sobre a relação entre a medicina e o saber e a filosofia e a sociedade. No final da tarde será realizada a solenidade de entrega das Comendas do CFM.

O dia 7 de novembro será destinado para realização de oficinas sobre literatura, cinema e música, que ficarão sob a coordenação do 2º tesoureiro do CFM, Dalvélio Madruga, e terão como tema “A arte de Ariano Suassuna”. As oficinas serão realizadas pelos mesmos palestrantes da mesa “A ciência de fazer arte”, prevista para o dia anterior.

O IV Congresso Brasileiro de Humanidades Médicas será encerrado na manhã do dia 7, com debates sobre os temas do encontro coordenador por Carlos Vital e Luiz Roberto Londres.

O coordenador do IV Congresso e presidente do CFM de 2009-2014, Roberto Luiz d´Ávila, defende a importância de eventos como esse. “Para ser um bom médico, o profissional deve ter, além da técnica, uma formação humana muito sólida, principalmente dos valores clássicos da medicina e, também, do respeito ao paciente e à sua história”, defende. Com a realização dos Congressos de Humanidades, o CFM incentiva, nas escolas médicas, esse debate. “A medicina é uma arte. Portanto, é oportuno explorarmos a nossa interface com a literatura, o cinema e a música”, acrescenta ele.

Simpósio debaterá a comunicação médico-paciente - Precederá ao IV Congresso, no dia 5 de novembro, o I Simpósio Pernambucano de Comunicação em Medicina, que irá debater “O valor da comunicação na relação médico-paciente”. Das 8h30 às 10h, serão realizadas as mesas-redondas “O ensino da bioética para a habilidade de comunicação”, cujo palestrante é José Eduardo de Siqueira, professor do curso de Medicina da Universidade Estadual de Londrina (UEL), e “A voz do paciente”, dada pelo professor do curso de Medicina da Universidade de Pernambuco (UPE), Wilson de Oliveira.

Após o intervalo, às 10h, está previsto o minicurso “Comunicação e Espiritualidade”, que terá como palestrante Márcio Fabri dos Anjos. A moderadora será Sandra Maria de Araújo Silva. As atividades da manhã serão encerradas com uma dramatização.

À tarde será realizada a mesa-redonda “Abordagem familiar diante da morte”, que terá a participação da psicóloga do Real Hospital Português de Pernambuco, Josemary Karlla Chaves. A atividade seguinte debaterá “Como dar má notícia em pediatria”, cuja palestrante será Patrícia Novaes, médica do Hospital Dom Malan de Pernambuco. Em seguida, a professora do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip), Jurema Telles, falará sobre “Como dar má notícia em paciente com prognóstico sombrio”.

Ao final da tarde ainda será ministrado o curso “Como mediar conflitos”, que terá como palestrante o professor do curso de Medicina da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Ludovic Albim. As atividades do Simpósio serão encerradas com uma atividade cultural.

 
 

 

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Art. 5º da Resolução CFM Nº 2.108/2014 

05/11/2014

Art. 5º As pessoas jurídicas compostas por, no máximo, dois sócios, sendo obrigatoriamente um deles médico, estejam enquadradas na primeira faixa de capital social, não possuam filiais, constituídas exclusivamente para a execução de consultas médicas sem a realização de exames complementares para diagnósticos, realizados em seu próprio consultório e que não mantenham contratação de serviços médicos a serem prestados por terceiros, poderão requerer ao conselho regional de medicina de sua jurisdição até 31/01/2015, um desconto de 50% sobre o valor da anuidade fixada no caput do artigo 4º, que deverá ser quitada de acordo com o estabelecido no artigo 4º e parágrafos, mediante apresentação de declaração subscrita pelo médico responsável pela empresa, indicando o seu enquadramento nessa situação. 

Parágrafo único. Para a obtenção do desconto, a pessoa jurídica e os respectivos sócios médicos e responsável técnico deverão estar em situação cadastral regular, bem como quite com o pagamento das anuidades e da taxa de certificado de regularidade de exercícios anteriores.

 
 

 

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Inscrições abertas para a Jornada de Delegacias da Região Sul 

31/10/2014

 

Forquilinha será a cidade-sede da Jornada das Delegacias do CREMESC da Região Sul deste ano, que ocorre nos dias 21 e 22 de novembro. Sob a coordenação do Conselheiro Coordenador de Eventos do CREMESC, Dr. Rodrigo Jorge da Luz Bertoncini; e do Delegado Regional de Araranguá, Luis Taddeo Filho, o evento abordará assuntos pertinentes ao dia a dia dos médicos.

Na abertura da Jornada, que vai ocorrer no Hotel Oma Zita, haverá homenagem aos médicos da Região Sul com 40 anos ou mais de exercício profissional ininterrupto, com relevante e exemplar conduta médica e tendo contribuído para promover ética, técnica e cientificamente à Medicina em Santa Catarina.

 

Confira a programação e faça sua inscrição pelo e-mail eventos@cremesc.org.br.

Mais informações: (48) 3952-5000

 

 

PROGRAMAÇÃO

21/11/2014 - Sexta feira 

20h

- Abertura

- Homenagem aos médicos da Região Sul

21h

- Conferência

Relação do médico com colegas e com a comunidade

 

- Jantar por adesão

 

22/11/2014 – Sábado

9h

Painel I: Debate entre Conselheiros

- Direção Técnica, Direção Clínica, 

Comissões de Ética 

- Plantão e sobreaviso

- Transferência de pacientes

- Atestados médicos

- Requisição de prontuário

 

10h

Painel II: Sessão aberta de perguntas e respostas sobre assuntos diversos

Participação dos conselheiros presentes

 

11h30min - Encerramento

 

 

SERVIÇO

Local: Hotel Oma Zita

Rua do Cinquentenário Leonardo Steiner, 511 

Centro - Forquilhinha 

Telefone: (48) 3463-3333

 

 

 

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ATENÇÃO 

27/10/2014

 

 

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Governo deixa de aplicar R$ 131 bilhões na saúde pública desde 2003 

23/10/2014

 

 

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CFM entra com ação judicial contra site Conversa Afiada 

23/10/2014

O Conselho Federal de Medicina (CFM) ingressou nesta quarta-feira (22) com uma ação judicial contra o jornalista Paulo Henrique Amorim, responsável pelo site Conversa Afiada, que na última semana publicou notícia insinuando que a autarquia fez doação de R$ 40 mil reais para campanha eleitoral, em 2012. O pedido exige direito de resposta e retirada imediata do nome do CFM da publicação.

 

O CFM afirma que não houve apuração devida das informações, pois não fez qualquer tipo de doação a partidos políticos ou a candidatos, conforme prova a base de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), onde inexiste registro de doação em seu nome, o que seria obrigatório pela legislação.

 

A autarquia também divulgou nota de esclarecimento à sociedade sobre o caso. “Entendemos nessa medida, uma ação que visa impedir novos abusos e a prática do antijornalismo, que não tem compromisso com a verdade ou com seus leitores, alimentando-se de boatos para angariar audiência e destruir reputações”, afirma o documento.

 

Brasília, 22 de outubro de 2014.

 

NOTA DE ESCLARECIMENTO A SOCIEDADE

 

Em resposta a insinuações com o objetivo de denegrir a imagem do Conselho Federal de Medicina (CFM) e, por extensão, a de toda a classe médica, por meio desta nota, esclarecemos os seguintes pontos à sociedade brasileira:

 

1) Ao contrário do que foi informado em matéria publicada no site Conversa Afiada, em 17 de outubro de 2014, o Conselho Federal de Medicina (CFM) jamais fez doações a candidatos ou partidos políticos.

 

2) O CFM é uma autarquia federal, cujos recursos arrecadados por meio da contribuição de médicos inscritos em seus cadastros, se destinam, unicamente, ao custeio e investimentos em ações que visam o ético exercício da medicina.

 

3) O uso dos recursos pela autarquia é feito com base na transparência e na responsabilidade, sendo suas contas apresentadas, anualmente, ao Tribunal de Contas da União (TCU).

 

4) O CFM jamais foi procurado pelo Ministério Público para esclarecimentos sobre o uso indevido do nome da autarquia. Lamentamos e estranhamos ainda mais o uso noticioso dessa informação pelo site Conversa Afiada sem sua checagem, ferindo regras básicas do bom e ético jornalismo.

 

5) Uma simples consulta na base de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não indicou registro de qualquer doação a candidato ou partido político em nome do CFM. Portanto, serão tomadas todas as providências cabíveis para a reparação do dano causado pela veiculação irresponsável dessa suposição.

 

6) Nesta quarta-feira (22), o CFM ingressou com ação na Justiça Federal contra o jornalista Paulo Henrique Amorim, responsável pelo site Conversa Afiada, exigindo direito de resposta e reparação de dano, e enviou ofício ao Tribunal Superior Eleitoral com pedido de comprovação de que nunca houve doação deste tipo.

 

Entendemos nessa medida, uma ação que visa impedir novos abusos e a prática do antijornalismo, que não tem compromisso com a verdade ou com seus leitores, alimentando-se de boatos para angariar audiência e destruir reputações. 

 

 

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA 

 

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Crise na saúde 

20/10/2014

 

 

 

 

 

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Morre Dr. André Paulo Nemetz 

20/10/2014

Faleceu, na noite de ontem, aos 49 anos, o Dr. André Paulo Nemetz. O cirurgião plástico, que atuava em Blumenau sob o CRM 7610, lutava contra uma doença congênita no coração, descoberta há oito anos, e morreu em casa, ao lado da esposa.

Formado pela Universidade Federal de Santa Catarina em 1991, Dr. André foi secretário da Delegacia Regional do CREMESC de Blumenau por quatro anos.

Seu corpo foi velado e enterrado no Cemitério São José, em Blumenau, no jazigo da família.

 

 

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Parabéns! 

17/10/2014

 

 

 

O Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CREMESC) parabeniza os médicos que atuam no Estado por seu dia.

 

 

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Nota de esclarecimento: Multa do Cade será contestada na Justiça 

17/10/2014

O Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou, nesta quinta-feira (16), nota de esclarecimento sobre decisão do Conselho Administrativo de Direito Econômico (Cade) que condenou entidades médicas ao pagamento de multa por conta de suposto abuso. Segundo o CFM, o processo teve origem a denúncia relativa a uma assembleia de médicos que a entidade não participou e também não autorizou sua citação. O Conselho recorrerá da decisão no âmbito do Poder Judiciário.

 

Na nota, a entidade afirma que ao contrário do que foi dito pelo Cade, os Conselhos de Medicina jamais instauraram processos para punir profissionais por não observarem os valores de honorários sugeridos pela Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM).

 

O CFM ainda ressalta que o Cade, em sua decisão, ignora que, na verdade, médicos e pacientes é que são reféns dos abusos praticados pelas operadoras de planos de saúde, “impondo-lhes honorários vis, cerceando a autonomia dos profissionais na prescrição e no diagnóstico, efetuando descredenciamentos unilaterais, provendo cobertura insuficiente e promovendo glosa de procedimentos, entre outros pontos”.

 

 

Leia abaixo a íntegra do documento do CFM:

 

 

NOTA DE ESCLARECIMENTO

 

Com relação à decisão do Conselho Administrativo de Direito Econômico (Cade), que condenou o Conselho Federal de Medicina (CFM) e outras entidades médicas ao pagamento de multa por conta de suposto abuso, esclarecemos que:

 

1. Este processo teve origem numa denúncia relativa a uma assembleia de médicos no município de Indaiatuba (SP), em 2011, que era desconhecida pelo CFM e onde o nome da Autarquia foi citado sem sua autorização. Todos esses fatos foram comprovados nos autos.

 

2. Ao contrário do que foi dito pelo Cade, os Conselhos de Medicina jamais instauraram processos para punir profissionais por não observarem os valores de honorários sugeridos pela Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM);

 

 3. Ressalte-se que a CBHPM é um instrumento meramente referencial, não possuindo caráter coercitivo, conforme várias decisões judiciais;

 

 4. O CFM também nunca ameaçou ou emitiu qualquer tipo de ordem a médicos obrigando-os a tomar determinadas condutas com relação ao tema, pois suas resoluções não têm o objetivo de configurar dano à concorrência de mercado;

 

 5. O Cade, em sua decisão, ignora que, na verdade, médicos e pacientes é que são reféns dos abusos praticados pelas operadoras de planos de saúde, impondo-lhes honorários vis, cerceando a autonomia dos profissionais na prescrição e no diagnóstico, efetuando descredenciamentos unilaterais, provendo cobertura insuficiente e promovendo glosa de procedimentos, entre outros pontos;

 

 6. Diante desses equívocos, o CFM recorrerá da decisão tomada pelo Cade no âmbito do Poder Judiciário.  

 

         

Brasília, 16 de outubro de 2014

 

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM)

 

 

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ATUALIZE SEU ENDEREÇO 

14/10/2014

O médico inscrito no Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina deve manter seus endereços informados a este Conselho sempre atualizados, conforme Art. 6° do Decreto 44045/58.

O médico que não cumprir este decreto está sujeito às penalidades pertinentes previstas.

 Clique aqui e atualize seus dados.

 

 

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Jornada de Delegacias reúne médicos da Região Norte em Porto União 

13/10/2014


Os homageados Dr. José Flávio Scheffer, Dr. Newton Rodrigues Salerno e Dr. Paulo Kanegusuku ao lado do Conselheiro Diretor de Eventos,
Dr. Rodrido Bertoncini (à esquerda) e o Presidente do CREMESC, Dr. Tanaro Bez (à direita)



Porto União sediou, no último final de semana, a Jornada de Delegacias do CREMESC da Região Norte. Durante dois dias, a cidade foi palco de palestras e debates sobre assuntos pertinentes à atividade médica nas delegacias de Joinville, Mafra, Canoinhas e Porto União. Na sexta-feira à tarde, médicos da região se reuniram no Hospital de Caridade São Braz para tirar dúvidas com membros da diretoria, que elucidaram questões sobre normas e orientações do Conselho.

À noite, a solenidade de abertura do evento contou com a presença do Dr. Tanaro Pereira Bez, Presidente do CREMESC; Dr. Ayrton Rodrigues Martins, Delegado Regional de Porto União; Sr. Anísio de Souza, Prefeito de Porto União; Dra. Fernanda Rech Gomes Gregol de Araújo, que representou o secretário de saúde de Porto União; Dr. Mauricio Marcondes Ribas, Presidente do Conselho Regional de Medicina do Paraná; Dr. Rodrigo Jorge da Luz Bertoncini, Conselheiro Diretor de Eventos do CREMESC; Dr. Jacy Gomes, Delegado Regional de Mafra; Dr. Edgard Vicente De Souza, Delegado Regional de Canoinhas; Dr. Celso Boettcher, Delegado Regional de Joinville; e Dr. Plinio Leonel Jakimiu, Presidente Da Associação Médica Porto União Da Vitória (Ampuv).

Para abrir os trabalhos, o Presidente do CREMESC, Dr. Tanaro Pereira Bez, ao lado do Diretor de Eventos, Dr. Rodrigo Jorge da Luz Bertoncini, prestou homenagem a médicos da região Norte com mais de 40 anos de profissão. O Dr. José Flávio Scheffer, de Campo Alegre; o Dr. Newton Rodrigues Salerno, de Joinville; e o Dr. Paulo Kanegusuku, de Rio Negro (PR), receberam o Diploma de Mérito Médico, honraria concedida aos profissionais que há mais de quatro décadas de exercício profissional ininterrupto, incluindo a residência médica ou outros cursos pós-graduados, sem qualquer sanção ético-profissional, com relevante e exemplar conduta médica e tendo contribuído para promover ética, técnica e cientificamente à Medicina em Santa Catarina. Também foram homenageados, mas não estiveram presentes, os médicos Dr. Pedro Egberto Antelo Lopez, Ronald Moura Fiuza, Djalma Starling Jardim, Jaime Matos Ferreira, Suzana Maria Menezes De Almeida, Ieda Mara Schroeder Galastri e Valmir Favretto.

“É com um sentimento de gratidão que falo em nome dos colegas também homenageados. Quero agradecer às famílias, aos pacientes e às cidades que nos acolhem”, declarou Dr. José Flávio Scheffer.

O presidente do CRM exaltou a nobreza dos colegas homenageados: “Se fazem merecedores por exercerem de forma íntegra a mais belas das profissões, a de médico”.

Na sequência, o Dr. Tanaro Pereira Bez, proferiu palestra “Ética Médica -

Perícia Médica de Erro Médico”. Durante 40 minutos, o presidente do CREMESC apresentou um raio-x dos principais problemas que envolveram os erros médicos no período de 1996 a 2011.

Às 9h de sábado, a palestra “Atestado de Óbito”, proferida pelo Dr. José Eduardo Coutinho Góes, deu início ao segundo dia de Jornada de Delegacias da Região Norte de Santa Catarina. “Profissionais desta região encaminharam ao CRM um pedido de socorro por pacientes que estão indo a óbito em locais que não têm Instituto Médico Legal (IML) nem Serviço de Verificação de Óbito (SVO)”, explicou o presidente do CREMESC, Dr. Tanaro Pereira Bez.

Aspectos legais, éticos e técnicos foram abordados pelo Conselheiro Góes, que também deu dicas práticas de como preencher uma declaração de óbito.

Depois da explanação, os conselheiros fizeram um debate acerca do assunto. Na sequência, os médicos presentes aproveitaram para fazer perguntas a respeito de assuntos diversos, como plantão e sobreaviso, transferência de pacientes, atestados médicos e requisição de prontuário.

 

Os homenageados

Delegacia de Joinville

Dr. José Flávio Scheffer

CRM 1376

Campo Alegre

Natural De Chapecó

Formado pela Universidade Federal De Santa Catarina em 14/12/1973

Inscrito no CREMESC em 06/2/1974

 

Dr. Newton Rodrigues Salerno  

CRM 1406

Joinville

Natural De Alegrete (RS)

Formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 13/12/1971

Inscrito no CREMESC em 25/3/1974

Especialidade: Oftalmologia

 

Delegacia de Mafra 

Dr. Paulo Kanegusuku

CRM 1167

Rio Negro (PR)

Natural De Cambará (PR)

Formado pela Universidade Federal de Santa Catarina em 21/12/1971

Inscrito no CREMESC em 15/9/1972

Especialidade: Cirurgia Geral e Endoscopia

 

Receberam a homenagem, mas não estavam presentes

Delegacia de Joinville

Dr. Pedro Egberto Antelo Lopez - CRM 1302

Dr. Ronald Moura Fiuza - CRM 1306

Dr. Djalma Starling Jardim - CRM 1307

Dr. Jaime Matos Ferreira - CRM 1326

Dr. Suzana Maria Menezes De Almeida - CRM 1353

Dr. Ieda Mara Schroeder Galastri - CRM 1382

Dr. Valmir Favretto - CRM 1447
 

 

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PAC da saúde 

08/10/2014

 

 

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Semana do Médico 

08/10/2014

 

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NOTA DE ESCLARECIMENTO À SOCIEDADE
Assunto: Manutenção do termo “Médico” nos diplomas de medicina 

07/10/2014

Atento às questões que afetam o processo de formação e a atuação dos médicos brasileiros, o Conselho Federal de Medicina (CFM) vem a público manifestar sua preocupação com o parecer 24/2014, do Conselho Nacional de Educação, o qual expressa entendimento de que no diploma do egresso deve constar a nomenclatura “Bacharel em Medicina”.

Por entender que este parecer não traz benefícios e causa prejuízos aos egressos que buscam obter equivalência de diplomas para frequentar cursos de pós-graduação e programas de intercâmbio acadêmico e profissional em outros países, o CFM – em parceria com a Associação Brasileira de Ensino Médico (Abem) – encaminha, nesta semana, ofício ao Ministério da Educação e às 242 escolas de medicina brasileiras solicitando que seja mantido o termo diploma ou grau de “Médico” em todos os documentos que atestam a capacitação legal obtida após a conclusão do curso de medicina.

Para o CFM, essa medida não contraria dispositivos legais que classificam a formação como atinente a de curso de bacharelado e responde às necessidades dos egressos que têm relatado dificuldades em seus processos de reconhecimento no exterior de diplomas de medicina emitidos no Brasil, pois o termo “Bacharel em Medicina” não existe em vários países.

Finalmente, o Conselho Federal de Medicina se solidariza com os estudantes, os residentes e os egressos das escolas médicas, manifestando seu apoio e estímulo às mobilizações desses segmentos (individuais e por meio de seus grupos de representação) junto às universidades e ao Ministério da Educação no sentido de garantir a manutenção do termo “Médico” nos diplomas dos concluintes do curso de bacharelado em Medicina, com base no previsto na Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, é dá às universidades a autonomia para conferir graus, diplomas e outros títulos.

 

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM)

 

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Faltam 3 dias para a Jornada das Delegacias do CREMESC da Região Norte 

07/10/2014

 

O Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CREMESC) realiza, nos dias 10 e 11 deste mês, a Jornada das Delegacias da Região Norte 2014, em Porto União. Sob a coordenação do Conselheiro Coordenador de Eventos do CREMESC, Dr. Rodrigo Jorge da Luz Bertoncini, o evento contará com palestra e debates sobre assuntos que fazem parte do dia a dia dos médicos.

 

Assuntos como erro médico, atestado de óbito, Direção Técnica, Direção Clínica, Comissões de Ética, plantão e sobreaviso, transferência de pacientes, atestados médicos e requisição de prontuário estarão em pauta.

Na abertura do evento, que vai ocorrer no Senac Porto União, haverá homenagem aos médicos da Região Norte com 40 anos ou mais de exercício profissional ininterrupto, incluindo a residência médica ou outros cursos pós-graduados, sem qualquer sanção ético-profissional, com relevante e exemplar conduta médica e tendo contribuído para promover ética, técnica e cientificamente à Medicina em Santa Catarina.

 

Confira a programação e faça sua inscrição pelo e-mail eventos@cremesc.org.br.

Mais informações: (48) 3952-5000

 

 

PROGRAMAÇÃO

10/10/2014 - Sexta feira 

20h

- Abertura

- Homenagem aos médicos da Região Norte

21h

Palestra: Erro Médico em Santa Catarina 1996 - 2011

Palestrante: Cons. Dr. Tanaro Pereira Bez - Presidente do CREMESC

 

11/10/2014 – Sábado

9h

Palestra: Atestado de Óbito

Palestrante: Conselheiro Dr. José Eduardo Coutinho Góes

 

9h30min

Debate entre Conselheiros

- Direção Técnica, Direção Clínica, 

Comissões de Ética 

- Plantão e sobreaviso

- Transferência de pacientes

- Atestados médicos

- Requisição de prontuário

 

10h

Sessão aberta de perguntas e respostas sobre

assuntos diversos - 

Participação dos conselheiros presentes

 

11h30min - Encerramento

 

 

SERVIÇO

Local: Senac Porto União

Av. Presidente Getúlio Vargas, 890

Centro - Porto União 

Telefone: 42 3523-1516

 

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Missa de sétimo dia 

06/10/2014

A família do Dr. Diogenes Lemos Porto convida para sua missa de sétimo dia, a realizar-se nesta terça-feira, às 19h30min, na Igreja Nossa Senhora de Alexandria (no Colégio Catarinense), em Florianópolis.

O Dr. Diogenes Lemos Porto faleceu, aos 65 anos, em decorrência de um câncer, contra o qual lutava desde o janeiro deste ano. Natural de Tubarão e formado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o psiquiatra atuava desde 1977 sob o CRM 1947. Ele deixa viúva, três filhos e uma neta.

 

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Justificativa eleitoral 

01/10/2014

O médico que não votou na eleição do CFM 2014 poderá justificar sua ausência até 60 dias após o encerramento do pleito (até dia 26 de outubro de 2014).

Serão aceitas justificativas como: problemas de saúde, viagem e votação em outro Estado. A Comissão Eleitoral avaliará os pedidos e, se necessário, solicitará os documentos comprobatórios.

O não envio da justificativa no prazo resultará na cobrança de multa eleitoral, conforme disposto nos artigos 26, §1º, da Lei Federal nº 3.268/1957; e 6º, §1º, da Resolução CFM nº 2.024/2013.

 

Mais informações:

O voto para o médico com mais de 70 anos é facultativo e, portanto, neste caso, não há necessidade de justificativa de ausência ao pleito;

O médico inscrito em mais de um Conselho Regional deverá votar em pelo menos um deles, conforme art. 6º, §2º, da Resolução CFM nº 2.024/2013. Nesse caso, se o médico votar em um CRM de outro Estado, será necessário enviar justificativa ao Cremesc.

 

Para esclarecimento de dúvidas sobre a Eleição CFM 2014, entrar em contato com a equipe das eleições pelo e-mail: eleicao2014cfm@cremesc.org.br ou pelos telefones (48) 3952-5028 – 3952-5045

 

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Governador recebe diretoria do CREMESC 

25/09/2014

A diretoria do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CREMESC) foi recebida, na tarde de ontem, pelo governador em exercício, Nelson Schaefer Martins. A visita, feita pelo presidente do CRM, Dr. Tanaro Pereira Bez; pelo secretário geral, Dr. Armando José d’Acâmpora; pelo assessor da presidência, Dr. Paulo César de Oliveira; pelo assessor jurídico, Irineu Ramos Filho; e pelo primeiro tesoureiro, João Pedro Carreirão Neto foi para falar sobre a medida cautelar penal de suspensão do exercício profissional por juízes.

O CRM considera que, como órgão habilitador, normatizador e fiscalizador dos médicos catarinenses, apenas ele deve ter a função de impedir o profissional de exercer suas funções. “Esta é uma decisão que pode causar a morte civil do médico, principalmente quando ocorre em uma cidade pequena”, afirmou Dr. Tanaro Pereira Bez. 

O governador foi receptivo à questão levada pelo CRM e declarou: “Este assunto merece um debate sério e urgente”. Nelson Schaefer Martins assinalou para a criação de uma comissão, que contará com representantes do CRM, para que seja estudada a constitucionalidade da ação e de como ela deve ocorrer.

 

Foto James Tavares, Secom.



 

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Baile do Dia do Médico 

25/09/2014

Em comemoração ao Dia do Médico, o Conselho Superior das Entidades Médicas de Santa Catarina (COSEMESC) promove jantar de confraternização embalado ao som da banda Stagium 10.

 

Local: Salões ACM

Data: 17/10/2014

Horário: 21h30min

Valor: R$ 100,00 por pessoa (comida e bebida inclusas)

 

Clique aqui para mais informações.



 

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CREMESC CONVOCA DEFENSOR DATIVO E/OU MÉDICO PERITO 

23/09/2014

O Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina convoca os médicos interessados em atuar como defensor dativo em PEP e/ou médico perito em Procedimento Administrativo, em Florianópolis.

Serão considerados aptos ao exercício da função os médicos que preenchem os seguintes requisitos:

- Estar no exercício regular da profissão por período igual ou superior a dez anos;

- Declarar expressamente, através de documento escrito, que aceitam o cargo com disponibilidade para atuar perante o Tribunal Regional de Ética Médica, o interesse do exercício da função e a aceitação das normas dela decorrentes;

- Não ter sofrido condenação disciplinar nos últimos oito anos;

- Não ter débitos de qualquer natureza neste Conselho.

Os interessados devem entrar em contato com o Setor de Processos, através do telefone (48) 3952 5027.



 

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Jornada das Delegacias da Região Norte 

17/09/2014



 

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CFM estabelece fluxos e responsabilidades para a melhoria
do atendimento em urgências e emergências 

16/09/2014

As Resoluções 2077 e 2079, publicadas no Diário Oficial da União, exigem dos gestores a garantia de leitos
para receber pacientes que precisam de internação, regulamenta o funcionamento dos sistemas de
classificação de risco e obrigam os médicos ao um acompanhamento mais intenso
da evolução dos pacientes graves dentro da rede pública

 

Duas importantes resoluções, decisivas para desafogar e qualificar o atendimento nos prontos-socorros e serviços de urgência e de emergência do país, inclusive Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs), foram publicadas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Ambas estabelecem fluxos, limites, obrigações e responsabilidade de médicos e, especialmente gestores, que, se devidamente obedecidas, trarão melhorias à assistência oferecida nestes setores, beneficiando, sobretudo, pacientes e familiares.

 

“A crise do atendimento no Serviço Hospitalar de Urgência e Emergência no Brasil talvez seja o lado mais perverso do caos que assola a saúde pública. Na cadeia de atenção à saúde é o segmento mais exposto e visível para a população e a precariedade de seu atendimento, agravada por tratar de casos graves que exigem cuidados imediatos, faz com que seus problemas causem choque e indignação”, sublinhou o conselheiro Mauro Luiz de Britto Ribeiro, relator das duas normas que entram em vigor na data de sua publicação.

 

Fluxos de trabalho - A Resolução CFM nº 2.077/14 normatiza o funcionamento dos Serviços Hospitalares de Urgência e Emergência, bem como dimensiona a equipe médica desses locais e seu fluxo de trabalho. Apenas não atinge as urgências não hospitalares, como as UPAs e congêneres, tratadas em norma especifica também publicada no Diário Oficial da União (DOU).

 

Um dos destaques da regra é o limite ao tempo de permanência dos pacientes nos Serviços Hospitalares de Urgência e Emergência em até 24 horas. Após esse prazo, a pessoa que recebe assistência deverá ter alta, ser internado ou transferido. A Resolução 2.077/2014 proíbe a internação de pacientes nos prontos-socorros. A preocupação é assegurar-lhes acesso às condições mínimas de assistência, que deve primar pela qualidade e pelo respeito à dignidade humana e à cidadania.

 

Pela regra, hospital no qual o serviço funciona deverá disponibilizar, em todas as enfermarias, leitos de internação para pacientes egressos do Serviço Hospitalar de Urgência e Emergência em número suficiente para suprir a demanda existente. Em caso de superlotação do Serviço e ocupação de todos os leitos de retaguarda, o diretor técnico da instituição deve prover as condições necessárias para a internação ou transferência destes pacientes.

 

Vaga zero – Também fica determinado ao médico plantonista do Serviço Hospitalar de Urgência e Emergência acionar imediatamente seus superiores (coordenador de fluxo ou, na inexistência deste, o diretor técnico do hospital) quando forem detectadas condições inadequadas de atendimento ou constatadas a inexistência de leitos vagos para a internação de pacientes, com superlotação da unidade.

 

O médico plantonista também deve acionar os responsáveis em caso de pacientes com necessidade de acesso a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e não houver este tipo de leito disponível. O profissional ainda precisa soar o alerta quando o Serviço Hospitalar de Urgência e Emergência receber pacientes encaminhados na condição de “vaga zero”, um recurso essencial para o atendimento dos pacientes com risco de morte ou sofrimento intenso, mas que deve ser utilizada em casos de exceção e não uma prática cotidiana na atenção às urgências.

 

Em caso de uso da “vaga zero” em Serviço Hospitalar de Urgência e Emergência superlotado ou sem capacidade técnica de continuidade do tratamento, caberá à equipe médica estabilizar o paciente e, depois de obtidas as condições clínicas que permitam a transferência, comunicar o fato à regulação, persistindo a responsabilidade do gestor público pela obtenção de vagas para a continuidade do tratamento e, se necessário, com a compra de leitos na forma da lei.

 

Uma vez acionado em função da superlotação, o diretor técnico do hospital deverá notificar essa circunstância ao gestor responsável e ao Conselho Regional de Medicina, para que o desencadeamento das medidas necessárias. Se houver recusa ou omissão do gestor em resolver o problema, o Ministério Público deverá ser acionado.

 

Falência do sistema – A Portaria no 2.048/02 do Ministério da Saúde atribui ao médico regulador do Sistema de Urgência e Emergência o grau de autoridade regulatória e determina que o mesmo não deva aceitar a inexistência de vagas nos hospitais de referência, “mesmo na situação em que inexistam leitos vagos para a internação dos pacientes (a chamada “vaga zero” para internação)”.

 

Assim, a portaria autoriza o médico regulador a encaminhar pacientes graves para hospitais de referência, mesmo que superlotados, sem vagas e sem a menor condição de atendimento. “A obrigatoriedade colocada pelo gestor federal de que uma instituição hospitalar seja obrigada a receber pacientes no Serviço Hospitalar de Urgência e Emergência, mesmo que não tenha vaga, é o reconhecimento pelo governo da falência do Sistema de Urgência e Emergência no Brasil. Infelizmente, a chamada ‘vaga zero’ é uma triste realidade. Por essa razão necessita ser normatizada”, afirmou o 1º vice-presidente do CFM, Carlos Vital, que participou ativamente da elaboração das Resoluções.

 

Classificação de risco - Além dessa medida, a Resolução 2.077/14 estabelece a obrigatoriedade dos serviços de urgência e emergência implantem o acolhimento dos pacientes de acordo com um sistema de Classificação de Risco. No entanto, a regra estabelece que o acesso a esta etapa do processo deve ser imediato, ficando a unidade obrigada a definir o número de classificadores para atingir a esperada agilidade.

 

Outro ponto destacado na Resolução é o que exige que os pacientes que passarem pela Classificação de Risco e forem encaminhados ao pronto-socorro sejam, obrigatoriamente, atendidos por um médico. A resolução proíbe que a dispensa ou o encaminhamento do paciente para outra unidade seja realizado, por outro tipo de profissional. Nos locais com mais de 50 mil atendimentos/ano, o monitoramento das atividades será de um médico coordenador.

 

Passagem de plantão - A regra aprovada pelo CFM torna ainda obrigatória a passagem de plantão (médico a médico), na qual o profissional que está assumindo o plantão deve tomar conhecimento do quadro clínico dos pacientes que ficarão sob sua responsabilidade. Na ficha de cada paciente, deve ser detalhada a assistência prestada, inclusive com a identificação dos médicos envolvidos no atendimento.

 

Outro cuidado previsto na Resolução é a exigência de o médico plantonista dos Serviços Hospitalares de Urgência e Emergência dialoguem (pessoalmente ou por telefone) com outros médicos envolvidos no atendimento sempre que for solicitado ou que o solicitar, fornecendo todas as informações com vistas a melhor assistência ao paciente.

 

Se for determinada a internação do paciente, ele passa a ser responsabilidade de um médico (de sobreaviso, internista ou outro médico responsável pela internação), até a alta pela sua especialidade ou a transferência do paciente para outro profissional. Enquanto o paciente internado estiver nas dependências do Serviço Hospitalar de Urgência e Emergência, as intercorrências por ele apresentadas deverão ser atendidas pelos médicos plantonistas, caso o médico assistente esteja ausente. “No entanto, este deverá ser imediatamente comunicado do fato, sendo a responsabilidade da assistência compartilhada, objetivando sempre o melhor tratamento para o paciente”, ressalta o documento.

 

Necessidades da demanda – Para o relator das duas resoluções, há múltiplos fatores que se apresentam como desafios para a melhoria dos serviços hospitalares de urgência e emergência. Na relação de medidas urgentes, ele cita o aperfeiçoamento do acesso dos pacientes ao atendimento primário; a implantação de hospitais de referência regionais; e a adequação das equipes de saúde das unidades às necessidades da demanda, especialmente os médicos, com remuneração digna e sem excesso de carga horária.

 

Além desse ponto, ele lembra ser importante a adequação da estrutura física estrutura física dos hospitais; a oferta de médicos especialistas na retaguarda; a implantação do Acolhimento com Classificação de Risco, no qual o paciente é atendido pela gravidade do quadro clínico que apresenta e não por ordem de chegada; a realização de campanhas de prevenção para a epidemia do trauma; e a abertura imediata de novos leitos de UTI ou de unidade intermediária que permita a alta precoce de pacientes da UTI, assim possibilitando o acesso à UTI dos pacientes que hoje se encontram entubados e nos ventiladores dos prontos-socorros, dando-lhes atendimento adequado e aumentando suas chances de sobrevivência, disse Mauro Ribeiro.

 

 

 

UPAs ganham atenção especial em norma que orienta
o atendimento de pacientes graves ou em situação de crise

 

A regra proíbe a internação nas Unidades de Pronto Atendimento e limita a
permanência dos pacientes nestes locais a 24 horas, obrigando o gestor a
encaminha-los para serviço onde terão acesso a leito ou outros procedimentos,
em caso de recomendação médica

 

A Resolução CFM nº 2.079/2014 traz orientações específicas ao funcionamento das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e outros estabelecimentos 24 horas não hospitalares. Assim, como no caso da Resolução CFM º 2.077, ela exige a implantação do Acolhimento com Classificação de Risco para atendimento dos pacientes nestes serviços, devendo ser assegurado ao paciente acesso imediato.

Pela regra, que entra em vigor na data de sua publicação, o tempo máximo de permanência do paciente na UPA para elucidação diagnóstica e tratamento é de 24 horas. Em caso de indicação de internação após esse período, o gestor terá a responsabilidade de assegurar acesso a leito adequado em hospital de referência.

“Pacientes instáveis, portadores de doenças de complexidade maior que a capacidade resolutiva da UPA, em iminente risco de vida ou sofrimento intenso, devem ser imediatamente transferidos a serviço hospitalar após serem estabilizados”, explicita a Resolução 2079. Neste caso específico, é aberta a possibilidade de uso da chamada “vaga zero”.

 

Ventilador artificial - A norma ainda veda a permanência de pacientes entubados no ventilador artificial em UPAs, recomendando sua imediata transferência a serviço hospitalar, mediante a regulação de leitos. Da mesma forma, fica proibida a internação de pacientes nestas unidades. “Os serviços de saúde de referência deverão disponibilizar atendimento para os pacientes encaminhados pelas UPAs, inclusive internação hospitalar, não devendo ser criadas barreiras de acesso aos mesmos uma vez constatada a necessidade”, ressalta o texto.

Assim como a Resolução 2.077, esta regra orienta o médico plantonista da UPA a acionar imediatamente seu diretor técnico da unidade quando forem detectadas condições inadequadas de atendimento na unidade, com superlotação das salas de observação e/ou de estabilização, ou for detectada deficiências na estrutura física.

O médico plantonista também deverá comunicar ao responsável a existência de pacientes com necessidade de acesso à UTI ou à transferência para atendimento hospitalar, bem como se não houver leito disponível na rede, bem como as dificuldades enfrentadas pela equipe para solucionar os casos.

 

Agravo à saúde - Outro ponto importante do documento é que determina que todo paciente com agravo à saúde que tiver acesso à UPA deverá, obrigatoriamente, ser atendido por um médico, não podendo ser dispensado ou encaminhado a outra unidade de saúde por outro profissional que não o médico. Se for necessário submetê-lo a outros recursos diagnósticos e terapêuticos, o acesso deverá ser garantido pelos gestores no âmbito dos serviços hospitalares para este fim.

Com o objetivo de fixar o adequado sistema de fluxo dos pacientes e de atendimento, a resolução determina – no âmbito das UPAs – as corretas responsabilidades de médicos, diretores (clínicos, técnicos e administrativos), na tentativa de assegurar ao paciente o melhor atendimento.



 

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Morre Dr. Júlio Doin Vieira 

11/09/2014

Faleceu esta madrugada, aos 89 anos, no Hospital de Caridade, o médico oftalmologista Júlio Doin Vieira. Era casado com a assistente social Maria Bernardete Doin Vieira. Deixa 5 filhos, 10 netos e 4 bisnetos. 

Nascido em Campos Novos e formado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, exercia a medicina em Florianópolis com o CRM 49. Dr. Júlio atuou como professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Santa Catarina e ficou conhecido como médico credenciado do Detran, onde avaliava todos os candidatos à obtenção da carteira de motorista.

Destacou-se, também, em diferentes funções na maçonaria de Santa Catarina, publicando várias obras de suas pesquisas e estudos.

Seu corpo está sendo velado no necrotério do Cemitério São Francisco de Assis, em Itacorubi até as 17h. Depois, será levado para Balneário Camboriú, onde será cremado.



 

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Debate e atualização para as práticas da saúde 

02/09/2014

O dia 17 de outubro de 2014 está reservados na agenda dos profissionais da medicina e da saúde, administradores de estabelecimentos médico-hospitalares e lideranças do setor. Nesta data acontecerá o Simpósio de Medicina e Gestão, promovido pela Associação Catarinense de Medicina (ACM), com o objetivo de oferecer aos participantes o acesso ao debate dos principais temas de interesse do setor da saúde em Santa Catarina, numa abordagem atualizada e em dia com as práticas diárias do setor.

Com uma programação técnico-científica e de gestão empresarial, o Simpósio será realizado no Centro de Eventos da ACM, em Florianópolis, com a presença de palestrantes renomados, que vão tratar de assuntos destacados para a atualização dos médicos catarinenses e gestores ligados a área da saúde.

Será uma oportunidade imperdível para o aprimoramento, a interação junto aos diversos públicos envolvidos com a saúde, a troca de experiências e a busca de alternativas para os crescentes desafios do setor.

 

Site: http://smg.org.br/ 



 

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CFM alerta que narguilé e cigarro eletrônico também são prejudiciais à saúde 

29/08/2014

No Dia Nacional de Combate ao Fumo, 29 de agosto, o Conselho Federal de Medicina (CFM) chama atenção dos médicos e da sociedade sobre os riscos relacionados ao consumo do narguilé e do cigarro eletrônico, utilizados especialmente entre os jovens. A Comissão de Controle do Tabagismo do CFM produziu alerta – referendado pelo plenário da entidade – onde ressalta que todas as formas de uso do tabaco, mesmo aquelas apontadas - de forma equivocada - como menos nocivas, comprometem a saúde e uma melhor qualidade de vida. 

 

Segundo o CFM, há um acúmulo de evidências que sugerem que fumar narguilé e cigarros eletrônicos podem trazer riscos semelhantes ou mesmo maiores que outras formas de uso de tabaco, comprometendo a saúde de seus usuários. “A concentração de nicotina nesses produtos é extremamente alta. Uma hora de uso do narguilé corresponde a 100 cigarros comuns”, apontam o membro da Comissão, Alberto José de Araújo.

 

No alerta, o CFM pede ainda que o Governo (em todas as suas esferas de decisão) elabore e implemente nas políticas públicas de combate ao tabagismo ações específicas relativas ao narguilé e ao cigarro eletrônico, com a adoção de campanhas de esclarecimento e definição de linhas de tratamento e orientação nos serviços específicos.

 

Artesanal

Outro ponto de preocupação, segundo o CFM, é que o narguilé funciona como porta de entrada para o consumo de cigarros. “Há estudos demostrando o preocupante aumento de jovens consumindo-os. A grande parte dos fumantes de hoje começaram o vício com menos de 18 anos”, relata Araújo. O comércio do narguilé no Brasil não é proibido por ser considerado “produto artesanal”.

 

O alerta com relação aos cigarros eletrônicos (e-cigarros) - proibido no Brasil pela Anvisa, desde 2009 – está vinculado aos efeitos de longo prazo, sobretudo comportamentais. De acordo com estudos internacionais, como produto que libera níveis mais baixos de toxinas do que os cigarros convencionais, ele é utilizado por alguns como subterfúgio para abandonar o tabagismo. Contudo, seu uso contínuo tem demonstrado efeito contrário, ou seja, seus usuários costumam se tornar fumantes intensos.

 

Além disso, o e-cigarro polui o ambiente e emite um vapor de água com componentes prejudiciais à saúde. “O e-cigarro coloca o fumante com as mesmas condições e problemas do que cigarro comum. Não há indícios científicos que comprovam que este produto auxilia o fumante a largar o vício e as pessoas passivamente expostas ao aerossol (vapor) de e-cigarros também absorvem nicotina (medida como seu metabólito, a cotinina)”, alerta Araújo.

 

Cartilha

O alerta aos médicos e à sociedade não foi a única iniciativa do CFM em apoio ao Dia Nacional de Combate ao Fumo. Também foi lançada uma cartilha direcionada aos profissionais relacionando as consequências do tabagismo sobre a saúde. A publicação, que se encontra disponível na íntegra para leitura e download no site do CFM, é composta de 17 temas, que apontam os problemas gerados pelo consumo ou contato com o tabaco no organismo humano.

 

“A proposta é demostrar as consequências do tabagismo que estão cineticamente comprovadas”, disse o coordenador da Comissão de Combate ao Tabagismo do CFM, conselheiro Gerson Zafallon Martins, representante do Paraná na entidade. A cartilha será enviada aos CRMs para distribuição, bem como para entidades de classe, bibliotecas e escolas de medicina.

 

Entre os pontos abordados, alguns se destacam pela curiosidade. Por exemplo, fumar aumenta seis vezes o risco de periodontite, o que leva à perda dos dentes. De acordo com a literatura médica, o consumo do tabaco está associado ao aumento do risco de morte súbita, acidente vascular encefálico, úlcera péptica, transtornos hepáticos, bem como à incidência de câncer “atingindo os pulmões e vários órgãos e sistemas do organismo humano”, entre outros problemas.

 

De acordo com estatísticas oficiais, apesar da queda do número de fumantes nos últimos anos, 25 milhões de brasileiros ainda mantém o hábito. Todos os anos, o tabagismo é corresponsável pela morte de aproximadamente 200 mil pessoas no país. 

 

 

"As consequências do tabagismo sobre a saúde", já disponível em http://www.flip3d.com.br/web/pub/cfm/index9/?numero=13.



 

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Carta de agradecimento 

27/08/2014



Caro Colega,

 

A eleição para Conselheiro Federal encerrou com a participação de 8.682 votantes, destes 8.037 (92,6%) nos deram a honra de seus votos.

 

Cumprimentamos a atuação isenta e ágil da Comissão Eleitoral na condução dos trabalhos, e dos componentes das Juntas Receptora e Escrutinadora que em tempo recorde apresentaram o resultado final da eleição. 

 

Agradecemos a expressiva votação recebida o que aumenta a nossa responsabilidade em bem representa-los.

 

Manteremos o e-mail: acaorespeitoeetica@hotmail.com até a posse para que você possa entrar em contato apresentando sugestões. A partir de 1 de outubro provavelmente teremos novo endereço que será comunicado.

Reiteramos nossa disposição de buscar melhores condições no exercício da profissão.

 

Atenciosamente

 

Anastácio Kotzias Neto e

Wilmar de Athaide Gerent



 

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Reunião na SES define novos passos na luta por
melhoria na remuneração do médico do Estado 

27/08/2014

Dirigentes das entidades médicas catarinenses foram recebidos pela Secretária de Estado da Saúde, Tânia Eberhardt, na noite desta terça-feira (26 de agosto), reabrindo as conversações sobre o cumprimento do compromisso firmado pelo Governo de Santa Catarina junto à categoria na implantação progressiva de reajuste na remuneração dos médicos servidores públicos, com base no Piso Nacional FENAM vigente. Para debater e definir a forma de alcançar a meta a partir do ano de 2015, foi formado um grupo de trabalho com dois membros de cada uma das representações médicas e da Secretaria da Saúde (SES), que vão se reunir semanalmente para elaborar o cronograma de implantação dos novos valores na remuneração. O primeiro encontro do grupo será no próximo dia 3 de setembro, quando técnicos da Secretaria de Estado da Fazenda vão estar presentes para auxiliar nas definições e também relatar o que vem sendo realizado junto a outras categorias do Estado que conquistaram melhorias salariais pela sistemática de subsídios. 

 

Participaram da reunião o coordenador do COSEMESC (Conselho Superior das Entidades Médicas) e presidente da Associação Catarinense de Medicina (ACM), Aguinel José Bastian Junior, e o seu vice-presidente, Rafael Klee de Vasconcelos, o presidente do Sindicato dos Médicos (SIMESC), Cyro Soncini, o presidente da Academia de Medicina (ACAMESC), Rodrigo d’Eça Neves, e o vice-presidente do Conselho Regional de Medicina (CREMESC), Antonio Sbissa. A secretária da Saúde foi acompanhada pela Superintendente de Hospitais, Cristina Machado Pires, o consultor jurídico Valdir José Ferreira e técnicos da SES.



 

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Eleita a chapa Ação, Respeito e Ética 

26/08/2014


Dr. Anastácio Kotzias Neto, eleito Conselheiro Efetivo e Dr. Wilmar de Athayde Gerente, eleito Conselheiro Suplente do CFM



Às 19h15min de ontem (dia 25), os candidatos Dr. Anastácio Kotzias Neto e Dr. Wilmar de Athayde Gerente foram proclamados eleitos conselheiro efetivo e conselheiro suplente do Conselho Federal de Medicina. Eles representarão o Estado de Santa Catarina no próximo quinquênio, a partir do dia 1º de outubro deste ano até 30 de setembro de 2019.

A chapa única Ação, Respeito e Ética obteve 8.037 votos. Do total de votos, 213 foram nulos e 432 foram em branco, somando 8.682 votantes. Dos 13.573 médicos que receberam o material eleitoral, 4.891 não votaram.

Os trabalhos de apuração tiveram início logo após o encerramento das atividades da Junta Receptora de Votos, que ocorreu às 18h.

A agilidade da apuração se deu porque, conforme decidido pela Comissão Eleitoral, a medida em que os envelopes retornavam à sede do Cremesc, eram feitas as conferências das sobrecartas por um sistema eletrônico, o CRVirtual Controle Eleição, para a identificação dos eleitores. Para tanto, foi usado um leitor ótico na papeleta de identificação que foi encaminhada para os médicos com o código de barras. O sistema permitiu também a identificação do eleitor por número de CRM ou nome. Os envelopes foram colocados em urnas e estas foram lacradas.

Após o término dos trabalhos da Mesa Receptora de Votos, as urnas com os votos foram repassadas à Junta Escrutinadora.

A apuração contou com a presença dos membros da Comissão Regional Eleitoral, Junta Receptora de Votos, Junta Escrutinadora e representantes da chapa única Ação, Respeito e Ética.

O Processo Eleitoral foi somente por correspondência e foram computados os votos recebidos até o término do funcionamento da Agência Central dos Correios de Florianópolis, às 17h, de 25 de agosto de 2014.



 

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Lançado o Portal COSEMESC 

25/08/2014

Os médicos catarinenses conquistam um importante novo espaço de comunicação. Nos próximos dias já estará na rede o Portal COSEMESC, casa virtual do Conselho Superior das Entidades Médicas de Santa Catarina, que vai abrigar conteúdo próprio e das instituições que congrega: ACM (Associação Catarinense de Medicina), CREMESC (Conselho Regional de Medicina), SIMESC (Sindicato dos Médicos de Santa Catarina), SIMERSUL (Sindicato dos Médicos da Região Sul) e ACAMESC (Academia de Medicina). A apresentação do Portal foi feita na noite desta quarta-feira (20 de agosto), pelo coordenador do COSEMESC e presidente da ACM, Aguinel José Bastian Junior, em reunião do Conselho das Entidades na sede do CREMESC.

A Carta de Brusque, documento que elenca os resultados do XVII FEMESC (Fórum das Entidades Médicas de Santa Catarina) e que já foi enviada aos médicos de todo o estado, também foi tema do encontro, em especial o posicionamento da categoria frente às eleições de 2014. As representações dos médicos catarinenses fazem oposição aos desmandos praticados pelo atual governo federal e aos grandes prejuízos causados pelas atitudes implementadas de maneira eleitoreira nos últimos anos, que desrespeitam a categoria e a população, com graves problemas de má gestão dos recursos destinados à saúde. Para o pleito eleitoral no Estado, haverá um debate com os candidatos a governador no dia 15 de setembro, promovido pela Escola de Governança e Cidadania da ACM, para o qual todos os médicos estão convidados a participar. Após o primeiro turno das eleições, o COSEMESC fará um encontro com o governador eleito ou com os candidatos ao segundo turno.

Também fizeram parte da pauta da reunião as tentativas de negociação com as Secretarias de Estado da Saúde e da Administração, na busca dos avanços necessários na remuneração do médico servidor público. Ainda foram debatidos pelos dirigentes das entidades os detalhes finais para a programação do Dia do Médico, no próximo mês de outubro, e os desdobramentos da nova Lei 13003/2014, que determina a contratualização das relações entre médicos e planos de saúde.



 

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Datafolha revela: 93% da população está insatisfeita com o atendimento 

19/08/2014

Pesquisa encomendada pelo CFM e APM revela percepção dos brasileiros sobre a saúde e o SUS. Na opinião dos entrevistados, fila de espera, acesso aos serviços públicos e gestão dos recursos estão entre os principais problemas do setor

 

Os serviços públicos e privados de saúde no Brasil são péssimos, ruins ou regulares para 93% dos eleitores brasileiros. A sensação também é de insatisfação em relação ao Sistema Único de Saúde (SUS), segundo 87% da população. Essa avaliação considerada negativa pelos pesquisadores integra pesquisa inédita realizada pelo Instituto Datafolha a pedido do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Paulista de Medicina (APM). Estas e outras informações foram divulgadas nesta terça-feira (19), durante coletiva à imprensa, em Brasília.

 

“Trata-se de um censo que confirma o que os médicos já veem denunciando há muito tempo: a saúde não é uma prioridade de governo. O grau de insatisfação é emblemático e aponta o desejo da população por mudanças profundas na condução dos rumos do país. Essa pesquisa deve gerar a reflexão na sociedade sobre os caminhos a se tomar”, afirmou o presidente do CFM, Roberto Luiz d’Ávila.

 

CONFIRA AQUI A APRESENTAÇÃO DA PESQUISA

 

 

Metodologia

 

De acordo com o inquérito, a saúde no Brasil é apontada como a área de maior importância para 87% brasileiros e é também indicada por 57% como tema que deveria ser tratado como prioridade pelo Governo Federal. A abrangência do estudo foi nacional, incluindo regiões metropolitanas e cidades do interior de diferentes portes, moradores nas cinco Regiões do país. Foram ouvidas 2.418 pessoas – 60% delas residentes no interior – entre os dias 3 a 10 de junho, homens e mulheres com idade superior a 16 anos.

 

Outras áreas como educação (18%) e combate à corrupção (8%) também aparecem com alto nível de prioridade para a população. Contudo, a distância delas para a saúde é significativa. Entre os outros temas citados pelos entrevistados constam segurança (7%), combate ao desemprego (4%) e moradia (3%). Temas como combate à inflação, meio ambiente e transporte despontam com menor grau de prioridade, com menos de 1% na pesquisa.

 

SUS de difícil acesso e de má qualidade

 

A pesquisa realizada pelo Datafolha apontou ainda que todos os aspectos do atendimento do SUS têm imagem insatisfatória entre a população brasileira. Os pontos mais críticos estão relacionados ao acesso e ao tempo de espera para atendimento. Mais da metade dos entrevistados que buscaram acesso no SUS relataram ser difícil ou muito difícil conseguir o serviço pretendido, especialmente cirurgias, atendimento domiciliar e procedimentos específicos, como hemodiálise e quimioterapia.

 

Sobre a qualidade dos serviços, 70% dos que buscaram o SUS disseram estar insatisfeitos e atribuíram avaliações que variam de péssimo a regular. A percepção mais negativa está relacionada ao atendimento nas urgências e emergências e nos prontos-socorros. Juntamente com as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), estes setores têm se configurado como a principal ‘porta de entrada’ para o SUS. Homens com idade de 25 a 39 anos, com nível superior e moradores das regiões Norte e Centro-Oeste são os que pior avaliam os serviços públicos.

 

Um ano na fila de espera

 

O tempo aguardado para ser atendido ou agendar uma consulta, exame, internação, cirurgia ou outro procedimento também é um gargalo para o SUS. Entre os 2.418 entrevistados da Pesquisa do Datafolha, pelo menos 30% declararam estar aguardando ou ter alguém na família aguardando a marcação ou realização de algum procedimento pelo SUS. Até mesmo pessoas que possuem planos de saúde, 22% deles, disseram aguardam algum tipo de atendimento pela rede pública.

 

Mas apesar desse percentual, isso não significa inexistência de queixas ou facilidade no acesso ao procedimento diagnosticado. Só dois entre cada dez entrevistados conseguiram ser atendidos em até um mês no seu pedido de consulta, exame, internação, cirurgia ou procedimento específico (quimioterapia ou hemodiálise, por exemplo). Para quase metade da população esse tempo é ainda maior, podendo chegar a seis meses. O mais grave é que uma parcela significativa da população (29%) aguarda há mais de seis meses para ter seu pedido atendido, sendo que mais da metade desse grupo relata estar na fila de espera há mais de um ano.

 

As maiores taxas de pessoas que estão aguardando estão entre as mulheres de idade intermediárias (25 a 55 anos), de escolaridade fundamental, nos segmentos de classe menos favorecidos e residentes no Sudeste e nas regiões metropolitanas.

 

Falta de infraestrutura no SUS

 

“Essa sobrecarga no atendimento de urgência e emergência acentua a visão negativa sobre o SUS e demonstra a total falta de gestão e regulação do sistema. É ali que, diariamente, pacientes e médicos e outros profissionais de saúde constatam o abandono deste serviço público que, para muitos, é a única alternativa”, afirmou Roberto d’Avila. Parcela significativa dessa percepção ruim decorre da ausência de medidas que assegurem o bom funcionamento dos serviços, lembrou o presidente, para quem a desativação de milhares de leitos públicos nos últimos anos tem colocado médicos pacientes em “sacrifício”.

 

De acordo com dados apurados pelo CFM junto ao Cadastro Nacional de Estabelecimentos em Saúde (CNES), do Ministério da Saúde, quase 13 mil leitos foram desativados na rede pública de saúde entre janeiro de 2010 e julho de 2013. O número passou de 361 mil para 348 mil leitos. As especialidades mais atingidas com o corte foram a psiquiatria (-7.499 leitos), pediatria (-5.992), a obstetrícia (-3.431) e cirurgia geral (-340).

 

Em números absolutos, os estados das regiões Sudeste e Nordeste foram os que mais sofreram redução no período. Só no Rio de Janeiro, por exemplo, 4.621 leitos foram desativados. Na sequência, Minas Gerais (-1.443 leitos) e São Paulo (-1.315). No Nordeste, foi no Maranhão o maior corte (-1.181). Entre as capitais, foram os fluminenses os que mais perderam leitos na rede pública (-1.113), seguidos pelos fortalezenses (-467) e curitibanos (-325).

 

Falta dinheiro e gestão de qualidade

 

As avaliações negativas não se restringem à atividade fim do sistema de saúde (atendimento). Há críticas também à gestão e ao financiamento do SUS. De acordo com a pesquisa, para a maioria da população (80%) o governo tem falhado na gestão dos recursos da saúde pública. Na opinião de quase 60% dos entrevistados, o SUS não tem recursos suficientes para atender bem a todos, de forma equânime.

 

Para o 1º vice-presidente do CFM, Carlos Vital, essa percepção sobre as finanças do setor está diretamente relacionada à má gestão dos recursos públicos na área. “Levantamentos recentes elaborados pelo CFM têm denunciado a situação do financiamento e da infraestrutura da saúde no país. O último deles, divulgado em julho deste ano, mostrou que o gasto per capita em saúde em 2013 foi de apenas R$ 3,05 ao dia. O valor está muito abaixo dos parâmetros internacionais e representa apenas metade do que gastaram os beneficiários de planos de saúde do Brasil no mesmo período”.

 

De acordo com o levantamento, feito pelo CFM em parceria com a ONG Contas Abertas, em 2013, os governos federal, estaduais e municipais aplicaram a cifra de R$ 220,9 bilhões para cobrir as despesas dos mais de 200 milhões de brasileiros usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Ao todo, o gasto per capita em saúde naquele ano foi de R$ 1.098,75.

 

Equívocos

 

Outro levantamento da autarquia mostrou ainda que, entre 2001 e 2012, o Ministério da Saúde deixou de aplicar quase R$ 94 bilhões de seu orçamento previsto. Significa dizer que a União deixou de gastar, por dia, R$ 22 milhões que deveriam ser destinados à saúde pública.

 

“Como podemos ter uma saúde de qualidade para nossos pacientes e melhor infraestrutura de trabalho para os profissionais do setor com tão poucos recursos? O pior de tudo isso é que, enquanto estados e municípios se esforçam para aplicar o mínimo previsto em lei, a União deixa de gastar, por dia, R$ 22 milhões que deveriam ser destinados à saúde pública”, criticou Carlos Vital.

 

Outro fator que aponta equívocos na gestão do SUS é a baixa capacidade de execução das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). De acordo com análise do CFM, divulgado em março deste ano, apenas 11% das ações previstas para a área da saúde foram concluídas desde 2011, ano de lançamento da segunda edição do programa. Das 24.066 ações sob responsabilidade do Ministério da Saúde ou da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) pouco mais de 2.500 foram finalizadas até dezembro do ano passado.

 

Enquanto isso, 9.509 ações constam em obras ou em execução, quantidade que representa 39% do total. “Numa perspectiva otimista, mesmo que o Governo federal consiga concluir projetos em andamento, o Programa chegará ao fim deste ano sem cumprir a metade do prometido”, avaliou Vital. Entre a região do país, a que apresentou pior resultado percentual de execução foi o Sudeste, onde o governo conseguiu concluir somente 318 (7%) das 2.441 obras previstas.

 

Na sequencia aparece o Nordeste, que apesar de concentrar o maior volume absoluto de obras – mais de 11 mil -,teve apenas 1.119 (10%) empreendimentos concluídos nos últimos três anos. Nas regiões Sul e Centro-Oeste, o percentual de conclusão oscila entre 11% e 12%, respectivamente. Já os estados do Norte tiveram o resultado relativamente melhor, mas igualmente mínimos. Somente 464 (10%) das 2.861 ações foram concluídas.

 

Comparações internacionais

 

Além da má qualidade da gestão dos recursos, que tem impacto direto na assistência da população e na atuação dos profissionais, os representantes dos médicos acreditam que a saúde pública, no Brasil, não é uma prioridade de Governo. “Recentemente, um grupo ligado aos planos de saúde mostrou que cada um dos 50,2 milhões de beneficiários de planos privados pagou, em média, R$ 179,10 por mês para contar com a cobertura de seu plano em 2013. Isso representa cerca de R$ 2.150,00 por ano – quase o dobro do que os governos pagam pelo direito à saúde pública”, ponderou o diretor de Comunicação do CFM, Desiré Callegari.

 

As informações do CFM dialogam com dados da Organização Mundial da Saúde – OMS (Estatísticas Sanitárias 2014), que, apesar de diferenças metodológicas, revelou que o Governo brasileiro tem uma participação aquém das suas necessidades e possibilidades no financiamento. Do grupo de países com modelos públicos de atendimento de acesso universal, o Brasil era, em 2011, o que tinha a menor participação do Estado (União, Estados e Municípios) no financiamento da saúde.

 

Segundo os cálculos da OMS, enquanto no Brasil o gasto público em saúde alcançava US$ 512 por pessoa, na Inglaterra, por exemplo, o investimento público em saúde já era cinco vezes maior: US$ 3.031. Em outros países de sistema universal de saúde, a regra é a mesma. França (US$ 3.813), Alemanha (US$ 3.819), Canadá (US$ 3.982), Espanha (US$ 2.175), Austrália (US$ 4.052) e até a Argentina (US$ 576) aplicam mais que o Brasil. 



 

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Alerta epidemiológico 

19/08/2014

 



 

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CFM e Febrasgo exigem medidas que garantam a reabertura dos leitos obstétricos 

18/08/2014

Nos últimos três anos, 3,5 mil leitos obstétricos foram fechados no país, a maioria deles em hospitais conveniados com o Sistema Único de Saúde. Pelo menos três maternidades vinculadas a hospitais filantrópicos e conveniados encerraram de vez suas atividades no semestre passado. Diante do risco do mesmo acontecer com a centenária Maternidade Hilda Brandão, da Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte (MG), o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) assinaram nota conjunta exigindo a tomada de providências urgentes por parte do Governo, especialmente em nível federal, para evitar o avanço desta crise sem precedentes, que afeta o segmento, com graves consequências para os pacientes que dependem do Sistema Único de Saúde (SUS).

 

De acordo com as entidades, o quadro atual tem origem no estrangulamento financeiro das instituições, sem condições de arcar com as constantes despesas, tendo em contrapartida uma receita congelada pela defasagem da Tabela SUS. No texto, o CFM e a Febrasgo cobram, entre outras medidas, a ampliação e aperfeiçoamento dos instrumentos de custeio dos hospitais filantrópicos, hoje responsáveis por mais de 50% dos atendimentos realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS); e o descongelamento e reposição das perdas acumuladas dentro da Tabela SUS (em consultas e procedimentos).

 

As entidades defendem ainda a aprovação pelo Congresso Nacional do Projeto de Lei de Iniciativa Popular Saúde+10, que pede a vinculação de 10% da receita bruta da União à saúde (PLP 321/2013). “Somente respostas imediatas, eficazes e permanentes do Governo assegurarão o direito do cidadão à assistência universal, com equidade, qualidade e gratuita. O Brasil tem urgência de ser bem tratado. Fechar os olhos à realidade que vitima nossos cidadãos e profissionais não vai resolver o problema”, encerra o documento.

 

 

ALERTA EM DEFESA DAS MATERNIDADES PÚBLICAS

Médicos exigem do Governo providências urgentes para salvar leitos obstétricos

 

 

Diante de informações de diferentes Estados dando conta do fechamento de leitos obstétricos e da suspensão definitiva de serviços prestados por importantes maternidades, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) exigem publicamente dos Governos, especialmente o Federal, providências imediatas para impedir que a crise que se materializa penalize ainda mais milhares de pacientes e profissionais.

 

O quadro atual resulta da defasagem acumulada nos valores pagos pelos procedimentos (com base na Tabela SUS), os quais são insuficientes para cobrir despesas dos estabelecimentos conveniados com custos decorrentes de exigências sanitárias, equipamentos, medicamentos, insumos, serviços de hotelaria (limpeza, alimentação, etc.) e pagamento de pessoal.

 

O fechamento completo de maternidades de referência e a redução na oferta de 3,5 mil leitos obstétricos (nos últimos três anos) em hospitais privados conveniados são fatos extremamente graves e que têm repercussões negativas para a população de todo o país. 

 

A ameaça mais recente paira sobre a maternidade Hilda Brandão da Santa Casa de Belo Horizonte (MG), instituição centenária, que enfrenta um déficit mensal de R$700 mil por mês, com o impacto no funcionamento até mesmo da UTI Neonatal.

 

Diante da opção dos gestores pelo subfinanciamento da saúde, que tem levado ao crescente rombo financeiro de Santas Casas, hospitais filantrópicos e privados que oferecem serviços ao SUS, o CFM e a Febrasgo exigem a adoção urgente das seguintes medidas:

 

1) Ampliação e aperfeiçoamento dos instrumentos de custeio dos hospitais filantrópicos, hoje responsáveis por mais de 50% dos atendimentos realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS);

 

2) Criação de alternativas eficazes para o pagamento ou anistia das dívidas acumuladas pelo segmento com o sistema financeiro;

 

3) Descongelamento e reposição das perdas acumuladas dentro da Tabela SUS (em consultas e procedimentos);

 

4) Oferta de linhas investimentos no setor filantrópico, específicas à adequação das estruturas físicas das Santas Casas, com ênfase nos setores de urgência e emergência;

 

5) Aprovação pelo Congresso Nacional do Projeto de Lei de Iniciativa Popular Saúde+10, que pede a vinculação de 10% da receita bruta da União à saúde (PLP 321/2013).

 

Somente respostas imediatas, eficazes e permanentes do Governo assegurarão o direito do cidadão à assistência universal, com equidade, qualidade e gratuita. O Brasil tem urgência de ser bem tratado. Fechar os olhos à realidade que vitima nossos cidadãos e profissionais não vai resolver o problema.

 

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA/ FEBRASGO  



 

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Carta de Brusque 

15/08/2014

O Conselho Superior das Entidades Médicas de Santa Catarina (COSEMESC) apresenta aos médicos catarinenses e à sociedade de todo o Estado as importantes deliberações do XVII Fórum das Entidades Médicas (FEMESC), realizado na cidade de Brusque, nos dias 27 e 28 de junho de 2014. 

 



 

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XV Congresso Catarinense de Clínica Médica e
XIII Congresso Catarinense de Medicina de Urgência e Emergência 

13/08/2014

 



 

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Novos médicos em Santa Catarina 

08/08/2014

Os formados em Medicina pela Unisul Tubarão, Unesc, UFSC, Unisul Pedra Branca e Univali assistiram, esta semana, a aula de ética, ministrada pela primeira secretária do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina, Dra. Rachel Duarte Moritz. Na sequência, os novos profissionais receberam a carteira profissional e cédula de identidade médica, além um exemplar do Código de Ética Médica e a quinta edição do Manual de Orientação Ética.

 

A solenidade, que ocorreu na terça-feira (dia 5/08/2014), em Tubarão, contou com a presença da primeira secretária do CREMESC, Dra. Rachel Duarte Moritz; do primeiro tesoureiro, Dr. João Pedro Carreirão Neto; e do delegado de Tubarão, Dr. Vitor Celso Domingues.

 

Na quarta-feira (dia 6/08/2014), foi a vez dos formados pela UFSC, Unisul Pedra Branca e Univali. O evento foi na sede da Associação Catarinense de Medicina (ACM), em Florianópolis, e teve na mesa solene o presidente em exercício do CREMESC, Dr. Antonio Silveira Sbissa; da primeira secretária, Dra. Rachel Duarte Moritz; do primeiro tesoureiro, Dr. João Pedro Carreirão Neto; e do corregedor adjunto, Rodrigo Jorge da Luz Bertoncini.

 

Confira todas as fotos do evento em Tubarão em http://goo.gl/2lEqpo

E as de Florianópolis em http://goo.gl/lvHVZs 



 

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ALERTA! 

08/08/2014

O Conselho Regional de Santa Catarina (CREMESC) alertai que foram enviados para alguns médicos, via correio, boletos que supostamente seriam do CREMESC, mas foi constatado que se tratava de falsificação. 

 

Existem várias evidências nos boletos dessa falsificação conforme segue:

1. No lugar onde fica a logo do Banco do Brasil colocaram o nome do CREMESC.

2. Os códigos de barras e os números dos boletos são totalmente diferentes dos nossos números.

3. Percebe-se, também, que dados bancários informados nos boletos não são os do CREMESC.

4. Vale ressaltar que a descrição de débitos e de locais para pagamento em nada se assemelha às dos boletos originais emitidos somente pelo Banco do Brasil.

Confira na imagem 

 

Orienta-se os médicos a consultarem o setor financeiro do CREMESC quanto a possíveis dúvidas sobre a procedência de boletos que receberem, pelo telefone (48) 3952-5000 ou pelo email financeiro@cremesc.org.br.



 

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Curso Cuidados Paliativos 

07/08/2014

O CREMESC realizará, nos dias 15 e 16 de agosto, o curso Cuidados Paliativos com 10h/aula, em Blumenau.

Professores com ampla experiência na área vão abordar, de forma prática, os temas:

 

15/8/2014 – Sexta-feira – 15h30min – 20h

• Aspectos bioéticos, legais e técnicos dos Cuidados Paliativos no Brasil

• Estabelecimento de prognóstico

• Habilidade de Comunicação

• Comunicação com pacientes e familiares em diferentes cenários

• Apresentação e discussão de casos clínicos

 

16/8/2014 – Sábado – 8h30min – 12h30min

• Controle de sintomas em nível domiciliar e ambulatorial (confusão mental, depressão, ansiedade, constipação)

• Controle dos sintomas em nível hospitalar (dor, insônia, dispneia, sedação paliativa)

• Tratamento domiciliar nas últimas 48 horas de vida

• Apresentação e discussão interativa de casos clínicos

 

Inscreva-se gratuitamente e participe!

 

Atenção: Ainda há vagas disponíveis, que serão preenchidas por ordem de inscrição, para médicos registrados no CREMESC e quites com a Tesouraria.

Datas: 15 e 16/8/2014

Local: Hotel Plaza Hering – Rua 7 de Setembro, 818 – Centro – Blumenau/SC

Horário: dia 15/8, sexta-feira, das 15h30min às 20h, e dia 16/8, sábado, das 8h30min às 12h30min

Inscrições gratuitas somente pelo e-mail: eventos@cremesc.org.br

Informações: (48) 3952-5000



 

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CFM avalia canabidiol para uso para fins medicinais 

07/08/2014

Com o objetivo de contribuir com o debates em torno da liberação para uso medicinal do canabidiol (CBD), derivado canabinoide da cannabis sativa, o Conselho Federal de Medicina (CFM) recebeu, na Sessão Plenária de julho, em Brasília, os médicos e pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP), José Alexandre de Souza Crippa e Antônio Waldo Zuardi, que há mais de 35 anos pesquisam os avanços do composto.

 

Os conselheiros ouviram os cientistas da USP apresentarem estudos retrospectivos e prospectivos relativos ao canabinoide e apontarem para os resultados promissores já obtidos. Ao final a autarquia federal solicitou que os pesquisadores encaminhem expediente apontando para o uso em medicina em que doses seguras, quais efeitos adversos, quais interações medicamentosas possíveis, para quais patologias podem ser liberadas, quis continuariam como experimentas e para as quais não se aplicaria em hipótese alguma para que seja avaliado pela Comissão de Novos Procedimentos Médicos do CFM e levado ao plenário para aprovação.

 

O Conselho Federal de Medicina se manifestou defensor das pesquisas com quaisquer substâncias ou procedimentos para combater doenças, desde que regidos pelas regras definidas pelo Sistema de Ética em Pesquisa (CEP/CONEP) e aplicados em centros acadêmicos de pesquisa. “Somos favoráveis que tudo que possa ser usado em benefício dos doentes seja colocado a sua disposição”, explica o 3º vice-presidente do CFM, Emmanuel Fortes.

 

Registro e prescrição - O CFM espera contribuir no auxílio do debate quanto a liberação da importação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que é a autoridade federal que registra produtos e substâncias para uso em pesquisa ou comercial, obedecendo a rigorosos critérios de segurança.

 

O canabidiol circula entre as substâncias vetadas pela Anvisa no Brasil. Em maio, uma reunião da Diretoria Colegiada do órgão, em Brasília, discutiu se o canabidiol seria retirado da lista de substâncias de uso proscrito para entrar para a lista de substâncias de controle especial (comercializado com receita médica de duas vias). Porém um dos diretores pediu vista do processo, o que adiou a decisão.

 

Emmanuel Fortes explica que, desde que reconhecido pelo CFM, o profissional médico pode prescrever qualquer substância. No caso de não existir esse reconhecimento, a prescrição pode ser feita utilizando o conceito de uso compassivo, ou seja, inserindo o paciente no escopo de um projeto de pesquisa, sempre respeitando sua autonomia e informando-o sobre o diagnóstico, prognóstico, riscos e objetivos de cada tratamento.

 

Nota ressalta diferença - A entidade ainda divulgou nota pública por meio da qual alertou para a necessidade de que não confundir o uso médico de ‘canabinoides’ com o uso do produto in natura para uso fumado ou ingerido. (leia mais em http://goo.gl/cZojUJ)

 

Quanto ao debate sobre a descriminalização e legalização das “cannabis indica e sativa” para consumo “recreativo”, o CFM se manifesta contrário por estar alinhado com as políticas de combate ao tabagismo e alcoolismo, ajudando e defendendo a construção de leis restritivas e, nessa circunstância, seria um contrassenso defender à liberação de um produto que sob o ponto de vista médico põe em risco a saúde da população.



 

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Presidente do TCE-SC recebe diretoria do Cremesc 

25/07/2014


Uma reunião entre os presidentes do Tribunal de Contas de Santa Catarina (TCE-SC) e do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (Cremesc), que ocorreu nesta quinta-feira, pode resultar em um convênio que trará qualificação à saúde do Estado.


A proposta, enviada pelo Cremesc ao TCE-SC, é para que, em parceria, os órgãos possam fazer valer a imposição legal de 1932 que exige que todos os estabelecimentos, público ou privado de qualquer porte, tenham um diretor técnico.


O Dr. Tanaro Pereira Bez presidente do Cremesc, pediu que o TCE-SC recomende aos municípios que tenham seus diretores técnicos. O presidente do TCE-SC, Dr. Julio Garcia recebeu a minuta feita pelo CRM e sinalizou positivamente à proposta.


Assim que firmado o convênio, o TCE-SC deve recomendar que as prefeituras tenham um diretor técnico. A orientação e a fiscalização continuará sendo do Cremesc.


Participaram da reunião, representando o Cremesc, o Dr. Armando José d’Acâmpora, secretário geral; Dr. João Pedro Carreirão Neto, primeiro tesoureiro; Dr. Zulmar Vieira Coutinho, coordenador do DEFIS; Dr. Paulo Cesar de Oliveira, consultor técnico da presidência; e Irineu Ramos Filho, assessor jurídico.


A importância do Diretor Técnico

O diretor técnico é um médico contratado pela direção geral da instituição, e por ela remunerado, para assessorá-la em assuntos técnicos. Ele é o principal responsável médico pela instituição, não somente perante o Conselho, como também perante a lei.

Em linhas gerais, as atribuições do Diretor Técnico são:

a) Zelar pelo cumprimento das disposições legais e regulamentos em vigor relacionados à assistência médica na instituição;

b) Assegurar condições dignas de trabalho e os meios indispensáveis à prática médica, visando o melhor desempenho do Corpo Clínico e demais profissionais de saúde, em benefício da população usuária da instituição;

c) Assegurar o pleno e autônomo funcionamento das Comissões de Ética dos hospitais;

d) Garantir a investidura nos cargos de diretor clínico e vice-diretor clínico os médicos eleitos pelos demais membros do corpo clínico;

e) Estimular todos os seus subordinados, de qualquer profissão, a atuar dentro de princípios éticos;

f) Impedir que, por motivos ideológicos, políticos, econômicos ou qualquer outro, um médico seja proibido de utilizar das instalações e recursos da instituição, particularmente quando se trata da única na localidade.



 

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Inaugurada a nova sede do CREMESC  

22/07/2014


A nova sede administrativa do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina foi inaugurada na última sexta-feira (dia 18) em uma solenidade que reuniu funcionários, autoridades locais, conselheiros estaduais e os 27 presidentes de CRMs do país. “É uma honra compartilhar com todos este momento histórico. Esta é a concretização de um longo e tão almejado sonho de tantas pessoas que têm vínculo com esta Casa que optamos em adotá-la e acompanhá-la há tanto tempo, que passou a ser a nossa segunda Casa, de forma voluntária e honorífica para todos os Conselheiros”, declarou o presidente do Cremesc, Dr. Tanaro Pereira Bez.



Depois de dar as boas-vindas aos presentes, Dr. Tanaro, acompanhado do presidente do Conselho Federal de Medicina, Dr. Roberto Luiz d’Ávila, fez o corte da fita de inauguração da nova sede administrativa do Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina, localizada às margens da Rodovia SC-401. Na sequência, ambos descerraram a placa da Diretoria do Conselho Federal de Medicina, que muito colaborou para a concretização da obra.


Para descerrar a placa com a nominata da gestão atual da Diretoria e do Corpo de Conselheiros do CREMESC, foram convidados o vice-presidente do CRM, Dr. Antônio Silveira Sbissa, e o secretário da Comissão de Construção, Dr. Nelson Grisard. Dr. Anastácio Kotzias Neto, corregedor do CREMESC e presidente da Comissão de Construção, juntamente com o Dr. Armando José d’Acâmpora, Secretário-Geral e Membro da Comissão de Construção, descerraram a placa da Comissão de Construção e da Comissão Especial de Licitações para a construção da nova sede. 



Hipócrates, considerado o pai da medicina, ganhou um busto no hall de entrada da nova sede do CREMESC. Uma obra descerrada por seu autor, Dr. Rodrigo d´Eça Neves, juntamente com o Dr. Nelson Grisard.


A solenidade também contou com a participação da Banda da Polícia Militar de Santa Catarina, que tocou os hinos do Brasil e de Santa Catarina.


Fizeram parte da mesa da solenidade de inauguração Dr. Tanaro Pereira Bez, presidente do CREMESC; Valdir José Ferreira, consultor jurídico da Secretaria de Saúde de Santa Catarina, representando a secretária; Leandro Pereira Garcia, diretor de Vigilância em Saúde de Florianópolis, representando a Secretaria Municipal de Saúde; Dr. Roberto Luiz d’Ávila, presidente do CFM; Aguinel José Bastian Junior, presidente da Associação Catarinense de Medicina (ACM) e coordenador do Conselho Superior das Entidades Médicas do Estado de Santa Catarina (Cosemesc); Rodrigo d’Eça Neves, presidente da Academia Catarinense de Medicina do Estado de Santa Catarina (Acamesc); e Anastácio Kotzias Neto, presidente da Comissão de Construção e corregedor do CREMESC.


Em seu discurso, o presidente do Cremesc agradeceu à Diretoria do CFM, aos 27 Conselheiros Federais, representantes de cada  um dos estados da federação, que homologaram a decisão de participar financeiramente com essa causa há tanto tempo imaginada para os médicos de Santa Catarina. Lembrou “a alta dedicação e responsabilidade ímpares de um grupo de conselheiros e funcionários abnegados e desprendidos que conduziu e acompanhou os trabalhos desde o projeto arquitetônico, seguindo com a execução da obra por Construtora contratada na forma da lei (Progredior) e sob fiscalização constante, severa e austera de outra empresa de engenharia para fiscalização técnica, acompanhando cada passo, continuamente, desde a primeira escavação realizada até seus últimos detalhes de conclusão. Nossos sinceros agradecimentos a essa empresa, a Copen, por sua atuação incansável e zelosa que tiveram nesta obra, com presença permanente de engenheiros nesses últimos 26 meses, nas pessoas de Adolar e Ovande, engenheiros da maior competência e sabedoria, que davam o aval necessário para a quitação de cada medição concluída”.

Dr. Tanaro exaltou ainda a Comissão de Construção da Nova Sede, composta e nomeada pelo ex-presidente Vicente Pacheco Oliveira. “Trata-se das pessoas incansáveis de conselheiros como Anastácio Kotzias Neto, Armando d’Acâmpora, e Nelson Grisard, que seguramente aprenderam muito e estão entendendo muito mais de engenharia que qualquer outro leigo no assunto; além de funcionários incansáveis dessa mesma magnitude, como Rosane Mara Laguna, Ioléte Rubenich Escher, Irineu Ramos Filho e Natasha Leite.”


Destacou também o exemplo e apoio do pernambucano Dr. Carlos Vital Corrêa Lima, conselheiro federal, e do nosso conselheiro estadual Nelson Grisard. “Rogo a Deus que continue me premiando com a generosidade de ter colegas como esses que compõem esta Diretoria, todos sem exceção imbuídos de um espírito de trabalho, honestidade, exemplos éticos, e amantes da legalidade. Rogo também que Ele continue presenteando esta Casa com médicos de verdade, da qualidade desses que hoje compõem o nosso Corpo de Conselheiros.”


O agradecimento do presidente do CREMESC se estendeu ao presidente da Acamesc e ex-conselheiro do CRM Dr. Rodrigo d’Eça Neves, que presentou a nova sede com o busto de Hipócrates, exposto no hall de entrada, e à Diretoria do Projeto Somar/Unicred Florianópolis, que brindou o CRM com a obra de Hiedy de Assis Corrêa, “Cirurgia. 


Para encerrar, Dr. Tanaro citou uma frase do do Comendador, Decano, e Conselheiro Dr. Nelson Grisard: “Esta nova sede do Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina é bela como a medicina, forte como os médicos e importante como os doentes”.



Dr. Aguinel José Bastian Junior, presidente da Associação Catarinense de Medicina (ACM) e coordenador do Cosemesc, falou brevemente e lembrou da importância da data e da união dos médicos em um momento turbulento como o que os profissionais vêm passando. O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Dr. Roberto Luiz d’Ávila, exaltou a importância do CRM de Santa Catarina e que cada recurso enviado pelo CFM foi esplendidamente utilizado na construção da nova sede. “Esta é uma obra não apenas dos médicos catarinenses, mas de todos os médicos do Brasil”, lembrou.




Após seu discurso, o presidente do CFM recebeu das mãos do Dr. Tanaro Pereira Bez, uma placa em sua homenagem. Nela está gravada a seguinte mensagem: “Roberto Luiz d’Ávila, médico por formação, cardiologista de coração. Carioca de nascimento, catarinense por aquecimento. Foi aqui que encontrou o calor do povo e dos médicos ao dedicar seu tempo à Medicina e ao CRM-SC. Professor e mestre reconhecido, elevado por mérito à Presidência do CRM–SC e mais tarde Conselheiro Federal por Santa Catarina, chegando à Presidência. Guerreiro incansável, muito colaborou com o CRM-SC na construção da nova sede. O CRM-SC sente-se honrado e orgulhoso em ter um Conselheiro com essa estatura.”


ATENÇÃO!

Embora tenha sido inaugurada a nova sede do CREMESC, a entidade continua atendendo em seu endereço no Centro de Florianópolis (Avenida Rio Branco, 533). A mudança será feita de forma gradativa para que o atendimento não seja prejudicado.



 

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Concurso público para médico 

18/07/2014

A Secretaria de Estado de Administração Pública do Distrito Federal (SEAP/DF) torna pública a realização de concurso para o cargo de médico contemplando várias especialidades, publicado no DODF do dia 30 de maio de 2014, designando 665 vagas para provimento imediato e 997 para formação de cadastro de reserva para 51 especialidades.

O valor da inscrição é de R$ 42,00 e deve ser feita exclusivamente via internet no endereço eletrônico http://www.iades.com.br/ no período entre 8h do dia 16 de junho e 22h do dia 23 de julho de 2014.

A remuneração prevista é de R$ 5.407,25 para jornada de 20 horas semanais.

Clique aqui e confira o edital completo



 

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Novos médicos da Unoesc recebem carteira profissional 

16/07/2014

Os formados em Medicina pela Unoesc de Joaçaba assistiram, na tarde ontem (dia 15), a aula de ética, ministrada pela primeira secretária do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina, Dra. Rachel Duarte Moritz. Na sequência, os novos profissionais receberam das mãos do presidente do Conselho, Dr. Tanaro Pereira Bez e da primeira secretária a carteira profissional e cédula de identidade médica, além um exemplar do Código de Ética Médica e a quinta edição do Manual de Orientação Ética.

Durante a solenidade, que ocorreu na sede do CREMESC, em Florianópolis, o presidente do Conselho homenageou os novos profissionais e fez votos de uma caminhada de sucesso rumo ao exercício da medicina de qualidade. O evento, que ocorreu em cumprimento da Resolução CREMESC Nº 047/99, se realizou na sede do Conselho, em Florianópolis.


Clique aqui e confira as fotos da solenidade



 

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Santa Catarina gasta em média R$ 0,96 ao dia na saúde de cada habitante 

14/07/2014

Um gasto de R$ 0,96 por dia em saúde. Este é o valor que foi aplicado no Sistema Único de Saúde (SUS), por pessoa, com os recursos próprios do governo de Santa Catarina e os transferidos pela União em 2013. O dado coloca o estado em 13º lugar no ranking de gasto público per capita em saúde, segundo um levantamento do Conselho Federal de Medicina (CFM). Ao todo, cada catarinense custa em média R$ 346,53 ao ano para os cofres públicos. O valor representa apenas 16% do que os beneficiários de plano de saúde gastam por ano para ter acesso à assistência suplementar. 

A análise do CFM considerou as despesas apresentadas pelos gestores à Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda, por meio de Relatórios Resumidos de Execução Orçamentária (RREO). O montante agrega todas as despesas na chamada “função saúde”, destinada à cobertura das ações de aperfeiçoamento do SUS. Boa parte desse dinheiro é usada para o pagamento de funcionários, dentre outras despesas de custeio da máquina pública.

A comparação mostra que em geral os valores são insuficientes para melhorar indicadores de saúde em nível local. Neste estudo, as despesas em saúde foram cruzadas com Índices de Desenvolvimento Humano (IDH), oferta de leitos para cada grupo de 800 habitantes, taxas de incidência de tuberculose e dengue, além da cobertura populacional de Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Equipes de Saúde da Família (ESF).

Ao longo de 2013, Santa Catarina destinou efetivamente à saúde da população cerca de R$ 2,3 bilhões. Para a “administração geral”, que compreende as ações de caráter administrativo, exercidas continuamente e que garantem o apoio necessário à execução de planos e programas de governo, foram destinados R$ 881,6 milhões, o equivalente a 38% dos recursos. O restante foi distribuído entre as ações voltadas para a Assistência Hospitalar e Ambulatorial (R$ 827,6 milhões), Atenção Básica (R$ 255,8 milhões), dentre outras. Clique aqui para conferir o ranking dos estados.

Saúde não é prioridade – Para o 1º vice-presidente do CFM, Carlos Vital, os indicadores de saúde e as condições de trabalho para os médicos nos municípios revelam como os valores gastos estão abaixo do ideal. “Como podemos ter uma saúde de qualidade para nossos pacientes e melhor infraestrutura de trabalho para os profissionais do setor com tão pouco recurso? O pior de tudo isso é que, enquanto Estados e Municípios se esforçam para aplicar o mínimo previsto em lei, a União deixa de gastar, por dia, R$ 22 milhões que deveriam ser destinados à saúde pública”, criticou o presidente ao relembrar um estudo do CFM, no qual aponta que, entre 2001 e 2012, o Ministério da Saúde deixou de aplicar quase R$ 94 bilhões de seu orçamento previsto. 

Além da má qualidade da gestão dos recursos, que tem impacto direto na assistência da população e na atuação dos profissionais, os representantes dos médicos acreditam que a saúde pública no Brasil não é uma prioridade de governo. Entre as capitais, a média do gasto em saúde por pessoa foi de R$ 542,82 ao ano. Florianópolis aparece acima dessa média, com R$ 500,66/ano ou R$ 1,39/dia. Clique aqui para conferir o ranking das capitais.

“Recentemente, um grupo ligado aos planos de saúde mostrou que cada um dos 50,2 milhões de beneficiários de planos privados pagou, em média, R$ 179,10 por mês para contar com a cobertura de seu plano em 2013. Isso representa cerca de R$ 2.150,00 por ano – quase o dobro do que os governos pagam pelo direito à saúde pública”, ponderou Carlos Vital. 

Comparação internacional – Em 2013, as despesas nos três níveis de gestão (federal, estadual e municipal) atingiram a cifra de R$ 220,9 bilhões no Brasil. Em média, foram gastos R$ 3,05 ao dia em saúde, o equivalente a apenas R$ 1.098,75 ao ano. As informações do CFM dialogam com dados da Organização Mundial da Saúde – OMS (Estatísticas Sanitárias 2014), que, apesar de diferenças metodológicas, revelou que o Governo brasileiro tem uma participação aquém das suas necessidades e possibilidades no financiamento. Do grupo de países com modelos públicos de atendimento de acesso universal, o Brasil era, em 2011, o que tinha a menor participação do Estado (União, Estados e Municípios) no financiamento da saúde. 

Segundo os cálculos da OMS, enquanto no Brasil o gasto público em saúde alcançava US$ 512 por pessoa, na Inglaterra, por exemplo, o investimento público em saúde já era cinco vezes maior: US$ 3.031. Em outros países de sistema universal de saúde, a regra é a mesma. França (US$ 3.813), Alemanha (US$ 3.819), Canadá (US$ 3.982), Espanha (US$ 2.175), Austrália (US$ 4.052) e até a Argentina (US$ 576) aplicam mais que o Brasil.



 

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CREMESC inaugura nova sede administrativa 

11/07/2014


Sexta-feira, 18 de julho de 2014. Esta data entrará para a história do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina como sendo o dia em que se realizou o sonho dos médicos catarinenses: o de inaugurar a sede administrativa, na SC-401, em Florianópolis. “Essa é a concretização de um longo e tão almejado sonho de tantas pessoas que têm vínculo com esta casa e de todos nós que optamos em acompanha-la há tanto tempo”, afirma o presidente do CREMESC, Dr. Tanaro Pereira Bez.

O projeto teve início em 2000, quando o corpo de conselheiros do CRM aprovou em plenário a aquisição de uma sede que comportasse o trabalho do órgão pelos próximos 20 anos, ainda sob a presidência de Edevard José de Araújo.

Em 28 de setembro de 2000, em sessão plenária, houve a apresentação final da pesquisa dos locais e de imóveis para a instalação da nova sede. A Associação Catarinense de Medicina havia oferecido a venda uma parte de seu terreno para o CRM e esta foi a solução acatada pelo corpo de conselheiros.

A área que a ACM oferecia, cuja metragem comportava 3.101,40 metros quadrados foi avaliada em R$ 477.000,00, apresentada como oferta final, aprovada a compra em sessão plenária e formalizada em 7 de março de 2002, já sob a presidência de Newton José Martins Mota.

A partir da aquisição realizada, a próxima etapa seria a confecção do projeto arquitetônico. Foi lançado o processo licitatório para que empresas de arquitetura apresentassem suas propostas. Inicialmente poucas se apresentaram o que levou a realizar carta convite a diversas delas, e a empresa Liz Arquitetos Associados SC LTDA foi a vencedora para elaboração do Projeto Arquitetônico, cujo valor foi de R$ 32.000,00. O projeto aprovado é entregue em junho de 2006, sob a presidência de Marta Rinaldi Muller.

Em 24 de março de 2006, o presidente Wilmar de Athayde Gerent, fez o lançamento da pedra fundamental da obra. 

Na continuidade do processo de construção, em 21 de fevereiro de 2007, o então presidente Anastácio Kotzias Neto, lançou o edital para os projetos complementares (estrutural, elétrico, hidro-sanitário etc). Participaram seis empresas e foi declarada vencedora a Hidrosane Engenharia, no valor de R$ 54.000,00.

Em 1 de abril de 2008, ainda sob a presidência de Anastácio Kotzias Neto, foi publicado o primeiro edital de concorrência pública nº 30/2008 para contratação de empresa para a construção da sede. Participaram duas empresas, somente uma classificada, que na abertura do envelope da proposta apresentou valor de R$ 4.955.652,17, valor superior ao constante no edital de R$ 3.793.115,25. Após comunicação ao pleno foi encerrado o processo e aprovada abertura de nova licitação após a atualização dos custos. Nesta etapa foram gastos R$ 8.466,00 com publicações.

Em 19 de agosto de 2008, foi lançado novo edital. Nesse certame, participaram quatro empresas e todas foram desclassificadas por não cumprirem o edital quanto à documentação. Gastos R$ 19.400,80 com publicação de extratos, estudos e projetos e consultoria em engenharia.

Em 19 de março de 2010, na gestão de José Francisco Bernardes, foi publicado edital de novo processo de concorrência pública para a construção da sede do CREMESC. Foram gastos com publicações e atualização de orçamentos R$ 13.622,12. No processo nº 1/2010 participaram seis empresas e foram habilitadas duas. Abertos os envelopes dos preços, foi declarada vencedora e empresa que apresentou menor preço, que após os prazos encaminhou documento desistindo da execução da obra. A segunda habilitada majorou os preços de mercado em 7,53% e mão de obra em 65,23% que não foi aceito pelo CREMESC.

Em 9 de setembro de 2012, novo edital de concorrência pública foi aberto em fevereiro de 2011 com abertura das propostas no dia 26 de outubro de 2012. Declarada vencedora do certame a empresa Progredior. O contrato para a efetivação da construção ocorreu em 21 de dezembro de 2011, sob a presidência de Ricardo Polli e, em 2 de maio de 2012, foi assinada a ordem de serviço para o início das obras.

Na gestão de Vicente Pacheco Oliveira, os projetos foram atualizados e foi instalada a Comissão de Obras, constituída pelos conselheiros Anastácio Kotzias Neto, Armando D’Acampora e Nelson Grisard, que acompanham os trabalhos desde o seu início sob rigoroso controle físico-financeiro, a demonstrar que o sonho dos Médicos Catarinenses está se concretizando e se torna realidade na gestão de Tanaro Pereira Bez.


Fonte: Boletim Cremesc Nº 32.

Texto de Anastácio Kotzias Neto, Armando D’Acampora e Nelson Grisard


 

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Jornada do Cremesc reúne médicos da Região Oeste em Treze Tílias 

07/07/2014


Treze Tílias foi sede, neste final de semana, da Jornada de Delegacias da Região Oeste do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (Cremesc). Objetivo do evento foi debater assuntos pertinentes à classe médica e difundir as normas e orientações do Conselho aos médicos das delegacias de Chapecó, Concórdia, Joaçaba, São Miguel do Oeste, Xanxerê e Curitibanos. “É um prazer estar nesta cidade tão acolhedora para trazer orientações aos colegas da região. Esta proximidade é fundamental para que o médico se sinta à vontade para buscar informações para trabalhar de forma ética em benefício da boa medicina e, consequentemente, para o bem da sociedade”, disse o presidente do Cremesc, Dr. Tanaro Pereira Bez.

Durante dois dias, os profissionais da região puderam tirar dúvidas sobre questões que enfrentam no dia a dia e ter acesso a normas e resoluções do Cremesc e do CFM. Na primeira noite, o corregedor-adjunto do Cremesc, Dr. Anastácio Kotzias Neto explanou sobre Sigilo e Relação entre Médicos e Pacientes. “O segredo é o principal esteio da ética médica”, definiu o conselheiro.

Ainda na sexta-feira, noite de abertura do evento, foram homenageados quatro médicos com a entrega do Diploma de Mérito Médico. A honraria é concedida aos médicos com 40 anos ou mais de exercício profissional ininterrupto, incluindo a residência médica ou outros cursos pós-graduados, sem qualquer sanção ético-profissional, com relevante e exemplar conduta médica e tendo contribuído para promover ética, técnica e cientificamente à Medicina em Santa Catarina. A homenagem é uma Resolução Cremesc, a de nº 007/95.

“O nosso CRM foi o pioneiro em fazer esta solene e inquestionável homenagem aos colegas que ajudam a zelar pela medicina de qualidade e ética. É um orgulho para nós conselheiros, que trabalhamos em benefício da sociedade, entregar este Diploma de Mérito Médico aos profissionais da região Oeste”, exaltou o presidente do Cremesc, Dr. Tanaro Pereira Bez.

O Dr. Marcos Antonio Machado de Farias, que falou em nome dos homenageados, afirmou: “Merecemos esta honraria sim, pois todos nós, que lutamos e trabalhamos na área médica, sabemos dos percalços da profissão. Muitas vezes não somos compreendidos nem mesmo pelos nossos familiares. Quantas vezes precisamos abrir mão do convívio com as pessoas que amamos para amenizar a dor de alguém”.

Participaram da mesa de abertura da Jornada o Dr. Tanaro Pereira Bez, presidente do Cremesc; o Sr. Rafael Heisel, chefe de gabinete da prefeitura de Treze Tílias; o Dr. Rodrigo Jorge da Luz Bertoncini, conselheiro diretor de Eventos do Cremesc; o Dr. Athos Flávio Santiago Neves, delegado regional do Cremesc de Joaçaba; a Dra. Vera Lúcia Telles Corrêa, delegada regional do Cremesc de Concórdia; a Dra. Cristiane Ortiz, delegada regional do Cremesc de Xanxerê; o Dr. Albari Goetten de Moraes, delegado regional do Cremesc de Curitibanos; o Dr. Raja Elias, delegado regional do Cremesc de Chapecó; o Dr. Ramiro Solla Camina, presidente da Associação Catarinense de Medicina do Centro-Oeste; e o Dr. Paulo Roberto B. de Albuquerque, presidente do Sindicato dos Médicos do Estado de Santa Catarina, regional de Joaçaba.



Homenageados

Delegacia de Chapecó

Dr. Jesus Odinei Ferreira Fagundes – CRM 1280

Atua em Quilombo

Natural de Dom Pedrito (RS)

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria, em 04/12/1970

Inscrito no Cremesc em 28/03/1973


Dr. Wilmar José Nogara – CRM 1341

Atua em Chapecó

Natural de Porto União

Formado pela Faculdade de Medicina de Campos, em 14/12/1972

Inscrito no Cremesc em 03/01/1974

Especialidade: Urologia


Delegacia de Curitibanos

Dr. Marcos Antônio Machado de Farias – CRM 1381

Atua em Curitibanos

Natural de Curitibanos

Formado pela Universidade Federal do Paraná, em 12/12/1973

Inscrito no Cremesc em 15/02/1974

Especialidade: Cirurgia Geral e Medicina de Tráfego

Foi delegado regional do Cremesc da Delegacia de Curitibanos de 1º/04/1996 a 31/03/2004


Recebeu a homenagem, mas não esteve presente, o Dr. Olides Lunardi (CRM 1330), de Campo Erê.

 


Fotos LS Fotografias
 

Debate entre conselheiros e médicos da região

Na manhã de sábado, último dia do evento, o debate foi sobre questões fundamentais ao exercício da medicina de qualidade: Direção técnica, Direção clínica, Comissões de ética, transferências de pacientes, atestados médicos e requisição de prontuário.

Durante três horas, conselheiros, membros da diretoria e delegados do Cremesc, bem como médicos da região Oeste, trouxeram à mesa assuntos que fazem parte do dia a dia dos profissionais.

Participaram da mesa de debate do segundo dia da Jornada o Dr. Rodrigo Jorge da Luz Bertoncini, conselheiro diretor de Eventos e corregedor-adjunto; a Dra. Rachel Duarte Moritz, primeira secretária; o Dr. Zulmar Vieira Coutinho, coordenador do Departamento de Fiscalização; o Dr. Odi José Oleiniscki, segundo secretário; o Dr. Tanaro Pereira Bez, presidente do Cremesc; o Dr. Anastácio Kotzias Neto, corregedor; o Dr. José Francisco Bernardes, conselheiro; o Dr. Wilmar de Athayde Gerent, conselheiro; e a Dra. Aurea Gomes Nogueira, conselheira do Cremesc.


Confira as fotos do evento em http://goo.gl/UXvR84

 

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Médicos recebem homenagem na última noite do 17º FEMESC  

01/07/2014

O encerramento do 17º Fórum das Entidades Médicas de Santa Catarina (FEMESC), no dia 28 de junho, em Brusque, foi marcado pela homenagem a cinco médicos da região.

Os primos Antônio Waldemar Moser (Brusque) e Melchior Moser (Timbó) receberam o título de Sócios-Vitalícios. A honraria é concedida pelo Sindicato dos Médicos do Estado de Santa Catarina (SIMESC) aos profissionais que completaram 70 anos e que contribuíram com a entidade por 10 anos seguidos ou 20 anos com alguma interrupção.

O médico cirurgião e ginecologista e obstetra, Emílio Luís Niebuhr, também foi homenageado. João Antônio Schaefer (Dr. Nica) aos 96 anos de idade não pode comparecer ao evento, mas foi representado pelo filho, Delfino João Schaefer, também médico.

Formado há 60 anos e um dos primeiros médicos da cidade de Brusque, Germano Hoffman, foi o outro homenageado da noite.


SIMESC passa coordenação do COSEMESC para ACM

A noite de encerramento da 17ª edição do FEMESC marcou a transmissão de coordenação do COSEMESC do SIMESC para a ACM, entidade que coordenará as atividades até o 18º FEMESC, que será realizado em Rio do Sul em data a ser confirmada. "Nosso objetivo continuará sendo dar benefícios aos médicos e, como consequência, à sociedade. Vou continuar atuando no COSEMESC e lutando pela medicina catarinense. Estamos em um ano importante, com eleições em outubro", afirmou Cyro Soncini, que deixou a coordenação do COSEMESC.

O presidente da ACM, Aguinel Bastian Júnior, que assume o cargo, lembrou "Não há dúvidas de que quando as entidades médicas buscam conquistar os direitos dos médicos, a representatividade é diferente, muito mais forte e convincente quando temos um conselho de entidades médicas. Demonstra unanimidade, sintonia, companheirismo na defesa profissional da nossa categoria".  

Fotos: Cristian Wilson/SIMESC

 

 

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Chapa única em Santa Catarina 

30/06/2014

Encerrado o prazo para registro de chapas dos candidatos a Conselheiros Federais efetivo e suplente do Conselho Federal de Medicina (CFM) para o próximo quinquênio às 18h do dia 24 de junho, o Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CREMESC) recebeu a inscrição de uma chapa. Sob o nome Ação, Respeito e Ética, a chapa tem como candidatos os conselheiros Anastácio Kotzias Neto, como conselheiro efetivo, e Wilmar de Athayde Gerente, como suplente.

A eleição, que se realizará no dia 25 de agosto.

O voto será obrigatório e secreto para os médicos que estejam em pleno gozo de seus direitos políticos e profissionais e inscritos primária ou secundariamente no CREMESC até o dia 4 de julho de 2014, sendo facultativo para médicos com mais de 70 (setenta) anos. 

Como o processo de votação será exclusivamente por correspondência, É FUNDAMENTAL A ATUALIZAÇÃO DE ENDEREÇO junto ao Cremesc. Os médicos deverão encaminhar os votos pelos Correios, conforme instruções contidas na Resolução CFM nº 2.024/2013.

 

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Abertura do 17º FEMESC reúne lideranças médicas e autoridades políticas 

29/06/2014




A abertura oficial do 17º Fórum das Entidades Médicas de Santa Catarina (FEMESC) no dia 27 de junho, em Brusque, foi marcada pela presença de lideranças médicas estaduais e nacionais e autoridades políticas. Mais de 100 pessoas participaram do evento organizado pelo Conselho Superior das Entidades Médicas de Santa Catarina (COSEMESC)

O presidente da Associação Brusquense de Medicina (ABM), Jonas Sebastiani, frisou ser “um orgulho para Brusque receber as lideranças do Estado para debater um assunto tão importante para a categoria, que é o envolvimento do médico com a política, e também para a sociedade”.

O prefeito de Brusque, Paulo Eccel, falou sobre os problemas da saúde enfrentados há pouco mais de um ano no município. “Tivemos que fazer uma intervenção no hospital Azambuja para evitar que fechasse. Gostaria de agradecer aos médicos daquele hospital que lutaram pela não interrupção dos serviços.”

O prefeito também comentou sobre a importância da reforma política no Brasil. “Os partidos não são os culpados pelas mazelas, temos os bons e os maus. Precisamos lutar pela reforma política urgente. O país não aguenta mais a cada dois anos eleições. Não suporta mais o financiamento privado das campanhas eleitorais porque quem financia se acha dono do mandato. Mas o mandato é da população”.

Para o presidente da Associação Catarinense de Medicina (ACM), Aguinel Bastian Júnior, a compilação e o debate que é e será feito dignificam a profissão médica. “Isso repercute para o nosso maior bem que é o cidadão, pois o médico é um indivíduo que tem grande papel na cidadania. Vivemos um ano político, defendemos uma reforma política, queremos um Brasil justo e cidadão. O FEMESC é um grande ato de cidadania”, afirmou.

O presidente da Academia de Medicina do Estado de Santa Catarina (ACAMESC), Rodrigo d’Eça Neves, complementou destacando que o médico tem um poder de alta influência pela proximidade com as pessoas no seu dia a dia. “Ele tem que dar de si e contribuir com os órgãos de classe. Não pode ser covarde e não agir em prol da classe ou da sociedade”

O presidente do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CREMESC) , Tanaro Pereira Bez, chamou a atenção para as atividades desenvolvidas de forma voluntária pelos 42 médicos do Conselho. “Desde 1958, quando o CREMESC iniciou neste Estado, nunca teve tanta dificuldade para administrar os problemas do nosso cotidiano, pedidos de socorro pela saúde pública e condições melhores. A boa medicina tem que passar necessariamente pela legalidade. Nosso Estado tem plenas condições de oferecer uma boa medicina."

O presidente do Sindicato dos Médicos do Estado de Santa Catarina (SIMESC) e coordenador do COSEMEC, Cyro Soncini, lembrou que se vive um momento diferente por conta da Copa do Mundo no Brasil e das eleições. Ele defendeu que os médicos não podem aceitar calados a atual situação em que se encontra o país e a imagem da categoria. “Agora poderemos escolher quais políticos nos dirigirão. Se na Copa do Mundo não conseguimos entrar em campo, nas eleições todos estão escalados. Precisamos de um governo que entenda que saúde se faz com médicos e não contra médicos. A hora de mudar é agora.”

 

Fotos: Cristian Wilson/SIMESC

 

 

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17º FEMESC debate a fiscalização nas unidades de saúde 

28/06/2014


Na tarde de sexta-feira (27/6), o 17º Fórum das Entidades Médicas de Santa Catarina (FEMESC), realizado em Brusque, iniciou as atividades com a mesa de debates sobre a Resolução do Conselho Federal de Medicina 2056/2013, que estabelece critérios para a autorização de funcionamento dos serviços médicos de quaisquer natureza, vedando o funcionamento daqueles que não estejam de acordo com as regras. Participaram da mesa representantes de entidades médicas e do Ministério Público. O evento é promovido anualmente pelo Conselho Superior das Entidades Médicas de Santa Catarina (COSEMESC).

O advogado especialista em Direito Médico, Erial Lopes de Haro, chamou a atenção para as notícias veiculadas na imprensa relatando precariedades nas unidades de saúde. Segundo ele, muitos desses casos poderiam ser solucionados com interdições éticas, mas o recurso ainda é pouco aplicado. 

O conselheiro do Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (CREMERS), Antônio Celso Ayub, explicou que em seu Estado, o CRM há anos fiscaliza as unidades de saúde. ”Nos casos em que encontramos precariedade nós interditamos a atividade médica e não o local físico.”

Para o consultor técnico do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CREMESC), Paulo César de Oliveira, a interdição é um passo importante, mas a orientação durante o processo é fundamental. “O que nos interessa é que os médicos tenham segurança técnica, para que tenha segurança jurídica. Nosso papel é orientar o colega para que alcance a segurança do trabalho.”

O diretor da Associação Catarinense de Medicina (ACM), Ademar de Oliveira Paes Júnior, afirmou que o ideal seria a integração das entidades médicas e da justiça. “Não precisamos esperar o problema acontecer para discutir soluções. Poderíamos antes estabelecer mesas de trabalhos para estudar melhorias para que uma boa medicina seja realizada e antecipar os problemas e buscar soluções”, destacou.

Para o promotor de justiça Andrey Amorim, a resolução irá padronizar a forma de fiscalização dos conselhos de todo o país e trará maior agilidade. “Isso vai ser muito bom para o Ministério Público, para as entidades, justiça e principalmente para a sociedade. Desta forma poderemos trabalhar em cima de dados concretos em busca de ações mais positivas”.

O presidente da ACM, Aguinel Bastian Júnior, que moderou os trabalhos, citou que debater a Resolução “é importante para que compreendamos até que ponto pode ser fiscalizado e interditado o hospital ou o secretário de Saúde, que é responsável por várias unidades de saúde”.


DEBATE

Durante o debate, os participantes questionaram como fica a defesa dos médicos, até porque há rigor dos CRMs nessas fiscalizações. “É melhor qualquer atitude dentro da resolução e das normas do que não fiscalizar”, acrescentou o advogado Erial.

“O médico às vezes se submete a trabalhar em condições precárias para salvar vidas e isso provavelmente em caso de algum processo será avaliado”, acrescentou o promotor Andrey Amorim.

O consultor do CREMESC, Paulo César de Oliveira, discorda. “O médico tem que procurar segurança jurídica e se estiver atuando em local inadequado certamente irá responder por isso.”

O coordenador do COSEMESC e presidente SIMESC ressaltou que nas unidades de saúde onde houve interdição teve melhoria. “Em 90% dos locais que foram interditados, apareceu a solução. Veio dinheiro de onde não tinha e os resultados foram positivos. Sabemos que é difícil, mas pelo menos o mínimo tem que ser assegurado."


Foto: Cristian Wilson/SIMESC

 

 

 

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II Congresso Brasileiro de Medicina Legal e Perícias Médicas, em Florianópolis 

25/06/2014


 

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Jornada das Delegacias do CREMESC da Região Oeste 2014 

22/06/2014


O Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CREMESC) realiza, nos dias 4 e 5 de julho, em Treze Tílias, a Jornada das Delegacias da Região Oeste.

Confira a programação e inscreva-se pelo e-mail eventos@cremesc.org.br.

Mais informações pelo telefone (48) 3952-5000.

 

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Boletim Cosemesc 

20/06/2014



 

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Médicos formados pela Furb recebem
carteira profissional e aula de ética 

18/06/2014


O Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina promoveu, na noite de quarta-feira (dia 17), a solenidade de entrega da carteira e cédula de identidade médica e também a aula de ética, aos médicos recém-formados pela Furb, de acordo com a Resolução CREMESC Nº 047/99.

Durante a solenidade, que ocorreu na sede do CREMESC, em Florianópolis, o presidente do Conselho, Dr. Tanaro Pereira Bez, homenageou os novos profissionais e, ao lado do tesoureiro Dr. João Pedro Carreirão Neto e da primeira secretária Dra. Rachel Duarte Moritz, entregou a carteira profissional aos novos médicos. Junto, cada um deles recebeu um exemplar do Código de Ética Médica e a quinta edição do Manual de Orientação Ética.


Clique aqui e confira as fotos da solenidade.

 

 

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Congresso Brasileiro de Nutrologia abre inscrições 

18/06/2014



Estão abertas as inscrições para o XVIII Congresso Brasileiro de Nutrologia, promovido pela Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN). Os interessados podem se inscrever através do site www.abran.org.br/congresso. O evento será realizado entre 24 e 26 de setembro no Hotel Maksoud Plaza, na capital paulista, e reúne os maiores especialistas nacionais e internacionais.

O Congresso é responsável pela atualização do conhecimento e pelo compartilhamento de experiências referentes às mais variadas áreas da saúde ligadas à boa alimentação e aos problemas suscetíveis aos maus hábitos alimentares.

Nesta edição os médicos nutrólogos da ABRAN discutirão temas relacionados à obesidade, síndrome metabólica, gestação, nutrologia esportiva, pediatria, transtornos alimentares, entre outros. O evento já é consolidado entre a classe médica e é referência no País. A edição deste ano espera receber mais de três mil especialistas.

 

Agenda

XVIII Congresso Brasileiro de Nutrologia

Local: Hotel Maksoud Plaza – São Paulo

Endereço: Alameda Campinas, 150

Dias 24, 25 e 26 de setembro

www.abran.org.br/congresso

 

 

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Alerta epidemiológico - Poliomielite

11/06/2014

 

 

 

 

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Médico fiscal recebe homenagem 

11/06/2014


O exemplar caminho trilhado por Dr. Lincoln Virmond Abreu foi motivo de homenagem feita a ele, pelos funcionários do CREMESC, no dia 10 de junho (foto). O paranaense se aposentou dos serviços prestados ao CRM, desde 2004, como médico fiscal concursado. Mas sua história no CREMESC havia começado muito antes, em 1973, quando foi eleito conselheiro, cargo que ocupou até 1993. Durante este período foi membro da Codame, da Comissão de RQE e da Comissão de Tomada de Contas. 

Chegou a Florianópolis em 1965 e foi trabalhar no então Hospital Edith Gama Ramos, atual Hospital Infantil Joana de Gusmão, onde exerceu funções de diretor técnico, diretor clínico e, temporariamente, de diretor geral. Na década de 1970, deu os primeiros passos no atendimento clínico da criança com câncer, criando, nos anos 1980, o Serviço de Oncohematologia Pediátrica.

Foi professor adjunto do Departamento de Pediatria do Centro de Ciências da Saúde da UFSC, membro da diretoria da ACM em quatro gestões, fundou o Departamento de Pediatria da instituição, hoje Sociedade Catarinense de Pediatria, e a Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica. Foi fundador, ainda, da Unimed Florianópolis, tendo sido membro de sua diretoria em várias gestões e presidente entre 1983 e 1985. Além de fundar a Federação das Unimeds do Estado de Santa Catarina. 

Em 2005, recebeu Diploma De Mérito Médico por seus mais de 40 anos de exercício profissional ininterrupto sem qualquer sanção ético-profissional.

 

 

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Secretário de Segurança Pública recebe diretoria do Cremesc 

05/06/2014



Representantes do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (Cremesc) estiveram em audiência com o secretário de Segurança Pública do Estado de Santa Catarina, César Augusto Grubba, na tarde ontem. O motivo do encontro foi a Lei 12.830/2013, que dispõe sobre a investigação criminal conduzida pelo delegado de polícia.

A lei prevê que “durante a investigação criminal, cabe ao delegado de polícia a requisição de perícia, informações, documentos e dados que interessem à apuração dos fatos”, entre eles o prontuário médico. No entanto, a Resolução CFM 1605/2000 afirma que “o médico não pode, sem o consentimento do paciente, revelar o conteúdo do prontuário ou ficha médica”.

“Temos um compromisso ético com o paciente, o verdadeiro dono do prontuário. Portanto, não podemos entregar o documento sem que haja o consentimento dele”, afirmou Tanaro Pereira Bez, presidente do Cremesc.

A intenção do encontro era levar ao secretário de Segurança um documento com sugestões de como trabalhar a questão preservando a intimidade dos pacientes e o bom andamento dos trabalhos de investigação.

O secretário Grubba, que estava acompanhado do diretor de Integração, o delegado César Amorim Krieger, foi receptivo ao pedido da diretoria do Cremesc e se comprometeu em elaborar uma resolução que normatize o procedimento de pedido de prontuário aos médicos.

Estiveram presentes à reunião o Dr. Tanaro Pereira Bez, presidente; Dr. Armando José d'Acâmpora, secretário geral; Dr. Paulo César de Oliveira, consultor da presidência; Dr. Anastácio Kotzias Neto, corregedor; Dr. João Pedro Carreirão Neto, tesoureiro; e Dr. Irineu Ramos Filho, assessor jurídico do Cremesc.

 

 

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Atendimento de urgência: Conselhos de Medicina fiscalizam estádios 

05/06/2014



Os Conselhos de Medicina bem que tentaram, mas até o dia 4 de junho, há oito dias do início da Copa do Mundo de 2014, não conseguiram concluir a fiscalização necessária em boa parte dos postos de saúde e ambulatórios montados nos 12 estádios da competição.


Na maioria das arenas, as visitas foram agendadas para acontecer até 10 de junho a pedido dos organizadores. Como a entrega das instalações atrasou, argumentarem ser necessário prazo para finalizar a montagem dos equipamentos.


Em alguns locais, como a Arena Pernambuco, a vistoria terminou bem, apenas com pequenas recomendações de ajuste. Em outras, como a Arena das Dunas, em Natal (RN), os fiscais encontraram salas vazias e pintadas de branco.


Durante o mês de maio, os CRMs entraram em contato com os comitês locais da FIFA. Em alguns chegaram a ir aos estádios, mas impedidos de vistoriar os postos, obrigou o reagendamento.


Os fiscais verificam o cumprimento das regras previstas na Resolução do CFM 2012/2013, que exige a montagem de infraestrutura mínima para atendimento de espectadores e atletas, inclusive em casos de urgência.

Entre as exigências está a previsão de ambulâncias de Suporte Avançado (USA), com conhecimento prévio da rota de fuga e hospital de destino. Essa norma é válida não só para a Copa do Mundo, mas para todos os eventos de massa, inclusive de espetáculos e festivais de músicas.


O coordenador do Departamento de Fiscalização do CFM e 3º vice-presidente da entidade, Emmanuel Cavalcanti Fortes, lamenta o atraso das vistorias, mas garante o trabalho. “Essa demora está dentro do contexto de todo o problema de viabilizar o espetáculo. No entanto, mesmo em cima da hora, os Conselhos não abrem mão de vistoriar e garantir a assistência à saúde dos torcedores”, defende.


De acordo com a diretriz do CFM, a assistência médica ao público deverá compreender:


- Posto médico em ambiente físico fixo ou de campanha;


- Sua distribuição geográfica deverá obedecer aos critérios de segurança previstos pela organização;


- Um consultório para cada médico presente no ambiente, no caso de opção por organizar a assistência em mais de um espaço geográfico;


- Sala para procedimentos médicos e de enfermagem;


- Macas acolchoadas, distribuídas, cada par, em ambientes físicos diferentes, até o máximo de seis, sendo duas para procedimentos de estabilização e transporte por ambulância e quatro para outros procedimentos e observação;


- Materiais e insumos para primeiros socorros e suporte à vida;


- Material de expediente para registros em prontuário, para cada paciente, atestações, prescrições e encaminhamentos;


- Ambulância USA (Unidade de Suporte Avançado), com conhecimento prévio da rota de fuga e hospital de destino.

 

 

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Médicos revertem manobra política e garantem
remessa de projeto à sanção presidencial 

30/05/2014



Graças à mobilização de médicos e lideranças de todo o país e a articulação política das entidades nacionais, o projeto que estabelece critérios para a adequada contratualização da relação entre operadoras e prestadores de serviço segue agora à sanção presidencial. Após a aprovação do texto do PL 6964/2010 em caráter terminativo pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara, 72 deputados assinaram um requerimento que pretendia emperrar o projeto e impediu o envio imediato à sanção da Presidente Dilma Rousseff, submetendo-o à aprovação prévia do Plenário da Casa. 


Médicos de todo o país atenderam ao chamado das lideranças nacionais e reagiram prontamente à manobra que tentou barrar o projeto – supostamente influenciada pelas operadoras de planos com o apoio da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A categoria conseguiu sensibilizar parte destes parlamentares para que assinassem um novo documento (REC 10321/14), capitaneado pelo deputado André Figueiredo (PDT/CE), pedindo a derrubada do recurso. 


Além da articulação das entidades médicas nacionais e regionais, um grupo orientado pela Comissão de Assuntos Políticos (CAP) e pela Comissão Nacional de Saúde Suplementar (COMSU) percorreu os corredores do Congresso Nacional ao longo desta semana e colheu assinaturas de 47 deputados. Os representantes argumentaram que o projeto sintetiza uma série de itens que, juntos, contribuirão para melhorar a qualidade dos serviços prestados pelas operadoras de planos de saúde e equilibrar a relação entre prestadores de serviços e operadoras. 


“Conseguimos mudar a opinião dos parlamentares em prol de uma medida que será favorável aos interesses da sociedade, em especial de profissionais e pacientes, pois este projeto que tem a oportunidade concreta de resolver a questão da contratualização”, celebrou o conselheiro Aloísio Tibiriçá, coordenador da Comsu. “A articulação dos médicos foi fundamental para reverter esse processo político. Agora esperamos que essa mesma influência seja exercida por todos os profissionais da saúde no sentido de garantir a sanção da presidente Dilma Rousseff”, esclareceu Alceu Pimentel, coordenador da CAP. Após a conferência das assinaturas, o PL será encaminhado à Presidência, possivelmente durante a primeira semana de junho.


Melhora de serviços – Com a entrada em vigor na íntegra do PL 6964/2010, passarão a valer uma série de regras que, conjuntamente, contribuirão para melhorar a qualidade dos serviços prestados pelas operadoras de planos de saúde e equilibrar a relação entre prestadores de serviços e operadoras. 


O benefício não se limitará aos médicos. Milhares de profissionais de outras categorias (psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas e dentistas), que também prestam serviços às operadoras, também contarão com os avanços do PL, que, em resumo, pode melhorar a assistência para mais de 50 milhões de brasileiros, usuários de planos de saúde. 


O projeto também obriga os planos de saúde a substituir o profissional descredenciado por outro equivalente e determina que o consumidor seja avisado da mudança com 30 dias de antecedência. As mudanças previstas, quando em vigor, trarão maior conforto, segurança e sentimento de satisfação para a sociedade. 


Em Carta Aberta, lideranças repudiam atuação da ANS 


“Além de omissa, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) tem atuado em desfavor dos profissionais e em prol dos interesses das operadoras de planos de saúde, colocando em risco a assistência oferecida a mais de 25% da população”. Esta é a avaliação das lideranças médicas sobre a conduta da ANS com relação ao cumprimento da Agenda Regulatória para 2013 e 2014. A indignação consta em Carta Aberta assinada pela Comissão Nacional de Saúde Suplementar (COMSU), que se reuniu em Brasília no último dia 23 de maio com ampla participação de entidades médicas de todo o país. 


Segundo representantes de Conselhos, Sindicatos, Associações e Sociedades de Especialidades, embora o aperfeiçoamento do “relacionamento entre operadoras e prestadores de serviço” conste entre as atuais metas da Agência, até o momento as demandas dos médicos não foram contempladas. Ao contrário disso, a autarquia tem anunciado ações que acirram conflitos e problemas no setor, como a recente proposta apresentada por meio da Consulta Pública nº 54/13, que, após receber forte rejeição dos médicos, culminou na Resolução Normativa nº 346/14. 


A nova norma instituiu o Comitê de Incentivo às Boas Práticas entre Operadoras e Prestadores (COBOP), visto com cautela pelos médicos, visto que induz à criação de mecanismos potencialmente antiéticos, como a redução da utilização dos modelos de pagamento por procedimento. “Na prática, a iniciativa resgata a polêmica tese do pagamento por performance, a qual é repudiada por beneficiar os empresários, em detrimento dos interesses dos profissionais e dos pacientes”, aponta o documento encaminhado ao presidente da ANS, André Longo, dentre outras autoridades 


Íntegra do documento disponível em http://bit.ly/1he0XRg

 

 

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Análise do orçamento da União mostra coincidente alta
de investimentos em saúde com períodos eleitorais 

29/05/2014

Uma série histórica do orçamento da União que aponta a existência de picos de investimento em saúde em coincidência com meses que antecedem os períodos eleitorais, de forma geral, é indicativo de que em ano de pleitos (municipais, estaduais ou federais) os cofres públicos tendem a ser mais ágeis e eficazes em repasses e pagamentos.  É o que aponta levantamento feito pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), que avaliou as contas do Ministério da Saúde entre 2001 e 2014.

O trabalho do CFM registra uma conveniente liberação de recursos nos primeiros quadrimestres de cada ano do período avaliado. De acordo com dados oficiais, o investimento nos anos de eleições sobe, em média, 48%.  Percebe-se ainda que após a disputa por cargos eletivos ocorre uma tendência de queda, às vezes significativa no volume do orçamento executado, no ano seguinte ao pleito. A série indica que nova alta é percebida no exercício subsequente, confirmando-se a tendência de aumento dos gastos públicos em anos de pleitos eleitorais e de contenção de despesas posteriormente.

De acordo com a análise do CFM, de janeiro a abril de 2014 as aplicações em saúde atingiram quase R$ 1,4 bilhão, impulsionadas significativamente pela postergação de pagamentos de despesas de 2013 (os chamados restos a pagar). No primeiro quadrimestre de 2013, o volume investido foi de R$ 1 bilhão. No entanto, o valor do ano passado foi inferior ao aplicado em 2012, quando aconteceram as últimas eleições municipais em todo o país. Nos primeiros meses daquele ano, o Ministério da Saúde desembolsou R$ 1,3 bilhão, ou seja, 65% a mais que em 2011 (R$ 834 milhões).

Já em 2010, quando foram realizadas eleições presidenciais, também foi possível notar o crescimento dos investimentos em saúde nos quatro primeiros meses do exercício. Naquele período, houve gasto de R$ 892 milhões, um montante R$ 243 milhões maior (37%) que o investido durante o primeiro quadrimestre de 2009. O ano de 2008 foi o único que não seguiu o padrão encontrado nos anos eleitorais, com queda de 35% nos investimentos do quadrimestre. Todos os dados foram atualizados pelo IGP-DI, da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Para Carlos Vital, 1º vice-presidente do CFM, as informações deixam claro que o ritmo de investimentos pode estar mais relacionado ao interesse político-eleitoral do que estritamente ao interesse público. “Em anos de votação, tradicionalmente, os gastos costumam ser expandidos e a liberação mais generosa. Esse ciclo de expansão e de contingenciamento é ruim, pois não permite a continuidade de projetos e obras até a próxima eleição”, criticou Vital. Ele destacou ainda a influência do calendário eleitoral em outras áreas de investimento do Governo, conforme mostra estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), realizado em 2011.

Confira abaixo os valores investidos na saúde de 2001 a 2014:


Saúde não é prioridade
- Apesar da guinada dos investimentos em saúde nos primeiros meses, o levantamento do CFM constatou ainda que, em 2014, dos R$ 18,3 bilhões gastos com investimentos pelo Governo Federal, o Ministério da Saúde foi responsável por apenas 7,4% dessa quantia. Dentre os órgãos do Executivo, a Saúde aparece em quinto lugar na lista de prioridades no chamado “gasto nobre”. Significa dizer que, a frente da construção, ampliação e reforma de unidades de saúde e da compra de equipamentos médico-hospitalares para atender o Sistema Único de Saúde (SUS), constam obras em rodovias, estádios, armamento militar e até máquinas e equipamentos rurais.

Entre janeiro e abril de 2014, o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), por exemplo, investiu R$ 1,5 bilhão. O valor é mais de 1.000% maior que o investido pelo órgão no mesmo período do ano passado. O aumento expressivo nos investimentos se deu na aquisição de motoniveladoras, retroescavadeiras, caminhões basculantes, caminhões cisternas e pás carregadeiras, distribuídas para municípios de até 50 mil habitantes.

Os valores aplicados pelo MDA foram maiores do que os investimentos globais de ministérios responsáveis por obras relevantes como o da Saúde. Só para a ação de distribuição de equipamentos do desenvolvimento agrário foram aplicados R$ 918,1 milhões. O montante é maior, por exemplo, do que os aplicados no mesmo período em ações de assistência ambulatorial e hospitalar especializada (R$ 95,3 milhões), atenção básica em saúde (R$ 77,2 milhões), e, serviços urbanos de água e esgoto (R$ 58,1 milhões).

Ipea confirma tendência - Em 2011, o Ipea realizou estudo com base em dados de 1995 a 2011 e demonstrou que os investimentos do governo federal, dos estados e dos municípios em todas as áreas são influenciados pelo calendário eleitoral. “Os anos subsequentes às eleições presidenciais e dos governadores estaduais normalmente coincidem com quedas muito fortes da taxa de investimento público, relacionadas a programas de ajustes fiscais, que posteriormente são revertidas no decorrer do ciclo eleitoral”, aponta o estudo.

Segundo o Ipea, em dezembro de 1998 (ano da reeleição de Fernando Henrique Cardoso), a taxa anualizada de investimento das administrações públicas era de 2,4% do PIB (proporção relativa a valores acumulados ao longo do ano), no ano seguinte cai para cerca de 1,5%. Em 2002 (ano da primeira eleição de Luiz Inácio Lula da Silva), a taxa chega a 2,2% e em 2003 desce para 1,5%. Em 2006 (reeleição de Lula), a taxa cravou 2% e em 2007 ficou abaixo de 1,8%. No ano passado, a mesma taxa superou os 2,8% e a projeção do Ipea para este ano é de que esteja abaixo de 2,5%.

 

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A situação real das urgências e emergências do Brasil 

27/05/2014

 

Clique aqui e confira a síntese do relatório da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, que visitou unidades de urgência e emergência em parceria com o CFM

 

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Jornada de Delegacias das Regiões Vale e Serra 2014 

27/05/2014


A Jornada de Delegacias das Regiões Vale e Serra 2014 ocorreu neste final de semana, dias 23 e 24, em Balneário Camboriú. Sua abertura oficial foi às 20h30min, mas durante à tarde membros da diretoria do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CREMESC), conversaram com médicos da região que levaram dúvidas.

“Sabemos que para os que buscam uma medicina de qualidade, a tarefa é difícil. Por isso, é um prazer esta aproximação com a categoria médica. Estas à disposição para trazer informação aos colegas”, afirmou o presidente do CREMESC, Dr. Tanaro Pereira Bez.

As dificuldades diárias enfrentadas pelos médicos estiveram em pauta na reunião que contou com a presença do Dr. Paulo César de Oliveira, Consultor Técnico da Presidência; do Dr. Rodrigo Jorge Da Luz Bertoncini, coordenador de Eventos; do Dr. Zulmar Vieira Coutinho, coordenador do Defis; do Dr. João Pedro Carreirão Neto, Primeiro Tesoureiro; do Dr. Diogo Nei Ribeiro, Segundo Tesoureiro; da Dra. Rachel Duarte Moritz, Primeira Secretária; do Dr. Luis Taddeo Filho, Delegado de Araranguá; do Dr. Romulo Pizzolatti, Delegado de Criciúma; do Dr. Ricardo D. Zimmermann, Hospital Municipal Ruth Cardoso; do Dr. Fernando Vargas Garcia, Hospital Santo Antônio de Blumenau; do Dr. Alysson Natael, Unimed Vila Nova, de Blumenau; e do Dr. Ivan Stratiersky, Hospital São José, Urubici.


Diploma de Mérito Médito e palestra

Às 20h30min de sexta-feira, dia 23, ocorreu a abertura oficial da Jornada de Delegacias das Regiões Vale e Serra 2014, coordenada pela Delegacia de Itajaí. O evento teve como objetivo debater assuntos pertinentes à classe médica e difundir as normas e orientações do Conselho aos médicos das Delegacias de Blumenau, Itajaí, Lages e Rio Do Sul.

Na mesma solenidade, foram homenageados os médicos com mais de 40 anos de profissão, com a entrega do Diploma de Mérito Médico.

Compondo a mesa estavam Dr. Tanaro Pereira Bez, presidente Do CREMESC; Dr. Delmo Dumke, delegado regional do CREMESC de Itajaí e presidente do Simesc de Balneário Camboriú; Dr. Marco Otílio Duarte Rodrigues, secretário se Saúde de Balneário Camboriú; Dr. Rodrigo Jorge Da Luz Bertoncini, conselheiro coordenador de eventos do CREMESC; Dr. Antonio Silveira Sbissa, vice-presidente do CREMESC e que também representou a Academia de Medicina do Estado de Santa Catarina (ACAMESC); Dr. Jacy Bruns, delegado regional do CREMESC de Blumenau; Dr. Ademir Claudino Dos Santos, delegado regional do CREMESC de Rio do Sul; e Dr. Marcelo Henrique Rovaris, presidente da Regional Médica de Balneário Camboriú.

Trinta médicos catarinenses receberam das mãos do presidente e do conselheiro coordenador de eventos do CREMESC o Diploma de Mérito Médico, concedido aos médicos que tenham completado 40 anos de exercício profissional ininterrupto, incluindo a residência médica ou outros cursos pós-graduados, sem qualquer sanção ético-profissional, com relevante e exemplar conduta médica e tendo contribuído para promover ética, técnica e cientificamente à Medicina em Santa Catarina. A homenagem é uma Resolução CREMESC, a de nº 007/95.

O Dr. Jacy Bruns falou em nome de todos os homenageados da noite e lembrou da importância de se exercer a medicina de forma ética. 

Depois das homenagens, o vice-presidente do CREMESC, Dr. Antonio Silveira Sbissa, explanar sobre o tema A Clínica e a Tecnologia.


Homenageados

Delegacia de Blumenau

Dr. Cesar Tournier Elias (CRM 1099)

Dr. Antonio Carlos Beduschi (CRM 1120)

Dr. Jose Carlos Stefanes Filho (CRM 1153)

Dr. Antonio Carlos Sandrini (CRM 1217)

Dr. Bruno Trauczynski Neto (CRM 1282)

Dr. Jacy Bruns ( CRM 1298)

Dr. Alexandre Jose Ferreira (CRM 1336)

Dr. Adilson Schaefer (CRM 1337)

Dr. Edson Manoel Da Silva (CRM 1409)

Dr. Jose Danielski Neto (CRM 1417)


Delegacia de Itajaí

Dr. Luiz Jose De Almeida Fayad (CRM 1162)

Dr. Eduardo Marques Brandao (CRM 1231)

Dr. Antonio Joao Meireles Rosado (CRM 1240)

Dr. Armando Gutierrez Fernandez (CRM 1279)


Delegacia de Rio do Sul

Dr. Jaime Stüpp (CRM 1347)

Dr. Dario Nardelli (CRM 1370)

Dr. Walter Muller Neto (CRM 1379)

Dr. Dilson Stadnik (CRM 1387)


Delegacia e Lages

Dr. Carlos Augusto Matiotti Leite (CRM 1425)


Receberam a homenagem mas não estavam presentes

Delegacia de Itajaí

Dr. Rogério Antonio Gaio (CRM 1380)

Dr. Haroldo Fernando Vilela (CRM 1412)


Delegacia de Lages

Dr. José Vieira Branco (CRM 1315)


Delegacia de Blumenau

Dr. Flavio Rodolfo Zacchi (CRM 1100)

Dr. Humberto Rebello Narciso (CRM 1147)

Dr. Edgar Arruda Salome Filho (CRM 1172)

Dr. Dubes Sonego (CRM 1184)

Dr. Wilson Rodacki (CRM 1263)

Dr. Luiz Ingletto (CRM 1395)


Delegacia de Rio do Sul

Dr. Guido Gaertner (CRM 1251)

Dr. Decio Miragaia Finardi (CRM 1243)


Painel e debate

A Jornada das Delegacias da Região do Vale e Serra 2014 recomeçou Às 9h de sábado com o debate dos temas Direção Técnica, Direção Clínica, Comissões de Ética, transferência de pacientes, atestados médicos e requisição de prontuário.

Durante a sessão aberta de perguntas e respostas sobre, os medicos da região puderam tirar dúvidas sobre assuntos diversos.


Clique aqui e confira as fotos do evento

 

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XVII FEMESC 

27/05/2014


 

 

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NOTA DE ESCLARECIMENTO 

21/05/2014


Não obstante às suas posições públicas assumidas com respeito às políticas governamentais na área da saúde e seu repúdio às coligações político-partidárias feitas de modo argentário e corrupto e às manobras de caráter políticos-eleitoreiras com base em publicidade incoerente com a realidade do país, o Conselho Federal de Medicina (CFM) vem a público esclarecer que:

  1. Carta que contém orientações aos médicos brasileiros neste período pré-eleitoral não é de autoria do CFM, que também não é responsável por sua divulgação na mídia e grupos de redes sociais.
  2. Todos os posicionamentos oficiais do CFM são divulgados por meio de seus veículos oficiais de comunicação (jornal, site, revistas e páginas/contas em canais de relacionamento).
  3. A entidade já pediu às autoridades que tome as devidas providências para identificar os responsáveis pela mensagem.

 

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM)

 

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CFM alerta para importância de medidas que garantam o bom funcionamento do SUS 

20/05/2014


O Conselho Federal de Medicina (CFM) afirmou que o Ministério da Saúde deveria se concentrar em ações estruturantes e necessárias ao funcionamento efetivo da rede pública, ao invés de priorizar programas considerados midiáticos e de caráter eleitoreiro. Os comentários foram uma resposta às declarações publicadas pela imprensa atribuídas ao ministro da Saúde Arthur Chioro que, em entrevista a jornalistas em Genebra na segunda-feira (19), disse que o Governo estuda prorrogar o Programa Mais Médicos até 2019.

 

Para o presidente em exercício do CFM, Carlos Vital Tavares Correa Lima, a fixação dos médicos brasileiros no interior e nas áreas de difícil provimento depende da criação de uma carreira de Estado para a categoria. Também deve ser proporcionada aos profissionais e aos cidadãos a estrutura mínima necessária ao exercício da medicina e à realização de atendimentos com dignidade. “Para o CFM, mais saúde só pode se materializar com mais médicos capacitados, maior orçamento e melhores gestão e infraestrutura”.

 

Além de defender mudanças na política de recursos humanos, o Conselho Federal de Medicina chamou atenção para os equívocos enfrentados pela gestão federal. Na avaliação da entidade, o Ministério da Saúde deveria se concentrar em questões como o aumento do volume de recursos orçamentários para o setor, conforme cobrado por mais de 2,5 milhões de brasileiros que pediram em abaixo assinado que pelo menos 10% da receita corrente bruta da União sejam destinados à rede pública.

 

Por outro lado, a entidade também considera que é preciso que o Governo gaste melhor o que já está disponível. De acordo com análise do orçamento da União, dos R$ 9,4 bilhões disponíveis para investimentos em unidades de saúde, em 2013, o Ministério desembolsou somente R$ 3,9 bilhões. Nos últimos 13 anos (2001 a 2013), foram autorizados R$ 80,5 bilhões específicos para investimentos. No entanto, apenas R$ 33 bilhões foram efetivamente gastos e outros R$ 47,5 bilhões deixaram de ser investidos. Em outras palavras, de cada R$ 10 previstos para a melhoria da infraestrutura em saúde, R$ 6 deixaram de ser aplicados.

 

O CFM também alerta para a incapacidade do Governo de concluir até mesmo seus compromissos assumidos, como as ações da segunda edição do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC). De acordo com dados oficiais, apenas 11% das ações para a área da saúde foram concluídas desde 2011. Das 24.066 ações sob responsabilidade do Ministério da Saúde ou da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), pouco mais de 2.500 foram finalizadas até dezembro do ano passado. Cerca de 50% das ações previstas ainda continuam no papel, ou seja, nos estágios de "ação preparatória", "contratação" ou "licitação".

 

Carlos Vital disse ainda que o problema que deveria merecer atenção prioritária do Ministério da Saúde é o fechamento de leitos para internação de pacientes.  O Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) mostra que, desde janeiro de 2010, foram desativados quase 13 mil leitos na rede pública de saúde, ou seja, uma média de 10 por dia. Os cortes têm prejudicado, especialmente, as internações nas áreas de psiquiatria (- 7.449 leitos), pediatria (-5.992), obstetrícia (-3.431) e cirurgia geral (-340).

 

“Somente com uma gestão competente, que atente para estes e outros problemas, a população terá os serviços de saúde que tem direito.  Sem medidas desse tipo, continuarão a existir casos como os apontados por relatórios recentes do Tribunal de Contas da União (TCU) e da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados que apontaram a existência de problemas graves, complexos e recorrentes relacionados a insuficiência de leitos; superlotação de emergências hospitalares; falta de medicamentos e insumos hospitalares; e inadequada estrutura física”, concluiu Vital.

 

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Congresso Brasileiro de Medicina Legal e Perícias Médicas 

20/05/2014


 

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CFM debate a incorporação, pelo SUS, de novos procedimentos em idosos 

20/05/2014


O aumento da longevidade dos brasileiros impõe ao sistema de saúde a implementação de políticas públicas direcionadas à parcela da população com mais idade. Para debater a incorporação de novos procedimentos médicos destinados a esta faixa etária, o Conselho Federal de Medicina (CFM) promoverá na tarde do dia 27 de maio o Fórum sobre racionamento de novos procedimentos em idosos como política pública de saúde (veja a programação abaixo).

 

A abertura será realizada pelo presidente do CFM, Roberto Luiz d´Ávila, que falará sobre o papel do CFM, após a edição da lei do ato médico, no reconhecimento de novas terapias. Em seguida, o padre e médico Aníbal Gil Lopes, membro da Comissão para reconhecimento científico de novos procedimentos em medicina do CFM, falará sobre o tema “Utilitarismo e o racionamento de novas terapias em idosos - há respaldo bioético para a prática no Brasil?”.

 

Os “Desafios para incorporação do Implante por Cateter de Bioprótese Valvar Aórtica (TAVI) no Sistema de Saúde do Brasil”, será o tema da palestra a ser dada pelo cardiologista Marcelo Queiroga, que representará a Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI). A palestra seguinte será do professor titular do departamento de Filosofia de Direito da Universidade de São Paulo Tércio Sampaio Ferraz, que falará sobre o tema “Opção pela Morte – Abordagem Jusfilosófica”.

 

Das 16h às 17h será realizado um debate sobre os temas tratados nas palestras. Os debatedores serão o 1º Vice-Presidente do CFM, Carlos Vital Tavares Corrêa Lima; o subprocurador-geral da República Eitel Santiago de Brito Pereira e o presidente da SBHCI, Hélio Roque Figueira.

 

Ao final do Fórum, será realizado o lançamento do livro “Atuação da SBHCI na Incorporação do Implante por Cateter de Bioprótese Valvar Aórtica no Brasil”, de autoria dos cardiologistas Marcelo Antônio Cartaxo Queiroga Lopes, Pedro Alves Lemos Neto e Fábio Sândoli de Brito Júnior.

 

 

FÓRUM SOBRE RACIONAMENTO DE NOVOS PROCEDIMENTOS EM IDOSOS COMO POLÍTICA PÚBLICA DE SAÚDE

DATA: 27.05.2014 (terça-feira)

LOCAL: Auditório do CFM

 

14h às 14h30 – Abertura

Dr. Roberto Luiz d’ Avila (Presidente do CFM)

Tema: Papel do Conselho Federal de Medicina no reconhecimento de novas terapias após a Lei do Ato Médico

 

14h30 às 15h - Dr. Aníbal Gil Lopes (Membro da Comissão para reconhecimento científico de novos procedimentos em Medicina do Conselho Federal de Medicina)

Tema: Utilitarismo e o racionamento de novas terapias em idosos - Há respaldo bioético para a prática no Brasil?

 

15h às 15h30 - Dr. Marcelo Queiroga (Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista)

Tema: Desafios para incorporação do Implante por Cateter de Bioprótese Valvar Aórtica (TAVI) no Sistema de Saúde do Brasil

 

15h30 às 16h - Dr. Tércio Sampaio Ferraz (Professor Titular do Departamento de Filosofia de Direito da USP)

Tema: Opção pela Morte – Abordagem Jusfilosófica

 

16h às 17h– Debates sobre os temas abordados:

 

Debatedores:

 

Dr. Carlos Vital Tavares Corrêa Lima (1º Vice-Presidente do CFM)

Dr. Eitel Santiago de Brito Pereira (Subprocurador-Geral da República – MPF)

Dr. Hélio Roque Figueira (Presidente da SBHCI – Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista)

 

17h – Lançamento do livro Atuação da SBHCI na Incorporação do Implante por Cateter de Bioprótese Valvar Aórtica no Brasil, de autoria dos Drs. Marcelo Antônio Cartaxo Queiroga Lopes, Pedro Alves Lemos Neto e Fábio Sândoli de Brito Júnior.

 

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Galeria de ex-presidentes 

16/05/2014


A noite desta quinta-feira (15) foi de homenagem ao Dr. Vicente Pacheco Oliveira, na sede do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (Cremesc), em Florianópolis. Ao lado de sua esposa, a Sra. Elisabeth Oliveira, ele, que foi presidente do Cremesc de 02/07/2012 a 30/09/2013, descerrou sua foto e agora faz parte da galeria dos ex-presidentes.

 

Dr. Tanaro Pereira Bez, atual presidente do Cremesc, abriu a solenidade parabenizando o Dr. Vicente por sua atuação à frente do Conselho. “15 meses foi pouco para o tamanho do seu sonho”, lembrou e afirmou que, embora o tempo tenha sido pequeno, as realizações de seu antecessor foram grandes.

 

Coube ao Dr. Marcelino Osmar Vieira fazer a apresentação do homenageado. O conselheiro lembrou da trajetória do ex-presidente, que nasceu em Araranguá e veio estudar na Capital. Lembrou que a gestão do Dr. Vicente foi de trabalho incansável, superando momentos difíceis como a maior greve da saúde de Santa Catarina; a lei do Ato Médico; a polêmica resolução sobre interrupção de gravidez do Conselho Federal de Medicina (CFM); a questão dos intercambistas; entre outros. 

 

Durante o agradecimento à homenagem, Dr. Vicente lembrou que, durante seu mandato, contou com a colaboração de conselheiros, diretoria, funcionários e da família. “Em 2003, quando cheguei ao Conselho, era como um aluno assustado que via admirado os colegas inteligentes falando sobre coisas que eu não conhecia, e pensava que um dia queria saber.”

Dr. Vicente passou por vários cargos antes de chegar à presidência. Foi presidente da Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos (Codame), tesoureiro, primeiro secretário, corregedor e vice-presidente. Atualmente, é presidente da Codame.

“Estar à frente do CRM, representando 20 mil médicos, é uma grande responsabilidade. Saí da presidência me sentindo um cidadão mais capacitado a exercer a cidadania”, finalizou.

 

No final da solenidade, o presidente do Conselho, Dr. Tanaro Pereira Bez, fez o lançamento do Manual do Corpo Clínico e do Diretor Clínico, que tem autoria do conselheiro Marcelino Osmar Vieira, e do Regimento Interno do Cremesc, feito durante a gestão do Dr. Vicente.

 

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Honorários dos planos de saúde: Tramitação do PL 6964/2010 deixa a sociedade em alerta 

16/05/2014


As entidades médicas estão em alerta com relação à tramitação do PL 6964/2010, que, entre outros pontos, estabelece critérios para a adequada contratualização da relação entre operadoras e médicos, enquanto prestadores de serviço. O texto havia sido aprovado em caráter terminativo, na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, em 8 de maio, e seguiria para a sanção da Presidência da República. No entanto, na quarta-feira (15), um grupo de 72 deputados federais encaminhou à Mesa Diretora da Câmara recurso para que a proposta passe antes pela apreciação do Plenário.

 

Trata-se de tema de grande interesse para o movimento médico e dos profissionais da saúde ao inserir na legislação mecanismos que trazem maior equilíbrio na relação entre profissionais e operadoras de planos. A Comissão Nacional de Saúde Suplementar (Comsu) e da Comissão de Assuntos Políticos (CAP) têm acompanhado de perto a tramitação do PL 6964/2010 e entendem que o momento exige mobilização urgente das entidades da categoria.

 

Lista de parlamentares - Se até a data de sua publicação, no Diário Oficial da Câmara, houver a retirada de nomes da lista de parlamentares que apoiam o recurso para apreciação do PL em Plenário o texto retomará sua tramitação normal, ou seja, será encaminhado para a sanção presidencial. O conselheiro Alceu Pimentel, coordenador da CAP, alertou para a necessidade das entidades médicas terem uma ação neste sentido.

 

“As lideranças e entidades médicas estaduais estão sendo orientadas a sensibilizar os deputados que assinaram o requerimento e são de suas regiões. O ideal é que os que acolherem o argumento dos médicos informem à Mesa Diretora sua decisão de não mais apoiar o recurso de forma urgente. Esperamos mudar a opinião de boa parte deste grupo em prol de uma medida que será favorável aos interesses da sociedade, em especial de profissionais e pacientes”, lembrou o conselheiro Aloísio Tibiriça Miranda, coordenador da Comsu e presidente em Exercício do CFM.

 

Melhora de serviços - Com a entrada em vigor na íntegra do PL 6964/2010, passarão a valer uma série de regras que, conjuntamente, contribuirão para melhorar a qualidade dos serviços prestados pelas operadoras de planos de saúde e equilibrar a relação entre prestadores de serviços e operadoras. As mudanças previstas, quando em vigor, certamente trarão maior conforto, segurança e sentimento de satisfação para a sociedade.

 

O benefício não se limitará aos médicos. Milhares de profissionais de outras categorias (psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas e dentistas), que também prestam serviços às operadoras, também contarão com os avanços do PL, que, em resumo, pode melhorar a assistência para mais de 50 milhões de brasileiros, usuários de planos de saúde.

 

Editorial favorável - Na quarta-feira (14), o tema foi destaque no jornal O Estado de S. Paulo, um dos principais do país. No editorial “Avanço nos planos de saúde”, o veículo de comunicação defendeu a aprovação do texto em sua íntegra. “O projeto - PL 6.964/10 - dá solução a alguns dos problemas que, há muito tempo, mais prejudicam tanto os clientes dos planos como os médicos por estes contratados para atendê-los”, afirma o jornal, que, mais adiante, ressalta que entre as vantagens da proposta está a fixação de que as relações tanto de pessoas físicas (médicos) como jurídicas (hospitais e laboratórios) com os planos aos quais elas prestam serviço terão de ser reguladas por contrato escrito.

 

A regra prevê a inclusão de direitos, obrigações e responsabilidades das partes. “Haverá, por exemplo, a definição dos valores dos serviços contratados, dos critérios, da forma e da periodicidade do seu reajuste, e dos prazos e procedimentos para faturamento e pagamento dos serviços prestados", informa o editorial, que finaliza com uma exortação: “as regras do PL 6.964/10 são muito mais objetivas e realistas e, por isso, capazes de trazer maiores benefícios para clientes e médicos. Se a presidente tiver isso em mente e sancionar o projeto tal como aprovado pelo Congresso, ajudará a melhorar o serviço prestado pelos planos”.

 

 

ACESSE A LISTA COMPLETA DOS DEPUTADOS - http://portal.cfm.org.br/images/PDF/listadeputadosrecurso.pdf. 

 

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Atuação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência
e Emergência será normatizada pelo CFM 

15/05/2014


A regulamentação dos serviços pré-hospitalares móveis de urgência e emergência privados e públicos, entre eles o SAMU, foi o tema da reunião dos membros da Câmara Técnica de Urgência e Emergência do Conselho Federal de Medicina (CFM). Nesta quinta-feira (15), o grupo discutiu uma minuta de resolução que disciplinará as normas para funcionamento do serviço oferecido à população.

A regulamentação fixará exigências para o atendimento pré-hospitalar móvel de urgência e emergência, como o número de ambulâncias e médicos reguladores e intervencionistas necessários de acordo com a população, além do tipo de atendimento a ser oferecido.

Para a normatização, a resolução deverá considerar a oferta de serviços de atendimento móvel adequados à necessidade do País e as condições de trabalho dos profissionais, afirma o coordenador da Câmara Técnica de Urgência e Emergência do CFM, Mauro Luiz de Britto Ribeiro. “Esperamos poder melhorar o atendimento à população pelos serviços pré-hospitalares, além de dar melhores condições de trabalho e de segurança para os médicos e toda a quipe”, acredita o conselheiro.

O grupo deverá voltar a se reunir no mês de julho para dar continuidade à elaboração da minuta de resolução. 

 

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Parâmetros para funcionamento de postos
de saúde e consultórios entram em vigor 

13/05/2014

A Resolução 2.056/13, que redefine as regras para fiscalização do exercício da medicina em território nacional, entra em vigor nesta terça-feira (13 de maio). Editada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) em novembro de 2013, a norma cumpriu o prazo de 180 dias para que o Manual de Vistoria e Fiscalização da Medicina no Brasil e seus roteiros de vistoria comecem a valer.

Até o momento, Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) de todo o país realizaram vistorias educativas com base nos novos parâmetros e também para treinar seus fiscais no uso das novas ferramentas. Contudo, a partir de 13 de maio, as unidades de saúde fiscalizadas terão 15 dias (prorrogáveis por igual período) para solucionar os problemas apontados.

Em caso de não cumprimento das orientações, o CRM poderá chegar a propor a interdição ética do estabelecimento e apresentar denúncias aos órgãos competentes, como Ministério Público e Tribunais de Contas. Nestes casos, o médico fica proibido de trabalhar no local até que sejam providenciadas as devidas condições de trabalho. Medidas desse porte são tomadas quando se percebe que os atendimentos nestes locais podem expor o paciente e os profissionais a situações de risco.

Outro ponto importante da Resolução 2.056/13 é que, ao alterar substancialmente o trabalho nos CRMs em suas atividades de fiscalização de serviços médico-assistenciais, ela uniformiza essa prática em todos os estados. “Será uma verdadeira transformação no modo de ensinar e exercer a medicina”, afirmou o diretor do Departamento de Fiscalização e 3º vice-presidente do CFM, Emmanuel Fortes.

Para poder colocar essa nova metodologia em prática, os 27 CRMs receberam do CFM kits, que cumprem as determinações do Manual de Vistoria e Fiscalização. No pacote, estão tablets, máquinas fotográficas, medidores a laser (para averiguar o tamanho dos ambientes), scanners digitais e impressoras portáteis. Também estão incluindo softwares para permitir que os formulários de visitas sejam preenchidos e enviados pela internet para os Departamentos de Fiscalização em alguns cliques.

Com a mudança, as vistorias passam a cumprir um check list padrão, gerando o envio de relatórios ao CFM, a parametrização e a análise estatística tanto regional quanto nacional. Outras normas que aperfeiçoam o sistema de fiscalização dos conselhos devem ser editadas nos próximos meses. Entre elas, estão as que estabelecem os parâmetros para funcionamento de serviços de urgência e emergência.

Consultórios médicos serão divididos em grupos

A Resolução 2.056/13 fixa nova sistemática para as vistorias e traz um modelo para o preenchimento de prontuários e para a elaboração das anamneses (entrevistas dos médicos com os pacientes). O Manual de Vistoria e Fiscalização da Medicina no Brasil estabelece a infraestrutura mínima a ser exigida dos consultórios e ambulatórios médicos, de acordo com sua atividade fim e/ou especialidade.

Os consultórios e ambulatórios foram divididos em quatro grupos, que vão desde os que oferecem serviços mais simples, sem anestesia local e sedação, até àqueles que realizam procedimentos invasivos, com riscos de anafilaxias (reações alérgicas sistêmicas) ou paradas cardiorrespiratórias. 

“Até a edição desta resolução, cada conselho estabelecia regras no vácuo deixado por uma normativa nacional, sendo que os grandes conselhos apresentavam estratégias mais eficientes nesse controle que os menores. Agora está tudo parametrizado, o que facilitará a averiguação”, constata o diretor de fiscalização do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul (Cremers), Antônio Celso Ayub, participante do grupo de trabalho responsável pela elaboração da Resolução 2.056/12.

Equipamentos mínimos - Dos consultórios e serviços do Grupo 1, no qual são realizadas apenas consultas, serão exigidos, por exemplo, equipamentos básicos como tensiômetro, estetoscópio, termômetro, maca, lençóis, pia, cadeira para o médico e mais duas para o paciente e acompanhante, entre outras exigências. “Vamos exigir, além da infraestrutura física, todos os equipamentos para a propedêutica e a avaliação clínica, sem os quais o médico não vai poder atuar”, avisa Emmanuel Fortes.

Já para os do Grupo 2, onde se executam procedimentos sem anestesia local e sem sedação, como o consultório de um cardiologista que faz apenas eletrocardiogramas, serão exigidos, além do listado no consultório básico, os equipamentos necessários para os exames específicos.

Nos consultórios ou ser viços com procedimentos invasivos ou que exponham os pacientes a risco de vida, do Grupo 3, que realizem, por exemplo, teste ergométrico ou procedimento com anestesia local ou sedações leves, os fiscais devem averiguar se existem os instrumentos que assegurem a aplicação de forma segura e, em havendo complicação, o médico tenha disponíveis equipamentos de socorro à vida.

Este médico também precisa ser preparado para realizar os primeiros procedimentos de suporte. Há, ainda, o Grupo 4, que envolve os locais de realização de endoscopia, os quais devem ter tudo o que é exigido do Grupo 3, mais o que for específico do procedimento. A resolução também exige a presença de médicos plantonistas em ambientes onde são mantidos pacientes em descanso ou em observação.

Comunidades terapêuticas médicas também ficam obrigadas a ter médicos plantonistas e equipamentos de suporte à vida. A mesma exigência é feita aos CAPs AD II e III e ao CAPs III, locais de atendimento psiquiátrico.

 

 

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Boletim do COSEMESC 

06/05/2014


 

 

Confira os ofícios:

 

 

 

 

 

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CFM rebate declarações da Presidente da República contra médicos brasileiros 

02/05/2014



No Dia do Trabalhador (1º de maio), o Conselho Federal de Medicina (CFM) rebateu as declarações da Presidente da República Dilma Rousseff que afirmou que médicos cubanos são mais atenciosos que os brasileiros. Em nota divulgada à imprensa, a entidade aponta que tal declaração representa mais uma agressão direta e gratuita aos 400 mil profissionais que têm se empenhado diuturnamente no suporte às políticas de saúde e no atendimento à população nas redes pública e privada.

 

O CFM ainda enfatiza à Presidente que a Medicina brasileira está entre as melhores do mundo. "Seus representantes são referência internacional no diagnóstico e no tratamento de doenças e, apesar da ausência de estímulos do Estado e das parcas condições de trabalho, agem como heróis em postos de saúde, em ambulatórios e nos hospitais e prontos-socorros, constantemente abarrotados por cidadãos com dificuldade de acesso à assistência".

 

No documento, o CFM ainda destaca os sucessivos relatórios e levantamentos (nacionais e internacionais) que apontam um cenário de guerra, no qual médicos e pacientes são vítimas. Entre os dados há informações da OMS, do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), além do Tribunal de Contas da União (TCU). Para o CFM, esta coletânea confirma o estado de urgência e crise a qual passa a saúde pública brasileira.

 

Leia abaixo a íntegra da carta aberta à Presidente.

 

 

 

CARTA ABERTA À PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF

 

Brasília, 1º de maio de 2014

 

Excelentíssima Presidente da República Federativa do Brasil

Senhora Dilma Vana Rousseff

 

Neste 1º de maio, data em que internacionalmente se comemora o Dia do Trabalhador, nós, médicos brasileiros, de forma respeitosa, expressamos nosso sentimento de tristeza e de indignação com comentários atribuídos à Vossa Excelência.

 

De acordo com notícias publicadas pela imprensa, Vossa Excelência disse que "eles (médicos cubanos) são mais atenciosos que os brasileiros". Tal afirmação representa mais uma agressão direta e gratuita aos 400 mil profissionais que têm se empenhado diuturnamente no suporte às políticas de saúde e no atendimento à população nas redes pública e privada.

 

Ao contrário do que foi dito, Senhora Presidente, a Medicina brasileira está entre as melhores do mundo. Seus representantes são referência internacional no diagnóstico e no tratamento de doenças e, apesar da ausência de estímulos do Estado e das parcas condições de trabalho, agem como heróis em postos de saúde, em ambulatórios e nos hospitais e prontos-socorros, constantemente abarrotados por cidadãos com dificuldade de acesso à assistência. 

 

Talvez o desespero de alguns poucos médicos diante de uma demanda crescente, da ausência de suporte e da incompetência dos gestores cause a falsa impressão de insensibilidade. Na verdade, Senhora Presidente, são profissionais que foram brutalizados pelo Estado. Desmotivados e sem esperança, tentam seguir adiante sem as mínimas condições de exercer uma medicina de qualidade e nem de estimular uma boa relação médico-paciente.

 

Cientes deste quadro, por meio de nossas entidades de representação, nós, médicos brasileiros, já lhe entregamos pessoalmente propostas para mudar essa realidade. Entre elas, estavam o aumento de investimentos em saúde, a modernização da gestão e a criação de uma carreira pública para os médicos e outros profissionais do SUS. Nunca obtivemos resposta. Apenas acompanhamos pela TV o anúncio de um programa de importação de profissionais que está longe de resolver de forma estruturante o caos da saúde.

 

Os números mostram que a saúde pública brasileira está em crise. Os sucessivos relatórios e levantamentos (nacionais e internacionais) apontam um cenário de guerra, no qual médicos e pacientes são vítimas. Relembramos a Vossa Excelência apenas alguns dados e informações que dão uma pálida ideia do que o país atravessa.

 

• O Brasil ficou em último lugar - entre 48 nações – num estudo internacional sobre a eficiência dos serviços de saúde, o qual cruzou dados do Banco Mundial, do Fundo Monetário Internacional (FMI) e da Organização Mundial da Saúde (ONU). A frente, ficaram países como o Chile, a Argentina, o Equador e a Argélia.

 

• O governo é responsável por apenas 47% de tudo o que é gasto em saúde no país, segundo dados da OMS. Na média mundial, o setor público garante 56% dessa cobertura.Em países com sistemas universais como o brasileiro (Inglaterra, Canadá, Espanha, Portugal e França) ficam acima de 70%.

 

• O Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) mostra que, desde janeiro de 2010, foram desativados quase 13 mil leitos na rede pública de saúde, ou seja, uma média de 10 por dia. Os cortes têm prejudicado, especialmente, as internações nas áreas de psiquiatria (- 7.449 leitos), pediatria (-5.992), obstetrícia (-3.431) e cirurgia geral (-340).

 

• Análise do orçamento da União prova que dos R$ 47,3 bilhões gastos com investimentos pelo Governo Federal, em 2013, o Ministério da Saúde foi responsável por apenas 8,2% dessa quantia. Do total de R$ 9,4 bilhões disponíveis para investimentos em unidades de saúde, em 2013, o governo desembolsou somente R$ 3,9 bilhões, incluindo os restos a pagar quitados (compromissos assumidos em anos anteriores rolados para os exercícios seguintes).

 

• Os dados mostram ainda que nos últimos 13 anos (2001 a 2013) foram autorizados R$ 80,5 bilhões específicos para investimentos. No entanto, apenas R$ 33 bilhões foram efetivamente gastos e outros R$ 47,5 bilhões deixaram de ser investidos. Em outras palavras, de cada R$ 10 previstos para a melhoria da infraestrutura em saúde, R$ 6 deixaram de ser aplicados.

 

• Com este recurso, seria possível adquirir 386 mil ambulâncias (69 para cada município brasileiro); construir 237 mil Unidades Básicas de Saúde (UBS) de porte I (43 por cidade); edificar 34 mil Unidades de Pronto Atendimento (UPA) de porte I (seis por cidade) ou, ainda, aumentar em 936 o número de hospitais públicos de médio porte.

 

• De acordo com dados oficiais, apenas 11% das ações previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) para a área da saúde foram concluídas desde 2011, ano de lançamento da segunda edição programa. Das 24.066 ações sob responsabilidade do Ministério da Saúde ou da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), pouco mais de 2.500 foram finalizadas até dezembro do ano passado. Cerca de 50% das ações previstas ainda continuam no papel, ou seja, nos estágios de "ação preparatória", "contratação" ou "licitação".

 

• Relatório sistêmico de fiscalização da saúde, elaborado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), concluiu que, no que se refere ao tema da Assistência Hospitalar no SUS, existem problemas graves, complexos e recorrentes, relacionados a: insuficiência de leitos; superlotação de emergências hospitalares; carência de profissionais de saúde; desigualdade na distribuição de médicos no País; falta de medicamentos e insumos hospitalares; ausência de equipamentos ou equipamentos obsoletos, não instalados ou sem manutenção; inadequada estrutura física; e insuficiência de recursos de tecnologia da informação. De acordo com o órgão, 64% de 116 hospitais visitados apresentam taxa de ocupação da emergência maior do que a capacidade prevista, e em 19% essa situação ocorre com alguma frequência. Em apenas 6% não ocorre essa superlotação.

 

• Relatório da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados (CDHM) – resultado de visitas a urgências e emergências de todo o país – confirmou o quadro grave no qual se encontram essas áreas do atendimento, classificado como de penúria sistêmica com falta de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e de condições básicas para o atendimento, ferindo a dignidade e os direitos dos cidadãos brasileiros, previstos na Constituição Federal.

 

Poderíamos elencar uma série de outros dados, informações e relatos que revelam este cenário desolador e que sugere a necessidade de ações imediatas por parte do Governo. Com certeza, o Brasil tem urgência de ser bem tratado e ignorar a realidade descrita de nada adianta. Para tanto, devem ser tomadas medidas efetivas, distantes do apelo midiático ou do marketing.

 

Finalmente, acreditamos que mais que ninguém a Senhora pode testemunhar sobre a competência, o respeito e o carinho com que os médicos brasileiros tratam seus pacientes, acompanhando-os nas duras etapas do diagnóstico e tratamento até a cura.

 

Por isso, não compreendemos como esse conhecimento íntimo de como nós agimos quando chamados à ação não seja lembrado pelo Governo até em oportunidades festivas como a de hoje, 1º de Maio, data na qual nós, médicos, assim como qualquer outro trabalhador, merecíamos ao menos o reconhecimento pelo que temos feito por todos os nossos pacientes – inclusive a Senhora – e pela saúde do país.

 

Respeitosamente,

 

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA - CFM 

 

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Jornada das Delegacias da Região do Vale e Serra 2014 

02/05/2014



O Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (Cremesc) realiza, nos dias 23 e 24 de maio, a Jornada das Delegacias da Região do Vale e Serra 2014, em Balneário Camboriú. Sob a coordenação do Conselheiro Coordenador de Eventos do CREMESC, Dr. Rodrigo Jorge da Luz Bertoncini, e do Delegado Regional do CREMESC de Itajaí, Dr. Delmo Dumke, o evento contará com palestra e debates sobre assuntos que fazem parte do dia a dia dos médicos da região.

Na abertura do evento, que vai ocorrer no Hotel Mercure Camboriú, haverá homenagem aos médicos da Região do Vale e da Serra.

Confira a programação e faça sua inscrição pelo e-mail eventos@cremesc.org.br.

Mais informações: (48) 3952-5000

 

PROGRAMAÇÃO

23/05/2014 - Sexta feira 

20h30min

- Abertura

- Homenagem aos médicos da Região do Vale e Serra

 

21h

Palestra: A clínica e a tecnologia 

Palestrante: Cons. Antônio Silveira Sbissa - Vice-Presidente do CREMESC

 

24/05/2014 – Sábado

9h

Painel I - Debate entre Conselheiros

- Direção Técnica, Direção Clínica, 

Comissões de Ética 

- Transferência de pacientes

- Atestados médicos

- Requisição de prontuário

 

10h

Sessão aberta de perguntas e respostas sobre

assuntos diversos - 

Participação dos conselheiros presentes

 

11h30min - Encerramento

 

 

 

SERVIÇO

Local: Hotel Mercure Camboriú

Av. Atlântica, 2.010

Balneário Camboriú

Telefone: (47) 3056-9500 

 

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Cuidado com sites de pesquisa 

02/05/2014



Cada vez mais a internet se apresenta como ferramenta de pesquisa para diversos segmentos da sociedade. Para a medicina não é diferente. No entanto, sites que deveriam oferecer serviço confiável e de qualidade, têm divulgado informações incorretas, na maioria com relação a especialidades dos médicos.

Atento a esta questão, o Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (Cremesc) vem fazendo o alerta aos responsáveis pelos sites e também aos médicos catarinenses.

Abaixo, orientação do assessor jurídico do Cremesc, Renan Sandri do Prado.

 

Atenção dos médicos deve ser redobrada 

Por Renan Sandri do Prado

Advogado - OAB/SC 30.914-B

Assessor Jurídico do Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina


Do ponto de vista do Direito, o uso de dados de médicos em sites pode resultar em implicações administrativas, civis e penais, razão porque o tema merece atenção dos profissionais que, ora tem seus nomes divulgados arbitrariamente, ora consentem com sua utilização para fins promocionais.

A primeira informação a se ter em conta é que, atualmente, é corriqueira a venda de dados de clientes por empresas, em vista do que, ao preencher qualquer cadastro, o médico deverá verificar se está autorizando o uso econômico desses dados. Não autorizado o repasse e/ou uso de dados, estes serão considerados ilegais.

Frente a essa situação, caberia ao médico o ajuizamento de ação judicial visando à coibição da prática, quando não autorizada, à retificação de dados, quando incorretos, e até mesmo à indenização por danos materiais e morais decorrentes do ato ilícito praticado pela proprietária do domínio (site).

Autorizado o uso e a divulgação, a atenção dos médicos deverá ser redobrada. Isso porque as implicações para o médico de divulgações errôneas de informações a seu respeito podem ser diversas: desde um paciente inconformado com uma divulgação falsa de especialidade, procurando ressarcimento por transtornos dela decorrentes, até o chamamento ao seu Conselho de Medicina respectivo, a fim de prestar esclarecimentos sobre a falsa divulgação, da qual poderá resultar, inclusive, a instauração de processo administrativo por desrespeito às regras éticas pertinentes.

O ato poderá ter, ainda, implicações penais, como configurar crime de estelionato, a depender da eventual vantagem econômica obtida com a divulgação dos dados errados deliberadamente.

Aos médicos, assim, cabe a constante verificação das informações lançadas em sites sobre sua pessoa, especialmente quando tenham autorizado o seu uso e divulgação, pois em tais casos a responsabilidade recai primeiramente sobre ele, pois não há como se desconsiderar que, através da divulgação, objetivava a propagação no mercado de seu nome. Quando desautorizado, devem buscar os meios extrajudiciais e judiciais para correção dos dados correspondentes, evitando assim, problemas mais à frente.

Impõe-se, enfim, a observância dos ditames legais, para que a divulgação da Medicina se dê de maneira idônea, sempre vislumbrando à plena informação e honestidade com os pacientes. 

 

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Eleição para Conselheiros Federais 

30/04/2014



O Conselho Regional de Medicina publicou, esta semana, edital para eleição para preenchimento dos cargos de Conselheiros Federais efetivo e suplente ao Conselho Federal de Medicina – gestão 2014/2019.

O prazo para registro de chapas dos candidatos a Conselheiros Federais efetivo e suplente do CFM para o próximo quinquênio terá início às 8h do dia 26 de maio e encerrar-se-á às 18h do dia 24 de junho de 2014 e serão recebidas de segunda a sexta-feira, no Protocolo do CREMESC, localizado na Avenida Rio Branco, nº 533, sala térrea, Florianópolis/SC. 

As normas e as disposições pertinentes ao processo eleitoral estão disponíveis na página da internet do Cremesc (www.cremesc.org.br), bem como na sede do Conselho, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. Outros esclarecimentos poderão ser solicitados pelo endereço eletrônico eleicao2014cfm@cremesc.org.br.

 

ATENÇÃO!

O voto será obrigatório e secreto para os médicos que estejam em pleno gozo de seus direitos políticos e profissionais e inscritos primária ou secundariamente no CREMESC, sendo facultativo para médicos com mais de 70 (setenta) anos. 

Como o processo de votação será exclusivamente por correspondência, É FUNDAMENTAL A ATUALIZAÇÃO DE ENDEREÇO junto ao Cremesc. Os médicos deverão encaminhar os votos pelos Correios, conforme instruções contidas na Resolução CFM nº 2.024/2013.

 

Confira a íntegra do edital

 

EDITAL ELEIÇÃO – CONSELHEIRO CFM – GESTÃO 2014/2019

O Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina (Cremesc) faz saber, de acordo com a Lei nº. 3.268 de 30/09/1957, alterada pela Lei nº 11.000, de 15/12/2004, regulamentada pelo Decreto nº. 44.045, de 19/07/1958, alterado pelo Decreto nº. 6.821, de 14/04/2009 e através da Resolução CFM nº. 2.024, de 21/8/2013, que realizará no dia 25 de agosto de 2014, a eleição para preenchimento dos cargos de Conselheiros Federais efetivo e suplente ao Conselho Federal de Medicina – gestão 2014/2019.

O PROCESSO ELEITORAL: o voto será obrigatório e secreto para os médicos que estejam em pleno gozo de seus direitos políticos e profissionais e inscritos primária ou secundariamente no CREMESC, sendo facultativo para médicos com mais de 70 (setenta) anos. O processo de votação dar-se-á exclusivamente por correspondência. Os médicos deverão encaminhar os votos pelos Correios, conforme instruções contidas na Resolução CFM nº 2.024/2013.

REGISTRO DE CHAPAS: o prazo para registro de chapas dos candidatos a Conselheiros Federais efetivo e suplente do CFM para o próximo quinquênio, terá início às 8:00 horas do dia 26 de maio e encerrar-se-á às 18:00 do dia 24 de junho de 2014 e serão recebidas de segunda a sexta-feira, no Protocolo do CREMESC, localizado na Avenida Rio Branco, nº 533, sala térrea, Florianópolis/SC. As normas e as disposições pertinentes ao processo eleitoral estão disponíveis na página da internet do Cremesc (www.cremesc.org.br), bem como na sede do Conselho, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. Outros esclarecimentos poderão ser solicitados pelo endereço eletrônico eleicao2014cfm@cremesc.org.br. Os casos omissos serão apreciados pela Comissão Regional Eleitoral, observando-se a Resolução CFM nº 2024/2013

 

Florianópolis, 30 de abril de 2014.

Dr. Tanaro Pereira Bez – Presidente do CREMESC

 

 

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Boletim da Comissão Nacional de Saúde Suplementar (COMSU)  

29/04/2014


 

 

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Homenagem a Zunino  

28/04/2014


A comemoração dos 15 anos de Almoço das Estrelas, encontro tradicional dos manezinhos, que ocorreu na última sexta-feira em Florianópolis, teve um sabor diferente: contou com a homenagem a João Nilson Zunino.

Nascido há 68 anos em São João Batista, Zunino é empresário e médico patologista, que atua na Capital desde 1973, quando se formou pela UFSC e recebeu o CRM 1344. Dono do Laboratório Santa Luzia, ele ficou amplamente conhecido por ser o presidente mais simbólico e que teve mais tempo no cargo do Avaí Futebol Clube, 11 anos.

Amigos, médicos e personalidade florianopolitanas prestigiaram o evento.

 

 

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II Seminário Sul Brasileiro de Direito Sanitário e Saúde Coletiva  

24/04/2014


A UNESC realiza, nos dias 27 e 28 de maio, o II Seminário Sul Brasileiro de Direito Sanitário e Saúde Coletiva, que terá como objetivo principal promover um intercâmbio acadêmico e de prática social, com a construção de redes de pesquisa, docentes e discentes, com a participação efetiva da Sociedade e de gestores públicos da área.

 

O evento é organizado pelas seguintes entidades: Laboratório em Direito Sanitário e Saúde Coletiva (LADSSC/UNESC), Núcleo de Estudos em Estado, Política e Direito (NUPED/UNESC), Núcleo de Estudos e Pesquisas em Integralidade, Educação e Saúde (NEPIEES/UNESC), Unidade Acadêmica de Ciências da Saúde (UNASAU/UNESC), Unidade Acadêmica de Ciências Sociais Aplicadas (UNACSA/UNESC), Programa de Pós-Graduação em Direito Sanitário (PPGDS/UNESC), proposta incubada de construção de Mestrado Profissional em Saúde Coletiva (UNESC), Curso de Enfermagem e Curso de Direito, ambos da UNESC. O evento é apoiado pela Rede Iberoamericana de Direito Sanitário.

 

Público Alvo: Pesquisadores e profissionais da área da Saúde, do Direito, do Serviço Social, da Educação, da Sociologia e das Ciências Sociais; conselheiros de políticas públicas; gestores municipais, representantes de movimentos sociais e ONGs e membros de fóruns temáticos da sociedade civil.

 

As inscrições de trabalhos científicos na forma de artigo e poster estarão abertas até 30.04.2014, nos seguintes eixos temáticos: 1. Estado, Políticas Públicas e Direito Sanitário

Ementa; 2. Educação, Trabalho e Saúde; 3. Promoção da Saúde e Integralidade na Atenção; 4. Políticas Públicas, Planejamento e Gestão em Saúde; 5. Democracia, Participação Popular e Controle Social em Saúde; 6. Epidemiologia e análise de situação de saúde.

 

 

Para maiores Informações:

 

www.unesc.net/portal/capa/index/436

 

Email: ladssc.unesc@gmail.com

Telefone: 48 3431-2562

 

 

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X Congresso Sul Brasileiro de Acupuntura  

24/04/2014


O X Congresso Sul Brasileiro de Acupuntura ocorrerá nos dias 01 a 03 de maio de 2014 em Florianópolis. O evento contará com a presença de renomados pesquisadores, especialistas nacionais e internacionais. O tema central “Integração e inovação: avanços da acupuntura na medicina do século XXI” vem ao encontro da expansão e desafios da acupuntura na perspectiva da medicina integrativa e demais áreas da ciência. Também está presente na temática do Congresso a inovação da prática e pesquisa em acupuntura, contemplados através do enfoque da pesquisa translacional, novos métodos terapêuticos e tecnologias associadas, como a ressonância funcional magnética, biofeedback, fractais, farmacopuntura e técnicas de neuromodulação. O evento será realizado no Centro de Convenções do Hotel Torres da Cachoeira, localizado ao Norte na praia da Cachoeira do Bom Jesus, local dos mais agradáveis e aconchegantes neste “pedacinho de terra perdido no mar”, como canta o Hino de Amor à Ilha. A Comissão Organizadora do Congresso convida você a compartilhar três agradáveis dias debatendo o que de mais atual está se desenvolvendo na acupuntura brasileira e mundial. Venha confraternizar com os colegas e familiares junto às belezas naturais de Florianópolis!

 

 

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Após 10 anos de tramitação, Congresso aprova projeto
que garante reajuste para médicos da saúde suplementar  

24/04/2014


A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados (CCJC) aprovou nesta quarta-feira (23) o Projeto de Lei 6.964/10, que O projeto é uma das reivindicações mais antigas do movimento médico, com origem no Senado em 2004, e estabelece que, caso não haja negociação entre as partes, o reajuste será balizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Agora o projeto seguirá para a sanção presidencial.

 

Os representantes das entidades médicas acompanharam a votação do Parecer favorável do relator na CCJ, deputado Fábio Trad (PMDB/MS), aprovado por unanimidade. Para Aloísio Tibiriçá, 2º vice-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM) e coordenador da Comissão Nacional de Saúde Suplementar (COMSU), a decisão é uma conquista histórica que beneficiará diretamente todos os profissionais que prestam serviços aos planos de saúde, como médicos, psicólogos, nutricionistas e fisioterapeutas.

 

“A aprovação do projeto traz maior segurança jurídica, dando garantia aos médicos de que não terão seus direitos a reajustes de remuneração desrespeitados por falta de regulamentação. Essa medida favorece também os mais de 50 milhões de usuários dos planos de saúde, com uma rede de profissionais mais motivados em seu exercício profissional”, destacou Tibiriçá. Atualmente, todos os anos os usuários pagam às operadoras correções nos valores, mas que não são repassados aos médicos ou serviços.

 

Luta histórica – Apresentado originalmente em 2004 (PLS 276/04) pela senadora Lúcia Vânia (PSDB/GO), o texto passou por diversos debates e modificações até receber um de seus pontos principais: o estabelecimento de critérios para a adequada contratualização na relação entre operadoras e profissionais da saúde que atuam na área da saúde suplementar. Após quase seis anos em tramitação no Senado, foi aprovado em fevereiro de 2010 pela Comissão de Assuntos Sociais.

 

No mesmo ano, foi enviado à Câmara dos Deputados, onde foi aprovado nas Comissões de Defesa do Consumidor, de Seguridade Social e Família e, em caráter terminativo, na CCJC. “Esse projeto é um divisor de águas na relação com as operadoras de planos de saúde, porque ele define patamares que resgatam o mínimo de qualidade no que diz respeito à condição dos médicos enquanto trabalhadores”, celebrou Alceu Pimentel, coordenador da Comissão de Assuntos Políticos do CFM (CAP).

 

A aprovação da proposta veio na esteira do protesto nacional que teve início em 7 de abril e que, na saúde suplementar, tinha o PL 6.469/10 como uma prioridade. 

 

 

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Aos Diretores Técnicos e Clínicos, Supervisores Éticos,
Presidentes e Membros de COMETI de Hospitais
– Delegacia CREMESC – Joinville  

11/04/2014


O Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina realizará, no dia 15 de abril de 2014, às 20h, reunião na sua Regional de Joinville, no Hotel Ibis Styles Joinville – Sala de Reuniões, sito à Rua Frederico Stoll, 47 – Centro – Joinville (SC).

Vimos através do presente, convidá-lo a participar dessa reunião da qual o elenco de assuntos pautados resulta de FQA registradas no CREMESC traduz áreas de interesse de diretores técnicos e clínicos (DT e DC), de membros das Comissões de Ética Médica e/ou de Supervisores Éticos, Delegados Regionais e Conselheiros CREMESC, sendo tópicos como:

Entrega de prontuário de paciente (a quem cabe tal direito? Quem é autoridade de Justiça? Juiz? Promotor? Delegado?

A relação entre prontuário físico e virtual/eletrônico (Res. CFM 1821/07);

A importância da identidade digital do médico e a certificação digital, mormente a diretores técnicos e clínicos;

O atestado médico na era digital;

Como evitar problemas com o CREMESC;

A importância da Comissão de Ética Médica e dos diretores técnico e clínico na orientação de médicos do CC quanto à responsabilidade civil do médico como PF (objetiva) e como entidade jurídica/PJ (subjetiva); vantagens e desvantagens de o médico constituir PJ “tributária” ou “virtual”.

O papel do DT e do DC;

A auditoria (CFM 1614/02) e a perícia médicas;

As especialidades/áreas de atuação médica e ética divulgação médica (CFM 1974/11 e outras como 2005 e 2007/12, 2021/13 e 2068/13);

O SAMU e o sistema “Vaga Sempre/Zero”, as Organizações Sociais e etc.

Finalmente, solicitamos a confirmação do recebimento deste e de sua participação no evento através do e-mail: eventos@cremesc.org.br.

Contando com sua presença, agradecemos antecipadamente e aproveitamos o ensejo para reafirmar nossos votos de consideração e apreço.

 

Florianópolis, 08 de abril de 2014.

 

 

Dr. Paulo César de Oliveira.

COTEC/Presidência CREMESC

 

 

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Boletim COSEMESC  

11/04/2014


 

 

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CFM repudia perdão bilionário a planos de saúde  

11/04/2014


O Conselho Federal de Medicina (CFM) emitiu, nesta sexta-feira (11), nota solicitando a derrubada, pelo Senado Federal, de emenda à Medida Provisória 627 que perdoa uma dívida de aproximadamente R$ 2 bilhões das operadoras de planos de saúde.

 

A anistia já aprovada pela Câmara dos Deputados beneficia, de acordo com o CFM, somente as empresas de saúde suplementar – privilegiando o lucro das operadoras em detrimento à assistência de mais de 50 milhões de brasileiros que têm plano de saúde. O montante passível de perdão seria útil, inclusive, para sanar problemas de hospitais e postos de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS). 

 

O texto apresentado pelo deputado Eduardo Cunha (PMBD/RJ) limita ainda o número de multas que as operadoras de planos poderão pagar, o que facilita a ocorrência de abusos que prejudicam pacientes, familiares e profissionais encarregados do atendimento. O suposto apoio da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) ao perdão da dívida bilionária também é repudiado pelo CFM, que solicita rigorosa apuração – visto que a agência é responsável pelo controle regulador do setor.

 

Há expectativa de que a emenda passe por votação no Senado Federal até o dia 21 de abril. Leia abaixo a íntegra da nota do CFM:

 

 

NOTA À IMPRENSA


Críticas à emenda da MP 627 que beneficia planos de saúde 

 

Brasília, 11 de abril de 2014. 

 

Com relação à emenda à Medida Provisória 627, que determina teto para a aplicação de multas aos planos de saúde, aprovada na Câmara dos Deputados e que aguarda votação no Senado, o plenário do Conselho Federal de Medicina (CFM) vem a público se manifestar EM FAVOR dos seguintes pontos: 

 

1) A defesa à derrubada pelo Senado da emenda apresentada pelo relator da MP na Câmara, deputado federal Eduardo Cunha (PMDB/RJ), durante a votação da matéria prevista para acontecer até 21 de abril; 

 

2) No caso de sua manutenção pelos senadores, solicita-se o veto integral da Presidência da República ao item, o qual pode representar um perdão às dívidas das operadoras de planos de saúde, num montante estimado de R$ 2 bilhões; 

 

3) A derrubada desse ponto específico reforça direitos de mais de 50 milhões de brasileiros que têm plano de saúde e disciplina a atuação das operadoras, inibindo abusos que prejudicam pacientes, familiares e profissionais encarregados do atendimento; 

 

4) Há necessidade de debate amplo sobre mecanismos de controle e de fiscalização das operadoras de planos de saúde, que têm aumentado significativamente o número de clientes, contudo, sem: garantir maior rede de cobertura, facilitar o acesso aos procedimentos contratados e respeitar os prestadores de serviços (médicos e outros profissionais de saúde), ignorando critérios mínimos de contratualização e interferindo na autonomia médica no diagnóstico e no tratamento de doenças.

 

O CFM reitera que a manutenção deste trecho na MP 627 beneficia apenas as operadoras de planos de saúde e fragiliza os mecanismos para evitar abusos decorrentes da lógica adotada por essas empresas, que privilegiam a cultura do lucro em detrimento da assistência aos pacientes. 

 

O Conselho Federal de Medicina salienta que esta possibilidade de anistia às empresas de saúde suplementar não dialoga com a penúria imposta à rede pública, vítima de baixos investimentos e inúmeros problemas. Inclusive, o montante passível de perdão seria útil ao saneamento das dificuldades enfrentadas por hospitais e postos de saúde do SUS. 

 

Finalmente, o CFM lamenta informações veiculadas pela imprensa de que a aprovação na Câmara dessa emenda prejudicial a sociedade tenha contato com o apoio da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), fato que deve ser apurado com rigor. Se a suspeita for confirmada, coloca-se em xeque a idoneidade desta importante instituição reguladora e de seus dirigentes nas relações com o segmento econômico sobre o qual deveria exercer controle. 

 

 

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM)

 

 

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No Dia Mundial da Saúde, Comissão apresenta situação dos hospitais públicos do Brasil  

07/04/2014


Pacientes internados em macas pelos corredores ou em colchões sobre o chão e casos que se assemelham aos de uma enfermaria de guerra. Esta é a face cruel da assistência oferecida à população nos principais hospitais públicos de urgência e emergência visitados pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), numa ação desenvolvida em parceria com a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados (CDHM). O relatório final das visitas foi apresentado à imprensa no Dia Mundial da Saúde, 7 de abril, em evento realizado na sede do Conselho, em Brasília. O encontro reuniu autoridades, parlamentares e representantes da sociedade, que chamaram a atenção da sociedade para a necessidade imediata de tomada de decisões para evitar a penalização de pacientes e profissionais.

O conselheiro do CFM pelo estado de Mato Grosso do Sul e coordenador da Câmara Técnica de Urgência e Emergência, Mauro Ribeiro, acompanhou de perto os trabalhos do Grupo de Trabalho e relata que muitos dos problemas encontrados devem-se a questões estruturais, ainda não adequadamente resolvidas pelo SUS. “A crise das urgências e emergências é sistêmica. Faltam leitos de Unidade de Terapia Intensiva São problemas que estão ferindo a dignidade e os direitos dos cidadãos brasileiros, previstos na Constituição Federal”, disse.

As informações coletadas relatam a situação de oito hospitais de urgências médicas do SUS: Arthur Ribeiro de Saboya em São Paulo (SP), Souza Aguiar no Rio de Janeiro (RJ); Hospital Geral Roberto Santos em Salvador (BA); Pronto Socorro João Paulo II em Porto Velho (RO); Pronto Socorro Municipal Mario Pinotti em Belém (PA); Hospital de Base em Brasília (DF); Hospital Nossa Senhora da Conceição em Porto Alegre (RS); e Pronto Socorro Municipal de Várzea Grande (MT). As visitas contaram com o apoio de Conselhos e Sindicatos de profissionais da saúde, Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que selecionaram os hospitais visitados a partir do consenso entre as os membros do Grupo de Trabalho constituído na CDHM.

“Foram observados extremos em que a atenção à urgência e emergência apresentava um nível satisfatório, embora ainda com problemas a solucionar, até degradante caso que se assemelhava a uma ‘enfermaria de guerra’, em que além de pacientes internados em macas nos corredores da emergência, havia aqueles internados em colchões sobre o chão”, destaca o documento. Para os membros do GT, em todas as situações ficou evidente que muitos dos problemas compartilhados estão relacionados a questões estruturais do Sistema Único de Saúde (SUS) e que “ferem a dignidade e os direitos dos cidadãos brasileiros, previstos na Constituição Federal”.

Segundo o deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA), coordenador do Grupo da CDHM, “o resultado é um relatório em que reputamos relevante para a compreensão do drama da superlotação, da falta de pessoal especializado, doentes sem atendimento, sintomas vistos com frequência em reportagens da imprensa e visitas aos hospitais”. A expectativa é que o relatório contribua para tentar resolver os problemas enfrentados por setores de atendimento de urgência e emergências de hospitais do país, pois a situação em muitos Estados, de acordo com o documento, é de verdadeiro caos. 

RECOMENDAÇÕES – A partir dos resultados do relatório, a Comissão recomendará ao Executivo Federal, aos estados e municípios que, dentre outras providências, adotem efetivamente a Política Nacional de Atenção às Urgências, ampliando a participação no financiamento do SUS; ampliem a abrangência do programa ‘SOS Emergência’, para incluir todos os serviços públicos do país; reduzam a carência de quase 200 mil leitos hospitalares no País e crie mais leitos de apoio e de retaguarda; revisem os valores da Tabela SUS para remunerar a prestação de serviços com dignidade; e evitem a contratação provisória de recursos humanos, privilegiando o concurso público e a contratação pelo regime estatutário. 

A CDHM deve ainda requisitar ao Tribunal de Contas da União (TCU) que realize auditorias nos serviços de urgência de todo o país. Em paralelo, a Comissão deverá apoiar a tramitação de proposições que buscam modificar a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) – para permitir a contratação de mais profissionais da saúde –, além daquelas que buscam a criação de planos de carreira no serviço público de saúde e que ampliem a participação da União no financiamento do setor, como o Projeto de Lei do Saúde+10, que prevê a destinação de 10% da receita bruta da União para a saúde.

GARGALOS DO SUS – De acordo com o relatório preliminar do GT, os serviços de urgência e emergência enfrentam um duplo gargalo, sendo o primeiro deles o congestionado atendimento e o desconforto na porta de entrada dos serviços. Para esse gargalo, segundo o documento, também contribui a excessiva centralização do atendimento de emergência em poucos serviços, em relação ao tamanho da população e da área territorial de cobertura. Esses mesmos elementos também estão envolvidos no segundo gargalo, que, segundo a Comissão, é a dificuldade em dar solução aos casos de usuários que conseguem ser atendidos. “O resultado é que se gera uma ‘fila’ também para sair do serviço, retroalimentando a situação de carência, pois novos usuários, em princípio, não poderiam ser admitidos até que os outros tivessem seus casos resolvidos”, destaca o documento. 

O subfinanciamento do setor também foi apontado pelo Grupo como “a expressão maior da falta de prioridade” dada ao setor, o que obriga as políticas específicas a se adaptarem aos recursos que são disponibilizados. Para expor esse quadro, o GT recorreu a uma recente análise do CFM que, com base em dados do próprio governo, observou que o Ministério da Saúde deixou de aplicar mais de R$ 100 bilhões no SUS ao longo dos últimos 13 anos. Também cita recente análise do Conselho sobre o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), no qual apenas 11% das ações previstas para a área da saúde foram concluídas desde 2011. Das 24.066 ações sob responsabilidade do Ministério da Saúde ou da Fundação Nacional de Saúde, pouco mais de 2.500 foram finalizadas até dezembro de 2013.

 

Íntegra do relatório disponível em http://portal.cfm.org.br/images/PDF/relatoriourgencias2014.pdf

 

 

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7 DE ABRIL: No Dia Mundial da Saúde, médicos vão às ruas para protestar 

07/04/2014


A partir de hoje, 7 de abril, Dia Mundial da Saúde, a categoria médica se mobilizará em todo o país, intensificando sua luta em defesa da qualificação da assistência aos pacientes e da valorização do trabalho dos profissionais. O movimento se desdobrará em atividades que protestam contra abusos e omissões que afetam tanto a rede pública quanto suplementar de atendimento. As ações estão sendo organizadas nos estados por comissões compostas por representantes dos conselhos de medicina, associações, sociedades de especialidades e sindicatos médicos.

 

Os médicos entendem que este é o caminho para chamar a atenção da sociedade e das autoridades para os problemas que afetam a saúde, eleita pelos brasileiros como tema que deve ser tratado como prioridade em 2014. No caso da saúde suplementar, a reivindicação é pela recomposição de honorários, o fim da intervenção antiética das operadoras na autonomia profissional e a readequação da rede credenciada, para que seja garantido o acesso pleno e digno dos pacientes à assistência contratada.

 

No setor público, os protestos pedem mais recursos para o setor, com reajuste imediato da Tabela SUS e a aprovação do Projeto de Lei de Iniciativa Popular Saúde+10, que pede a vinculação de 10% da receita bruta da União à saúde (PLP 321/2013). Também é reivindicada a criação de uma carreira pública e a desprecarização do trabalho médico. Os profissionais exigem realização de concurso público com salário adequado; plano de cargos, carreira e vencimentos; maior financiamento para a saúde; melhores condições de trabalho; e atendimento adequado para a população.

 

“Será um movimento geral pela melhoria da saúde da população. No caso da saúde suplementar, vamos advertir as operadoras, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e ao próprio governo que os médicos estão impacientes. Não queremos prejudicar o paciente, por isso queremos que o governo se posicione na defesa da população e dos profissionais de saúde”, defende o coordenador da Comissão Nacional de Saúde Suplementar (Comsu) e 2º vice-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Aloísio Tibiriçá.

 

 

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Presidentes dos CRMs se reúnem em Mato Grosso do Sul 

04/04/2014


Programa Saúde mais 10, panorama da saúde e mobilização em prol da saúde brasileira, foram os temas discutidos durante o encontro mensal que reúne os presidentes dos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) e os diretores do Conselho Federal de Medicina (CFM).

 

O encontro deste mês foi realizado nesta quinta feira (03 /04) na sede do Conselho Regional de Mato Grosso do Sul (CRM-MS) e contou com a presença do presidente do CFM, Roberto Luiz d’Avila, diretores do CFM, presidentes e representantes d e 24 Conselhos Regionais de Medicina (CRMs). 

 

Esta é uma prática iniciada pela atual gestão do Conselho Federal em busca de uma maior integração entre os fóruns federal e estaduais. As discussões, apesar de não terem caráter resolutivo, ajudam no amadurecimento da posição dos conselhos e unificam discursos e práticas.

 

O objetivo é abrir espaço para abordagem de problemas que afetam o trabalho da rede de conselhos, de acordo com particularidades locais, e encontrar, conjuntamente, soluções e encaminhamentos, além de subsídios para decisões futuras.

 

Fonte: CRM-MS

 

 

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Médicos aprovam proposta do governo e descartam suspensão de atendimento 

03/04/2014


Foto Rubens Flôres/Simesc

Em assembleia geral estadual realizada na noite desta quarta-feira (02/04), na Associação Catarinense de Medicina (ACM), em Florianópolis, os médicos aprovaram a proposta encaminhada pelo governo do Estado sobre a remuneração. Há dois anos os profissionais não recebem reajuste e ameaçaram suspender os atendimentos na Semana Santa.

 

A proposta, assinada pelos secretários Antônio Gavazzoni (Fazenda), Derly Massaud da Anunciação (Administração) e Tânia Eberhardt (Saúde) tem sete itens e de acordo com os Conselho Superior das Entidades Médicas (Cosemesc) contempla a principal reivindicação dos médicos: estabelecer no Estado o piso da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), de R$ 11 mil para carga horária de 20 horas a partir de 2015.

 

“Não temos no Brasil hoje ninguém recebendo essa remuneração e a partir do momento que o governo acena com a possibilidade de atingir essa meta mesmo que o prazo seja um pouco mais extenso, vale a pena rever qualquer tipo de posicionamento de suspensão de atendimento que prejudicaria principalmente os nossos pacientes”, destaca o coordenador do Cosemesc e presidente do Sindicato dos Médicos, Cyro Soncini.

 

Confira a proposta do governo do Estado:


1 - Editar medida provisória até o dia 7 de abril de 2014, com vigência a partir de 1 de maio de 2014, estendendo a gratificação ETI prevista na Lei Complementar n 369, de 2006, aos profissionais médicos lotados e em efetivo exercício nos centros cirúrgicos.

 

2 - Editar decreto governamental para a garantia imediata do percebimento da parte variável da Gratificação de Desempenho e Atividade Médica – GDPM para todos os profissionais médicos ativos da SES, com vigência em abril de 2014.

 

3 - Instituir, a partir do ano de 2015, sistema de remuneração tendo como referência o piso FENAM vigente, implantando subsídio para a carreira dos profissionais médicos, de forma progressiva e escalonada, conforme calendário definido por Grupo de Trabalho, constituído em conjunto com as entidades médicas em junho de 2014, mediante cumprimento das metas institucionais do Plano de Gestão da Saúde.

 

4 - Como forma de antecipação do piso FENAM, reajustar em 50% a parte variável da Gratificação de Desempenho e Atividade Médica – GDPM a partir de 1 de janeiro de 2015.

 

5 - Contemplar os profissionais médicos na inatividade com a remuneração básica estabelecida para os ativos a partir da implantação do sistema remuneratório de subsídio, respeitando o direito à paridade remuneratória prevista no artigo 40, inciso 9 da Constituição Federal, com a redação dada pela Emenda Constitucional n 20, de 199.

 

6 - Editar decreto, para vigência em abril de 2014, pelo período de 180 dias, estabelecendo normas de caráter transitório, para a revisão e definição das metas a serem pactuadas com os diretores e médicos das unidades de saúde, pela Superintendência dos Hospitais Públicos-SUH.

 

7 - O pagamento da Retribuição de Produtividade Médica, de acordo com as normas de caráter transitório, será efetuado considerando a produção alcançada em fevereiro de 2014, a partir da folha de abril de 2014.

 

 

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Temas atuais fazem do VII Fórum de Ética um sucesso 

01/04/2014


Fotos Osvaldir Souza, Estúdio Foto Líder

Desafios do Trabalho Médico no Brasil – Presente e Futuro foi o tema abordado pelo Dr. Roberto D’Ávila na abertura do VII Fórum de Ética Médica do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina, que ocorreu nos dias 28 e 29 de março, em Florianópolis.

Durante uma hora e meia, o presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM) falou sobre a situação da saúde no país e da profissão médica diante de políticas públicas como o Programa Mais Médicos, que, para ele, tem vocação eleitoreira e evidencia fragilidades técnicas e jurídicas.

Na abertura, participaram da mesa o presidente do Cremesc, Dr. Tanaro Pereira Bez; o presidente do CFM, Dr. Roberto D’Ávila; o coordenador de Eventos do Cremesc, Dr. Rodrigo Jorge da Luz Bertoncini; Dr. Rafael Klee de Vasconcellos, vice-presidente da Associação Catarinense de Medicina (ACM); Dr. Leopoldo Alberto Back, diretor jurídico do Sindicato dos Médicos do Estado de Santa Catarina (Simesc); e Dra. Marta Rinaldi Müller, conselheira federal que representou a Academia de Medicina de Santa Catarina (Acamesc).

Pela manhã, os participantes do VII Fórum de Ética Médica receberam informações sobre Sites de médicos - a Internet como problema ético, Conflitos entre médico e paciente ou seus familiares e Maternidade de substituição (barriga de aluguel).
 


A primeira mesa, que teve como tema Sites de Médicos – a Internet como Problema Ético, teve como expositor o Dr. Marcelino Osmar Vieira e debatedores o Dr. Mario Cesar Pereira da Silva, a Dra. Eulina Tokiko Shinzato R. da Cunha e o Dr. Fábio May da Silva. A Resolução CFM 1974/11, que normatiza a publicidade médica, foi o foco do debate. Dr. Marcelino alertou para os cuidados da ética no uso da ferramenta da internet: “É um veículo poderoso, mas que exige cuidado”. Dra. Eulina alertou que, como a regulamentação das redes está apenas começando, é importante estar atento à qualidade das informações. O uso das redes sociais e de blogs foi lembrado por Dr. Mario. “Outro quesito que preocupa a classe médica é a veiculação, sem autorização, dos nomes dos médicos e de suas especialidades em sites”, acrescentou Dr. Fábio May.

O painel Conflitos entre médico e paciente ou seus familiares teve como expositor o Dr. Ylmar Correa Neto. Na mesa estavam Dr. Ricardo Nascimento e Dr. Fabio Firmino Lopes. “É preciso respeitar os valores dos pacientes e de sua família”, alertou Dr. Ylmar. Dr. Ricardo lembrou que este respeito inclui explicar, ser acessível e estar atualizado. “É preciso pensar a relação com seu paciente, ouví-lo e se ouvir”, disse Dr. Fabio.

O último tema da manhã foi Maternidade de substituição (barriga de aluguel).  Na mesa estavam Dr. João Pedro Carreirão Neto e Dr. Fábio Firmino Lopes. “Direitos fundamentais da mãe e da criança precisam ser pensados e respeitados”, afirmou o expositor, Dr. Dorival Antônio Vitorello.

O primeiro assunto da tarde foi Psiquiatria para não psiquiatras. Dr. Fabio Firmino Lopes foi expositor do tema que teve como mesa o Dr. Wilson Leitão, Dr. Marcelino Osmar Vieira e a Dra. Maria Cristina Brincas. Negação, discriminação e negligência foram pontos abordados pelos especialistas.

Terapias antienvelhecimento - Verdades e mitos foi o tema exposto por Dr. Itairan da Silva Terres. Ele lembrou que o Parecer do CFM nº 29/12 não reconhece a especialidade médica de antienvelhecimento. Na mesa estavam Dr. Vicente Pacheco Oliveira, Dr. Vanir Cardoso e  Dr. Paulo de Tarso Freitas. Dr. Itairan elencou os mitos e as verdades de diversos hormônios que têm sido utilizados em terapias que buscam beleza e juventude. “Exercício e boa alimentação devem começar cedo para que haja um direcionamento saudável ao longo da vida”, alertou Dr. Vanir. Dr. Vicente acrescentou que é preciso estar atento ao comércio que se formou em torno da temática antienvelhecimento. “Muitas são as promessas”, alertou.

A mesa que se seguiu foi sobre a nova resolução CFM sobre fiscalização. Para falar sobre o assunto, foram escolhidos o Dr. Paulo Cesar de Oliveira, como expositor; Dr. Zulmar Vieira Coutinho; Dr. Fabio May e a Dra. Marta Rinaldi. A Resolução 2056/2013 criou um instrumento a mais para garantir a qualidade da assistência em saúde. Por meio dela, foi criada uma lista mínima, com a descrição de equipamentos e de infraestrutura necessários para o funcionamento de consultórios e ambulatórios médicos, como os postos de saúde. Este check list passa a orientar as ações de fiscalização dos CRMs. O descumprimento dos itens elencados nas vistorias em consultórios e ambulatórios gerará cobrança de soluções junto aos gestores de saúde, a ser feito pelas entidades.

No final da tarde, houve uma sessão plenária temática aberta aos participantes – Ética em Pesquisa. Partciparam da mesa Dr. Nelson Grisard, Dr. Tanaro Pereira Bez e Dr. Ylmar Correa Neto, como expositor. A pesquisa em seres humanos é regulada pela Resolução CNS 466/12. Seu conhecimento é essencial para todos os que pesquisam in anima nobile, na área da saúde ou não, mesmo fora de instituições de ensino. O Código de Ética Médica complementa as obrigações éticas dos médicos pesquisadores ou diretores das instituições onde as pesquisas são realizadas, inclusive quando são parte obrigatória da formação, como TCCs de estudantes ou residentes.



O segundo dia de Fórum começou com um tema atual e polêmico: UTI - Ordem de reanimar ou não reanimar. Decisão médica de desligar respirador. A expositora Dra Rachel Duarte Moritz abriu sua exposição com um alerta: “Vamos falar sobre cuidados paliativos, pois precisamos cuidar da morte de nossos pacientes e dar atenção às famílias”. Os cuidados paliativos, lembra a especilista em Medicina Intensiva, tem a função de diminuir o desconforto do paciente em estágio terminal.

A segunda mesa do dia teve como tema o Melhoramento cognitivo e contou com o Dr. Tanaro Pereira Bez, com o Dr. Diogo Nei Ribeiro e com o expositor Dr. Ylmar Correa Neto fez a exposição e, após mostrar diversas substâncias que atuam, ou prometem atuar, no melhoramento cognitivo, questionou: “será que uma pessoa com memória melhor é uma pessoa moralmente melhor? Precisamos de pessoas que lembrem mais ou que sejam moralmente melhores para a sociedade?”.

Medicina e Justiça – Responsabilidade civil médica empresarial foi tema da última mesa do Fórum de Ética Médica deste ano e teve a presença e exposição do Desembargador do Tribunal de Justiça de Santa Catarina Dr. Ronei Danielli. Na mesa, estavam Dr. Vicente Pacheco Oliveira e Dr. José Francisco Bernardes. O desembargador falou sobre o tratamento legislativo dado à relação médico-paciente no que envolve responsabilidade civil. “No que diz respeito às clínicas e hospitais, a partir do Código do Consumidor, a empresa responde pelo dano causado ao paciente, basta ele comprovar o nexo causal entre a falha na prestação do serviço e comprovar o nexo causal entre esta falha na prestação do serviço e o dano causado ao paciente”, expos o Dr. Ronei. 

 

Clique aqui e confira as imagens do evento

 

 

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Após três anos, Governo conclui apenas 11% das ações em saúde 

31/03/2014

Apenas 11% das ações previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) para a área da saúde foram concluídas desde 2011, ano de lançamento da segunda edição programa. Das 24.066 ações sob responsabilidade do Ministério da Saúde ou da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), pouco mais de 2.500 foram finalizadas até dezembro do ano passado. A denúncia é do Conselho Federal de Medicina (CFM), que, a partir dos relatórios oficiais do programa, criticou o baixo desempenho dos projetos – reflexo do subfinanciamento crônico da saúde e da má gestão administrativa no setor.

"Mais uma vez os números do próprio governo confirmam o que CFM tem denunciado à sociedade: a saúde definitivamente não é uma prioridade no Brasil. Onde e como os médicos vão trabalhar se as unidades de saúde prometidas há mais de três anos sequer saem do papel?”, criticou o 1º vice-presidente do CFM, Carlos Vital. Metade das mais de 24 mil ações programadas para o período de 2011 a 2014 permanece nos estágios classificados como “ação preparatória” (estudo e licenciamento), "em contratação" ou “em licitação”.

Enquanto isso, 9.509 ações constam em obras ou em execução, quantidade que representa 39% do total. “Numa perspectiva otimista, mesmo que o Governo Federal consiga concluir os projetos em andamento, o Programa chegará ao fim deste ano sem cumprir a metade do prometido”, avaliou Vital.

Entre as regiões do país, a que apresentou pior resultado percentual de execução foi o Sudeste, onde o governo conseguiu concluir somente 318 (7%) das 2.441 obras previstas. Na sequência aparece o Nordeste, que apesar de concentrar o maior volume absoluto de obras – mais de 11 mil –, teve apenas 1.119 (10%) empreendimentos concluídos nos últimos três anos. Nas regiões Sul e Centro-Oeste, o percentual de conclusão oscila entre 11% e 12%, respectivamente. Já os estados do Norte tiveram um resultado relativamente melhor, mas igualmente mínimos. Somente 464 (10%) das 2.861 ações foram concluídas.

As informações levantadas pelo Conselho Federal de Medicina com base nos relatórios do próprio governo englobam investimentos previstos pela União, empresas estatais, iniciativa privada e contrapartida de estados e municípios em projetos de construção e de reforma de Unidades Básicas de Saúde (UBS), Unidades de Pronto-Atendimento (UPA) e ações de saneamento. O levantamento consolida dados do 9º balanço oficial do PAC 2, divulgado em março deste ano. Confira abaixo o desempenho do “PAC Saúde” em cada uma das regiões:

 

Nesses três anos, foram contratadas a construção ou ampliação de 15.638 UBSs, das quais 33% estão em obras e 1.404 (9%) foram concluídas. No mesmo período, foram contratadas 503 UPAs, das quais 14 (3%) foram entregues. Também constam no Programa iniciativas de saneamento voltadas a qualidade da saúde em áreas indígenas, rurais e melhorias sanitárias nas cidades. Dentre as quase 8 mil ações em saneamento geridas pela Funasa, 14% foram entregues até dezembro do ano passado.

Valores pífios – No monitoramento do PAC, embora o critério de valores investidos seja indicado pelo Governo como o “mais adequado”, os resultados na área da saúde continuam críticos. Ao todo, o governo estima investir R$ 7,4 bilhões no PAC Saúde entre 2011 e 2014. Até agora, no entanto, os empreendimentos concluídos representam só 8% (R$ 624 milhões) do valor. Sem as ações de saneamento, o cálculo estimado passa a ser de R$ 4,9 bilhões, com percentual de 4% (R$ 220 milhões) investidos.

Para a construção de novas UBSs, estão previstos no Programa cerca de R$ 3,9 bilhões no período, dos quais 5% (R$ 192 milhões) correspondem às obras já entregues. Nas UPAs, os investimentos em unidades concluídas somam R$ 28 milhões – 2% do investimento previsto (R$ 1 bilhão). Já as ações em saneamento totalizam R$ 404 milhões, montante que representa 16% dos R$ 2,5 bilhões estimados. 

 

Resultados da falta de investimentos – O baixo índice de execução do PAC 2 para a área da saúde não surpreende o CFM. Em 2013, dos R$ 47,3 bilhões gastos com investimentos pelo Governo Federal, o Ministério da Saúde e suas unidades vinculadas – dentre elas a Funasa – foi responsável por apenas 8% dessa quantia. Com base em dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), o CFM revelou que, dentre os órgãos do Executivo, a Saúde aparece em quinto lugar na lista de prioridades no chamado “gasto nobre”.

Isto significa que as obras em rodovias, estádios e mobilidade urbana ficaram a frente da construção, ampliação e reforma de unidades de saúde e da compra de equipamentos médico-hospitalares para atender o Sistema Único de Saúde (SUS).  Do total de R$ 9,4 bilhões disponíveis para investimentos em unidades de saúde em 2013, o governo desembolsou somente R$ 3,9 bilhões, incluindo os restos a pagar quitados (compromissos assumidos em anos anteriores rolados para os exercícios seguintes).  

Nos últimos 13 anos (2001 a 2013), foram autorizados no Orçamento Geral da União para o Ministério da Saúde mais de R$ 1 trilhão, em valores corrigidos pela inflação do período. Deste montante, R$ 894 bilhões foram efetivamente aplicados e R$ 111 bilhões deixaram de ser gastos. Dentro destes recursos, R$ 80,5 bilhões estavam previstos especificamente para investimentos, dos quais R$ 47,5 bilhões deixaram de ser investidos. Em outras palavras, de cada R$ 10 previstos para a melhoria da infraestrutura em saúde, R$ 6 deixaram de ser aplicados.

Conforme os valores médios praticados pelo Ministério da Saúde, é possível dizer que, com esses R$ 47,5 bilhões, seria possível adquirir 386 mil ambulâncias (69 para cada município brasileiro); construir 237 mil Unidades Básicas de Saúde (UBS) de porte I (43 por cidade); edificar 34 mil Unidades de Pronto Atendimento (UPA) de porte I (seis por cidade) ou, ainda, aumentar em 936 o número de hospitais públicos de médio porte.

 

 

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Reflexão sobre as eleições de 2014 marca
encerramento do I ENCM, em João Pessoa 

27/03/2014


O descaso com o Sistema Único de Saúde (SUS), o subfinanciamento do setor e a importância da conscientização da população sobre esses problemas antes das eleições deste ano foram os principais temas discutidos no último dia do I Encontro Nacional dos Conselhos de Medicina 2014 (I ENCM), em João Pessoa (PB). O evento foi encerrado com um grande debate entre os conselheiros, que expuseram suas preocupações diante da proximidade das eleições e da necessidade da mudança na política brasileira, com a valorização do trabalho médico e a implantação de um sistema de saúde adequado à população.

“O mais importante deste encontro foi a participação de todos, que saíram motivados a mudar a nossa realidade e transformar o nosso país em um lugar melhor e mais justo”, ressaltou o o presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Roberto Luís D'Ávila, que elogiou o evento organizado com o apoio do Conselho Regional de Medicina do Estado da Paraíba (CRM-PB).

O presidente do CRM-PB, João Medeiros, agradeceu a confiança do CFM e destacou que as palestras e debates foram muito produtivos para o engrandecimento do trabalho médico. “Quero ainda reforçar o nosso papel como médicos, como formadores de opinião. Nós podemos e devemos informar aos nossos pacientes sobre o caos da saúde pública. Encerro esse evento com a tranquilidade do dever cumprido e de braços abertos para recebê-los novamente”, disse.

Panorama - O debate sobre “Eleições 2014: Movimento médico, estratégias e conscientização da sociedade” foi coordenado por Roberto D'Ávila e teve João Medeiros como secretário. Os expositores foram Carlos Vital (1o vice-presidente do CFM) e Aloísio Tibiriçá (2o vice-presidente do CFM). Vital apresentou um panorama da realidade brasileira, enfatizando o descaso com o SUS, o subfinanciamento da saúde, além dos demais problemas do país, como redução do PIB, ineficiência do transporte, da segurança e da educação. “Estamos vivendo um momento de desastrosa administração pública”, afirmou o 1o vice-presidente.

“Mas as razões da nossa esperança é que estamos em um ano político, que merece ser chamado de 'ano novo'. As eleições trazem incertezas e anseios, por isso temos que ser objetivos e ousados. Precisamos desempenhar nosso papel e buscarmos a dignidade do nosso trabalho, pois temos a responsabilidade da manutenção da vida”, encerrou Vital.

Protesto - O 2o vice-presidente do CFM, Aloísio Tibiriçá, destacou aspectos da estratégia de ação desenhada pelos CRMs para este período. As propostas foram elencadas durante reunião realizada em janeiro. Tibiriça reforçou que é preciso uma atuação conjunta das entidades médicas quanto à elaboração de uma plataforma dos médicos em defesa da saúde brasileira, dirigida aos candidatos das próximas eleições. “A partir de abril vamos iniciar mobilizações dos médicos. Temos que reforçar as fiscalizações e divulgar os resultados, buscar parcerias complementares e potencializar nossa comunicação”, disse.

Ele destacou ainda que no Dia Mundial da Saúde, 7 de abril, será uma data de advertência e protestos contra os planos de saúde. As atividades serão prolongadas durante uma semana e, no dia 8, haverá na Câmara dos Deputados um debate sobre o financiamento da saúde. “Queremos que o Dia Mundial da Saúde ecoe por todo o país”, afirmou.

O último dia do encontro contou também com a presença do senador paraibano e médico Vital do Rêgo e da deputada federal Nilda Gondim. “A profissão médica precisa ser mais valorizada. Ano passado não foi fácil para a categoria, mas o CFM e o CRM da Paraíba podem estar certos que podem contar com um médico no Congresso Nacional”, disse.

 

 

Saiba mais:

 

I ENCM 2014: Debates abordaram problemas que afetam o trabalho Médico no Brasil e Portugal

 

Estrutura de atendimento durante a Copa do Mundo preocupa Conselhos de Medicina

 

Brasil multiplica número de escolas médicas e qualidade no atendimento é ameaçada

 

Novo sistema de fiscalização revelará situação real da saúde brasileira

 

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Assembleia geral dos médicos 

27/03/2014


 

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Encontro Catarinense de Endocrinologia e Metabologia 

26/03/2014


O Encontro Catarinense de Endocrinologia e Metabologia chega a sua 19ª edição e vai acontecer no dia 12 de abril de 2014, na Associação Catarinense de Medicina, em Florianópolis. A temática principal a ser abordada é a endocrinologia no processo do envelhecimento.

 

O evento é uma promoção da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional Santa Catarina. As inscrições para o XIX ECEM já estão abertas.

 

Sócio SBEM-SC

Inscrições antecipadas - Gratuito

(mediante confirmação com a Secretaria da SBEM-SC)

Inscrições no local - R$ 30

 

Residente / Estudante de Medicina - R$ 30

Médico Não Sócio SBEM-SC - R$ 50

 

Confirme sua participação através do email sbemsc@endocrino.org.br até o dia 10 de abril de 2014.

 

Nesta edição, entre os palestrantes convidados está a Dra. Eliane Frade Costa (SP). A especialista em Endocrinologia tem experiência na área de medicina, com ênfase em Endocrinologia Clínica, Genética e Biologia Molecular aplicadas a Endocrinologia, atuando como pesquisadora principalmente nos seguintes temas: hipogonadismo, DAEM, distúrbios do crescimento e da puberdade, distúrbios do desenvolvimento sexual (DDS), transexualismo e desreguladores endócrinos.

 

Confira os demais convidados no programa científico abaixo:

 

• PROGRAMA COMPLETO

 

09:00 ABERTURA

 

09:00 Hipotireoidismo no idoso: há diferença?

Palestrante: LIREDA MENESES SILVA

 

09:30 Diabetes no idoso

Palestrante: FÚLVIO CLEMO SANTOS THOMAZELLI

 

10:00 Sarcopenia e osteoporose: diagnosticando e tratando

Palestrante: DALISBOR MARCELO WEBER SILVA

 

10:30 INTERVALO

 

11:00 Deficiência androgênica do envelhecimento masculino e o uso da testosterona

Palestrante: ELAINE FRADE COSTA - SP

 

11:30 Orientação nutricional e suplementação para o idoso baseadas em evidências

Palestrante: MARCELO FERNANDO RONSONI

 

12:00 ENCERRAMENTO

 

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Concurso Público: Oficial Médico da PMSC

24/03/2014


A Secretaria de Estado da Segurança Pública de Santa Catarina abriu as inscrições para o Concurso Público para admissão no Curso de Oficiais do Quadro de Oficiais de Saúde da Polícia Militar, cargo MÉDICO, para ingresso no Quadro de Oficiais de Saúde da Polícia Militar de Santa Catarina – PMSC, de acordo com as normas estabelecidas no edital.
São nove vagas e o salário para início de carreira é de R$ 10.000,00.

 

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Dr. Nelson Grisard recebe homenagem nacional

21/03/2014


Dr. TanaroPereira Bez, Dra. Rachel Duarte Moritz, Dr. Nelson Grisard, Dra Marta Rinald,
Dr. Roberto D'Ávila, Dr. João Pedro Carreirão Neto e Dr. Armando José d’Acâmpora

Dr. Nelson Grisard foi homenageado no I Encontro Nacional de Conselhos Regionais de Medicina, que ocorreu durante três dias em João Pessoa. A homenagem feita pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) foi por sua dedicação, a mais de 40 anos ininterruptos, ao Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CREMESC).
Além dele, apenas outros dois conselheiros de todo o país receberam o louvor.
“Nós já havíamos prestado homenagem ao Dr. Grisard. Agora foi a vez de o CFM reconhecer o trabalho, não apenas dele, mas de outros que dedicaram mais de quatro décadas aos conselhos do Rio Grande do Sul e de Piauí”, declarou Dr. Tanaro Pereira Bez, presidente do CREMESC.

 

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Começa o Encontro Nacional dos Conselhos de Medicina de 2014 

19/03/2014


Durante três dias, médicos de todo o país estarão reunidos em João Pessoa para discutir temas importantes da área da saúde durante o I Encontro Nacional dos Conselhos de Medicina de 2014 (I ENCM 2014). O evento começa hoje (19) e prossegue até a sexta-feira (21) no Hotel Tambaú. Na pauta de discussão, estão temas como eleições 2014, estratégia para o atendimento médico em situação de catástrofe durante a Copa do Mundo, trabalho médico no SUS, entre outros assuntos relacionados ao movimento médico.

Promovido pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), com apoio do Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB), o evento tem como objetivo debater e buscar propostas para questões éticas que envolvem o cotidiano do exercício da Medicina. De acordo com o presidente do CRM-PB, João Medeiros, a realização do encontro pela primeira vez na Paraíba “representa oportunidade ímpar para debatermos temas de grande interesse da nossa categoria e da saúde da população brasileira”.

O I ENCM 2014 será aberto com uma conferência sobre filosofia da Medicina, ministrada por Aníbal Gil Lopes, membro da Academia Nacional de Medicina e da Comissão Nacional de Ética e Pesquisa (CONEP). Após a análise do tema, o evento abordará a avaliação do ensino médico, com a participação de diretores do Conselho Federal de Medicina (CFM) e dos presidentes dos conselhos regionais dos estados do Rio de Janeiro (Cremerj) e de São Paulo (Cremesp).

À tarde, as discussões focarão a aplicação das novas resoluções 2056 e 2062/2013, que tratam sobre a fiscalização pelos conselhos de medicina (CRM). A mesa terá como expositores o diretor de Fiscalização do CFM e terceiro vice-presidente, Emmanuel Fortes; e o diretor de Fiscalização do Conselho Regional de Medicina do Estado da Paraíba (CRM-PB), Eurípedes Sebastião Mendonça.

No dia 20, o foco dos debates será a atuação das equipes médicas na Copa do Mundo. Os representantes dos CRM discutirão o atendimento nos estádios e suporte aos hospitais. A mesa será coordenada pelo diretor Emmanuel Fortes e contará com a participação de Antônio Marques, vice-reitor da Universidade do Porto, em Portugal.

O último dia do I ENCM2014 terá nova participação internacional. O bastonário da Ordem dos Médicos de Portugal, José Manuel Silva, proferirá uma conferência aos participantes. A apresentação abordará o tema formação médica na prevenção, tratamento de doenças e na promoção da saúde.

Eleições 2014 - Uma discussão sobre as estratégias do movimento médico e a conscientização da sociedade frente ao pleito encerrará os debates do I ENCM 2014. Participam da discussão o presidente do CFM, Roberto Luiz d´Avila; 1º e 2º vice-presidentes, Carlos Vital Tavares Corrêa Lima e Aloísio Tibiriçá Miranda, respectivamente; além do presidente do CRM-PB, João Gonçalves de Medeiros Filho.

O debate será um dos principais temas do encontro, aponta o conselheiro federal pelo estado, Dalvélio Madruga. Segundo tesoureiro do CFM, Dalvélio destaca a importância política do IENCM 2014. “Serão convidados parlamentares 'da terra', como deputados federais do estado e o senador Vital do Rego (PMDB-PB) para participar das discussões com as lideranças médicas”, informa o conselheiro federal. O senador é um dos autores da Proposta de Emenda Constitucional nº 34/2011, que dispõe sobre a criação da carreira de médico de Estado.

 

PROGRAMAÇÃO

19.03.2014 - (QUARTA-FEIRA)

8h30 - Credenciamento

9h – Solenidade de Abertura

Dr. Roberto Luiz d’Avila – Presidente do CFM

Dr. João Gonçalves de Medeiros Filho - Presidente do CRM-PB

Dr. Adalberto Fulgêncio - Secretário Municipal de Saúde

Dr. Eduardo Campos – Governador de PE

Dr. Antônio Carlos Figueira – Secretário de Saúde de PE

Senador Vital do Rêgo

Profº Drº José Manuel Silva – Bastonário da Ordem dos Médicos de Portugal

Dr. José Leite Saraiva – Presidente da Federação Brasileira das Academias de Medicina

Dr. José Eymard Moraes de Medeiros – Presidente da Academia Paraibana de Medicina

Dr. Dalvélio de Paiva Madruga – Conselheiro Federal

 

9h30 às 10h30h - Conferencista – Dr. Aníbal Gil Lopes (UFRJ)

TEMA: FILOSOFIA DA MEDICINA

Apresentação: Dr. Carlos Vital T. Corrêa Lima

 

10h30 às 12h

TEMA: Avaliação do Ensino Médico

Coordenador: Dr. Aloísio Tibiriçá Miranda

Secretário: Dr. Desiré Carlos Callegari

Expositores: Dr. Renato Brito de Alencastro Graça (Cons. CREMERJ)

                        Dr. Bráulio Luna Filho (1º Secretário do CREMESP)

 

12h às 12h30 - Intervalo para café

 

12h30 às 14h

TEMA: Aplicação das Resoluções do CFM 2056 e 2062 (Fiscalização)

Coordenador: Dr. Mauro Luiz de Britto Ribeiro

Secretária: Dra. Marta Rinaldi Muller

Expositores: Dr. Emmanuel Fortes S. Cavalcanti – A organização do sistema

                        Dr. Eurípedes Sebastião Mendonça – A prática da fiscalização

                        Gleidson Porto – Analista de TI do CFM - Uso do aplicativo

 

20.03.2014 - (QUINTA-FEIRA)

9h às 10h Conferencista: Dr. Pablo Gonzalez Blasco, Diretor Científico da SOBRAMFA – Soc. Bras. Medicina da Família

TEMA: MEDICINA E CINEMA

Apresentação: Dr. Henrique Batista e Silva

 

10h às 12h30

TEMA: COPA DO MUNDO: O que fazer em situação de catástrofe (atendimento nos estádios e suporte nos hospitais)

Coordenador: Dr. Emmanuel Fortes da Silveira Cavalcanti

Secretário: Dr. Hermann Alexandre Von Tiesenhausen

Expositores: Dr. Antônio Marques (Diretor do Centro Materno-Infantil Norte/ Centro Hospitalar do Porto –Portugal)

Dr. Leonardo Kenji Hirao (Preceptor Medicina do Esporte HCFMUSP)

 

12h30 às 12h45 Intervalo para café

 

12h45 às 13h Lançamento do Livro “Câncer 360º - Orientações uma vida melhor” – Organização:

Cinthya Maggi e Cristiana Tavares de Queiroz Marques

 

13h00 às 14h00 - Informes da Comissão de Assuntos Políticos – CAP

                                 Napoleão Salles

                                 Dr. Wirlande da Luz

                                 Dr. Alceu Pimentel

 

14h00 às 15h00 - Apresentação do resultado da pesquisa Vox Populi sobre a percepção dos médicos sobre tema de interesse da categoria

 

20h - Atividade Institucional

 

21.03.2014 (SEXTA-FEIRA)

9h às 10h

Conferencista: Prof. Dr. José Manuel Silva

Bastonário da Ordem dos Médicos de Portugal

TEMA: Formação Médica: Na prevenção da doença, na promoção da saúde e no tratamento: questões éticas

Apresentação: Dr. Roberto Luiz d’Ávila

 

10h às 10h30

Apresentação das Contas do CFM – 2013

Coordenador: Dr. José Hiran da Silva Gallo – Tesoureiro do CFM

Secretário: Dr. Dalvélio de Paiva Madruga – 2º Tesoureiro do CFM

 

10h30 às 12h

TEMA: Trabalho médico no SUS

Coordenador: Dr. Dalvélio de Paiva Madruga

Secretário: Dr. Henrique Batista e Silva

Expositores: Dr. José Abelardo Garcia de Meneses – Em Hospitais Públicos

                        Dr. Desiré Carlos Callegari – Hospitais conveniados

 

12h às 12h30 - Intervalo para café

 

12h30 às 14h30

TEMA: Eleições 2014: Movimento Médico (Estratégias) e conscientização da sociedade

Coordenador: Dr. Roberto Luiz d’Ávila

Secretário: Dr. João Gonçalves de Medeiros Filho

Expositores: Dr. Carlos Vital Tavares Corrêa Lima

                        Dr. Aloísio Tibiriçá Miranda

 

14h30 - Encerramento

 

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Médicos vão discutir até 2 de abril proposta de reajuste com o governo do Estado 

13/03/2014


Com a participação de pelo menos 250 profissionais, a assembleia de médicos, realizada na noite desta quarta-feira (12/03), decidiu por retomar a conversa com a categoria no dia 2 de abril. O fato se deu porque, 15 minutos antes de iniciar o debate, o governo do Estado encaminhou uma carta de intenções assinada pelos secretários Antônio Gavazzoni (Fazenda), Derly Anunciação (Administração) e Tânia Eberhardt (Saúde).

“O governo abriu o canal de negociação mesmo que não tenha apresentado uma proposta concreta. Esse documento permite que avancemos rumo à negociação de remuneração, que é o que os médicos querem, balizado pelo piso da Federação Nacional dos Médicos (Fenam). Com isso, a previsão de suspensão de atendimentos fica prorrogada”, explica o coordenador do Conselho Superior das Entidades Médicas (Cosemesc) e presidente do Sindicato dos Médicos (Simesc), Cyro Soncini.

De acordo com o que foi discutido e deliberado em assembleia, os médicos manterão vigilância durante as negociações do Cosemesc com o governo. “Recebemos o aval dos médicos para negociarmos em nome da categoria. Não queremos suspender atendimentos, mas se não chegarmos a um acordo, vamos sim propor isso na próxima assembleia”, acrescentou.



Fonte: Simesc

Foto Rubens Flôres/Simesc

 

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VII Congresso Sul Brasileiro de Cirurgia Torácica

12/03/2014


De 03 a 05 de abril de 2014 está programado o VII Congresso Sul Brasileiro de Cirurgia Torácica, tendo como sede o Himmelblau Palace Hotel, em Blumenau, Santa Catarina.

O evento tem como público-alvo, profissionais, especialistas em cirurgia torácica e outras especialidades correlatas, bem como, médicos residentes, acadêmicos de graduação e pós-graduação, docentes e pesquisadores. 
 
A palestra de abertura, com o tema New Horizons in Thoracic Surgery será ministrada pelo Dr. Robert Cerfolio, uma das maiores autoridades mundiais na área. 

Inscrições e outras informações no site do evento - www.toracicasul.com.br
 

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Assembleia geral 

05/03/2014


 

 

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Médicos do Celso Ramos reforçam luta do COSEMESC em busca de reajuste 

27/02/2014


Faltaram cadeiras para acomodar todos os médicos interessados em discutir remuneração dos profissionais vinculados à Secretaria de Estado da Saúde, na quarta-feira (26/02), na sala de treinamentos do Hospital Celso Ramos, em Florianópolis. O encontro, promovido pelo Conselho Superior das Entidades Médicas (COSEMESC), foi o quarto dos seis previstos antes da assembleia geral estadual marcada para às 19h30min do dia 12 de março, na Associação Catarinense de Medicina (ACM). Sem reajustes há quase dois anos, os médicos reforçaram a necessidade de valorização da categoria e não descartam colocar em votação a suspensão dos atendimentos.

"O governo está numa zona de conforto muito grande. Não nos atende, não responde aos nossos pedidos para conversar", declarou o coordenador do COSEMESC e presidente do Sindicato dos Médicos, Cyro Soncini.

O presidente da ACM, Aguinel Bastian Júnior, lembrou que as mobilizações da classe médica nunca serão bem vistas tendo em vista a saúde ser um dos serviços essenciais. "Mas não podemos nos acomodar no silêncio do governo e muito menos na campanha difamatória promovida contra os médicos", declarou.

O segundo secretário do Conselho Regional de Medicina, Odi José Oleiniscki reforçou que, apesar de não ser da natureza da entidade promover esse tipo de mobilização, o CREMESC está ciente que a remuneração dos médicos faz parte da manutenção dos serviços de qualidade prestados pelos profissionais. "O Conselho está presente porque apoia a categoria e o que está sendo feito, assim como as demais ações do COSEMESC, em nada depõe contra nossa profissão."

Os médicos tiveram a oportunidade de se manifestar e, de acordo com o secretário geral do SIMESC, Roman Leon Júnior, a sala cheia é reflexo de que os médicos estão dispostos a lutar pela remuneração. "É a primeira vez que observamos esse tipo de mobilização. São intensas as conversas sobre esses encontros promovidos pelo COSEMESC e sobre o que deverá ser levado para votação em assembleia", declarou.

Reuniões foram realizadas com médicos da maternidade Carmela Dutra, do hospital Nereu Ramos e do hospital Regional de São José. "Reforçamos a importância da presença de todos os médicos na assembleia do dia 12 de março. Lá é que iremos definir a posição dos médicos", conclui Cyro Soncini.

 

As próximas reuniões:

06/03/14 - Quinta-feira - 20h - ACM - são convidados para essa reunião os médicos do Instituto de Cardiologia, Reabilitação, Instituto de Psquiatria, HEMOSC, CEPON , Hospital Florianópolis e Hospital Santa Tereza.

07/03/14 - Sexta-feira - 10h30min - Hospital Infantil Joana de Gusmão

12/03/14 - Quarta-feira - 19h30min - Assembleia Geral Estadual - ACM

 

Fonte: Simesc

Fotos: Rubens Flôres/Simesc
 

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COSEMESC realiza terceira reunião com médicos do Estado 

26/02/2014


O auditório do hospital Regional de São José ficou lotado de médicos na noite de terça-feira (25/2) para a terceira reunião promovida pelo Conselho Superior das Entidades Médicas (COSEMESC). O encontro faz parte do calendário organizado pelos dirigentes médicos com os profissionais dos corpos clínicos vinculados à secretaria de Estado da Saúde.

O principal ponto de pauta tem sido a remuneração da categoria que há quase dois anos não recebe reajuste. Os médicos presentes foram unânimes em dizer que os valores pagos são defasados e desestimulantes. A maioria foi a favor de ações enérgicas em busca de mudanças.“Esses encontros têm servido para debatermos ideias, mas as medidas que serão tomadas definiremos apenas na Assembleia Geral, marcada para o dia 12 de março na ACM,” informa o presidente do SIMESC e coordenador do COSEMESC, Cyro Soncini.

Em dezembro do ano passado o COSEMESC encaminhou um ofício ao governador do Estado solicitando revisão na remuneração dos médicos, mas não recebeu respostas. “Lembramos ao governador naquele documento que ele autorizou o aumento da remuneração de coronéis, policiais, promotores, entre outros. Por que o médico não recebeu nada? O silêncio por parte do governo força a desdobramentos. A suspensão de atendimento não está descartada até porque fomos iludidos com a proposta de campanha de que a saúde seria prioridade um, dois e três” afirma Soncini.

Reuniões foram realizadas na maternidade Carmela Dutra e no hospital Nereu Ramos. "Está sendo grande a presença dos médicos dessas unidades de saúde e também a insatisfação que tem chegado dos médicos que atuam nas unidades estaduais no interior do Estado. Vamos continuar o debate e ver que rumo vamos dar a essa mobilização da categoria", encerra Cyro.

Confira abaixo as próximas reuniões agendadas:

26/02/14 - Quarta-feira - 19h - Hospital Celso Ramos

06/03/14 - Quinta-feira - 20h - ACM - são convidados para essa reunião os médicos do Instituto de Cardiologia, Reabilitação, Instituto de Psquiatria, HEMOSC, CEPON , Hospital Florianópolis e Hospital Santa Tereza.

07/03/14- Sexta-feira - 10h30min - Hospital Infantil Joana de Gusmão
 

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Saúde representa só 8% do total de investimentos públicos no Brasil

24/02/2014

Dos R$ 47,3 bilhões gastos com investimentos pelo Governo Federal em 2013, o Ministério da Saúde foi responsável por apenas 8,2% dessa quantia, segundo levantamento do Conselho Federal de Medicina (CFM). Dentre os órgãos do Executivo, a Saúde aparece em quinto lugar na lista de prioridades no chamado “gasto nobre”. Isto significa que as obras em rodovias, estádios, mobilidade urbana e até armamento militar como blindados, aviões de caça e submarinos nucleares ficaram a frente da construção, ampliação e reforma de unidades de saúde e da compra de equipamentos médico-hospitalares para atender o Sistema Único de Saúde (SUS).

 “O SUS precisa de mais recursos e por isso entregamos ao Congresso Nacional mais de dois milhões de assinaturas em apoio ao projeto de lei de iniciativa popular Saúde+10, que vincula 10% da receita bruta da União para o setor. Por outro lado, é preciso que o Poder Executivo priorize e aperfeiçoe sua capacidade de gerenciar os recursos disponíveis”, criticou o presidente do CFM, Roberto d’Ávila. “Não bastasse o setor ter sido preterido em relação a outros, quase R$ 5,5 bilhões deixaram de ser investidos no ano passado”, acrescentou.

Com base em dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), o CFM revela em detalhes os resultados da falta de qualidade da gestão financeira em saúde. Do total de R$ 9,4 bilhões disponíveis para investimentos em unidades de saúde em 2013, o governo desembolsou somente R$ 3,9 bilhões, incluindo os restos a pagar quitados (compromissos assumidos em anos anteriores rolados para os exercícios seguintes). Os valores foram bem inferiores aos investimentos dos Transportes (R$ 11 bilhões), Defesa (R$ 8,8 bilhões), Educação (R$ 7,6 bilhões) e Integração Nacional (R$ 4,4 bilhões).

“Até compreendemos a necessidade de proteção da soberania nacional. No entanto, milhões de profissionais de saúde e pacientes enfrentam uma guerra real nas filas das urgências e emergências de todo o país, onde vidas são ceifadas diariamente por falta de equipamentos para cirurgias, diagnósticos e leitos”, acrescentou o vice-presidente do CFM, Carlos Vital. Para 2014, R$ 9,9 bilhões estão previstos para investimentos na Saúde.

Em 13 anos, R$ 47 bilhões deixaram de ser investidos – Os dados apurados pelo CFM mostram ainda que, nos últimos 13 anos (2001 a 2013), foram autorizados R$ 80,5 bilhões específicos para este fim. No entanto, apenas R$ 33 bilhões foram efetivamente gastos e outros R$ 47,5 bilhões deixaram de ser investidos. Em outras palavras, de cada R$ 10 previstos para a melhoria da infraestrutura em saúde, R$ 6 deixaram de ser aplicados.

Para exemplificar, o presidente do CFM cita que, com R$ 47,5 bilhões, seria possível adquirir 386 mil ambulâncias (69 para cada município brasileiro); construir 237 mil Unidades Básicas de Saúde (UBS) de porte I (43 por cidade); edificar 34 mil Unidades de Pronto Atendimento (UPA) de porte I (seis por cidade) ou, ainda, aumentar em 936 o número de hospitais públicos de médio porte. “Sabemos que esse dinheiro não seria aplicado todo em uma única ação, mas pela comparação com o que se poderia fazer, tomamos consciência do tamanho do desperdício”, alerta Carlos Vital. 

Compare no gráfico abaixo a relação dos investimentos da Saúde com outros ministérios:


 

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Cuidados Paliativos

20/02/2014


O Cremesc realizará, nos dias 4 e 5 de abril, o curso Cuidados Paliativos.
Professores com ampla experiência na área vão abordar, de forma prática, os temas referentes a “Aspectos éticos e tratamento domiciliar e a comunicação em situações de conflito”

Professores Confirmados:
- Claudia Burlá – Geriatria e Paliativista
- Inês Tavares Vale e Melo - Anestegiologia
- Lara Kretzer – Medicina intensiva

Inscreva-se e participe!

Atenção: estão disponíveis somente 50 vagas, que serão preenchidas por ordem de inscrição, para médicos inscritos no CREMESC e quites com a Tesouraria.

Data: 4 e 5/04/2014
Local: Hotel Maria do Mar - Rodovia João Paulo, nº 2285 - Florianópolis
Horário: dia 04/04, das 16h30min às 21h30min, e dia 05/04, das 8h às 15h
Inscrições gratuitas somente pelo e-mail: eventos@cremesc.org.br
Informações: (48) 3952-5000

 

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Cosemesc segue com as reuniões com os médicos
vinculados à Secretaria de Estado da Saúde

20/02/2014


Seguindo com o calendário de reuniões agendadas com os médicos vinculados à Secretaria de Estado da Saúde, os representantes do Conselho Superior das Entidades Médicas de Santa Catarina (COSEMESC) estiveram ontem, dia 19, reunidos com os médicos do corpo clínico do Hospital Nereu Ramos, em Florianópolis. O encontro teve como principal ponto de pauta a remuneração dos médicos.
“Em dezembro encaminhamos um ofício ao governador solicitando revisão na remuneração para a categoria e não recebemos nenhuma resposta. Somos os únicos a não receber reajuste salarial há quase dois anos. A reversão desse quadro irá depender da nossa atitude”, destacou o coordenador do COSEMESC e presidente do SIMESC, Cyro Soncini.
Durante o mês de fevereiro e no início de março, reuniões estão marcadas nas unidades de saúde do Estado para que o assunto seja discutido entre os médicos. “Neste primeiro momento, estamos colhendo ideias, mas as decisões legais serão tomadas na Assembleia Geral Estadual, marcada para o dia 12 de março. A participação de todos é fundamental”, lembrou Soncini.

As próximas reuniões estão marcadas para as seguintes datas:
25/02/14 - Terça-feira - 19h - Hospital Regional de São José
26/02/14 - Quarta-feira - 19h - Hospital Celso Ramos
06/03/14 - Quinta-feira - 20h - ACM - são convidados para essa reunião os médicos do Instituto de Cardiologia, Reabilitação, Instituto de Psquiatria, HEMOSC, CEPON , Hospital Florianópolis e Hospital Santa Tereza.
07/03/14- Sexta-feira - 10h30 - Hospital Infantil Joana de Gusmão


Fonte: Simesc 

Foto Camia Spolti/SIMESC

 

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COSEMESC inicia discussão sobre remuneração dos médicos do Estado 

18/02/2014


O Conselho Superior das Entidades Médicas (COSEMESC) iniciou na segunda-feira (17/02) a série de reuniões com os médicos vinculados à Secretaria de Estado da Saúde para discutir a remuneração. O primeiro encontro foi na maternidade Carmela Dutra com a participação de quase a totalidade dos médicos do corpo clínico daquela unidade de saúde.

"Estamos inquietos e temos que chamar o governo à mesa. Há dois anos os médicos não recebem reajuste", relatou o presidente do SIMESC e coordenador do COSEMESC, Cyro Soncini, que acompanhado do presidente da ACM, Aguinel Bastian Júnior e do presidente do CREMESC, Tanaro Bez, conduziu os trabalhos por quase duas horas.

Todos os médicos vinculados à secretaria de Estado da Saúde estão convidados a participar da Assembleia Geral Estadual confirmada para o dia 12 de março de 2014, às 20h na sede da ACM, em Florianópolis.

 

Calendário de reuniões do COSEMESC

17/02/14 - Segunda-feira - 20h - Maternidade Carmela Dutra

19/02/14 - Quarta-feira - 20h - Hospital Nereu Ramos

25/02/14 - Terça-feira - 19h - Hospital Regional de São José

26/02/14 - Quarta-feira - 19h30 - Hospital Celso Ramos

06/03/14 - Quinta-feira - 20h - ACM - são convidados para essa reunião os médicos do Instituto de Cardiologia, Reabilitação, Instituto de Psquiatria, HEMOSC, CEPON e Hospital Florianópolis

07/03/14- Sexta-feira - 10h30 - Hospital Infantil Joana de Gusmão



Fonte: Simesc 

Fotos Rubens Flôres/SIMESC

 

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Alerta 

18/02/2014




 

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VII Fórum de Ética do Cremesc começa nesta sexta-feira 

25/02/2014


A partir de sexta-feira, Florianópolis será palco de significativos debates sobre assuntos que envolvem a medicina e a sociedade. Nos dias 28 e 29 de março, ocorre, no Hotel Mercure, no Itacorubi, o VII Fórum de Ética Médica do Cremesc.

O evento, que já faz parte do calendário médico de Santa Catarina, este ano aborda temas que vêm estampando as manchetes dos principais veículos de comunicação do país, sempre vistos pela ótica da ética médica.

Sites de médicos, relação entre médico, pacientes e familiares, barriga de aluguel, temas de psiquiatria, terapias antienvelhecimento, fiscalização e ética em pesquisa serão os assuntos do primeiro dia. A abertura oficial do evento será feita pelo Dr. Roberto D’Ávila. O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM) vai abordar o tema “Desafios do Trabalho Médico no Brasil – Presente e Futuro”.

Durante o segundo dia do VII Fórum, os temas serão a decisão médica de desligar respirador, melhoramento cognitivo e contará com a participação do desembargador do Tribunal de Justiça de Santa Catarina Ronei Danielli. Ele vai explanar sobre a responsabilidade civil médica.

 

Confira a programação e agende-se!

 

Sexta-feira – Dia 28

 

8h30min - Abertura

I – Das 9h às 9h45min – Sites de médicos - a Internet como problema ético

II – Das 10h às 10h45min – Painel: Conflitos entre médico e paciente ou seus familiares

III – Das 11h às 11h45min – Maternidade de substituição (barriga de aluguel)

Das 12h às 13h30min – Almoço

IV – Das 13h30min às 14h15min – Temas de psiquiatria para não psiquiatras

V – Das 14h30min às 15h15min – Terapias antienvelhecimento - Verdades e mitos

VI – Das 15h30min às 16h15min – A nova resolução CFM sobre fiscalização

VII – Das 16h30min às 17h15min – Sessão livre de perguntas e respostas com a plateia

Das 17h30min às 19h30min – Sessão plenária temática aberta aos participantes – Ética em Pesquisa

A pesquisa em seres humanos é regulada pela Resolução CNS 466/12. Seu conhecimento é essencial para todos os que pesquisam in anima nobile, na área da saúde ou não, mesmo fora de instituições de ensino. O Código de Ética Médica complementa as obrigações éticas dos médicos pesquisadores ou diretores das instituições onde as pesquisas são realizadas, inclusive quando são parte obrigatória da formação, como TCCs de estudantes ou residentes.

20h – Abertura Oficial

Desafios do Trabalho Médico no Brasil – Presente e Futuro - Roberto D’Ávila – Presidente do CFM

 

Sábado – Dia 29

 

VIII – Das 9h às 9h45min - UTI - Ordem de reanimar ou não reanimar. Decisão médica de desligar respirador

VIII – Das 10h às 10h45min – Melhoramento cognitivo 

IX – Das 11h às 11h45min – Medicina e Justiça – Responsabilidade civil médica empresarial

Desembargador - TJSC Ronei Danielli

12h – Encerramento

 

SERVIÇO

Quando

Dias 28 e 29/03

Sexta-feira, das 8h30min às 21h

Sábado, das 9h às 12h

 

Onde

Hotel Mercure Itacorubi

Rodovia Admar Gonzaga, 600

Florianópolis


 

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CFM entra na Justiça contra a União por conta de restrição no
acesso à mamografia para mulheres com menos de 50 anos

17/02/2014


O Conselho Federal de Medicina (CFM) ingressou nesta sexta-feira (14), na Justiça Federal, em Brasília, com uma ação civil pública com pedido de tutela antecipada contra a União em defesa da ampliação do acesso das mulheres aos exames de prevenção e de diagnóstico do câncer de mama. O questionamento tem como foco a portaria do Ministério da Saúde nº 1.253, de 12 de novembro de 2013, que garante o custeio dos procedimentos de mamografia bilateral para rastreamento somente executado em mulheres com idades entre 50 a 69 anos.

Por meio da concessão da tutela antecipada, o CFM espera que a Justiça determine à União, no âmbito do Sistema Único de Saúde, que garanta o acesso ao exame de mamografia bilateral em todos os Estados às pessoas a partir dos 40 anos de idade. O pedido do Conselho contesta a decisão do Ministério da Saúde, que, com seu ato, prejudicou mulheres abaixo dos 50 anos, que teriam garantido o direito apenas à mamografia unilateral.

Para o CFM, a Portaria do Ministério da Saúde conflita com as determinações da lei nº 11.664, de 29 de abril de 2008. O texto aprovado pelo Congresso dispõe sobre a efetivação de ações de saúde que assegurem a prevenção, a detecção, o tratamento e o seguimento dos cânceres do colo uterino e de mama, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

“A exclusão das mulheres dessa faixa etária, até 49 anos, de realizarem mamografia diagnóstica no Sistema Único de Saúde (SUS), nada mais é do que um retrocesso social, ferindo um dos Princípios Constitucionalmente protegidos. A proteção dos direitos sociais deve considerar o direito adquirido e combater as medidas restritivas aos direitos fundamentais, preservando todas as conquistas existentes”, ressaltou o 1º vice-presidente do CFM, Carlos Vital.

Agressão à legislação - Pela lei, as ações de saúde relacionadas ao combate e tratamento dos cânceres do colo uterino e de mama são asseguradas, em todo o território nacional, nos termos desta Lei, ficando o SUS obrigado a oferecer a assistência integral à saúde da mulher, incluindo amplo trabalho informativo e educativo sobre a prevenção, a detecção, o tratamento e controle, ou seguimento pós-tratamento, das doenças. A norma ainda explicita que o exame mamográfico a todas as mulheres a partir dos 40 anos deve ser assegurado.

No entendimento do CFM, o Ministério da Saúde agrediu a lei e expôs as mulheres mais jovens a situação de risco, limitando o acesso à mamografia bilateral. Recentemente, em parceria com o Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR), a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) e a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), o Conselho Federal divulgou nota de repúdio às mudanças implementadas pelo Ministério.

Na nota conjunta, divulgada no Dia Nacional da Mamografia (5 de fevereiro), as entidades chamaram atenção do Governo e da sociedade para o problema: “A mamografia é um exame que exige a comparação das duas mamas. Com a publicação da Portaria, pode-se interpretar que é possível realizar a mamografia unilateral. Mas não há como selecionar um dos lados a examinar sendo que a lesão procurada muitas vezes não é palpável. Tampouco se pode admitir a espera de que o tumor cresça para se examinar a mama com maior chance de câncer. Além disso, a chamada mamografia unilateral reduziria pela metade o número de casos diagnosticados. Se este impropério continuar, será inevitável o aumento de mortes e de retirada de seios (mastectomias) que poderiam ser evitadas”, avisam.

Indicadores - O câncer de mama é a mais frequente e principal causa de morte por câncer em mulheres no Brasil e no mundo. A mamografia é o principal exame para detectá-lo precocemente. O Instituto Nacional do Câncer (INCA) estima que 57 mil novos casos sejam diagnosticados no país em 2014. De forma geral, a Organização Mundial de Saúde (OMS) tem ressaltado a necessidade de prevenção às neoplasias, doença que deve atingir 24 milhões de pessoas até 2035.

Para a Comissão Nacional de Mamografia do Colégio Brasileiro de Radiologia, há estudos regionais que comprovam grande incidência desse tipo de câncer em mulheres de 40 a 49 anos. Na nota divulgada, as entidades argumentam que “diante do subfinanciamento da saúde no Brasil, com a diminuição progressiva da participação da União no custeio do SUS e conseqüente oneração dos municípios, na prática, a portaria 1.243/13 nega às mulheres com até 49 anos a prevenção e o tratamento precoce do câncer de mama”.

A incidência global do câncer de mama aumenta progressivamente. De 641.000 casos, em 1980, passou para 1.643.000, em 2010, sendo responsável por 27% dos novos casos de câncer diagnosticados em mulheres. Desse total, cerca de dois terços ocorreram em mulheres acima de 50 anos, principalmente nos países desenvolvidos. Já nas mulheres abaixo dos 50 anos (entre 15 e 49 anos), a incidência de câncer de mama foi duas vezes maior nos países em desenvolvimento, conforme dados da Comissão Nacional de Mamografia. Estando o Brasil no grupo de países em desenvolvimento, a população abaixo dos 50 anos está ainda mais exposta ao risco.

No Brasil, de acordo com o Inca, a mamografia e o exame clínico das mamas (ECM) são os métodos preconizados para o rastreamento na rotina da atenção integral à saúde da mulher. O Instituto de Câncer (Inca) recomenda que o exame seja feito a cada dois anos por mulheres entre 50 e 69 anos, ou segundo recomendação médica. O Inca calcula que câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais frequente no mundo e o mais comum entre as mulheres, respondendo por 22% dos casos novos a cada ano.

Se diagnosticado e tratado precocemente, os resultados são razoavelmente bons. Antes dos 35 anos, a doença é relativamente rara. Acima desta faixa etária sua incidência cresce rápida e progressivamente. Em 2010, no Brasil, morreram 12.705 mulheres e 147 homens em decorrência do câncer de mama. Em 2011, foram 13.225 mortes pela doença.

A mamografia é o único método de rastreamento que demonstrou ser capaz de promover uma redução absoluta da mortalidade nos casos de câncer de mama (em torno de 50%). Apesar de a incidência ser menor nas mulheres com menos de 49 anos, os tumores têm crescimento rápido. Pesquisas internacionais concluíram que quase 20% das mortes por câncer de mama e 34% dos anos de expectativa de vida perdidos por câncer de mama ocorreram em mulheres abaixo de 50 anos.

 

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XVII Seminário Sul Brasileiro da ANAMT

17/02/2014


De 01 a 03 de maio de 2014
Florianópolis – SC

Para mais informações, clique aqui

 

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Boletim Cosemesc

14/02/2014




 

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Saúde continua no topo das preocupações da sociedade brasileira

13/02/2014


Nas manifestações realizadas em junho do ano passado, o povo nas ruas pedia hospitais padrão Fifa. Nada mudou desde então e para 58% dos entrevistados na pesquisa “Retratos da Sociedade Brasileira – Problemas e Prioridades para 2014”, realizada pela Confederação Nacional de Indústria (CNI) e divulgada nesta quarta-feira (12), a saúde é o principal problema brasileiro. Já para 49% dos pesquisados, a saúde deve ser prioridade para o governo em 2014.

Na avaliação do presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Roberto Luiz d´Ávila, a pesquisa mostra que o povo não aceita ser enganado por medidas paliativas, como o Mais Médicos. “As pessoas querem ser atendidas por médicos com capacitação reconhecida e ter acesso à tecnologia e aos exames indicados”, afirma. Para d’Ávila, a opinião popular é um alerta para os políticos profissionais que só pensam no poder, mas não em resolver definitivamente os problemas da população. “O povo sabe quando a medida é paliativa”, constata.

Resultados -  A pesquisa foi realizada entre 23 de novembro a 2 de dezembro de 2013 e ouviu 15.414 pessoas em 727 municípios. Das entrevistas, 2.002 foram utilizadas como amostra nacional. Depois da saúde (58%), a segurança pública e a violência aparecem em segundo lugar, citada por 39%. Em seguida são listadas as drogas (33%), a educação (31%) e a corrupção (27%).

As preocupações variam de acordo com o porte da cidade. Os moradores de locais com menos de 20 mil habitantes se preocupam mais com a saúde (40%), com a geração de empregos (32%) e com a segurança pública (26%). Os que estão em municípios com mais de 100 mil habitantes também estão preocupados com saúde (40%), mas a segurança pública aparece em segundo lugar, com 39% das citações, e em terceiro citam a educação (26%).

Em seguida, aparece o combate à violência e à criminalidade e a melhora da qualidade da educação. As duas questões devem ser priorizadas na opinião de 31% e 28% dos 15.414 entrevistados - a soma é maior que 100% porque era permitido escolher até três opções.

A pesquisa também perguntou o que deve ser priorizado pelo governo em 2014. Depois da saúde (49%), os entrevistados afirmaram que deve ser dada prioridade ao aumento do combate às drogas (23%), o reajuste do salário mínimo (23%) e o combate à corrupção (20%). A pesquisa levantou os problemas do país, dos estados e dos municípios e o que a população considera prioritário para o governo federal.

"Os resultados da pesquisa mostram quais são as insatisfações do brasileiro. Esses problemas não são novos e devem ser priorizados não só por esse governo, como também pelos próximos. Não são questões de solução fácil e que possam ser resolvidas no curto prazo", afirma o gerente de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca.
 
Com informações da CNI
 
Acesse a pesquisa aqui.

 

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Entidades médicas repudiam agressões aos direitos humanos
defendem criação imediata de carreira pública para médicos do SUS

10/02/2014


As entidades médicas nacionais – Associação Médica Brasileira (AMB), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Federação Nacional dos Médicos (Fenam) – juntaram forças para criticar publicamente os problemas relacionados à atividade de intercambistas estrangeiros em programas montados pelo Governo. Em nota distribuída à sociedade, elas expressam seu "total repúdio às agressões aos direitos humanos, individuais e trabalhistas aos quais os intercambistas estrangeiros e os médicos brasileiros foram e têm sido submetidos".

No documento, a AMB, CFM e Fenam apontam a "irresponsabilidade de gestores do Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente os do Ministério da Saúde, pelas omissões que têm resultado em comprometimento das condições de trabalho, prejuízos financeiros e danos morais, entre outros problemas, que afetam milhares de profissionais". As entidades pedem que as denúncias surgidas com o pedido de asilo da intercambista cubana Ramona Matos Rodriguez e outros que tem surgido na imprensa sejam apurados pelas autoridades competentes.

As três entidades ainda manifestam seu empenho para que as Medicina e a Saúde, no Brasil, sejam inseridos como temas prioritários na agenda pública com a adoção de políticas efetivas, "sem espaço para iniciativas lastreadas em situações de abuso contra os direitos humanos e trabalhistas, assegurando aos profissionais seus direitos legais em termos de emprego e condições para exercício de suas funções".

Finalmente, elas ressaltam que para resolver definitivamente o problema da falta de acesso à assistência em saúde deve ser criada imediatamente uma carreira pública para os médicos no âmbito do SUS. "Somente com a garantia de oferta pelo Estado (via concurso público) aos trabalhadores de condições para o atendimento (infraestrutura, insumos, etc.), educação continuada, possibilidade de progressão funcional, remuneração adequada e direitos trabalhistas é que médicos terão estímulo para migrarem e se fixarem nas zonas de baixa cobertura assistencial".

Confira a íntegra da nota abaixo:

 

NOTA ABERTA À SOCIEDADE

 

Diante dos últimos acontecimentos relacionados à intercambista cubana Ramona Matos Rodriguez, aos intercambistas (de uma forma em geral) que vieram ao Brasil para atuar em programa organizado pelo Ministério da Saúde e aos milhares de médicos brasileiros que atuam na rede pública de todo o país, a Associação Médica Brasileira (AMB), o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Federação Nacional dos Médicos (Fenam) – unificadamente – vêm a público expressar:

1) Total repúdio às agressões aos direitos humanos, individuais e trabalhistas aos quais os intercambistas estrangeiros e os médicos brasileiros foram e têm sido submetidos;

2) Indignação com a irresponsabilidade de gestores do Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente os do Ministério da Saúde, pelas omissões que têm resultado em comprometimento das condições de trabalho, prejuízos financeiros e danos morais, entre outros problemas, que afetam milhares de profissionais;

3) Desejo de que todas as denúncias e os indícios de irregularidades neste processo de contratação de intercambistas e de médicos brasileiros sejam apurados com rigor pelo Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público do Trabalho (MPT) e Supremo Tribunal Federal (STF), ficando os responsáveis pelos supostos equívocos submetidos às punições devidas;

4) Compromisso com a defesa do bom exercício da Medicina e da oferta de assistência digna e de qualidade para todos os brasileiros, especialmente para os 150 milhões de cidadãos que contam unicamente com o SUS para ter acesso a consultas, exames e outros procedimentos;

5) Intenção de lutar para que a Medicina e a Saúde, no Brasil, sejam temas prioritários na agenda pública com a adoção de políticas efetivas, sem espaço para iniciativas lastreadas em situações de abuso contra os direitos humanos e trabalhistas, assegurando aos profissionais seus direitos legais em termos de emprego e condições para exercício de suas funções.

As entidades lembram ainda que para resolver definitivamente o problema da falta de acesso à assistência em saúde em todo o país inúmeras propostas foram entregues ao Ministério da Saúde, que as engavetou sem avanços em sua implementação.

Assim, a partir da necessidade real de milhões de cidadãos de contarem com políticas eficazes que acabem de vez com os gargalos do atendimento na rede pública, AMB, CFM e Fenam apontam a criação imediata de uma carreira pública para os médicos no âmbito do SUS como a única saída para o problema.

Somente com a garantia de oferta pelo Estado (via concurso público) aos trabalhadores de condições para o atendimento (infraestrutura, insumos, etc.), educação continuada, possibilidade de progressão funcional, remuneração adequada e direitos trabalhistas é que médicos terão estímulo para migrarem e se fixarem nas zonas de baixa cobertura assistencial.

Soluções que não observem estes aspectos são temporárias, paliativas e de baixa eficácia, expondo a saúde da população brasileira a situações de risco e postergando o processo de implantação definitiva do SUS com base em princípios constitucionais de universalidade, integralidade e equidade.

 

Brasília, 9 de fevereiro de 2014.

                                                                                                                         

Associação Médica Brasileira (AMB) - Conselho Federal de Medicina (CFM) - Federação Nacional dos Médicos (FENAM)

 

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Medicina catarinense de luto
Morre Dr. João José Cândido da Silva - CRM/SC 1491

10/02/2014


Médico formado na UFSC em 1974, foi à Àfrica para estudar doenças tropicais. Tropeçou em uma delas e, para nossa sorte, para cá voltou. Pertenceu ao Corpo Clínico do Imperial Hospital de Caridade e, nesse mesmo nosocomio, foi Superintende por vários anos. Gordinho, às vezes gago quando irritado com alguma coisa, desempenhou papéis importantes na história da Saúde do País e do Estado. Foi o segundo homem em comando no Ministério da Previdência, instituiu a atual política do SUS, com muito mais acertos do que erros, pois sua filosofia é fantástica. Tanto é assim que foi copiada por vários países e implementada de maneira igual.

Durante 13 anos, trabalhou em Brasília nas décadas de 1980 e 1990. Em 1991, atuou na Secretaria Executiva, exercendo o cargo interino de Ministro da Saúde e outros cargos de secretário nacional na Saúde. Além disso, foi Chefe de Gabinete do Ministério da Previdência e foi 2º Secretário Nacional de Assistência Social do País em 1998.

No Ministério da Educação, foi chefe da Assessoria Especial de Ciências da Saúde e coordenador dos Hospitais Universitários (HUs). De volta ao Estado, foi titular da Secretaria de Estado da Saúde até 2002 e, posteriormente, assumiu a Secretaria Municipal de Saúde da Capital, onde permaneceu até março de 2012, quando assumiu a Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST). Nos últimos tempos, Cândido focava o resultado das ações na área social e objetivos para 2014.

O blumenauense João José Cândido da Silva morreu aos 66 anos, ao ter um infarto em sua casa em Jurerê Internacional, em Florianópolis, às 4h30min de domingo, dia 9. 

A cidade perde um grande lutador pela saúde da população. A Medicina Catarinense um Grande Parceiro.

 

Tanaro Pereira Bez

Presidente do CREMESC

 

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Inscrições abertas para o VII Fórum de Ética

10/02/2014


O VII Fórum de Ética do CREMESC será nos dias 28 e 29 de março de 2014, no Hotel Mercure, em Florianópolis. Os temas que têm estampado as páginas dos jornais e têm sido recorrente no dia a dia dos médicos estarão em debate na programação do evento que ocorre anualmente em Santa Catarina.

Confira a programação e agende-se!

 

Programação

- Maternidade de substituição (barriga de aluguel)

- Sites de médicos – a Internet como problema ético

- Conflitos entre médico e paciente ou seus familiares 

 

- Temas de psiquiatria para não psiquiatras

- Práticas antienvelhecimento – Verdades e mitos 

- A nova resolução CFM sobre fiscalização

Sessão livre de perguntas e respostas

 

- UTI – Ordem de reanimar ou não reanimar. Decisão médica de desligar respirador

 

- Melhoramento cognitivo 

- Painel Medicina e Justiça – Responsabilidade civil médica empresarial

- Palestra: Os Desafios do Trabalho Médico no Brasil – Presente e Futuro, ministrada pelo presidente do Conselho Federal de Medicina Roberto Luiz D’Ávila

 

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Governo Federal nega direito à prevenção do câncer de mama

07/02/2014


O governo federal decidiu, unilateralmente, que mulheres com até 49 anos não têm mais o direito de detectar precocemente o câncer de mama. A Portaria nº 1.253, editada em novembro de 2013 pelo Ministério da Saúde, restringe o repasse de verbas da União aos municípios a mamografias em pacientes na faixa etária de 50 a 69 anos. A medida contraria a Lei 11.664/08, em vigor desde 29 de abril de 2009, segundo a qual todas as mulheres têm direito à mamografia a partir dos 40 anos. 

Além disso, a Portaria nº 1.253 refere um procedimento condenável pelos médicos: a meia mamografia, denominada mamografia unilateral, isto é, exame em apenas uma das mamas. Pelo que estabelece o texto, os municípios têm a opção de arcar sozinhos com o custeio de mamografias para mulheres com até 49 anos e podem remunerar somente a mamografia unilateral. 

Diante do subfinanciamento da saúde no Brasil, com diminuição progressiva da participação da União no custeio do Sistema Único de Saúde e consequente oneração dos municípios, na prática a referida portaria nega às mulheres com até 49 anos a prevenção e o tratamento precoce do câncer de mama. 

A mamografia é um exame que exige a comparação das duas mamas. Com a publicação da Portaria, pode-se interpretar que é possível realizar a mamografia unilateral. Mas não há como selecionar um dos lados a examinar sendo que a lesão procurada muitas vezes não é palpável. Tampouco se pode admitir a espera de que o tumor cresça para se examinar a mama com maior chance de câncer. Além disso, a chamada mamografia unilateral reduziria pela metade o número de casos diagnosticados. Se este impropério continuar, será inevitável o aumento de mortes e de retirada de seios (mastectomias) que poderiam ser evitadas. 

De acordo com parecer da Comissão Nacional de Mamografia – formada pelo Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR), Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) e Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), estudo internacional aponta redução de 26% a 29% na mortalidade em mulheres entre 40 e 49 anos comparadas a pacientes não submetidas ao rastreamento (mamografia preventiva). 

A Comissão também cita estudo brasileiro mostrando que 42% dos casos de câncer de mama registrados em Goiânia (GO) ocorreram em pacientes abaixo dos 49 anos. O levantamento de um grande hospital oncológico de Curitiba (PR) aponta que, de 2005 a2009, 39,8% das pacientes operadas com diagnóstico de câncer de mama tinham até 49 anos. O índice passou a 37,1% de 2010 a 2011. 

Dessa forma, o CBR, o CFM, a Febrasgo e a SBM afirmam que as determinações da Portaria nº 1.253 não se enquadram na boa prática médica e são prejudiciais à saúde da mulher brasileira. Defendemos o rastreamento mamográfico para todas as mulheres assintomáticas acima de 40 anos. Enfatizamos também que, no caso das pacientes que apresentem sintomas mamários, não existe limitação quanto à faixa etária para a avaliação mamográfica, que sempre deve ser bilateral (denominada de mamografia diagnóstica).

Enquanto estudamos contestar a Portaria nº 1.253 na Justiça, se não houver abertura de diálogo por parte do Ministério da Saúde, recomendamos aos médicos que continuem prescrevendo a mamografia de rastreamento para pacientes acima de 40 anos e não aceitem a chamada mamografia unilateral. 

Conselho Federal de Medicina (CFM)

Conselho Regional de Santa Catarina (CREMESC)

Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR)

Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo)

Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM)

 

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Curso de Emergências Médicas

07/02/2014


O Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina (CREMESC), através do Projeto de Educação Médica Continuada, oferece ao médico mais uma oportunidade de participar do curso Emergências Médicas: Aspectos éticos e técnicos do atendimento emergencial - módulo clínico (suporte básico e avançado de vida) e módulo cirúrgico (procedimentos cirúrgicos emergenciais)

Inscreva-se e participe!!

Atenção: estão disponíveis somente 24 vagas que serão preenchidas por ordem de inscrição para médicos registrados no CREMESC e em dia com suas obrigações anuitárias. 



Data: 14 e 15 de março de 2014 

Horários: dia 14, das 8h30min às 19h30min. Dia 15, das 8h30min às 16h30min

Local: UNISUL Pedra Branca – Palhoça

Carga horária: 19h

Prioridade para inscrição: Prestar atendimento emergencial

Pré-requisito: estar inscrito no CREMESC e em dia com suas obrigações anuitárias.

Inscrição gratuita somente pelo e-mail: eventos@cremesc.org.br

Informações: (48) 3952-5000
 

 

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Nota à sociedade

06/02/2014


Conselhos de Medicina pedem apuração de denúncias de agressão aos direitos humanos e trabalhistas

Em relação à situação da cubana Ramona Matos Rodriguez, intercambista de Programa do Ministério da Saúde, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e os Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) conclamam as autoridades brasileiras, universidades, imprensa e todos os movimentos da sociedade civil organizada a se posicionarem contra qualquer agressão aos direitos humanos, individuais e do trabalhador.

Os Conselhos de Medicina solicitam que as denúncias feitas por esta intercambista sejam apuradas com rigor pelo Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público do Trabalho (MPT) e Supremo Tribunal Federal (STF). O CFM e os CRMs lembram ainda que Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Organização Mundial da Saúde (OMS), ambas já acionadas pelas entidades médicas, também devem ser chamadas a se manifestar contra situações de abuso aos direitos humanos, assegurando direitos e responsabilidades legais em termos de emprego e condições de trabalho.

Finalmente, o CFM e os CRMs ressaltam que o respeito à dignidade da pessoa humana é um princípio do Estado Democrático de Direito, o qual deve ser observado para permitir o exercício pleno da cidadania em todos os seus aspectos.

 

Brasília, 5 de fevereiro de 2014.

 

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM)

CONSELHOS REGIONAIS DE MEDICINA (CRMs) 
 

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Boletim Cosemesc 

03/02/2014


 

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Nota de falecimento

29/01/2014


Faleceu, na tarde de ontem, 28/01/2014, no Hospital Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí, o Dr. Benício Stang Eing, médico pediatra há 42 anos. 

Nascido em São Ludgero em 02/08/1943 e casado com Dirce Philippe Eing, Dr. Benício trabalhou na cidade junto com seus irmãos os ginecologistas Dr. Silvino Eing e Dr. Lírio Eing, ocupando o cargo de diretor do Hospital Infantil Menino Jesus durante muitos anos. 

Dr. Benício deixa esposa e três filho (Benício S. Eing Júnior, Alexandre Eing, Dr. Felipe Eing). 

O velório ocorre na capela do cemitério Bosque das Palmeiras, no Bairro da Fazenda (ao lado do cemitério municipal da Fazenda), a partir das 5h de hoje, dia 29/01, seguido do enterro, no mesmo dia, às 17h, no cemitério Municipal da Fazenda. Às 15h30min, será realizada uma missa no local.

O delegado da Regional de Itajaí, Dr. Delmo Dunke, representará o Conselho Regional de Medicina (Cremesc) e levará os cumprimentos à família enlutada. 
 

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19º Congresso Brasileiro Multidisciplinar Em Diabetes

28/01/2014


Data: 24, 25, 26 e 27 de Julho de 2014

Horário: 8:00 às 18:00 horas

Local: UNIP – Universidade Paulista – Rua Vergueiro, 1.211 – Paraíso – São Paulo / SP

Programa: 44 simpósios com mais de 200 palestras apresentadas pelos maiores expoentes de saúde do Brasil e convidados internacionais, além de oficinas, cursos multiprofissionais e apresentação de Temas Livres.

Conjuntamente: “19ª Exposição Nacional de Produtos e Alimentos para Portadores de Diabetes” com a participação de todos os Laboratórios Farmacêuticos que atuam em Diabetes, apresentando os novos lançamentos e insumos, indústria de alimentos diet, além de sapatos, meias e cremes para pés diabéticos.

A importância da atualização e reciclagem dos profissionais é fundamental, pois 75% dos pacientes com Diabetes são tratados por não especialistas e dependem unicamente do Sistema Público de Saúde, onde o tratamento inadequado leva a uma maior incidência das graves complicações do Diabetes, aliado ao desconhecimento dos que não sabem ter a doença, e falta de conscientização dos que sabem.

Convidamos o prezado jornalista a engajar-se nesta luta pela melhoria da assistência aos portadores desta doença no Brasil. A importância da imprensa é ressaltada pelos órgãos internacionais, citada como sendo a única maneira rápida e eficiente de alertar sobre o grande perigo que a Diabetes representa para todas as nações e, principalmente, em países em desenvolvimento como o Brasil.

 

Para mais informações e incrições, clique aqui ou ligue para  (11) 5572-6559 – ramais: 12, 19 e 11

 

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Médicos querem descobrir a influência da internet na relação médico-paciente

27/01/2014


O grupo de pesquisa formado pelos médicos paranaenses Fernando Todt Carbonieri, Alysson Roberto Mathioski, Dr. Luiz Martins Collaço e Dr. Miguel Ibraim Hanna Sobrinho, pretende descobrir qual a real influência da internet na relação médico-paciente.

A pesquisa, aprovada no CEP/FEPAR, conta ainda com o acadêmico da Faculdade Evangélica do Paraná, Matheus Pereira Dias, bolsista PIBIC/CNPQ.

Com tema "Como os médicos de diferentes regiões brasileiras trabalham com o paciente que se informa pela internet sobre seus agravos, exames e medicações", a pesquisa visa analisar como a classe médica brasileira atua frente ao paciente expert e às informações disponibilizadas na internet.

Os objetivos são:

- Estimar a quantidade de pacientes que já vem ao consultório informados sobre seu provável diagnóstico, e quantos são os que procuram informações adicionais na internet após o diagnóstico do médico ou solicitação de procedimentos; 

- Entender como os médicos brasileiros atuam quando atendem os pacientes experts; 

- Analisar como os médicos avaliam a qualidade da informação que os pacientes buscam na internet e as prescritas pelo médico

Para colaborar, clique aqui e responda o questionário.

 

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COSEMESC lança pesquisa para avaliar planos de saúde

23/01/2014


O Conselho Superior das Entidades Médicas de Santa Catarina (COSEMESC) lançou ontem uma pesquisa via internet para coletar a opinião dos médicos sobre a saúde suplementar no Estado. Por meio de questões exatas e abertas os profissionais poderão apontar problemas e sugerir melhorias.

“O objetivo é saber o índice de médicos que atendem pelos planos de saúde, se estão satisfeitos e levantar sugestões para que possamos elaborar estratégias e encaminhar os trabalhos em 2014”, explica o presidente do SIMESC e coordenador do COSEMESC, Cyro Soncini.

A coleta de respostas termina no dia 21 de fevereiro.

Clique aqui e responda à pesquisa

 

Fonte: Simesc 

 

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CFM é contra revisão das atuais diretrizes do curso de Medicina

22/01/2014


As Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Medicina devem ser mantidas sem qualquer modificação. Este é o entendimento do corpo de conselheiros do Conselho Federal de Medicina (CFM) e dos presidentes dos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs), que, durante o mês de janeiro, estiveram reunidos em Brasília para discutir, dentre outros temas, o ensino médico. Diante deste posicionamento, o CFM rejeitou o convite do Ministério da Educação (MEC) para participar de uma reunião da comissão ministerial responsável pela revisão da Resolução CNE/CES nº 4/2001 à luz das mudanças curriculares previstas na “Lei do Mais Médicos” (12.871/13).

Para os Conselhos de Medicina, as atuais diretrizes atendem às necessidades do país e foram construídas a partir de um intenso debate democrático capitaneado pela Comissão Interinstitucional de Avaliação do Ensino Médico (CINAEM). Formada em 1991, a CINAEM reuniu entidades representativas ligadas à comunidade acadêmica, universitária e da classe médica com o objetivo principal de avaliar os componentes da qualidade para a transformação da realidade do ensino médico no Brasil. Ao longo de dez anos o grupo avaliou as escolas médicas e delineou um diagnóstico que, posteriormente, contribuiu para a formulação da atual base curricular.

“Um dos principais problemas da formação médica hoje é a subordinação do setor da saúde à lógica de mercado, que trata a saúde e a doença como mercadoria. Por isso nos preocupa tanto a abertura indiscriminada de cursos, especialmente privados”, afirmou o presidente do CFM, Roberto d’Ávila. Para ele, é preciso que as escolas atendam aos critérios do MEC e exista a garantia da qualidade de ensino, com vagas para a residência médica. “Participar dessa reunião da comissão do MEC seria avalizar alterações no ensino médico com as quais não concordamos”, disse.

 

Fonte: CFM

 

 

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Novos médicos de Santa Catarina recebem
carteira profissional e aula de ética

13/01/2014


O Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina promoveu, na noite de sexta-feira, a solenidade de entrega da carteira e cédula de identidade médica e também a aula de ética, aos médicos recém-formados da Unesc e da Unisul Tubarão, de acordo com a Resolução CREMESC Nº 047/99.

Durante a solenidade, que ocorreu na ACIC, em Criciúma, o presidente do Cremesc, Dr. Tanaro Pereira Bez, homenageou os novos profissionais e, ao lado do secretário geral, Armando José d’Acâmpora; de Rachel Duarte Moritz, primeira secretária; Odi José Oleiniscki, segundo secretário; Rômulo Pizzolatti, delegado da Delegacia Regional de Criciúma; entregou a carteira profissional aos novos médicos. Junto, cada um deles recebeu um exemplar do Código de Ética Médica e a quinta edição do Manual de Orientação Ética.

 

Clique aqui e confira as fotos da solenidade

 

 

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NOTA PÚBLICA

10/01/2014



Tornados públicos os fatos havidos na assistência à saúde na região de Canoinhas, o CRM SC considera-se autorizado a divulgar as ações que vinha empreendendo sigilosamente: ciência de irregularidades flagradas pela Fiscalização CRM SC ao MPSC (OF. CRM SC nº 7311/30.09.13) e à Corregedoria CRM (CI 042/08.08.13) sugerindo procedimentos ético-disciplinares em desfavor dos médicos envolvidos naqueles atendimentos viabilizados pela PJ MEDKOS na região também de Mafra e Papanduva. Registre-se que ações da Fiscalização CRM SC, havidas há cerca de quatro anos, resultaram na prisão de um falso médico que agia em Caçador.

Dr. Tanaro Pereira Bez

PRESIDENTE do CRM SC

 

 

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Aula de ética e entrega de
carteira profissional em Florianópolis

10/01/2014



Os formados no curso de Medicina da UFSC e Unisul Pedra Branca receberam, na noite de 9 de janeiro, aula de ética e carteiras profissionais. Dra. Rachel Duarte Moritz, primeira secretária do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (Cremesc), ministrou a aula de ética aos novos médicos.
Durante a solenidade, que ocorreu na Associação Catarinense de Medicina (ACM), em Florianópolis, o presidente do Cremesc, Dr. Tanaro Pereira Bez, homenageou os novos profissionais e, ao lado do secretário geral, Armando José d’Acâmpora; de Rachel Duarte Moritz, primeira secretária; Odi José Oleiniscki, segundo secretário; João Pedro Carreirão Neto, primeiro tesoureiro; Diogo Nei Ribeiro, segundo tesoureiro, entregou a carteira profissional aos novos médicos. Junto, cada um deles recebeu um exemplar do Código de Ética Médica e a quinta edição do Manual de Orientação Ética.

Clique aqui e confira as fotos dos eventos
 

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Florianópolis lança residência em Medicina de Família

10/01/2014


A Secretaria de Saúde de Florianópolis oferecerá, a partir deste ano, um programa próprio de residência médica em Medicina de Família e Comunidade, iniciativa importante de qualificação da rede municipal como cenário de formação de profissionais de saúde. Florianópolis tem um sistema de saúde com forte ênfase em APS, com 90% de cobertura por ESF, e um grupo de profissionais extremamente qualificado, com mais da metade dos médicos de APS com residência ou especialização em MFC. O médico residente será formado por preceptores com residência em MFC e formação para preceptoria, em uma proporção de um preceptor por R1, e receberá complemento de bolsa pela Prefeitura.

Conheça mais razões para fazer residência em Florianópolis no blog da residência (residencia-mfc-florianopolis.blogspot.com.br), e inscreva-se pelo site residenciapmf.fepese.ufsc.br.

 

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Parecer do CFM aprova a embolização como
alternativa de tratamento para doenças da próstata

08/01/2014


O plenário do Conselho Federal de Medicina (CFM) aprovou parecer (29/2013) que abre perspectivas para que os brasileiros diagnosticados com hiperplasia prostática benigna contem com mais uma alternativa de tratamento: a embolização das artérias da próstata. Este procedimento, desenvolvido, em 2007, na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, há cerca de cinco anos vem sendo aplicado de forma experimental na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

Antes da liberação do parecer 29/13, o procedimento foi aprovado em outubro de 2013 pela Comissão de Reconhecimento de Novos Procedimentos e Terapias em Medicina (CRNPTM), tendo cumprido todas as etapas necessárias, como a justificativa de aplicabilidade clínica, o protocolo de pesquisa clínica e de aprovação das etapas clínicas pelo Comitê de Ética em Pesquisa e pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (sistema CEP/Conep). Os resultados consolidados das etapas pré-clínica, clínica e clínica expandida também validaram o estudo. “Ao final foi comprovada a eficácia da embolização das artérias da próstata”, afirma Cacilda Pedrosa.

Agora, o CFM deve editar, ainda em 2014, uma resolução sobre o procedimento. Após a autorização, outros centros, além da FMUSP, poderão oferecer a embolização das artérias de próstata, desde que cumpridas as regras previstas na resolução. A conselheira e relatora do parecer sobre a embolização das artérias da próstata, Cacilda Pedrosa (representante de Goiás no CFM) considera o tratamento útil, eficaz e seguro e o aponta como mais uma opção para os pacientes que não podem tomar alguns medicamentos, ou se submeter a uma cirurgia.

De acordo com o parecer, a embolização das artérias da próstata é um procedimento de alto risco e complexidade. Os pacientes devem assinar um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Os médicos que farão a embolização deverão ter feito um treinamento avançado específico em centros de excelência devidamente autorizados pelo CFM e credenciado pela Sociedade Brasileira de Radiologia Intervencionista e Cirurgia Endovascular. Hoje, o único centro credenciado é o da FMUSP.

As indicações da embolização devem obedecer àquelas elencadas como opção terapêutica para o tratamento da HPB, não devendo ser considerada como primeira opção para o tratamento da doença até evidência científica em contrário. Para o urologista Alberto Azoubel Antunes, professor associado da Divisão de Urologia da FMUSP e chefe do setor de próstata, o grande atrativo é a simplicidade, além dos efeitos mínimos. “O procedimento também é totalmente seguro”, assegura.

De acordo com ele, o procedimento pode não ser indicado para todos os casos de hiperplasia prostática. “Nos casos mais avançados, o melhor é o tratamento convencional, o que não tira a importância desse tratamento”, enfatiza. “Na minha avaliação, esse procedimento foi o que de mais inovador ocorreu na área de urologia nos últimos dez anos”, avalia.

Desde 2008, quando começou a ser aplicado de forma experimental na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), a técnica já beneficiou mais de cem pacientes, com índice de satisfação superior a 90%. Além de ser menos invasiva, a embolização não causa os efeitos adversos das cirurgias tradicionais, como a ejaculação a seco e a incontinência urinária, o uso da anestesia é local e a permanência do paciente no hospital é menor do que na cirurgia tradicional.

 

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Parecer CFM recomenda que exame médico antes
da prática de exercícios físicos seja obrigatório

08/01/2014


As pessoas que solicitam liberação para a prática de atividade física devem ser avaliadas por um médico, mas não é obrigatório que o exame seja realizado por um cardiologista em todos os casos.  A recomendação do Conselho Federal de Medicina (CFM) é matéria do Parecer nº 22/13, com relatoria do secretário-geral da entidade, Henrique Batista e Silva. O conselheiro justifica a orientação: “É de grande importância uma avaliação médica antes da atividade física, seja ela competitiva ou recreativa, porque mediante esse exame o médico poderá identificar patologias de base; alguma alteração, como hipertensão arterial, ou alguma outra doença que possa ser diagnosticada pelo exame médico ou exames complementares.  Esta é uma recomendação que deve ser cumprida em todos os estabelecimentos onde se praticam exercícios físicos”.

O documento foi emitido em resposta à consulta acerca da necessidade de que todos os pacientes, com ou sem patologias de base, devessem passar pelo cardiologista antes da liberação para qualquer atividade física.  A resposta da entidade se baseou em estudos sobre o assunto. Na publicação científica oficial, a dr henrique batista grandeSociedade Brasileira de Cardiologia orienta que “esportistas, atletas profissionais, crianças e adolescentes e para-atletas devem se submeter a um exame médico que permita a detecção de fatores de risco, sinais e sintomas sugestivos de doenças cardiovasculares, pulmonares, metabólicas ou do aparelho locomotor, enfatizando a anamnese e o exame físico”.

O parecer, porém, faz ressalvas em duas situações: No caso de pacientes interessados em atividades competitivas, recomenda-se que sejam encaminhados a um cardiologista ou a um médico com formação em Medicina Esportiva; os com alterações clínicas diagnosticadas ou suspeitadas no exame médico ou evidenciadas nos exames complementares devem ser avaliados por um cardiologista.

Henrique Batista justifica a restrição: “Entendemos que em uma atividade competitiva o exame cardiológico se torne ainda mais necessário, porque o esforço físico no exercício será maior e haverá maior exigência do aparelho cardiovascular”. Apesar da reserva, o conselheiro reforça a importância do exame médico antes da prática de atividade física. 
 

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Programa STOP

07/01/2014


A poliomielite está próxima de ser erradicada, mas essa fase final exige o esforço de todos. Através de uma parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS) o Centers for Disease Control and Prevention dos Estados Unidos (CDC-EUA) criou o STOP Polio, que visa recrutar profissionais de saúde para apoiar no esforço de erradicação da poliomielite nos países sob risco. Nesse contexto, há uma grande demanda por pessoas que falem português para apoiar países como Angola e Moçambique.

São selecionadas pessoas com ao menos três anos de experiência em uma das seguintes áreas:

- Saúde pública e imunizações;

- Comunicação em saúde pública;

- Gerenciamento de dados em saúde pública e imunizações.

Os selecionados participam de um treinamento no CDC por duas semanas e são enviados a países que solicitam apoio por cinco meses. Esse é um trabalho voluntário, mas todos os custos de viagem, alimentação, hospedagem entre outros são cobertos por diárias pagas pela OMS.

Os interessados devem enviar e-mail para internacional.epicentro@gmail.com

Para saber mais, clique aqui 
 

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Morre Dr. Ismar Morelli

03/01/2014


O gastroenterologista Ismar Luiz Morelli, CRM 1658, faleceu na tarde de quinta-feira (2) em Aruba no Caribe, ao largo da Costa da Venezuela. Foi durante viagem de passeio que realizava com a família no Caribe. Segundo informações preliminares, o médico teria tentado realizar um mergulho. No entanto, ao sentir-se mal, voltou à superfície onde teria sofrido complicações cardíacas. Os motivos do óbito ainda não foram confirmados oficialmente.

Dr. Ismar estava acompanhado pela esposa, duas filhas e o genro que estavam em Aruba. Os familiares devem retornar a Brusque neste fim de semana. O corpo deverá ser liberado depois, chegando a Santa Catarina no dia 7 de janeiro.  

 

Dr. IsmarLuiz  Morelli nasceu em Brusque, se formou em 1973 pela Universidade Federal de Santa Catarina e tinha 64 anos. 
 

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Aula de ética e entrega de carteira profissional

02/01/2014



Os formados no curso de Medicina da Univali, Furb, Univille, Unochapecó, Uniplac e Unoesc receberam, nos dias 17 e 19 de dezembro, aula de ética e carteiras profissionais. Dra. Rachel Duarte Moritz, primeira secretária do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (Cremesc), ministrou a aula de ética aos novos médicos.
Em Blumenau, no dia 17 de dezembro, o presidente do Cremesc, Dr. Tanaro Pereira Bez, homenageou os novos profissionais e, ao lado do primeiro tesoureiro, Dr. João Pedro Carreirão Neto, do delegado da delegacia de Blumenau, Jacy Bruns, entregou a carteira profissional aos novos médicos. Junto, cada um deles recebeu um exemplar do Código de Ética Médica e a quinta edição do Manual de Orientação Ética.

Em Chapecó, no dia 19, a solenidade contou com a presença do Dr. Armando José d’Acâmpora, secretário geral; da Dra. Rachel Duarte Moritz, primeira secretária; do Dr. Odi José Oleiniscki, segundo secretário; do conselheiro Dr. Hélio Augusto Santos Machado e do delegado Dr. Raja Elias.

Clique aqui e confira as fotos dos eventos
 

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ATO DE HOMOLOGAÇÃO - CONCURSO PÚBLICO
EDITAL Nº 01/2013

06/12/2013


O Presidente do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina – CREMESC, Dr. Tanaro Pereira Bez, no uso de suas atribuições legais, em face do que dispõe o item 12.5 do Edital 01/2013 do Concurso Público deste Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina – CREMESC, homologa o resultado final deste certame para os candidatos aprovados e classificados, a seguir relacionados ao respectivo cargo em epígrafe, informando, para tanto, a classificação, o nome do candidato, seu número de identidade e a sua média final obtida:
CARGO: 1016 - MÉDICO FISCAL – FLORIANÓPOLIS
001 - PABLO RIBEIRO CORREA - 106779119 - 6,80;
002 - VÂNIA MARIA CARUSO BÍCEGO - 9879710 – 6,43;
003 - IRIS CRISTINA BORGES DA COSTA - 6712725 – 6,05;
004 - LEONARDO WIGG PERFETO - 6434758 – 5,25.
CARGO: 2018 – ASSISTENTE ADMINISTRATIVO - CONCÓRDIA
001 - ALESSANDRA NITSCHKE – 53985699 - 7,40
002 - EMANUELE LETÍCIA TEDESCO – 55301525 - 7,10
003 - ALESSANDRA BRINGHENTI – 50975676 - 7,10
004 - LUAN FAVERO LOPES – 4235418 - 7,00
005 - PATRICIA SVILLEN ORLANDINI – 26991721 - 6,80
006 - DAIANE MAÍSA PATZLAFF – 3815001 - 6,80
007 - ELISANGELA DE SOUZA STRINGHINI – 3518513 - 6,40
008 - EDUARDO MALTAURO – 49584367 - 6,40
009 - TIAGO CARNIEL -5238231 - 6,30
010 - MARCIELE ANDRESSA DALÓ ROSA AULER – 4958893 - 6,20
011 - ALINE SCHMIDT FIDÉLIS KUNZ – 3942291 - 6,10
012 - MARIANA ZOLET RIGO – 5055163 - 6,00
013 - ELOAH MILANO PEIXOTO RAUBER - 9011445575 - 5,90
014 - LINI CRISTINA HARNISCH MAUS – 3922941 - 5,90
015 - NATHIELLE CRISTINA MARXREITER COSTA – 3815950 -5,80
016 - TAINARA CAMILA GASPARINI – 5962627 – 5,60
CARGO: 2021 ¿ ASSISTENTE ADMINISTRATIVO - FLORIANÓPOLIS
001 - FERNANDA SILVA DE OLIVEIRA – 50201859 - 8,60
002 - SILVIA LIMA FIGUEIREDO – 4147404 - 8,50
003 - REGINA SAVI DAL MOLIM – 4599205 - 8,50
004 - TATIANA LOBO – 2671264 - 8,30
005 - RENATO PAULO CUNHA – 3981174 - 8,30
006 - FABIULA TEREZINHA DE LIMA – 2679968 - 8,20
007 - JENIFER PEREIRA ALVES VARELA – 5001267 - 8,20
008 - JULIO CESAR DE ASSIS FEIJO JUNIOR – 4979082 - 8,10
009 - MACIEL MARIANO – 273907608 - 8,00
010 - THAÍS KARINE AMARAL MANGRICH – 4170622 - 8,00
011 - MARLENE REJANE WILLE – 3846359 - 7,90
012 - NATACHA NANCY MARTELLET COURA – 3083938 - 7,90
013 - DIEGO MONTEIRO – 3880264 - 7,80
014 - MARIA LUCIANA TRIGOS – 7059473 - 7,70
015 - JAQUELINE BESEN – 39367096 - 7,70
016 - TATIANA THIESEN – 48078042 - 7,70
017 - ALINE COELHO – 43463320 - 7,70
018 - FABIANA EDIER DASSOLER – 2573691 - 7,60
019 - SILVIA BORTOLIN – 4763764 - 7,60
020 - RAFAEL SOUZA DA ROSA – 4177431 - 7,60
021 - WANONY VALDETE MARTINS – 50493930 - 7,50
022 - BRUNO AURÉLIO ROZZA DE MOURA CAMPOS – 5091754 - 7,50
023 - DJENNIFER MARIA MELO – 43323332 - 7,50
024 - RODRIGO LOPES LEGAS – 335152211 - 7,50
025 - EVANDRO JACOBUS VIEIRA – 4252332 - 7,50
026 - CAROLINE PEREIRA COSTA - 96769415 - 7,50
027 - SAMUEL SOUZA DE ARAÚJO – 5090549 - 7,50
028 - RICARDO ALEXANDRE DA SILVA – 3087314 - 7,40
029 - KARINE DO NASCIMENTO – 4622674 - 7,40
030 - JÉSSICA CAMPOS MATIAS – 5642349 - 7,40
031 - RAQUEL DONIZETH EUZEBIO – 4207057 - 7,40
032 - RAFAEL KOECK MACHADO – 3899835 - 7,40
033 - IARA CORRÊA DO BOMFIM BRAGA – 4348887 - 7,30
034 - ANA KELLY MAFRA GAEBLER ROSA – 4123272 - 7,30
035 - EVANDRO CARLOS FERREIRA DE LIMA – 85902652 - 7,30
036 - GABRIELA DE ANDRADE SILVERIO – 63130150 - 7,30
037 - TIAGO BRAZ FERREIRA – 4768753 - 7,30
038 - PAULA SOUZA DA ROSA – 46176918 - 7,30
039 - JOÃO CLAUDIO ARMELINI DA SILVA – 46527745 - 7,30
040 - ANDRÉ LUÍS SARMENTO DOS SANTOS – 6859842 - 7,30
041 - BRUNO MEDEIROS – 5507835 - 7,30
042 - PEDRO PAULO DE SOUZA – 15710483 - 7,20
043 - DARCY CHAPLIN SAVEDRA DE ARAUJO – 2084479 - 7,20
044 - MÔNICA MORAES – 3699693 - 7,20
045 - LARISSA KVITKO – 4104930 - 7,20
046 - FERNANDO STEIMBACH – 4151792 - 7,20
047 - RAFAEL FIGUEIRÓ OTÁVIO – 5180061 - 7,20
048 - JULIA RODRIGUES FRESCURA CORTE REAL – 6488120 - 7,20
049 - ROBERTO DREHER QUINTO MARTINS – 2907546 - 7,20
050 - MARIANA PIRES DA SILVA – 36009202 - 7,20
051 - CLAUDIA WAGNER SCHUTZ – 39130908 - 7,20
052 - YVE SARKIS DA COSTA – 5882793 - 7,20
053 - ALEXANDRE THIESEN BECSI – 5028185 - 7,20
054 - AUDREI VIVIANE ALVES OLIVEIRA – 44165773 - 7,20
055 - FABRÍCIO BURGER – 4660346 - 7,10
056 - SIDNEA PALMIRA MENDES DA SILVEIRA – 3080505 - 7,10
057 - ALINE CECHETTO BECK – 3442635 - 7,10
058 - THIAGO NEVES DE CARVALHO – 6643546 - 7,10
059 - ÂNGELA SALETE DE FREITAS GONÇALVES – 9062891339 - 7,10
060 - FRANCISCO JOSÉ DE SOUZA SILVEIRA – 2787301 - 7,10
061 - MARCELA NUNES BOTELHO – 4541470 - 7,10
062 - JANAINA LUCKNER DE SOUZA – 1059536 - 7,10
063 - RENATA DALVA LUCAS – 3088533 - 7,00
064 - ANA LUIZA MALNATI PANARIELLO – 7022601 - 7,00
065 - SHEILA PEREIRA DUARTE – 22437491 - 7,00
066 - PAULA MARIA CHEREM LUFT – 36875155 - 7,00
067 - BRUNO DA SILVA VOLKOV – 6540204 - 7,00
068 - CAROLINA BELLI VIEIRA – 34148094 - 7,00
069 - MIKON MORAES – 3697357 - 7,00
070 - SCHEILA DUTRA MOURINO – 4051838 - 7,00
071 - PRISCILLA EMME SOUSA RIBEIRO – 50999540 - 7,00
072 - KARLA OTILIA STOPASSOLI – 891944 – 6,90
073 - MARILSA DEMARCHI – 2847191 - 6,90
074 - EMERSON ISRAEL SANTOS DE LIMA – 3383928 - 6,90
075 - JALUSA NEILA MAIA – 3097540 - 6,90
CARGO:2035 - ASSISTENTE ADMINISTRATIVO - TUBARÃO
001 - ROGÉRIO SILVÉRIO DE FARIAS – 1900094 - 7,80
002 - RICARDO AVILA SOUZA – 4111764 - 7,80
003 - BRUNO SCHMITZ NUNES – 5107052 - 7,70
004 - RAQUEL SILVA DE MEDEIROS – 4491830 - 7,60
005 - CRISTIANE ANDREUCCI STOPA RANKIN MAY – 291967218 - 7,50
006 - MARIANA DUARTE CARDOSO – 3586406 - 7,50
007 - ANA PAULA SILVA – 4356388 – 7,50
008 - SUELEN BARICALLA DE OLIVEIRA – 4501406 - 7,50
009 - CRISTINA EYNG HAHN – 4945993 - 7,40
010 - THIAGO GUILHERME DIAS ESPINDOLA – 5395570 –
7,30
011 - KAYNE DA SILVA JOAQUIM – 50334603 - 7,30
012 - NARON METZKER – 54211603 - 7,20
013 - ANA PAULA NANDI FERREIRA DE FREITAS – 4754672 - 7,10
014 - RIVELY APARECIDA DE MATOS – 30316006 - 7,00
015 - ANA PAULA PARAIZO – 4067145 - 6,90
016 - LENA RIBEIRO LEITAO – 50338056 - 6,90
017 - LURIEN MOTA POTTMAIER – 4852204 - 6,80
018 - DOUGLAS PILON VALENTIN – 4111469 – 6,70
019 - MAGDA APARECIDA GONÇALVES – 19055293 - 6,60
020 - CLAIANE GOMES SOARES – 4856576 - 6,50
021 - ARIANE GOMES – 4357202 - 6,40
022 - SIMONE CLEMENTE DOS SANTOS – 6159231 - 6,30
023 - DJALMA FERNANDES LORETO – 4501108 - 6,30
024 - MARIA AMÁLIA FRANDALOZO ALVES DOS SANTOS – 9082833535 - 6,30
025 - ISABELA MATOS DA ROSA MENDES – 5562133 - 6,30
026 - NAYARA TEODORO GIBBINI – 5488928 - 6,30
027 - KELCION CORREA DA SILVA – 5441340 - 6,20
028 - JULIANA GONÇALVES ARENT LOFFI – 4356981 - 6,10
029 - MARCELO DO CARMO RAMOS – 4856955 - 6,10
030 - BIANCA DA ROSA GHISI – 54886643 - 6,00


Florianópolis, 5 de dezembro de 2013.
Dr. Tanaro Pereira Bez – Presidente do Cremesc

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Residência Médica em Clínica Médica e Cirurgia Geral na cidade de Joaçaba

18/11/2013


A Comissão Interna de Residência Médica – COREME dos Programas de Residência Médica em Clínica Médica e Cirurgia Geral do Hospital Universitário Santa Terezinha – HUST e da Universidade do Oeste de Santa Catarina - Unoesc, informam que se encontram abertas as inscrições para o processo seletivo de Residência Médica em Clínica Médica e Cirurgia Geral na cidade de Joaçaba – Santa Catarina, para o período de 2014/2016.

 

INSCRIÇÕES: de 1º a 26 de novembro de 2013

TAXA DE INSCRIÇÃO:R$ 200,00

PROVA: 16 de dezembro de 2013.

VAGAS: 02 (duas) vagas para Residência Médica em Clínica Médica, e 02 (duas vagas) para Cirurgia Geral, disponibilizadas em Regime de Tempo Integral. 

INFORMAÇÕES: Unoesc - Joaçaba, pelo telefone: (49) 35512009 (Elisabete ou Laudicéia).

 

O edital pode ser conferido na íntegra em: http://www.unoesc.edu.br/unoesc/publicacoes-legais/edital/edital-n-003hust-coreme2013


 

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12ª Conferência Mundial de Saúde Rural da Wonca e
IV Congresso Sul-Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade

18/11/2013



A 12ª Conferência Mundial de Saúde Rural da Wonca e IV Congresso Sul-Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade serão realizados em Gramado/RS, no período de 03 a 05 de abril de 2014. A estimativa é de cerca de 1.500 profissionais que estarão reunidos debatendo temas relacionados à área.

A conferência mundial de saúde rural deverá ser um grande estímulo para o desenvolvimento da pesquisa e do ensino em nossas instituições. 

 

Evento: 12ª Conferência Mundial de Saúde Rural da Wonca e IV Congresso Sul-Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade

Data: 03 a 05 de abril de 2014

02 de abril- Atividades Pré-evento e 06 de abril- Atividades Pós-evento.

Local: Serrano Resort Convenções & SPA, Gramado, Rio Grande do Sul

 

Site do Evento: www.sbmfc.org.br/woncarural

Informações: (48) 3322-1021.


 

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29º Congresso Brasileiro de Patologia

07/11/2013


Entre os dias 13 e 16 de novembro a Sociedade Brasileira de Patologia realiza a 29ª edição do Congresso Brasileiro de Patologia. O evento acontecerá no CentroSul de Convenções em Florianópolis (SC).

Serão quatro dias de programação com palestrantes de renome nacional e internacional, conferências, simpósios, cursos e oficinas com especialistas. Confira os principais temas abordados: patologia mamária, dermatopatologia, patologia pulmonar, ginecopatologia, hemapatologia, neuropatologia, além de autópsia, novas tecnologias e educação médica etc.

Durante os congressos estarão profissionais referências, como o espanhol Antonio Llombart, o alemão Wolfram Klapper e o americano Chen Longwen, entre outros.

Acesse

aqui

e confira a programação completa.

XXIX- Congresso Brasileiro de Patologia

Data:
de 13 a 16 de novembro de 2013

Local: CentroSul

Endereço: Av. Gustavo Richard, 850, Centro, Florianópolis.


 

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CFM defende aprovação em Revalida para dar segurança ao paciente

04/11/2013


Ao permitir que médicos formados em outros países atuem no Brasil antes de aprovação em exame de revalidação de diplomas de Medicina obtidos no exterior (Revalida), o Governo cria duas categorias de profissionais: os de primeira linha, com graduação em universidades nacionais ou com diplomas revalidados, que podem atender em qualquer localidade; e os de segunda linha, sem competência devidamente avaliada, com atuação restrita ao Programa Mais Médicos e sem condições de responder com plenitude às exigências da população.  Esse é o entendimento do Conselho Federal de Medicina (CFM).

“No Brasil, o currículo das escolas médicas prioriza a formação de médicos em condições de responder às diferentes necessidades da população: desde uma simples consulta até um atendimento de urgência, como emergências cardíacas, comuns nos prontos-socorros. Oferecer indivíduo com perfil distinto é iludir os moradores das áreas mais carentes, pois se houver um caso grave esse médico de segunda linha terádificuldades em agir, podendo, inclusive, causar até danos maiores”, afirmou o presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Roberto Luiz d’Avila.

Essa possibilidade é real e fica ainda mais forte com a confirmação de que um grupo de 48 profissionais que já atua no Mais Médicos integra o contingente de 1440 candidatos reprovados na primeira fase no Revalida deste ano. Eles são intercambistas que fazem parte dos 681 selecionados para a primeira rodada do Programa criado pelo Governo, que dispensou a exigência legal de reconhecimento do diploma estrangeiro. Estão lotados em postos de saúde de 36 municípios de 15 Estados, a maior parte em São Paulo.

Para o conselheiro Desiré Carlos Callegari, 1º secretário do CFM, a população tem o direito de conhecer os detalhes dessa situação, até para decidir se quer, ou não, ser atendidas por pessoas que não conseguiram comprovar os conhecimentos em Medicina. “Essa situação expõe os pacientes à risco. É uma operação irresponsável. Um indivíduo investido do cargo de médico tem a autoridade de definir como um cidadão vai tratar uma doença. Se não for preparado para tanto, pode deixar esse doente ainda mais vulnerável”, alerta.

O Revalida foi criado por meio de uma portaria interministerial, em 2010, e tem sido aplicado desde então, anualmente. Os percentuais de aprovação não têm ultrapassado os 13% e apontam as carências na formação dos candidatos, que demonstram desconhecimento de sintomas, técnicas e procedimentos exigidos de um egresso de uma escola médica brasileira que ainda não passou por uma especialização. A nota de corte – fixada em cinco – exige o mínimo de conhecimento geral de um médico para atuar no Brasil.

“Trata-se um exame com parâmetros claros e equânimes, tomando por base o perfil do médico recém-formado no Brasil, para promover uma avaliação efetiva dos candidatos à revalidação de diplomas e que tem condições de medir o nível esperado de desempenho dos candidatos. Somos contra propostas de calibragem ou ajustes que podem desvirtuar o projeto coordenado pelos Ministérios da Educação e da Saúde”, afirmou Carlos Vital, 1º vice-presidente do Conselho Federal.

Em seu formato atual, defendido pelo CFM, o Revalida é aplicado em 36 universidades públicas de todo o país. As provas são realizadas uma vez por ano em duas etapas. Da primeira, consta uma avaliação escrita - composta por uma prova objetiva e uma prova discursiva. Na segunda etapa, avaliam-se as habilidades clínicas. Este ano, apenas 9,7% dos candidatos habilitaram-se para a última fase o que, para o CFM, demonstra o seu despreparo técnico-científico.

 

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Esclarecimento aos médicos e à sociedade

31/10/2013


 

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Comendador catarinense

28/10/2013


Dr. Armando d'Acâmpora, Dr. Tanaro Pereira Bez, Dr. Nelson Grisard, Dr. Dalvélio de Paiva Madruga e Dr. Roberto d'Ávila


Por Tanaro Pereira Bez
Presidente do Cremesc

Estivemos orgulhosamente representando o nosso CRM na homenagem do CFM com a concessão da  "Comenda Fernando Figueira", de Medicina e Ensino Médico, ao nosso "Decano", Conselheiro Nelson Grisard - CRM/SC 0400, em cerimônia de alto nível, com pronunciamentos regados a muita emoção por parte dos homenageados, bem como dos seus respectivos padrinhos. O nosso Conselheiro Catarinense foi indicado para essa importante comenda pelo CRM da Paraíba, através de seu representante no CFM, Consº Dalvélio de Paiva Madruga,e recepcionado pelo Conselheiro Federal por SC, o Presidente Roberto d'Ávila, tendo sua outorga homologada por unanimidade em sessão plenária,  pelos Conselheiros Federais.
 
Para nós, do CREMESC, foi uma imensa honra compartilharmos desse momento tão especial, junto ao Comendador Grisard, com familiares que lhe foram prestar homenagem, na companhia do nosso Secretário Geral, Consº Armando d'Acâmpora, bem como casualmente pelo nosso Delegado Regional de Chapecó, o Médico Rajá Elias, que de forma voluntária e independente, esteve assiduamente presente ao Congresso de Humanidades em Medicina, na jurisdição do CREMEB, na cidade de Salvador, sob o patrocínio do Grêmio dos Conselheiros do CFM, CREMEB, e CFM.
 
Para conhecimento de TODOS E TODAS:  Agora temos um Conselheiro que além de Decano, também é COMENDADOR, com todo merecimento.

 

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Anuidade 2014

25/10/2013


A Resolução CFM Nº 2.052, de 19/09/2013 fixa os valores das anuidades e taxas para o exercício de 2014. O valor integral da anuidade de pessoa física será de R$ 561,00 (quinhentos e sessenta e um reais), com vencimento até o dia 30 de março de 2014.